séries


25/04/15
BROAD CITY: 5 motivos para assistir

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Sabe a melhor série de comédia dos últimos tempos? Então, é Broad City e eu vou contar porque nesse singelo post/declaração de amor.

A série tem como cenário, ou quase um personagem, a cidade de Nova Iorque. Isso não é novidade, várias séries e filmes tem, mas a forma de mostrar e interagir com a cidade é muito diferente, é mais real, é com uma crítica leve, mostrando lugares incríveis que vão além dos locais e coisas clichê.

A história gira em torno das amigas Abbi e Ilana, que são os nomes das atrizes e criadoras da série Abbi Jacobson e Ilana Glazer. E de cara você imagina, mas o que tem de tão incrível nessa série? Amigas de 20 e poucos anos vivendo em NY é o mais lugar comum das séries. Mas já na primeira cena do primeiro episódio você já saca que Broad City é genial.

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A série é muito, mas muito engraçada, as duas personagens e seus amigos são aqueles tipos de personagens que a gente tem vontade de ter como amigos. Mas o destaque vai para Ilana, a mina é uma vida loka, mas é ao mesmo tempo a melhor amiga que Abbi ou qualquer uma de nós amaria ter. Ela é inteligente, engraçada e muito livre de qualquer pudor, culpa ou preconceito. E a Abbi que também é um personagem incrível, só consegue ser ela mesma quando está com a Ilana.

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“Finalmente entendi minhas sobrancelhas. Elas são irmãs, não gêmeas.”

As histórias vão acontecendo enquanto a vida rola de um jeito bem natural, a amizade das duas está acima de caras ou qualquer rivalidade, mostra que mulheres podem sim ser amigas, mostra que a gente tem muito mais assuntos do que só homens ou “futilidades”.

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Mas explicando melhor: Broad City é a melhor série jovem da atualidade, e isso por vários motivos que eu vou tentar transmitir pra vocês.

1 – Humor que subverte expectativas: sabe aquele papinho de que o mundo tá ficando chato, que feministas são mal humoradas? Então, tudo besteira, pois Broad City é uma série que ri não da vítima, mas do algoz. E é de uma maneira tão leve, tão zuera, que a gente nem percebe e quando vê já ó, tá babando nas tiradas, na inteligência das sacadas das protagonistas Abby e Ilana.

2 – Duas protagonistas mulheres: sabe aquele outro papinho de que mulher não é engraçada? Outra balela que nos contaram, mas isso a gente já sabe há muito tempo. O que Broad City prova, é que o humor feminino não tem limites, não tem pudores, e é fodasticamente GENIAL!

3 – Realidade nua e crua: sabiam que mulher peida, arrota e fala palavrão? Pois é, se dependesse da maioria dos filmes e séries a gente nunca ia ficar sabendo, não é? Mas nessa série maravilhosa as coisas saem naturalmente, todo mundo e principalmente as protagonistas estão sempre muito reais, ninguém acorda com ondas perfeitas nos cabelo e muito bem maquiada, ninguém é sexy o tempo todo, feminina, delicada… pois DUDE,  na vida real também não é assim, e ver uma série que nos liberta de estereótipos bobos, é orgásmico! #WIN

4 – Não é uma nova Girls: tem quem compare as duas séries, mas não acho que tenha muito mais a ver do que se passarem em NY e a faixa etária dos personagens. Pois Broad City é muito mais leve, menos drama, os personagens não são tão complicados, egoístas e hipsters como em Girls. É um outro nível de qualidade, na minha opinião.

5 – Amy Poehler é produtora da série: pra quem não conhece a Amy, ela foi a Leslie Knope da série Parks&Recreation, além de ser uma atriz, diretora, produtora e humorista, ela é feminista e tem vários projetos de incentivo a talentos femininos.

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A série já tem 2 temporadas com 10 episódios cada e em janeiro de 2016 estreia a 3ª temporada. Já aguardo ansiosa por ela! ♥

Quem aí já assistiu a série? Me contem o que acharam! E quem ainda não viu, aproveita o fim de semana pra começar!

Postado por Carina Silva

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07/12/15
Comic Con Experience, eu fui

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E aí o Brasil tem uma Comic Con com direito a atrações internacionais do mesmo nível das atrações da tradicional Comic Con de San Diego e eu fui! Eu fui e vou contar pra vocês qual é que é a desse evento que surgiu nos EUA e teve a primeira edição aqui no Brasil em 2014 e de lá pra cá o número de estandes, atrações e público aumentou consideravelmente.

A  Comic Con (Expirience) é um evento para quem gosta de cultura pop  voltada para o lado geek (quadrinhos, mangas, animes, seriados – alguns nerds, outros nem tantos- e filmes – esses nerds mesmo). Em um resumo muito cru, é um evento com estandes de diversas marcas legais que vão desde roupas até decoração e quadrinistas vendendo  e autografando seus trabalhos até painéis com gente famosa  e “importante”. E é claro tem os queridos cosplays.

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O que foi bom:

  • A Comic Con disponibilizou para quem fosse de metrô, ônibus de graça até o local e logo na saída da catraca do metrô já tinham staffs indicando  pra onde você devia ir.
  • O lugar, apesar de grande, estava muito bem organizado, tudo dividido por letras para você se encontrar muito bem. Por exemplo: se perdeu? É só avisar o amigo que está na ala H ou G…etc.
  • Tinha um lugar específico para os cosplayers se arrumarem. Olha que fofo.
  • O chão não ficava sujo um minuto sequer. A toda hora se via funcionários limpando, secando, varrendo, sugando.
  • Todo mundo era super educado. Não tinha como ser diferente, nerds em seu habitat natural tendem a ficar mais felizes. Na praça de alimentação todo mundo dividia a mesa com estranhos, fiz amizades breves nas filas, troquei favores para bater foto de pessoas e elas de mim. Muito amigável e familiar.
  • Não gastei tanto dinheiro quanto pensei que ia gastar. Motivo:  ou comprava uma caneca de R$ 30,00 ou um boneco de R$ 500,00 e, acreditem, tinha muito mais boneco de R$ 500,00 do que caneca de R$ 30,00.
  • Tinha muita gente porém não o suficiente parar super lotar o lugar. Ano que vem a organização  pretende dobrar o tamanho e acho isso ótimo pois, sem dúvida, o público vai continuar crescendo e muito.

O que foi ruim:

  •  Teve fila para pegar o ônibus do metrô até a Expo São Paulo, fila para entrar com a credencial, para comer,  para ir ao banheiro e entrar nas lojas mais legais. Para se ter uma ideia, a loja do Star Wars e a Comix davam voltas. Mas, como não fui em nenhum painel, não vi muito problema em ficar nas filas.
  • O valor do ingresso – quase R$ 200,00 para os finais de semana – não inclui os Meet and Greet”,  ou seja, se você quer ver um ator e tirar foto com ele vai ter que pagar esse valor de novo apenas para fazer isso.
  • Os painéis são o grande problema. Eis uma coisa para quem não foi na Comic Con e pretende ir: ou você aproveita o evento ou fica na fila para ver o painel da celebrity que quer. O que acontece é que cada sala de painel tem uma lotação máxima, e quem viu o painel das 13h pode muito bem ficar na sala para ver o painel das 15h e além de já ter uma fila quilométrica para ver o painel das 15h, você ainda depende das pessoas que vão sair da sala para dar espaço às pessoas que ainda estão na fila.

Então aí vai a dica: se você quer ter a experiência completa de ver os painéis e ainda andar pelo evento, vai ter que por a mão no bolso e comprar ingresso para ir pelo menos em dois dias. Um para ver os painéis e outro para andar pelo evento.

  • Teve um grande tumulto – ao que li, pois não fui na sexta, 04 – no painel do Netflix (com os atores de Sense 8 e Jessica Jones). O público não ficou sentado e foi todo mundo até a grade causando um tumulto. O resultado foi acabar com o painel com apenas 10 minutos de duração e fazer o público do lado de fora pagar uma grana altíssima para tirar foto com os atores.
  • Tinha poucos quadrinistas (ao menos no dia em que eu fui, sábado 05). Por ser um evento que surgiu tradicionalmente com o foco em quadrinhos era a oportunidade do Brasil de apresentar seus talentos para o publico consumidor. Infelizmente, como tudo, os astros do evento acabaram sendo as celebridades dos filmes e séries americanas.
  • O lugar não tinha estrutura para receber chuva. No fundo da São Paulo Expo a água da chuva deu um jeito de entrar, alagar o chão e acabar com a energia do meio até o fim da São Paulo Expo.

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Sem dúvida para haver uma divisão justa de público que vai aos painéis, o evento ainda precisa ao menos triplicar o numero de convidados. Vamos esperar e ver, afinal, apesar de estar crescendo rápido, ninguém faz milagre.

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Por fim, minha percepção da Comic Con é que  ela  como o Starbucks. É caro pra caramba e você não sabe direito porque está lá, já que poderia tomar um cafezinho mais gostoso em outra cafeteria, mas estar em um lugar tão famoso com copinhos tão legais deixa a experiência muito mais mágica.

De fato, se você não for ver nenhum painel (porque não quer perder o evento sentado em uma fila), não estiver disposto a andar e nem tiver dinheiro para comprar um mangá que seja, o valor absurdo que vai pagar apenas pra entrar não vale. Mas se quiser ter uma experiência divertida – porque é sim muito divertido – sem dúvida, é uma delicinha.

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Postado por Carina Silva

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08/09/15
Quem matou Laura Palmer?

Quem matou Laura Palmer? Era a pergunta que todo mundo fazia no início da década de 90, quando a série Twin Peaks virou febre nos US, em outras partes do mundo e aqui no Brasil também.

A série policial e de suspense marcou tanto, que inspirou outras clássicas como Arquivo X, e até hoje é lembrada a ponto de fazer parte da história da cultura pop da última década do século passado.

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E o que isso tem a ver com o look de hoje tá meio na cara, não é? Vim apresentar pra vocês uma marca que já sou apaixonada há algum tempo, e que agora é parceira aqui do blog. É a HOLYSHIT, mais uma vez estamos apoiando e divulgando uma marca independente, que cria e produz tudo que vende.

Mas não é só isso minha gente, a Holyshit tem as coleções mais perfeitas da vida! A mais nova coleção, que inclusive eu tive a honra de fazer a beleza do desfile, é a PSYCHO Collection. Ela traz referências da vida real, do cinema e da TV, sobre o universo dos serial killers.

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Escolhi essa camisa por amar a série Twin Peaks, mas não foi fácil, pois a coleção tá de matar (entenderam a piadinha infame?).

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Não podia faltar tênis, melhor calçado. ♥

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A camiseta é do jeito que eu gosto, a gola não aperta o pescoço, a malha é do tipo bem macia e a modelagem é cumprida. Ah, e o melhor, a marca produz assim que seu pedido é feito, por isso, você pode enviar suas medidas. Eu acho isso foda, pois atende a todos os públicos sem distinção.

Quem é mais alto, gordo, magro, baixo, tem  braços grossos (como eu), não importa, você pode vestir Holyshit. YES, WE CAN!

 

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Se eu fosse uma serial killer, teria carreira curta, pois adoro chamar atenção. E esse look tá uma prova disso com mix de estampas da legging e do cardigã, e ainda o print da camiseta.

Mas nem acho que deu ruim, curti a montação meio louca que eu criei. ♥

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Eu usei:

  • Camiseta Who Killed Laura Palmer, HOLYSHIT;
  • Cardigã listrado, Havan;
  • Legging de caveiras, Marisa;
  • Tênis grafite, Kanui;
  • Pulseiras chumbo, Adornare;
  • Colar, C&A;
  • Óculos, Triton.

Quem estiver curiosa sobre a marca, quem amou, quem quer tudo como eu, entra no site, no instagram ou na página do facebook da Holyshit, além de pirar com as peças e as fotos das coleções, ainda tem sempre um sorteio legal.

Ah, quem achou a marca muito alternativa, tá completamente certo, e ó ALTERNATIVE IS THE NEW BLACK! 😉

Créditos:

Postado por Helena Sá

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07/08/15
Séries dos anos 90 lado B

Existem duas séries dos anos 90 que todo mundo precisa conhecer, e, como são um pouco lado B e foram canceladas muito cedo, muita gente não conhece. O que é um pecado! Por isso, resolvi falar das minhas 2 preferidas – e quem sabe, mais para frente, falo das outras.

Freaks and Geeks:

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Exibida no finalzinho de 1999, a série se passava nos anos 80 (ponto!) e tinha como trama a vida dos nerds e esquisitos de uma escola do ensino médio. No elenco dos freaks temos atores bem conhecidos no auge da juventude e início de carreira: James Franco (que está a cara do Jeff Buckley <3), Jason Jordan (Marshall do How I Met Your Mother), Linda Cardellini (E.R e Scooby Doo), Seth Rogers (todos os filmes de comédia do mundo) e Busy Philipps (As Branquelas e Cougar Town).

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A história começa quando a avó de Lisa morre e ela passa a mudar os antigos hábitos. A certinha e “normal” descobre o grupo dos esquisitos e resolve andar com eles, porque afinal, era muito mais divertido ouvir rock n’ roll e fumar maconha. Lisa passa a ver as coisas com um olhar um pouco mais pessimista e abandona de vez sua vida de “nerd”.

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Já o núcleo dos geeks tem como protagonista o irmão mais novo de Lisa e seus dois amigos também “perdedores”. O trio que está no primeiro ano do colegial tenta desesperadamente se adaptar, conhecer garotas e fugir dos bullies. Claro que Lisa também sofre para se adaptar ao grupo dos malvadinhos, afinal, ela não tem malícia.

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Por que é legal?
Além da trilha sonora ser demais, ver como Lisa passa da garotinha feliz para uma típica adolescente (revoltada, rebelde e melancólica) é bem legal. E, para equilibrar, os nerds fazem a gente dar boas risadas. A série, infelizmente, não vingou nos EUA. E, por isso, só tem 1 temporada de 18 episódios. Mas vale super a pena!

My so Called Life

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Triste saber que uma série foi cancelada por ser “profunda” demais. Mas é o caso de My so Called Life, série total grunge, de 1995 estrelada por Claire Danes (Angela) e Jared Leto (Jordan Catalano). Difícil fazer a série parecer tão boa como ela é só falando, mas posso dizer que retrata muito bem a adolescência sem ser de uma maneira idiota. Enquanto muitos seriados faziam adolescentes parecerem bobões melosos, a série conseguiu resgatar o “drama” que pensávamos nos nossos próprios anos dourados de uma maneira poética e, vez ou outra, triste.

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A história começa quando a protagonista Angela também resolve deixar de andar com sua amiga certinha, pinta o cabelo de vermelho e faz amizade com uma garota doidinha e o mais um garoto divertido, vide único gay da escola. Angela é inteligente e sempre desdobra situações que resultam em pensamentos sagazes.
Claro que nenhuma protagonista adolescente dramática seria uma protagonista adolescente dramática sem um amor não correspondido, é aí que entra o lindo  do Jared Leto.

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Ao contrário de Freaks and Geeks, essa série não tem muito humor. Alguns episódios são meio densos, então não assista quando estiver tendenciosa à lágrimas ou sentir uma saudade enorme da adolescência.

E como tudo o que é bom dura pouco, a série só tem 19 episódios. Snif…

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Postado por Carina Silva

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20/07/15
[DIY] Quadrinhos divertidos

Contei no instagram e no snapchat (pinkshockgirl) que fiz uma reforma no meu quarto e uma super transformação. Em breve vai ter vídeo  mostrando tudo. E aos poucos vou dando dicas das decorações que tenho feito, já até dei aqui um diy de reforma de uma moldura.

Mas hoje vou contar de uma ideia de decoração que tive com molduras coloridas, pois sempre vejo o pessoal usando muito as molduras vazias dispostas nas paredes de forma aleatória. Acho muito bonito, mas queria algo diferente, e a ideia veio quando vi um rolo de papel de presente do desenho A Hora da Aventura. Achei que ficaria lindo combinado com as molduras coloridas que já havia comprado.

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Para fazer os quadrinhos divertidos você vai precisar de:

  • Papel de presente ou qualquer outro print que você ache bonito;
  • Molduras ao seu gosto;
  • Tesoura.

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Esse DIY é tão fácil que dá pra você fazer com as crianças pra quem tiver filhos, e fica lindo para decoração de quarto infantil.

É só recortar pedaços do papel de presente no tamanho do molde que vem nos porta retratos, os meus foram de 10×15 cm.

Se o papel  for como o meu, que tem várias partes diferentes, dá pra fazer vários quadrinhos com prints diferenciados em cada um.

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Em cada quadrinho eu coloquei um personagem diferente como central: tem a Marceline, o Jake, Finn, Princesa Caroço… até o Rei Gelado teve chance! 😀

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E o material ficou muito barato, cada quadrinho saiu por R$9,90 nas Lojas Americanas, e o palpel de presente foi R$1,98 o rolo na Havan. Sobrou muito papel viu!

Eu fiz quatro quadrinhos então gastei menos de R$42,00 em tudo.

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No post sobre o meu quarto vou mostrar como ficaram os quadrinhos na parede, mas na foto acima vocês podem ver um pedacinho. ♥

O mais legal dessa ideia é que sempre que você cansar da estampa que escolheu, pode mudar gastando bem pouco e com muita facilidade.  😉

Olha, eu amei essa “arte”, não vou enjoar tão cedo! Ficou muito fofo na parede, deu um efeito bem acabado, muito caprichado mesmo!

Curtiram o faça você mesmo dessa vez? Quem fizer me marca ou conta aqui pra gente!

Postado por Helena Sá

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25/04/15
BROAD CITY: 5 motivos para assistir

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Sabe a melhor série de comédia dos últimos tempos? Então, é Broad City e eu vou contar porque nesse singelo post/declaração de amor.

A série tem como cenário, ou quase um personagem, a cidade de Nova Iorque. Isso não é novidade, várias séries e filmes tem, mas a forma de mostrar e interagir com a cidade é muito diferente, é mais real, é com uma crítica leve, mostrando lugares incríveis que vão além dos locais e coisas clichê.

A história gira em torno das amigas Abbi e Ilana, que são os nomes das atrizes e criadoras da série Abbi Jacobson e Ilana Glazer. E de cara você imagina, mas o que tem de tão incrível nessa série? Amigas de 20 e poucos anos vivendo em NY é o mais lugar comum das séries. Mas já na primeira cena do primeiro episódio você já saca que Broad City é genial.

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A série é muito, mas muito engraçada, as duas personagens e seus amigos são aqueles tipos de personagens que a gente tem vontade de ter como amigos. Mas o destaque vai para Ilana, a mina é uma vida loka, mas é ao mesmo tempo a melhor amiga que Abbi ou qualquer uma de nós amaria ter. Ela é inteligente, engraçada e muito livre de qualquer pudor, culpa ou preconceito. E a Abbi que também é um personagem incrível, só consegue ser ela mesma quando está com a Ilana.

broad-city

“Finalmente entendi minhas sobrancelhas. Elas são irmãs, não gêmeas.”

As histórias vão acontecendo enquanto a vida rola de um jeito bem natural, a amizade das duas está acima de caras ou qualquer rivalidade, mostra que mulheres podem sim ser amigas, mostra que a gente tem muito mais assuntos do que só homens ou “futilidades”.

broad-city

Mas explicando melhor: Broad City é a melhor série jovem da atualidade, e isso por vários motivos que eu vou tentar transmitir pra vocês.

1 – Humor que subverte expectativas: sabe aquele papinho de que o mundo tá ficando chato, que feministas são mal humoradas? Então, tudo besteira, pois Broad City é uma série que ri não da vítima, mas do algoz. E é de uma maneira tão leve, tão zuera, que a gente nem percebe e quando vê já ó, tá babando nas tiradas, na inteligência das sacadas das protagonistas Abby e Ilana.

2 – Duas protagonistas mulheres: sabe aquele outro papinho de que mulher não é engraçada? Outra balela que nos contaram, mas isso a gente já sabe há muito tempo. O que Broad City prova, é que o humor feminino não tem limites, não tem pudores, e é fodasticamente GENIAL!

3 – Realidade nua e crua: sabiam que mulher peida, arrota e fala palavrão? Pois é, se dependesse da maioria dos filmes e séries a gente nunca ia ficar sabendo, não é? Mas nessa série maravilhosa as coisas saem naturalmente, todo mundo e principalmente as protagonistas estão sempre muito reais, ninguém acorda com ondas perfeitas nos cabelo e muito bem maquiada, ninguém é sexy o tempo todo, feminina, delicada… pois DUDE,  na vida real também não é assim, e ver uma série que nos liberta de estereótipos bobos, é orgásmico! #WIN

4 – Não é uma nova Girls: tem quem compare as duas séries, mas não acho que tenha muito mais a ver do que se passarem em NY e a faixa etária dos personagens. Pois Broad City é muito mais leve, menos drama, os personagens não são tão complicados, egoístas e hipsters como em Girls. É um outro nível de qualidade, na minha opinião.

5 – Amy Poehler é produtora da série: pra quem não conhece a Amy, ela foi a Leslie Knope da série Parks&Recreation, além de ser uma atriz, diretora, produtora e humorista, ela é feminista e tem vários projetos de incentivo a talentos femininos.

broad-city

A série já tem 2 temporadas com 10 episódios cada e em janeiro de 2016 estreia a 3ª temporada. Já aguardo ansiosa por ela! ♥

Quem aí já assistiu a série? Me contem o que acharam! E quem ainda não viu, aproveita o fim de semana pra começar!

Postado por Helena Sá

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17/10/14
[Séries] Polseres Vermelles

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Já mostrei e contei aqui como eu amo séries, e também como adoro descobrir e assistir também séries que não são mega produções americanas. Dessa vez venho apresentar Polseres Vermelles, uma série catalã!

A série é tão boa e faz tanto sucesso na Espanha, que já rendeu um remake em espanhol e recentemente foi lançada nos EUA como Red Band Society, com produção de Steven Spielberg. Mas porque então estou falando da versão catalã que pouca gente conhece ao invés de indicar a versão americana, muito mais fácil de baixar e em inglês? São os seguintes motivos:

  1. Comecei a ver Polseres Vermelles antes de lançarem o remake americano;
  2. A versão americana mudou muita coisa e adicionou personagens;
  3. A original é muito mais realista, na versão dos EUA um dos personagens tem o quarto de hospital que mais parece um estúdio chique (oi?!);
  4. Em meio a tanta produção a versão perde um pouco da beleza e da mensagem da original;
  5. A original Catalã é muito melhor!

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Mas vamos falar da série! Polseres Vermelles gira em torno de 6 jovens que estão internados no Hospital Miramar. Cada um tem sua história forte para contar, tão jovens já passaram por muita coisa.

A união do grupo de Pulseiras Vermelhas começa com a amizade dos colegas de quarto Jordi, recém chegado ao hospital e Lleó rapaz com câncer que já passou por tudo que Jordi ainda vai passar. Lleó é aquele rapaz de personalidade forte, cativante e muito popular no hospital, tanto entre os médicos e enfermeiros, quanto entre os outros pacientes. Nos corredores do hospital, os amigos acabam reunindo mais membros para o grupo, que tinha que conter 1 líder, o segundo líder (para quando o líder faltasse), o bonito, a garota, o inteligente e o imprescindível. Na ordem eram Lleó (com câncer), Jordi (também com câncer), Ignasi (com problema cardíaco), Cris (distúrbios alimentares), Toni (acidente de moto) e Roc (em coma).

Para falar de Polseres Vermelles é quase que imprescindível contar a história de Albert Espinosa, o criador e roteirista desse drama. Por quê? A série é livremente inspirada em seu livro, O Mundo Amarelo (publicado no Brasil pela editora Verus), que por sua vez traz experiências de vida do autor, além de contar um pouco sobre o que é o Mundo Amarelo (só lendo pra descobrir).

Quando tinha 13 anos, Albert foi diagnosticado com câncer. Daí então teve que amputar uma perna, perdeu o pulmão esquerdo e parte do fígado. Depois de 10 anos saindo e entrando em hospitais, quando disseram que já estava curado, Albert descobriu que havia aprendido uma lição com a doença: O triste não é morrer, mas sim não viver intensamente. E é basicamente esta ideia que resume a proposta de Polseres Vermelles. Aos seus personagens, Albert Espinosa transfere toda experiência e aprendizagem vivida enquanto enfrentava o câncer.

(trecho retirado da resenha de Yago Modesto no site Box de Séries)

Assistam ao trailer, mas cuidado, pois daí não tem volta, vocês não se apaixonar! <3

A série tem nas histórias, na união do grupo e nas mensagens que passa o seu maior apelo, não temos nela o apelo para o luxo, para rostos perfeitamente bonitos, e plastificados que as produções americanas nos fazem acostumar a ver. O elenco é realmente jovem, você não vê um ator de 25 anos fazendo papel de um adolescente, isso traz frescor e mais veracidade a série. A interpretação perde um pouco com isso, pois nota-se que os atores jovens são todos mais crus do que a gente vê nas crianças da Disney ou Nickelodeon que já nascem fazendo cursos de interpretação.

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Não tem beleza plastificada, mas não significa que não tenha bonitezas. Adoro quando os atores são lindos imperfeitamente, não tem os dentes certinhos, a maquiagem é mais realista, é uma beleza mais real, como a do maravilhoso Àlex Monner que faz o Lleó da história.

Outra coisa diferente de Polseres Vermelles é que o corpo médico é mero coadjuvante, os personagens principais são os pacientes, principalmente o grupo dos Pulseiras.

A série já conta com 2 temporadas e terá sua 3ª em 2015, eu estou assistindo a primeira, pois até agora são só os episódios dela que estão saindo com legenda por aqui. Mas isso não impede que eu já esteja encantada e apaixonada pela história e seus personagens. Ao assistir um episódio você ri e chora a cada mudança de cena, a história é uma lição, mas ao mesmo tempo não quer ser uma lição, pois traz temas pesados de uma forma leve, delicada, linda!

A minha prescrição é de pelo menos um episódio por semana, para fazer a gente querer viver a vida mais intensamente! <3

Alguém já assistiu? Quem seguir minha dica conta aqui o que achou! 😉

Postado por Helena Sá

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