séries


28/11/16
[Vlog] Tattoo Encantada

Tattoo-encantada

Isso mesmo, hoje vou contar e mostrar pra vocês, a história da Tattoo Encantada.

Era uma vez uma mina que na adolescência assistia Arquivo-X, já falei dela aqui, e que adorava tudo que se relacionasse a extraterrestres, e os casos estranhos que aconteciam na série…

O resto vocês conferem no vídeo, que ficou curtinho, mas mostrou a tattoo sendo feita no início ao fim, tá muito massa, aperta o PLAY:

Não vou contar a história toda porque só pelo vídeo e pela tatuagem vocês podem ter uma ideia. Mas uma coisa que é importante contar, o principal, a minha tatuadora foda, Jessie Syon arrasou ao transformar a inspiração que mandei pra ela, na junção da minha série preferida com meu animal fantástico de estimação, o Unicórnio.

tattoo encantada

Cheguei a falar por alto no vídeo que sempre quis mostrar mais sobre tatuagem e tatuadores aqui no blog. Mas eu queria que a primeira fosse sim uma mulher tatuadora, em um mercado que ainda é bastante machista, quero dar espaço e quero que vocês também conheçam e façam suas tattoos com tatuadoras, não apenas por serem mulheres, mas por serem tão profissionais quanto os tatuadores.

jessie syon

Quando não tava rachando de rir, tava fazendo careta te dor 😀

No caso da Jessie acho que nem preciso falar, pois o resultado da tattoo já é toda recomendação que ela precisa. Ficou incrível, perfeita, cada detalhe.

tatuadoras-jessie-syon

Essa foto foi assim que acabou de fazer, imagina quando ficar curadinha!

O desenho é da Jessie, eu mandei pra ela uma imagem de tattoo que achei no pinterest e ela fez a versão dela, e o unicórnio eu pedi pra colocar, porque na foto que eu mandei tinha uma vaca ali no meio. 😀

tattoo encantada

A Jessie usou duas técnicas principais na minha tattoo, que é a aquarela com todas essas cores formando um arco-íris. E o black work abstrato, que foi o estilo aplicado na nave, que eu amei! 💜

tattoo encantada

O tempo passou voando, apesar da dor, foi super leve o dia, a gente conversou, riu, Jessie e Thales zoaram das minhas caretas de dor… uma mina entende a outra, quando as minas são gordas então! Nem parecia que era a primeira ver que a gente se viu pessoalmente. 💜

tattoo encantada

Gente, to aqui escrevendo esse post, segunda-feira de manhã, a tatuagem em recuperação (fiz no sábado), e mesmo assim não canso de achar ela MARAVILHOSA!

Se eu recomendo a Jessie? Mas é claro! Manas, façam suas tattoos com mulheres e quem for de Juiz de Fora, corre na Jessie, porque é só amor e tattoos lindas! 💕

Contatos da Tatuadora Jessie Syon:
https://www.instagram.com/syonj/
https://www.facebook.com/jessy.syon
– whatsapp (32)988860859 Juiz de Fora – MG

Fotografia: Thales Alexandre

Postado por Helena Sá

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28/11/16
[Vlog] Tattoo Encantada

Tattoo-encantada

Isso mesmo, hoje vou contar e mostrar pra vocês, a história da Tattoo Encantada.

Era uma vez uma mina que na adolescência assistia Arquivo-X, já falei dela aqui, e que adorava tudo que se relacionasse a extraterrestres, e os casos estranhos que aconteciam na série…

O resto vocês conferem no vídeo, que ficou curtinho, mas mostrou a tattoo sendo feita no início ao fim, tá muito massa, aperta o PLAY:

Não vou contar a história toda porque só pelo vídeo e pela tatuagem vocês podem ter uma ideia. Mas uma coisa que é importante contar, o principal, a minha tatuadora foda, Jessie Syon arrasou ao transformar a inspiração que mandei pra ela, na junção da minha série preferida com meu animal fantástico de estimação, o Unicórnio.

tattoo encantada

Cheguei a falar por alto no vídeo que sempre quis mostrar mais sobre tatuagem e tatuadores aqui no blog. Mas eu queria que a primeira fosse sim uma mulher tatuadora, em um mercado que ainda é bastante machista, quero dar espaço e quero que vocês também conheçam e façam suas tattoos com tatuadoras, não apenas por serem mulheres, mas por serem tão profissionais quanto os tatuadores.

jessie syon

Quando não tava rachando de rir, tava fazendo careta te dor 😀

No caso da Jessie acho que nem preciso falar, pois o resultado da tattoo já é toda recomendação que ela precisa. Ficou incrível, perfeita, cada detalhe.

tatuadoras-jessie-syon

Essa foto foi assim que acabou de fazer, imagina quando ficar curadinha!

O desenho é da Jessie, eu mandei pra ela uma imagem de tattoo que achei no pinterest e ela fez a versão dela, e o unicórnio eu pedi pra colocar, porque na foto que eu mandei tinha uma vaca ali no meio. 😀

tattoo encantada

A Jessie usou duas técnicas principais na minha tattoo, que é a aquarela com todas essas cores formando um arco-íris. E o black work abstrato, que foi o estilo aplicado na nave, que eu amei! 💜

tattoo encantada

O tempo passou voando, apesar da dor, foi super leve o dia, a gente conversou, riu, Jessie e Thales zoaram das minhas caretas de dor… uma mina entende a outra, quando as minas são gordas então! Nem parecia que era a primeira ver que a gente se viu pessoalmente. 💜

tattoo encantada

Gente, to aqui escrevendo esse post, segunda-feira de manhã, a tatuagem em recuperação (fiz no sábado), e mesmo assim não canso de achar ela MARAVILHOSA!

Se eu recomendo a Jessie? Mas é claro! Manas, façam suas tattoos com mulheres e quem for de Juiz de Fora, corre na Jessie, porque é só amor e tattoos lindas! 💕

Contatos da Tatuadora Jessie Syon:
https://www.instagram.com/syonj/
https://www.facebook.com/jessy.syon
– whatsapp (32)988860859 Juiz de Fora – MG

Fotografia: Thales Alexandre

Postado por Helena Sá

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21/10/16
The Get Down: único seriado possível em 2016

the get down

Ano passado quando assisti o teaser de The Get Down eu fiquei louca. UM SERIADO SOBRE DISCO MUSIC? BERRO, GRITO, TIRO, BOMBA. Fui nascida e criada escutando Earth, Fire and Wind, Aretha Franklin, Diana Ross (obrigada, pai!), sou apaixonada por todo o contexto que envolve a cultura disco: valorização da estética e musicalidade negra.

Fiquei mais ansiosa depois de saber que seria o diretor Braz Luhrmann contaria aquela história. Quando todo mundo achou que ninguém poderia contar a tragédia de Romeu e Julieta, Braz inovou ambientando a história de forma contemporânea, com muitas pistolas e perseguições de carros, mas mantendo a atmosfera apaixonada e política da peça. Quando hollywood achou que filmes musicais estavam ultrapassados e cansativos, Braz nos brindou com Moulin Rouge.

Então veio The Get Down e a minha surpresa: não é um seriado sobre disco music, vai além disso.

Lado A, Lado B

Os episódios são sempre introduzidos em forma de rap por Mr. Books que conta a sua história, dos amigos e amores, na Nova Iorque de 1977. Parece confuso no começo e nos primeiros você fica “que rap é esse?”, “quem é esse cara?”, “é anos 90 ou 70?”, “cadê o disco?”. Mas as personagens e suas histórias são apresentadas e tudo vai se encaixando como numa grande engrenagem. Ezequiel Figueiro (Justice Smith) é um dos adolescentes que conduz a história, ele perdeu os pais e vive com a tia materna no Bronx e, como todo adolescente, tem seus sonhos e aptidões (escrita e leitura), mas se sente inseguro e precisa da ajuda dos amigos para se tornar mais confiante. Contrapondo a história de Zeke, temos a determinada Mylene Cruz (Herizen Guardiola), uma garota criada por pais conservadores que sonha em ser a próxima Donna Summer. O ponto em comum desses dois, além de serem jovens negros/latino, é a música. Mylene sonha com Manhattan e uma vida melhor que lhe espera além das ruínas em chamas do Bronx, já Zeke através da sua rima e versos, começa a entender seu papel e importância na comunidade, tudo isso através da música.

via GIPHY

Mylene Cruz divando no coral da igreja

Caldeirão musical e cultura pop

Assim como a história é conduzia de forma não linear, aquele vai e vem entre passado e presente, a trilha sonora é mixada da mesma forma, amarrando perfeitamente ritmo da série. São versos em forma de rap misturando-se com vocal gospel e batida disco. A música latina com seu pandeiro meia lua e violões, misturando uns violinos nervosos. Uma base de piano com soul e vocais gospel. é a disco music em seu auge emprestando seus metais em corneta, trombones e tubas para a mixagem de underground dos DJ do hip-hop. é a galera de boca de sino, lame e óculos escuros de sandália plataforma curtindo a turma dançando aquilo que hoje chamamos de break.

Nada é delimitado e tudo é misturado, fazendo esse caldeirão cultural étnico se tornar muito verossímil. As referencias pop estão por todos os lugares: HQ’s da Marvel, Star Wars, Bruce Lee e os filmes de artes marciais.

E somado a isso temos como pano de fundo a cidade de Nova Iorque, que também desempenha seu papel como personagem. A decadência e alto índice de desemprego, corrida eleitoral para a prefeitura com candidatos brancos que precisam do voto da periferia negra e latina para vencer, ao mesmo tempo esses candidatos querem erradicar e promover uma higienização dos grafites e da cultura desses guetos.

The Get Down mostra como a indústria fonográfica é cruel e seu sexíssimo, tem feminismo e aquela sororidade praticada no dia a dia em cenas lindas, que a gente se emociona e quer sair abraçando as personagens. Tem sangue, muito sangue! Não existe aquela separação básica de bem vs. mal, em um episódio eu amava Shaolin Fantastic e no outro eu queria que ele explodisse.

Aliás, os personagens secundários roubam a cena mesmo. Shaolin Fantastic (Shameike Moore) é um deles, o grafiteiro metido a Bruce Lee que introduz Zeke ao mundo de The Get Down. Outro personagem interessante é Dizziee (Jaden Smith). Ele é todo artístico e tranquilo (a loca do signo que mora em mim diz que ele é de peixes), se mistura bem entre todas as vertentes de grafiteiros e por conhecer quase todo mundo, acaba em uma festa moderninha no SoHo e protagonizando umas das cenas MAIS LINDAS DO SERIADO.

A série estreou a sua primeira parte em agosto deste ano na Netflix, com um orçamento de 120 milhões (!!!), trilha sonora (disponível no Spotify) e edição impecável, a fotografia e paleta de cores retro com muito amarelo mostarda/marrom/vermelho/azul pastel é colírio para os olhos, os cabelos black power e as maquiagens com muito brilho e sombra azul, uma história coerente e cativante de adolescente descobrindo os seus talentos, tentando conquistar seu espaço.

via GIPHY

The Get Down Brothers

This aint no fairy tale.

“Isso não é um conto de fadas”, Zeke diz ao longo da trama. Será este o motivo das pessoas não falarem sobre The Get Down? Eu tenho um palpite… O grande público está desacostumadas com enredos de protagonistas negros e latinos. Stranger Things estreou um mês antes e ainda vejo as pessoas replicando memes e falando sobre. Até agora eu vi pouquíssimas pessoas assistindo The Get Down, o que é uma pena! E o único seriado possível em 2016. E uma aula de história e uma imersão e valorização da cultura negra e hip hop. Antes de ver a série, eu achava que não gostava e não entendia muito bem o hip hop. Hoje eu percebo em como essa vertente foi sendo a apropriada por outros movimentos musicais e pela moda. ao longo dos anos.

The Get Down faz esse resgate das raízes do hip hop mostrando como, onde e o porquê do seu nascimento e de como a música é um instrumento importante na vida daqueles adolescentes, fazendo expressar seus sentimentos, discurso político e de se afirmar como indivíduo.

Postado por Camila Rocha

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15/06/16
Série Love – Netflix

série love netflix

A Netflix está arrasando com as sérias próprias. A bola da vez é a série Love, uma comédia romântica com pitadinhas leves de drama que conta a história de Mickey e Gus, dois adultos que acabaram de entrar na faixa dos 30 que se conhecem por acaso logo após  terminarem seus respectivos relacionamentos.

Mickey é apresentada como a garota descolada que trabalha em uma estação de rádio, usa drogas, bebe, fuma e é  aquela bagunça de  pessoa sem estabilidade emocional que acaba sendo vista como descolada e cool. Já Gus é o típico nerd  tímido e fã de cinema que mal bebe, é bonzinho e trabalha como professor no set de filmagens de uma série.

Ao se conhecerem, Gus imediatamente gosta de Mickey e os dois começam a trocar mensagens e a se encontrar ocasionalmente. O problema é que Mickey e sua vida constantemente agitada acaba deixando o relacionamento dos dois muito difícil de engajar.

A sacada de Love é ir além de uma história sobre o início de um relacionamento entre uma descolada e um nerd, pois desconstrói esses dois estereótipos. Gus é aquele nerd bonzinho que não é tão bonzinho assim, como ele é visto como um carente solitário, o personagem parece ter adotado essa personalidade, porém ele é tão egoísta e arrogante como a própria Mickey. Já ela, que se faz parecer forte e independente acaba se mostrando, ao longo dos episódios, mais sensível, carente e vulnerável que o próprio Gus.

série love

É divertido e interessante ver como cada um cria expectativas em cima do outro, o desespero de mandar uma mensagem e esperar a resposta, projeções e principalmente entender o outro além do que ele se deixa mostrar.

Apesar do carisma da personagem feminina, as partes mais engraçadas ficam por conta de Gus, que não é tão carismático, mas gera umas boas risadas em seus surtos no dia a dia.

Love é ideal para ver entre episódios de séries pesadas ou quando você precisa dar uma respirada e ver algo tranquilo. Nada de excepcional, mas divertida.

Postado por Carina Silva

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07/12/15
Comic Con Experience, eu fui

comic-con-2015

E aí o Brasil tem uma Comic Con com direito a atrações internacionais do mesmo nível das atrações da tradicional Comic Con de San Diego e eu fui! Eu fui e vou contar pra vocês qual é que é a desse evento que surgiu nos EUA e teve a primeira edição aqui no Brasil em 2014 e de lá pra cá o número de estandes, atrações e público aumentou consideravelmente.

A  Comic Con (Expirience) é um evento para quem gosta de cultura pop  voltada para o lado geek (quadrinhos, mangas, animes, seriados – alguns nerds, outros nem tantos- e filmes – esses nerds mesmo). Em um resumo muito cru, é um evento com estandes de diversas marcas legais que vão desde roupas até decoração e quadrinistas vendendo  e autografando seus trabalhos até painéis com gente famosa  e “importante”. E é claro tem os queridos cosplays.

comic-con-2015

O que foi bom:

  • A Comic Con disponibilizou para quem fosse de metrô, ônibus de graça até o local e logo na saída da catraca do metrô já tinham staffs indicando  pra onde você devia ir.
  • O lugar, apesar de grande, estava muito bem organizado, tudo dividido por letras para você se encontrar muito bem. Por exemplo: se perdeu? É só avisar o amigo que está na ala H ou G…etc.
  • Tinha um lugar específico para os cosplayers se arrumarem. Olha que fofo.
  • O chão não ficava sujo um minuto sequer. A toda hora se via funcionários limpando, secando, varrendo, sugando.
  • Todo mundo era super educado. Não tinha como ser diferente, nerds em seu habitat natural tendem a ficar mais felizes. Na praça de alimentação todo mundo dividia a mesa com estranhos, fiz amizades breves nas filas, troquei favores para bater foto de pessoas e elas de mim. Muito amigável e familiar.
  • Não gastei tanto dinheiro quanto pensei que ia gastar. Motivo:  ou comprava uma caneca de R$ 30,00 ou um boneco de R$ 500,00 e, acreditem, tinha muito mais boneco de R$ 500,00 do que caneca de R$ 30,00.
  • Tinha muita gente porém não o suficiente parar super lotar o lugar. Ano que vem a organização  pretende dobrar o tamanho e acho isso ótimo pois, sem dúvida, o público vai continuar crescendo e muito.

O que foi ruim:

  •  Teve fila para pegar o ônibus do metrô até a Expo São Paulo, fila para entrar com a credencial, para comer,  para ir ao banheiro e entrar nas lojas mais legais. Para se ter uma ideia, a loja do Star Wars e a Comix davam voltas. Mas, como não fui em nenhum painel, não vi muito problema em ficar nas filas.
  • O valor do ingresso – quase R$ 200,00 para os finais de semana – não inclui os Meet and Greet”,  ou seja, se você quer ver um ator e tirar foto com ele vai ter que pagar esse valor de novo apenas para fazer isso.
  • Os painéis são o grande problema. Eis uma coisa para quem não foi na Comic Con e pretende ir: ou você aproveita o evento ou fica na fila para ver o painel da celebrity que quer. O que acontece é que cada sala de painel tem uma lotação máxima, e quem viu o painel das 13h pode muito bem ficar na sala para ver o painel das 15h e além de já ter uma fila quilométrica para ver o painel das 15h, você ainda depende das pessoas que vão sair da sala para dar espaço às pessoas que ainda estão na fila.

Então aí vai a dica: se você quer ter a experiência completa de ver os painéis e ainda andar pelo evento, vai ter que por a mão no bolso e comprar ingresso para ir pelo menos em dois dias. Um para ver os painéis e outro para andar pelo evento.

  • Teve um grande tumulto – ao que li, pois não fui na sexta, 04 – no painel do Netflix (com os atores de Sense 8 e Jessica Jones). O público não ficou sentado e foi todo mundo até a grade causando um tumulto. O resultado foi acabar com o painel com apenas 10 minutos de duração e fazer o público do lado de fora pagar uma grana altíssima para tirar foto com os atores.
  • Tinha poucos quadrinistas (ao menos no dia em que eu fui, sábado 05). Por ser um evento que surgiu tradicionalmente com o foco em quadrinhos era a oportunidade do Brasil de apresentar seus talentos para o publico consumidor. Infelizmente, como tudo, os astros do evento acabaram sendo as celebridades dos filmes e séries americanas.
  • O lugar não tinha estrutura para receber chuva. No fundo da São Paulo Expo a água da chuva deu um jeito de entrar, alagar o chão e acabar com a energia do meio até o fim da São Paulo Expo.

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Sem dúvida para haver uma divisão justa de público que vai aos painéis, o evento ainda precisa ao menos triplicar o numero de convidados. Vamos esperar e ver, afinal, apesar de estar crescendo rápido, ninguém faz milagre.

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Por fim, minha percepção da Comic Con é que  ela  como o Starbucks. É caro pra caramba e você não sabe direito porque está lá, já que poderia tomar um cafezinho mais gostoso em outra cafeteria, mas estar em um lugar tão famoso com copinhos tão legais deixa a experiência muito mais mágica.

De fato, se você não for ver nenhum painel (porque não quer perder o evento sentado em uma fila), não estiver disposto a andar e nem tiver dinheiro para comprar um mangá que seja, o valor absurdo que vai pagar apenas pra entrar não vale. Mas se quiser ter uma experiência divertida – porque é sim muito divertido – sem dúvida, é uma delicinha.

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Postado por Carina Silva

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08/09/15
Quem matou Laura Palmer?

Quem matou Laura Palmer? Era a pergunta que todo mundo fazia no início da década de 90, quando a série Twin Peaks virou febre nos US, em outras partes do mundo e aqui no Brasil também.

A série policial e de suspense marcou tanto, que inspirou outras clássicas como Arquivo X, e até hoje é lembrada a ponto de fazer parte da história da cultura pop da última década do século passado.

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E o que isso tem a ver com o look de hoje tá meio na cara, não é? Vim apresentar pra vocês uma marca que já sou apaixonada há algum tempo, e que agora é parceira aqui do blog. É a HOLYSHIT, mais uma vez estamos apoiando e divulgando uma marca independente, que cria e produz tudo que vende.

Mas não é só isso minha gente, a Holyshit tem as coleções mais perfeitas da vida! A mais nova coleção, que inclusive eu tive a honra de fazer a beleza do desfile, é a PSYCHO Collection. Ela traz referências da vida real, do cinema e da TV, sobre o universo dos serial killers.

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Escolhi essa camisa por amar a série Twin Peaks, mas não foi fácil, pois a coleção tá de matar (entenderam a piadinha infame?).

quem-matou-laura-palmer

Não podia faltar tênis, melhor calçado. ♥

holyshit

A camiseta é do jeito que eu gosto, a gola não aperta o pescoço, a malha é do tipo bem macia e a modelagem é cumprida. Ah, e o melhor, a marca produz assim que seu pedido é feito, por isso, você pode enviar suas medidas. Eu acho isso foda, pois atende a todos os públicos sem distinção.

Quem é mais alto, gordo, magro, baixo, tem  braços grossos (como eu), não importa, você pode vestir Holyshit. YES, WE CAN!

 

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Se eu fosse uma serial killer, teria carreira curta, pois adoro chamar atenção. E esse look tá uma prova disso com mix de estampas da legging e do cardigã, e ainda o print da camiseta.

Mas nem acho que deu ruim, curti a montação meio louca que eu criei. ♥

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Eu usei:

  • Camiseta Who Killed Laura Palmer, HOLYSHIT;
  • Cardigã listrado, Havan;
  • Legging de caveiras, Marisa;
  • Tênis grafite, Kanui;
  • Pulseiras chumbo, Adornare;
  • Colar, C&A;
  • Óculos, Triton.

Quem estiver curiosa sobre a marca, quem amou, quem quer tudo como eu, entra no site, no instagram ou na página do facebook da Holyshit, além de pirar com as peças e as fotos das coleções, ainda tem sempre um sorteio legal.

Ah, quem achou a marca muito alternativa, tá completamente certo, e ó ALTERNATIVE IS THE NEW BLACK! 😉

Créditos:

Postado por Helena Sá

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07/08/15
Séries dos anos 90 lado B

Existem duas séries dos anos 90 que todo mundo precisa conhecer, e, como são um pouco lado B e foram canceladas muito cedo, muita gente não conhece. O que é um pecado! Por isso, resolvi falar das minhas 2 preferidas – e quem sabe, mais para frente, falo das outras.

Freaks and Geeks:

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Exibida no finalzinho de 1999, a série se passava nos anos 80 (ponto!) e tinha como trama a vida dos nerds e esquisitos de uma escola do ensino médio. No elenco dos freaks temos atores bem conhecidos no auge da juventude e início de carreira: James Franco (que está a cara do Jeff Buckley <3), Jason Jordan (Marshall do How I Met Your Mother), Linda Cardellini (E.R e Scooby Doo), Seth Rogers (todos os filmes de comédia do mundo) e Busy Philipps (As Branquelas e Cougar Town).

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A história começa quando a avó de Lisa morre e ela passa a mudar os antigos hábitos. A certinha e “normal” descobre o grupo dos esquisitos e resolve andar com eles, porque afinal, era muito mais divertido ouvir rock n’ roll e fumar maconha. Lisa passa a ver as coisas com um olhar um pouco mais pessimista e abandona de vez sua vida de “nerd”.

giphy
Já o núcleo dos geeks tem como protagonista o irmão mais novo de Lisa e seus dois amigos também “perdedores”. O trio que está no primeiro ano do colegial tenta desesperadamente se adaptar, conhecer garotas e fugir dos bullies. Claro que Lisa também sofre para se adaptar ao grupo dos malvadinhos, afinal, ela não tem malícia.

giphy (1)
Por que é legal?
Além da trilha sonora ser demais, ver como Lisa passa da garotinha feliz para uma típica adolescente (revoltada, rebelde e melancólica) é bem legal. E, para equilibrar, os nerds fazem a gente dar boas risadas. A série, infelizmente, não vingou nos EUA. E, por isso, só tem 1 temporada de 18 episódios. Mas vale super a pena!

My so Called Life

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Triste saber que uma série foi cancelada por ser “profunda” demais. Mas é o caso de My so Called Life, série total grunge, de 1995 estrelada por Claire Danes (Angela) e Jared Leto (Jordan Catalano). Difícil fazer a série parecer tão boa como ela é só falando, mas posso dizer que retrata muito bem a adolescência sem ser de uma maneira idiota. Enquanto muitos seriados faziam adolescentes parecerem bobões melosos, a série conseguiu resgatar o “drama” que pensávamos nos nossos próprios anos dourados de uma maneira poética e, vez ou outra, triste.

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A história começa quando a protagonista Angela também resolve deixar de andar com sua amiga certinha, pinta o cabelo de vermelho e faz amizade com uma garota doidinha e o mais um garoto divertido, vide único gay da escola. Angela é inteligente e sempre desdobra situações que resultam em pensamentos sagazes.
Claro que nenhuma protagonista adolescente dramática seria uma protagonista adolescente dramática sem um amor não correspondido, é aí que entra o lindo  do Jared Leto.

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Ao contrário de Freaks and Geeks, essa série não tem muito humor. Alguns episódios são meio densos, então não assista quando estiver tendenciosa à lágrimas ou sentir uma saudade enorme da adolescência.

E como tudo o que é bom dura pouco, a série só tem 19 episódios. Snif…

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Postado por Carina Silva

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