27/04/15
em: textos
Por que não tem gorda e negra nos blogs de moda?

Conversando com a Kalli, sempre comento como acho estranho quando em blogs não vejo representação da diversidade de pessoas, das pessoas comuns, de todos os tipos. E então, por que não tem gorda e negra nos blogs de moda?

Sei que é uniforme em revistas, TV e até mesmo em certos locais e eventos, que só se mostre, convide e considere, pessoas de um certo tipo, aquelas que o padrão impõe como bonitas: pessoas, brancas, magras e de preferência, com cabelos lisos. Isso é triste, mas a gente já espera, é difícil mudar isso. Faço minha parte não consumindo esse tipo de conteúdo e criticando sempre que possível.

Mas o que me espanta demais, é que os blogs de moda, que tem a princípio, liberdade editorial, que são feitos por pessoas na maioria dos casos “comuns”, continuem reproduzindo essa visão distorcida de apresentar somente o padrão.

Por que não tem gorda e negra nos blogs

Só moças altas, magras e branquinhas ficam bem de chapéu?

Não estou falando de blogs de nicho, como os plus size ou direcionados contra o preconceito, esses com certeza vão mostrar diversidade e vão trazer algo fora do lugar comum. Mas os blogs, sejam eles grandes ou pequenos, profissionais ou iniciantes, em sua esmagadora maioria só trazem em seus posts de tendências, em suas imagens de inspiração, pessoas loiras, altas, magras, variando aqui e ali raramente.

Por que não tem gorda e negra nos blogs

Kimono é só pra quem veste 36?

Sim, a maioria dos blogs de moda e beleza são feitos por garotas e mulheres magras e brancas, mas mesmo assim, não tem por que em um país multi racial como o nosso, essas pessoas só considerarem um tipo de beleza. Falta visão, falta empatia e falta percepção.

Por que não tem gorda e negra nos blogs

E não é que eu consegui encontrar negras e moças acima do 42 que ficam lindas de chapéu!

Eu digo principalmente que falta empatia, pois para escrever e produzir conteúdo para um público como o do Brasil, tem que se colocar mais ainda no lugar do leitor. O país é grande não só em raças e biotipos, mas em cultura, sotaques, tradições… não tem por que passar por cima de toda essa diversidade e considerar só o padrão.

E o mais incrível disso tudo, é que as vezes o próprio autor do blog não está ali representado nos looks, nas tendências que ele mostra. Me assustei outro dia ao abrir um blog de um rapaz gordo, e só ver fotos de inspiração com rapazes magros, altos e brancos. Ou seja, a pessoa sequer considera prestigiar o seu próprio biotipo.

por que não tem gorda e negra nos blogs de moda

Mostrando que eu gosto da minha imagem e de pessoas como eu <3

 

Nossa Helena, então você é perfeita, considera 1000 fatores só para um post de tendências bobo. NÃO! Estou longe da perfeição e nem a busco. O que eu quero propor aqui é a reflexão, pois não acredito que todos os blogueiros reproduzam esse estereótipo por preconceito, por maldade. Isso acontece porque somos inseridos numa  sociedade que incentiva isso, pela mídia principalmente. A ideia aqui é fazer pensar, não apontar o dedo e julgar.

Eu por exemplo, mostro sempre nos posts de tendência, pessoas de todos os jeitos usando aquela peça, não só para dar representação para essas pessoas, mas para que o gordo veja como aquela roupa fica em pessoas com o mesmo tipo físico, para que o negro, o loiro, ruivo ou moreno perceba como uma moda pode ser para ele também! Mas ainda preciso conseguir inserir pessoas com deficiência, é difícil encontrar fotos, mas ainda chego lá!

por que não tem gordas e negras nos blogs

E sabe por que estou falando disso aqui? Pois fora dos blogs feministas ou contra preconceitos, raramente se vê alguém tocando no assunto. E acredito que sim, um blog de moda tem que ter visão crítica também, tem que ter voz e contestar, opinar e mudar as coisas.

Por isso convido a vocês leitoras a prestarem atenção nos blogs que acompanham e as blogueiras a refletirem junto comigo, a no próximo post de tendência fazer esse exercício de mostrar pessoas diferentes, sair da zona de conforto e surpreender seu leitor.

Ah! Quem tiver dica de blog de moda, que assim como o Garotas, luta pela moda inclusiva, pode indicar nos comentários! ;)

25/04/15
BROAD CITY: 5 motivos para assistir

broad-city

Sabe a melhor série de comédia dos últimos tempos? Então, é Broad City e eu vou contar porque nesse singelo post/declaração de amor.

A série tem como cenário, ou quase um personagem, a cidade de Nova Iorque. Isso não é novidade, várias séries e filmes tem, mas a forma de mostrar e interagir com a cidade é muito diferente, é mais real, é com uma crítica leve, mostrando lugares incríveis que vão além dos locais e coisas clichê.

A história gira em torno das amigas Abbi e Ilana, que são os nomes das atrizes e criadoras da série Abbi Jacobson e Ilana Glazer. E de cara você imagina, mas o que tem de tão incrível nessa série? Amigas de 20 e poucos anos vivendo em NY é o mais lugar comum das séries. Mas já na primeira cena do primeiro episódio você já saca que Broad City é genial.

broad-city

A série é muito, mas muito engraçada, as duas personagens e seus amigos são aqueles tipos de personagens que a gente tem vontade de ter como amigos. Mas o destaque vai para Ilana, a mina é uma vida loka, mas é ao mesmo tempo a melhor amiga que Abbi ou qualquer uma de nós amaria ter. Ela é inteligente, engraçada e muito livre de qualquer pudor, culpa ou preconceito. E a Abbi que também é um personagem incrível, só consegue ser ela mesma quando está com a Ilana.

broad-city

“Finalmente entendi minhas sobrancelhas. Elas são irmãs, não gêmeas.”

As histórias vão acontecendo enquanto a vida rola de um jeito bem natural, a amizade das duas está acima de caras ou qualquer rivalidade, mostra que mulheres podem sim ser amigas, mostra que a gente tem muito mais assuntos do que só homens ou “futilidades”.

broad-city

Mas explicando melhor: Broad City é a melhor série jovem da atualidade, e isso por vários motivos que eu vou tentar transmitir pra vocês.

1 – Humor que subverte expectativas: sabe aquele papinho de que o mundo tá ficando chato, que feministas são mal humoradas? Então, tudo besteira, pois Broad City é uma série que ri não da vítima, mas do algoz. E é de uma maneira tão leve, tão zuera, que a gente nem percebe e quando vê já ó, tá babando nas tiradas, na inteligência das sacadas das protagonistas Abby e Ilana.

2 – Duas protagonistas mulheres: sabe aquele outro papinho de que mulher não é engraçada? Outra balela que nos contaram, mas isso a gente já sabe há muito tempo. O que Broad City prova, é que o humor feminino não tem limites, não tem pudores, e é fodasticamente GENIAL!

3 – Realidade nua e crua: sabiam que mulher peida, arrota e fala palavrão? Pois é, se dependesse da maioria dos filmes e séries a gente nunca ia ficar sabendo, não é? Mas nessa série maravilhosa as coisas saem naturalmente, todo mundo e principalmente as protagonistas estão sempre muito reais, ninguém acorda com ondas perfeitas nos cabelo e muito bem maquiada, ninguém é sexy o tempo todo, feminina, delicada… pois DUDE,  na vida real também não é assim, e ver uma série que nos liberta de estereótipos bobos, é orgásmico! #WIN

4 – Não é uma nova Girls: tem quem compare as duas séries, mas não acho que tenha muito mais a ver do que se passarem em NY e a faixa etária dos personagens. Pois Broad City é muito mais leve, menos drama, os personagens não são tão complicados, egoístas e hipsters como em Girls. É um outro nível de qualidade, na minha opinião.

5 – Amy Poehler é produtora da série: pra quem não conhece a Amy, ela foi a Leslie Knope da série Parks&Recreation, além de ser uma atriz, diretora, produtora e humorista, ela é feminista e tem vários projetos de incentivo a talentos femininos.

broad-city

A série já tem 2 temporadas com 10 episódios cada e em janeiro de 2016 estreia a 3ª temporada. Já aguardo ansiosa por ela! ♥

Quem aí já assistiu a série? Me contem o que acharam! E quem ainda não viu, aproveita o fim de semana pra começar!

16/04/15
em: moda
Chapéus: vários modelos e looks

Sei que de uns tempos pra cá uma overdose de chapéus, looks com chapéu e gente indo pra festivais usando chapéu, caiu sobre nós e nos deu a impressão de esgotamento de uma tendência.

Mas faço uma pergunta a vocês: Fora da internet, festivais e revistas de moda, quantas pessoas vocês veem usando chapéu de forma natural nas ruas?

Pois então, sei que usamos os chapéus do nosso tempo, que são os bonés, gorros e toucas. Mas não seria o máximo se voltássemos a ter o hábito de usar chapéus clássicos ou de outras épocas? Não sei vocês, mas eu iria amar se isso acontecesse.

como-usar-chapéu

E para provar que dá sim para trazer o chapéu para o nosso dia a dia, com estilo, mas também com naturalidade, separei vários looks pra gente se inspirar.

como-usar-chapéu

Tentei trazer o máximo possível de variedade de modelos de chapéus, com cores, abas e formatos diferentes. Para quem tiver enjoado de ver um tipo específico de chapéu, poder encontrar um modelo pra chamar de seu.

como-usar-chapéu

Chapéu e saia longa, até eu já me atrevi nesse look com o modelo floopy.

como-usar-chapéu

Aba reta e larga, aba pra baixo, aba curta… todos tem seu charme.

chapéu

Chapéus com faixas, laços e acessórios ficam lindos. Olha eu de novo em mais um look com chapéu, dessa vez um clássico aba reta.

como-usar-chapéu

Combinando chapéu com looks do dia a dia, simples e divertidos.

como-usar-chapéu como-usar-chapéu

Moços, vocês ficam um charme de chapéu, usem muito. ♥

como-usar-chapéu

Chapéu e jeans = sair da mesmice.

como-usar-chapéu

Esses modelos de época também são lindos, e dá pra combinar tranquilamente, principalmente se as peças que você usar também tiverem uma arzinho retrô.

como-usar-chapéu

Ah, e claro, o chapéu tem uma função óbvia que vai além da moda, que é proteger nossas belas cabeças e rostinhos do sol. Por isso o tecido muda de acordo com a estação. Mas confesso que os meus preferidos são os de inverno. ♥

Agora quero saber quem concorda comigo e já quer que seja decretado o chapéu item de primeira necessidade pra quem tem estilo? ;)

Qual o modelo preferido de vocês?

*Créditos das fotos: Mateus Aguiar, Bárbara Salimena, Gabriel Venzi, Blog Bandalho e Pinterest.

14/04/15
Meu amor por Saia Midi

 

 

saia-midi

Já andei declarando meu amor por saia midi em alguns looks meus, falei também da dificuldade que é encontrar uma saia desse modelo nas lojas nacionais. Mas esse ano parece que ela é tendência mesmo, e como no Brasil não se mantém estilos clássicos, só se produz modinha, que bom que a saia midi está em alta. Assim quem é a fã do modelo, pode investir em algumas.

Mas hoje vou além de mostrar looks lindos com saia midi, vou mostrá-los também em moças lindas e plus size.

saia-midi

Aliás, eu vejo esse tipo de matéria nos blogs e revistas e nunca tem uma modelo ou blogueira plus no meio das inspirações, e negras raramente. Mas isso é papo pra outro post. ;)

saia-midi

A saia midi é aquela que tem seu comprimento um pouco abaixo do joelho, surgiu na década de 20 e não poderia ser por outra mente senão a de Coco Chanel. ♥

saia-midi

Como vocês já repararam, é uma peça versátil que ao mesmo tempo traz descontração ao look, quanto um ar retrô e sim, elegante.

saia-midi

Essas florais são tão lindas, todo meu amor para elas! *…*

Tenho amado muito  os modelos volumosos e rodados, acho lindo demais. E podem ser em tecido liso ou estampado, to aceitando ambos! :D

saia-midi-plus-size

Com salto, sapatilha, sandália e até tênis, fica demais com tudo. E nós as gordinhas ficamos um charme com elas, sem medo de regras ou volume.

saia-midi

Outra dica, a saia midi combina com casacos e jaquetas de altura média ou curtos, pois os compridos ofuscam o caimento da saia. Fora isso, vai bem com camiseta, cropped, camisa, cardigã…

E para quem tá doida com uma e não sabe aonde encontrar, já vi midi na Posthaus e na Renner e com certeza outras lojas vão trazer o modelo. Ah, quem encontrar alguma linda e com precinho, divide aqui nos comentários com as minas!

Provei meu amor pela midi? E vocês, curtem também?

08/04/15
[Resenha] Um Mais Um

um-mais-um

Um mais Um foi o primeiro livro que li da Jojo Moyes, autora de Como eu era antes de você, e a premissa dele me pareceu interessante: um livro sobre viagem na estrada. Mas, ao contrário do que se espera de histórias de viagens, esse não tem jovens aloucados, sexo, drogas e rock n’ roll, e sim uma família que precisa muito enfrentar seus monstros para permanecer unida e forte.

Jess é uma mãe solteira no início dos 30 anos que foi deixada pelo marido. O motivo? O indivíduo “pai de família” alegou estar sob muita pressão e entrando em forte depressão, por isso , decide largar os dois filhos a mercê e voltar para a casa da mãe.

Para sustentar sua filha Tanzie que está no ensino fundamental e o enteado Nicky (filho do relacionamento anterior do seu super/ex marido), Jess trabalha como faxineira de casas ricas da cidade de manhã, e a noite é garçonete em um pub. É angustiante ler como ela se vira com o dinheiro, adiando o pagamento das contas até cortarem a energia como aviso, contando o dinheiro para fazer as compras da semana e tendo que fazer as próprias roupas da filha. Além de tudo isso, Nicky sofre um bullying violento na escola, passa o dia inteiro trancado no quarto jogando no computador e só consegue dormir se fumar maconha.

Uma das casas caras que Jess limpa pertence a Ed. Um homem adulto recém divorciado, dono de uma empresa de tecnologia que desenvolve softwares. Ex-geek na escola e na faculdade, Ed abriu uma firma com o melhor amigo e passou a levar uma vida de rei. Longe da família, cheio de grana e prestes a lançar um programa que elevaria suas finanças ainda mais, ele reencontra uma antiga paquera da faculdade e a convida para sair.

Seria a vingança dos nerds, afinal, agora ele era um homem rico e a moça mais popular da faculdade está sob os seus pés louca para transar com ele. Só que depois que isso acontece, a belíssima moçoila não larga dele e todo aquele encanto de mulher segura, intocável e perfeita começa a se esvanecer quando ela conta da separação sofrida que teve que passar, sua depressão e dívidas.

Querendo dar o fora na mulher e sem saber como, Ed resolve contar a ela da incrível empreitada que sua empresa está prestes a lançar e sugere que ela invista nas ações. É quando as coisas reviram e ele cai em uma roubada. Com o grande lucro que a moça ganha, os acionistas acusam Ed de uso de informações privilegiadas e ele é processado sob o risco de ser preso.

O mundo de Jess e Ed se cruzam quando, além de ela limpar sua casa, Tanzie recebe a proposta de estudar em uma escola para gênios. Mas, mesmo com uma bolsa de 90%, a escola é muito cara. Jess sendo uma mulher forte e positiva, encontra um jeito: inscrever sua filha em uma olimpíada de matemática para ganhar o prêmio em dinheiro e conseguir pagar a escola.

Jess, Tanzie, Nicky e seu enorme cachorro de estimação Norman partem para a estrada, e mesmo antes de colocar o pé na tábua o carro quebra. Ed, que está a caminho da casa de seus pais para avisar do processo que iria sofrer, resolve ajudar a família.

um-mais-um

A força de Jess é surpreendente. Não sei como sobreviveria se estivesse no lugar dela. É uma daquelas personagem  que, não importa o que aconteça, sempre vai dar um sorriso e falar “tudo vai ficar bem”. Ela acredita fielmente em algo que também acredito, coisas boas acontecem para pessoas boas e “trate os outros como você gostaria de ser tratado”. Porém , como a vida não é sempre justa, a personagem começa a perder a força em alguns momentos. Isso é a abertura para sua aproximação com Ed, o homem que achava repugnante.

O que me incomodou um pouco no início do relacionamento dos dois foi o fato de que Ed era alguém para salvar Jess: a mãe pobre, que não sabia como ajudar o enteado problemático e a filha desajeitada, casa com um homem rico que ocupa o lugar do pai irresponsável e a salva de uma vida ruim. Mas, para minha surpresa, as coisas não acontecem exatamente dessa maneira. É então que o nome do livro faz sentido. “Um mais Um”. É justamente a soma dos dois que faz as coisas darem certo. Jess salva Ed na área em que ele precisava ser salvo, nos relacionamentos com a família e a insegurança, enquanto ele não deixa ela derrubar a peteca.

Assim como a maioria dos livros de viagem, Um mais Um mostra que, no final de tudo, não importa o destino e sim o trajeto.

Com uma narração clara, mas não pobre, é um livro leve que consegue fugir dos clichês, unindo personagens diferentes e cativantes.

06/04/15
em: Looks, moda
Chapéu e saia longa

 

chapéu-e-saia-longa

Eu sou dessas que acreditam na força de uma peça de roupa ou acessório, que para segurar um chapéu floppy, o look tem que estar a altura de toda a atitude e excentricidade de trajar um acessório que surgiu na década de 20. Por isso, para mim, cada acessório tem de conversar com as demais peças, então provavelmente vocês não vão me ver de chapelão lacrante e jeans com tênis, só porque está na moda.

Se é pra usar floppy que seja num look destruidor, com peças igualmente fabulosas. Deu pra pegar a ideia do chapéu e saia longa do look de hoje?

chapéu-e-saia-longa

Gente, esse é um daqueles casos em que você veste a roupa, entra no cenário e BAM! Incorpora o personagem.

Deu pra notar que eu tava me achando anos 20, vintage e fabulous! ahaahah

chapéu-e-saia-longa

Apesar do estilo do chapéu remontar a década de 20, ele é bem novinho, da coleção da Marina Ruy Barbosa para a Leader.

chapéu-e-saia-longa

Fazer essas fotos foi muito bom, pois tava todo mundo apaixonado no look e na vibe que ele trazia para as fotos. Mateus, Bárbara e eu adoramos cada clique, foi foda. ♥

Ah, repararam no colete de franjas? Já usei aqui, mas ele muda totalmente de personalidade por conta da combinação das peças.

chapéu-e-saia-longa

chapéu-e-saia-longa

Não tô falando que eu incorporei? Me achando demais fazendo essas poses! :D

E se vocês forem reparar, é um look super fácil e acessível: uma camisa preta simples, colete e saia longa ficam com um jeitinho hippie chique se bem combinados. Daí agora quero mostrar que o floopy já reapareceu na moda nas décadas de 60 e 70, com o movimento hippie. Esse look não é só roupa, é história também. ;)

chapéu-e-saia-longa

Acessórios, as vezes a gente nem repara, mas eles contam uma história junto com o resto look, e o round glasses casou lindamente com meu floopy vinho. ♥

chapéu-e-saia-longa

Eu usei:

  • Chapéu floopy vinho, Leader;
  • Blusa preta, Marisa;
  • Colete de franjas, Marisa;
  • Saia floral, Marisa;
  • Sleeper, Bottero;
  • Óculos round, By Candy;
  • Brinco Spikes, Ebay;
  • Colar coração, acervo da Bárbara.

chapéu-floopy-e-saia-longa

chapéu-e-saia-longa

Claro que a make tinha que ser com batom poderoso, que já é minha marca registrada usar só batom vibrante, AMO! Esse é o fru-fru da Dailus, mas tá misturado com outros.

Créditos:

Deu pra já sentir um gostinho de outono com esse look? Eu adoro essa estação e a roupas dela! ♥