24/05/16
Circo Invisível | A visita cruel do tempo

Circo Invisível-A visita cruel do tempo

Hoje tem resenha dupla porque não posso falar de  Circo Invisível sem falar de A visita cruel do tempo e/ou vise versa. Ambos são livros da autora Jennifer Egan (que conheço há pouco tempo mas já considero pacas) e o motivo pelo qual acho perfeito falar dos dois é que o tema central é praticamente o mesmo: o tempo. Não é exatamente o tema central de O Circo Invisível, romance de estreia da autora – publicado em 1995 lá fora – mas sim o tema central da escrita de Egan, que, se não for exagero, é uma verdadeira senhora nostalgia.

Circo Invisível

Capa original do livro lançado em 95

Circo Invisível se passa nos anos 70 e conta a história da adolescente Phoebe, alguém que não sabe quem é, vive com a constante sensação de que não está aproveitando a vida devidamente e que não pertence ao mundo, mas longe de ser de uma forma revoltada. O problema é que a jovem de 18 anos vive na sombra de sua irmã mais velha, Faith, que, ao contrário dela, era corajosa e se jogava sem situações sem pensar nas consequências. Depois de crescida Phoebe passou a viver em busca da sensação mágica que era ter vivido nos anos 60, como sua irmã, e procura desesperadamente o sentimento que, quando criança, conseguiu apenas chegar perto como espectadora.

O fantasma de Faith pode ser mesmo considerado um, já que a irmã de Phoebe se matou durante uma viagem pela Europa. Agora, exatamente com a mesma idade que a irmã quando morreu, Phoebe sente a necessidade de refazer os passos de Faith pela Europa e não só descobrir o motivo que fez sua irmã se matar, mas também reencontrá-la.

Enquanto a narração sobre a descoberta de Phoebe em relação ao mundo decorre, podemos ler intercaladamente passagens da infância dela com a irmã, o pai e o irmão mais novo. São situações tão bem narradas que tenho certeza que vou levar a cena que deu origem ao nome do livro para sempre comigo.

A jornada de Phoebe não se torna apenas física, mas também introspectiva, mas a narração  está longíssima de ser cansativa. A escrita clara e sem floreios faz do livro um suspense dramático que surpreende por conter um enredo simples, mas recheado de intimismo, reflexões sobre uma geração que se perdeu e viagens internas que todos nós temos, mas que só Egan parece conseguir colocar no papel.

A visita cruel do tempo

Já havia notado o carinho que a autora parece ter pelas décadas passadas, pensamentos nostálgicos e reflexões sobre mudanças. Tudo  leva a crer que não teria como Jennifer fugir fugir de escrever A Visita Cruel do Tempo – livro de 2012.

A história começa com Sasha, uma cleptomaníaca que trabalha como assistente do famoso produtor musical Bennie. Depois de introduzir Sasha,  a autora parte para o capítulo onde a vida de Bennie é apresentada. Ele relembra sua juventude nos anos 70/80, quando era punk e tinha uma banda com seu amigo Scott. É a partir da história dos dois que o livro segue com cada capítulo contando a história de outros personagens – ou do mesmo -. A narração vai e volta no tempo sem aviso prévio indo dos anos 70 até um futuro não muito distante do de hoje. Cada capítulo é uma surpresa.

A leitura pede uma atenção extra para os personagens de cada capítulo, até os que parecem secunA visita cruel do tempodários, porque cada um deles pode ser citado lá na frente. Embora nem todos se conheçam, eles formam uma teia e cada um tem relação com o outro, seja no passado, presente ou futuro.

A visita cruel do tempo incomoda e faz isso porque esfrega na sua cara, sem piedade, as verdades sobre os efeitos do tempo na nossa vida. E para nós, que estamos acostumados a não saber o futuro de um personagem 30 anos depois do fim de uma história, é difícil lermos na lata o que virou a vida dele (e, nem sempre, é algo extraordinário).  Jennifer Egan brinca de mostrar de uma vez como realmente o tempo pode ser uma visita cruel, mas às vezes nem tão ruim.

Tanto esse quanto Circo Invisível levam certa nostalgia sentida pelos próprios personagens direto para o leitor, e a autora consegue fazer isso sem fazer nenhum esforço. É possível terminar a leitura só com aquela sensação prazerosa de saudade de algo que você, na verdade, nem chegou perto de viver.

“É essa a realidade, não é? Vinte anos depois, a sua beleza já foi para o lixo, especialmente quando arrancam fora metade de suas entranhas. O tempo é cruel, não é? Não é assim que se diz?” – Trecho de “A visita cruel do tempo”.

Postado por @carye

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17/05/16
Deixar o cabelo solto é revolução

cabelo solto

Para as garotas de transição, que sabem como é difícil não se render ao elástico e deixar o cabelo preso permanentemente. E principalmente, para as garotas que o cabelo na rua chama atenção, e que sabem que o cabelo solto é revolução, eu dedico essas palavras.

cabelo solto é revolução
As horas passam
Não tem mais definição
A insegurança vem, as nóias também
O frizz taí, não dá pra fingir
Você resiste, tenta insistir
Não prender também é resistência!
Onde você aprendeu que cabelo crespo é indecência?
Deixa assim.
Será que tão olhando pra mim?
Será que é rejeição?
Acho que não é aprovação.
Só hoje, mais um pouco.
E amanhã começa tudo de novo.
É diário, é rotina.
É um trabalho árduo pra manter a autoestima.

Postado por @ana_xuxu

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10/05/16
Filmes para apaixonados por música

Quem gosta de música e cinema sabe como é uma delícia ver um filme musical. E por musical  não quero dizer do tipo Grease ou Hair Spray, mas sim filmes que falam sobre música, têm uma trilha sonora mara e falam sobre composição, instrumentos e a magia da música. Música, música, música!

Pensando nisso, separei  uma lista de filmes para apaixonados por música, que se não vão te fazer sair para montar uma banda, irão, no mínimo, te fazer ouvir música no talo ou partir para uma festa.

Os piratas do rock

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A trama gira em torno do protagonista Carl – lindo e bobo – que quer conhecer o seu pai e a única pista que sua mãe dá é que ele mora em um barco e é um radialista pirata de rock.

O filme se passa nos anos 60 na tradicional Inglaterra, década em que o rock ainda era mal visto. Além da rádio ser feita de rock and roll 24 horas por dias, cada locutor tem uma personalidade muito particular e toca, obviamente, seu estilo de música favorito. Além das piadas mixarem rock com verdadeiros costumes piratas, ver os protagonistas se entregando a cada música é divertidíssimo.

Estrelas: ***

Detroit Rock City

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Em 1978 quatro amigos adolescentes fanáticos por KISS fogem da escola e partem para Detroit, a cidade do rock, só para curtir um show da banda.

Piadas gratuitas e coisas nojentas que só adolescentes roqueiros conseguem fazer e falar (ou pelo menos os de filmes), transbordam no filme. A trilha sonora, além de muito KISS, é cheia de rock clássico farofa. Ótimo para ver com os amiguinhos comendo pizza e uma cerveja.

Estrelas: ***

E se Nada der Certo

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Gretta namora um cantor e compositor há muitos anos, até que ele consegue um contrato com uma gravadora e ambos se mudam da Inglaterra para os EUA. Quando o boy fica famoso, acaba a deixando e, sem mais nada a perder na vida, a moça resolve mostrar timidamente suas composições para Nova York, é assim que conhece o produtor Dan. Falido e sem fechar contrato com nenhum cantor bom há anos, ele vê muito potencial em Gretta e se encanta com seu talento e musicas sensíveis. É um filme docinho que vai te conquistar na 1ª cena.

Estrelas: ***

Empire Records

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Que climão grunge delícia é esse filme de 95! Com as musas da década, Liv Tyler, Renee Zellweger e Robin Tunney no elenco, o filme se passa em um dia de trabalho na loja de disco Empire Records, quando seus jovens vendedores descobrem que a loja vai ser comprada por uma rede sem graça e eles, junto com o gerente charmosão, vão tentar impedir. Ao longo do dia de trabalho, cada um dos jovens vão resolvendo seus conflitos, como Corey que quer deixar de ser a menina certinha, Debra que tentou se suicidar no dia anterior, A.J que quer se declarar para Corey…Enquanto isso muita música delícia na soundtrack que vai de AC/DC a The Cranberries.

Estrelas: **

Nick e Nora – Uma noite de amor e música

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O filme se passa em uma noite só e começa quando os dois apaixonados por música Nick (Michael Cera) e Nora (Kat Dennings) se conhecem em uma noite novaiorquina enquanto buscam- com seus respectivos amigos – por um show secreto de uma banda indie que gostam ( se não é o primeiro encontro perfeito eu não sei o que é). Enquanto partem na busca ao tesouro, o mais novo casal de amigos aproveita para curtir a night e… aprontar muita confusão (piadinha).

Estrelas: ****

Quase Famosos

Filmes para apaixonados por música

Apesar do título ser sobre uma banda que está quase alcançando o auge em pleno anos 70, o protagonista é o jovem jornalista William. Apaixonado por música desde criancinha, William foi criado por uma mãe rígida e protetora, mas que mesmo assim deixa o filho partir em uma turnê com uma banda para escrever uma matéria para a revista Rolling Stone. O que ele não esperava era se apaixonar por uma das groupies da banda e se perder em meio a bagunça que é o mundo da música. Filme obrigatório para quem ama o mundo da música e principalmente do rock.

Estrelas: *****

Letra e Música

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Alex é um ex integrante de um grupo pop muito famoso nos anos 80 que se encontra em decadência. Só as fãs de longa data frequentam o seu show e ele se apresenta apenas em eventos pequenos. Como um presente dos céus, uma cantora pop nova e famosa o convida para uma parceria musical e ele aceita de prontidão. O único problema é que Alex está enferrujado para compor músicas e sua salvação acaba sendo sua regadora de plantas, Sophie. O talento para rimas e escrita de Shophie a deixa encarregada da letra enquanto Alex compõe o ritmo.

A graça, além do casal fofo que os dois formam, é ver a criação da letra de uma música do começo ao fim.

Estrelas: ***

Alta Fidelidade

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Não tem como deixar de falar de música sem citar o fanático por música e vinis, Rob Gordon, personagem principal da adaptação do livro homônimo de Nick Horby para o cinema.

Rob é dono de uma loja de vinis à beira da falência que acaba de levar o pé na bunda da sua namorada. O acontecimento serve para ele dissecar cada um de seus relacionamentos anteriores, enquanto conversa com o telespectador sobre música, e como ela é importante para se avaliar alguém. Com um humor sarcástico, o filme discorre sobre relacionamentos e músicas junto com uma lista de referências da música pop. Impossível não gostar.

Estrelas: ****

Apenas Uma Vez

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Apesar de lindo e poético, não recomendo  para ser visto em domingos nublados e sozinha em casa.
O filme irlandês conta a história de um músico de rua que tem vergonha das suas próprias canções. Um dia ele conhece uma jovem carismática e encantadora mãe solteira que trabalha vendendo flores na rua. Ela gosta das músicas dele e logo ambos se aproximam e se encantam um pelo talento musical do outro. O romance melancólico se desenvolve enquanto ambos se conectam por meio da química musical.

O interessante desse filme é que os atores realmente cantam ( fizeram até turnê em conjunto tocando as músicas do filme), então nada de playback ou falsidade. Realmente um amor.

Estrelas: *****

Escola de Rock

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Esse filme vai se tornar um clássico da sessão da tarde para a próxima geração. E não é pra menos, levinha e divertida, a comédia é, pra mim, o melhor filme do Jack Black. Aqui ele interpreta um roqueiro old school que é expulso de sua banda por chamar atenção demais (e não de uma forma legal). Sem dinheiro e ameaçado de ser expulso do apartamento que divide com o amigo, ele resolve se passar por um professor substituto e é quando descobre que seus alunos tem um tremendo talento musical. Logo, ele resolve montar uma banda com as crianças para participar de um concurso.

Ver cada criancinha com sua personalidade engraçada e fofa descobrindo o rock é uma delicia e, de bônus, todos os atores mirins realmente são músicos.

Estrelas: *****

O Som do Coração

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August Rush é um garoto órfão que nasceu de uma noite de amor casual entre uma violinista e um guitarrista, ambos apaixonados por música. Com um ouvido e feeling musicais fora do normal o garoto foge do orfanato para encontrar seus pais por meio da música, e é nas ruas de Nova York que tem contato com todos os tipos de ritmos e instrumentos diferentes.  Além da jornada do garotinho, o filme acaba contando a história de seus jovens pais que, por algum motivo, nunca mais se encontraram depois daquela única noite de amorzinho.

Estrelas: ***

Adorável Professor

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Baseado em fatos reais, Adorável Professor é a biografia do professor de música Mr. Holland’s, um compositor de música clássica frustrado que é obrigado a dar aula de música no ensino médio para manter ele e sua esposa. Assim como qualquer aspirante a artista, Mr. Holland’s tenta conciliar as aulas de seus alunos sem talento com a composição, mas fica tudo mais difícil quando a esposa engravida. Conformado com o papel de professor, ele se envolve cada vez mais nas suas aulas ao longo dos anos  60 e 80 e acaba tocando cada aluno de uma forma diferente por meio da música. Prepare os lencinhos.

Estrelas: ****

Postado por @carye

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09/05/16
Sandália com meia

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Sabe aquela combinação que você pensa na sua cabeça e que de nenhuma maneira imagina que vai dar certo? É o caso desse look de Sandália com meia.

Apesar de eu achar lindas essas meias estampadas que são feitas para ficarem aparentes (são mesmo para você mostrar), não sabia se na prática ia dar certo ou ficar uma marmota. 💩

Mas né, se as fashionistas das gringas podem, por que não eu? Aliás, essa coisa de usar meia com sandália é muito anos 90, não acham?

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Por isso escolhi um vestido preto simples, reto e de algodão, e um cardigan discreto também, pois sabia que o destaque estaria nos pés.

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Quando comprei essa sandália, já foi pensando na possibilidade de usá-la no inverno com meia, e poderia ser assim meia soquete como essa, ou meia calça, então aguardem outros looks com ela.

As meias eu comprei pensando em usar assim também, já estou pensando em outras formas de usá-las aparecendo no look. Adorei essas bananinhas no fundo azul turquesa. Agora estou em busca de meias com unicórnios.

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O inverno esse lindo que mantém as makes sempre em cima, sem derreter. Escolhi o batom vinho para combinar com o cardigan e fazer jogo com o cabelo.

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Amei essa foto, vento batendo, o look todo lindo, e eu lá segurando o carão. 💃

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Pensativa, olhar fixo no horizonte, qual o sentido da vida? Não, a gente não via a hora de almoçar na verdade! 😅

Eu usei:

  • Vestido de malha, Renner;
  • Cardigan listrado, Havan (sessão masculina);
  • Sandália rosa, Petite Jolie;
  • Meia de bananas, Foo Socks.

Mais um look que entra para a lista do amor, e esse fica também para quem quer ousar, para quem quer dar cor ao look que está sem graça, para versatilizar um visual que já usou muito e quer dar um toque diferente…

Quero saber de vocês agora: vocês usam ou usariam sandália com meia?

Créditos:

  • Fotografia: Mateus Aguiar;
  • Maquiagem e produção: por minha conta.
Postado por Helena Sá

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29/04/16
Apresentando: Loja Queer

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Alô, alô! Graças a Deus, diria certamente Inês Brasil ao saber que hoje a loja Queer está abrindo suas portas virtuais.

E para coroar esse lançamento fechante os lindos que idealizaram a marca escolheram o Garotas para falar ao mundo sobre esse nascimento (Born this way) 👩‍👩‍👧

Primeiro deixa eu contar o que significa o nome da marca:

A palavra “queer” ou “genderqueer” é proveniente do inglês, e é designado para identificar pessoas que não seguem o padrão heteronormativo estabelecido pela sociedade. Ou ainda, pessoas que não se identificam com o binarismo de gênero (masculino e feminino). É uma expressão relacionada àqueles que não se encaixam com as formas tradicionais de identidade e orientação sexual.

Literalmente, queer significa “estranho”, “esquisito”, “ridículo”, e por muito tempo foi utilizado como forma pejorativa para se referir a gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. Mas com os movimentos sociais, a comunidade LGBT incorporou a expressão, com o intuito de dar um novo significado, alterando a carga difamatória com que eram denominados todos os “estranhos” ou os fora da norma. Portanto, agora queer traz um significado diferente, e passou a denominar um grupo de pessoas que desejam romper com a ordem heterossexual imposta.

E um pouquinho sobre o que tem a Loja Queer de tão especial.

A Queer é uma união de ideias, conceitos e ideologias, aliados à cultura pop, cinema, seriados, música, literatura, política, bordões, e claro, tudo o que há de melhor na internet. Queremos invadir o armários das pessoas, para que elas possam ter orgulho do que vestir, mas principalmente, desfilar sair com muita elegância.

Acreditamos na moda como forma de expressão e na capacidade de interação entre as pessoas. Uma camiseta é mais que peça de guarda-roupa, é uma maneira de dizer quem você é, sem qualquer tipo de rótulos, no melhor estilo “born this way”.

Preciso dizer que amei tudo sobre o que essa marca linda quer trazer pra gente?

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E ainda tem mais, a Queer eliminou o conceito de masculino e feminino de suas coleções, os modelos de camiseta são Slim e Confort, e fica a critério do cliente decidir o que é melhor para si. Eu que nunca liguei pra isso de “coisa de menino, coisa de menina”, dei pulinhos mentais de alegria. 😅

Loja queer

Servindo Katya, a uma das Queens mais engraçadas que já passou pelo RuPaul’s Drag Race

Eles mandaram pra mim o tamanho GG do Confort, que posso dizer que vai até o 48 soltinho ou 50 mais justa. Aguardamos tamanhos maiores! 😉

Depois dessa teoria toda, o melhor é ver algumas das estampas:

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Cada estampa tem um historinha muito legal por trás, e eu já tenho as minhas preferidas.

Outra coisa que achei foda, os modelos que fotografaram para a coleção, a diversidade e a representatividade chegaram junto, com a poderosa Samanta Silva e o Michell Marques (que é homem trans).

A loja Queer já tá a todo vapor on-line, entrega no Brasil todo, e já tem Instagram e Facebook.

As minhas expectativas estão altas para as próximas coleções da marca, mas já to amando tudo desse lançamento e quero pelo menos umas 4 estampas!

E vocês, o que acharam? Lacraram, não é mesmo?

Postado por Helena Sá

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27/04/16
Oxford com vestido

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Finalmente o outono deu as caras, e a gente pode sentir um ventinho de leve, pelo menos aqui na minha cidade. No sul do país já tá fazendo frio, que inveja!

E para quem está sentindo a brisa chegar, mas ainda de leve, esse look de Oxford com vestido é perfeito, pois a camisa de flanela te protege do frio e se o sol pegar você tira e pronto, não passa calor.

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Mix de estampas é comigo e vocês sabem disso, e esse tá uma graça com o floral do vestido conversando com a camisa xadrez de forma muito amigável. Pra dizer a verdade esse conjunto é BFF, não acham?

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Como o look já é bastante colorido, dispensei acessórios, e o cabelo combinou com a camisa, adorei! E com esse friozinho chegando, dá pra ousar mais na maquiagem, fiz um olho mais escuro e o bocão tava rosa, porém na foto ficou mais vermelho.

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O Oxford nude com detalhes em amarelo, esse lindo que lacrou na combinação com a bolsa. 💜

Além disso, achei que ficou tão fofo esse visual de Oxford com vestido, ficou primavera um pleno falso outono brasileiro, misturei as estações todas! 😛

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Meus óculos amados de madeira em estilo cat eyes completaram a lindeza desse look.

Eu usei:

  • Oxford nude, Bottero;
  • Vestido floral, C&A;
  • Camisa xadrez, Renner (sessão masculina);
  • Óculos de madeira, Ybirá;
  • Bolsa amarela, C&A.

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Esse look tá puro amor e versatilidade minha gente! A vontade é arrancar a roupa que eu to vestindo agora e vestir ele de novo. 💜

E o mais legal dele, é que não fica difícil reproduzir, tá? Junta um vestido floral é uma camisa xadrez aí no armário de vocês, e vejam a mágica acontecer! O toque especial foi o oxford, que pra mim é um clássico que nunca morre.

E aí? Curtiram o look e as dicas? Quem se inspirar marca a #garotasrosachoque pra eu ver! 😉

Créditos:

  • Fotografia: Mateus Aguiar;
  • Maquiagem e produção: por minha conta.
Postado por Helena Sá

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