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13/08/14
em: beleza
CC Cream Avon

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Recebi da loja Consultora Avon, o CC Cream Avon da linha Ideal Face. Sempre estive curiosa para testar os BB Creams e CC Creams nacionais, mas nunca a ponto de ir comprar, sempre preferi investir meu dinheiro nos originais coreanos, que para mim ainda são imbatíveis.

Esse meu comentário pode ser considerado um suicídio na minha relação com as marcas nacionais, mas a ideia aqui é sempre falar a verdade, então se as marcas nacionais querem me provar o contrário, que enviem produtos para teste, daí poderei comparar e contar para vocês. 😀

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Eu pedi no Bege Natural, mas veio na cor Bege Médio, e eu não vi antes de abrir, resultado, não é da minha cor, ficou amarelado e mais escuro. Terei que repassar para alguém que use esse tom. Mas mesmo assim realizei todos os testes para a resenha.

A embalagem vem lacrada e tem 30 ml de produto, como a maioria das bases.

Segue a descrição da marca:

Ideal Face CC Cream Creme Base Corretor Multibenefícios proporciona hidratação, uniformiza o tom de pele, e ajudar a clarear as áreas escuras e minimizar as linhas de expressão. O produto contém FPS 50 que protege sua pele em até 50 x mais contra queimaduras os raios rolares( UVB ), e FPUVA 20,4 que protege sua pele contra o envelhecimento solar ( UVA ). Com  a Vitamina C, alcaçuz e extratos de chá na fórmula o controle do brilho na pele será intensificado.

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No mural acima você podem comparar: primeiro a pele sem nada, em seguida com uma camada do CC Cream Avon e finalmente com CC Cream, corretivo e um leve blush.

Vocês podem notar pela transição, que a cobertura do CC Cream é muito boa, senti um pouco de dificuldade para espalhar o produto, ele se acumulou em algumas áreas e tive que espalhar com o pincel várias vezes mais para acertar e uniformizar a aplicação.

Quanto a duração e reação na pele, ela segurou bem durante o dia e não ficou oleosa, mas temos que ver se isso se mantém no verão. O CC Cream também fixa bem, sem transferir e deixou a pele com aspecto natural, ou seja, não é nem luminoso nem mate em seu acabamento.

Aprovei o produto, o preço é bom e o FPS 50/FPUVA 20,4 vale o investimento. Mas ainda prefiro o meu BB Cream Skinfood.

Alguém mais já usou esse CC Cream? O que acharam dele?

Postado por Helena Sá

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22/05/15
Óculos de madeira Ybirá

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Vocês notaram que o Garotas tá numa vibe de divulgar e fazer parcerias com marcas artesanais, incentivando a compra de produtos de quem faz? Pois então, hoje começo uma série de posts apresentando para vocês marcas especiais, com produtos lindos, feitos com muito cuidado e respeitando a natureza.

Descobri os óculos de madeira Ybirá na primeira edição do Mercado Aberto que eu fui, e já de cara fiquei encantada com a ideia, com a proposta, mas principalmente com a beleza e design dos óculos.

E sempre que eu mostro algo aqui no blog, é porque eu realmente curti, compraria ou comprei, fui bem atendida, concordo com a proposta do produto, e acho que tem tudo a ver comigo, com o blog e com vocês.

Claro que eu não errei em nada, pois quando mostrei os óculos aqui, todo mundo comentou e cobiçou um modelo Ybirá para chamar de seu. Por isso, hoje eu vou mostrar os óculos mais detalhadamente em vídeo e fotos. No vídeo ainda tem um dos sócios da marca contando como tudo começou!

Apertem o PLAY e assistam em HD, são 3 minutinhos para vocês se encantarem.

É muito modelo lindo e em cores e tipos de madeira que dão um estilo único aos óculos da Ybirá. ♥

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Eu escolhi um modelo de sol e um de grau. O de grau é esse aí em cima, o modelo se chama Oba e eu escolhi o tipo de madeira Marfim, que é o mais clarinho de todos. Em breve vou colocar lente e vocês vão cansar de me ver usando esse lindo aí.

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O meu escolhido de sol, na verdade me escolheu, pois foi amor à primeira vista pelo modelo Eça, que é um cateyes super diferente. Eu escolhi na madeira Imbuia que tem a tonalidade mais escura de todas, e a lente foi no marrom degradê.

Eu achei os óculos super confortáveis e leves. Vi no site e no facebook da marca, que eles podem ser molhados, pegar chuva ou suor sem problemas, porém não se deve deixá-los submersos para não danificar e tirar o brilho da madeira.

Na loja online dá para escolher entre 4 tipos de madeira e cinco tipos de lente para os óculos, e isso é demais, pois dá uma certa personalizada.

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É claro que eu já estreei o meu, e ainda junto com o cabelo novo, que já mudou de novo e em breve conto tudo sobre. 😉

Quero saber, quem já conhecia os óculos de madeira? Quem amou muito tudo isso como eu? E claro, me contem qual ou quais modelos foram os preferidos de vocês!

*Todas as fotos do post foram produzidas, feitas e editadas por mim. Quem quiser utilizá-las, deve dar os devidos créditos.

Postado por Helena Sá

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08/04/15
[Resenha] Um Mais Um

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Um mais Um foi o primeiro livro que li da Jojo Moyes, autora de Como eu era antes de você, e a premissa dele me pareceu interessante: um livro sobre viagem na estrada. Mas, ao contrário do que se espera de histórias de viagens, esse não tem jovens aloucados, sexo, drogas e rock n’ roll, e sim uma família que precisa muito enfrentar seus monstros para permanecer unida e forte.

Jess é uma mãe solteira no início dos 30 anos que foi deixada pelo marido. O motivo? O indivíduo “pai de família” alegou estar sob muita pressão e entrando em forte depressão, por isso , decide largar os dois filhos a mercê e voltar para a casa da mãe.

Para sustentar sua filha Tanzie que está no ensino fundamental e o enteado Nicky (filho do relacionamento anterior do seu super/ex marido), Jess trabalha como faxineira de casas ricas da cidade de manhã, e a noite é garçonete em um pub. É angustiante ler como ela se vira com o dinheiro, adiando o pagamento das contas até cortarem a energia como aviso, contando o dinheiro para fazer as compras da semana e tendo que fazer as próprias roupas da filha. Além de tudo isso, Nicky sofre um bullying violento na escola, passa o dia inteiro trancado no quarto jogando no computador e só consegue dormir se fumar maconha.

Uma das casas caras que Jess limpa pertence a Ed. Um homem adulto recém divorciado, dono de uma empresa de tecnologia que desenvolve softwares. Ex-geek na escola e na faculdade, Ed abriu uma firma com o melhor amigo e passou a levar uma vida de rei. Longe da família, cheio de grana e prestes a lançar um programa que elevaria suas finanças ainda mais, ele reencontra uma antiga paquera da faculdade e a convida para sair.

Seria a vingança dos nerds, afinal, agora ele era um homem rico e a moça mais popular da faculdade está sob os seus pés louca para transar com ele. Só que depois que isso acontece, a belíssima moçoila não larga dele e todo aquele encanto de mulher segura, intocável e perfeita começa a se esvanecer quando ela conta da separação sofrida que teve que passar, sua depressão e dívidas.

Querendo dar o fora na mulher e sem saber como, Ed resolve contar a ela da incrível empreitada que sua empresa está prestes a lançar e sugere que ela invista nas ações. É quando as coisas reviram e ele cai em uma roubada. Com o grande lucro que a moça ganha, os acionistas acusam Ed de uso de informações privilegiadas e ele é processado sob o risco de ser preso.

O mundo de Jess e Ed se cruzam quando, além de ela limpar sua casa, Tanzie recebe a proposta de estudar em uma escola para gênios. Mas, mesmo com uma bolsa de 90%, a escola é muito cara. Jess sendo uma mulher forte e positiva, encontra um jeito: inscrever sua filha em uma olimpíada de matemática para ganhar o prêmio em dinheiro e conseguir pagar a escola.

Jess, Tanzie, Nicky e seu enorme cachorro de estimação Norman partem para a estrada, e mesmo antes de colocar o pé na tábua o carro quebra. Ed, que está a caminho da casa de seus pais para avisar do processo que iria sofrer, resolve ajudar a família.

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A força de Jess é surpreendente. Não sei como sobreviveria se estivesse no lugar dela. É uma daquelas personagem  que, não importa o que aconteça, sempre vai dar um sorriso e falar “tudo vai ficar bem”. Ela acredita fielmente em algo que também acredito, coisas boas acontecem para pessoas boas e “trate os outros como você gostaria de ser tratado”. Porém , como a vida não é sempre justa, a personagem começa a perder a força em alguns momentos. Isso é a abertura para sua aproximação com Ed, o homem que achava repugnante.

O que me incomodou um pouco no início do relacionamento dos dois foi o fato de que Ed era alguém para salvar Jess: a mãe pobre, que não sabia como ajudar o enteado problemático e a filha desajeitada, casa com um homem rico que ocupa o lugar do pai irresponsável e a salva de uma vida ruim. Mas, para minha surpresa, as coisas não acontecem exatamente dessa maneira. É então que o nome do livro faz sentido. “Um mais Um”. É justamente a soma dos dois que faz as coisas darem certo. Jess salva Ed na área em que ele precisava ser salvo, nos relacionamentos com a família e a insegurança, enquanto ele não deixa ela derrubar a peteca.

Assim como a maioria dos livros de viagem, Um mais Um mostra que, no final de tudo, não importa o destino e sim o trajeto.

Com uma narração clara, mas não pobre, é um livro leve que consegue fugir dos clichês, unindo personagens diferentes e cativantes.

Postado por Carina Silva

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09/03/15
Unhas de Veludo You Care

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Existe coisa mais chique que essas unhas de veludo You Care? As unhas possuem essa textura lindona de veludinho na parte de cima e embaixo são lisinhas para aderir direitinho à nossas. Um luxo!

Elas chegaram há pouco tempo na Mega Vale aqui em Juiz de Fora, em várias cores, como preto, cinza, rosa e vinho e custam R$ 17,95 cada caixinha. Um preço um pouquinho salgado, eu sei. Mas acredito que vale a pena o custo benefício, já que as unhas podem ser reutilizadas se você tiver cuidado.

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Cada caixinha vem com 12 tamanhos e 24 unidades de unhas, além de uma cola, um manual e um aplicador.

Uma coisa que curti bastante é o fato de que as unhas de veludo dessa marca não tem aquele tamanho absurdo super longo (que pode ser bem legal em alguns casos, mas no mundo real não é a coisa mais funcional que existe, né?), excluindo a necessidade de ficar horas e horas lixando cada uma para ter aquela aparência mais natural. Até porque, acredito que a lixa pode danificar o veludo, e isso não seria legal.

Como ainda só usei para testar como ficam nos dedinhos, ainda não sei se elas duram muito tempo sem descolar, só posso garantir que o efeito é bem bacana e pelo visto vale a pena investir!

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Eu já estou louca para usar as minhas, mas estou esperando uma ocasião especial.

E vocês, já conheciam o produto? Curtiram a ideia de sair por aí com unhas divônicas de veludo?

Postado por Helena Sá

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20/02/15
[Filme] Grandes Olhos

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O mais novo filme do queridíssimo Tim Burton vai lá para os anos 50 contar a história real da pintora Margaret Keane (Amy Adams). Uma jovem artista mãe solteira que sonha em ganhar a vida vendendo sua arte: quadros  de crianças com olhos grandes e expressivos.

Mesmo sendo fonte de um grande talento, Margaret é tímida, sem o mínimo jeito para vender o seu trabalho e tem medo de não aceitarem o fato de ser uma mulher artista. É então que ela se  casa com o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) e ele, desenvolto, carismático e excelente vendedor, começa a ficar famoso pelos quadros da sua esposa.

O sucesso das imagens de crianças de olhos grandes começa a ser tanto, que a arte de Walter Keane (na verdade da Margaret), passa a ser uma espécie de Romero Britto da época (só que melhor, claro). Tendo seus quadros estampados em posters e em uma diversidade de produtos, Margaret começa a se incomodar com o sucesso do seu marido em nome do trabalho dela. Enquanto fica trancada em um quartinho pintando quadro após quadro para preencher a demanda, ela começa a procurar sua própria identidade e decide mudar seu estilo para poder, enfim, assinar sua própria arte.

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Mesmo os quadros sendo a cara de personagens do Tim Burton (teria sido esse o motivo que ele resolveu fazer o filme?), o filme colorido e fofo não tem muito daquele tom sombrio que a gente está acostumado a ver. É só pela fotografia caricata e um pouco exagerada  que a dá para encontrar o dedo do Tim ali. O que é bom. Mostra que o diretor sabe produzir coisas diferentes.

Com um enredo bem leve de início, a história começa a ficar pesada quando Margaret se torna escrava do seu marido e, sufocada pelo segredo, decide falar para o mundo: Walter nunca pintou nenhum daqueles quadros.

Amy Adams faz de Margaret uma pessoa frágil e carismática enquanto Christoph Waltz, deixa Walter um daqueles vilões impossíveis de odiar. Filme gostosinho!

Postado por Carina Silva

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18/02/15
Batom Felicittá cor 125

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A Felicittá Looks lançou uma linha de batons chamada UP, todos com acabamento mate e muitas cores diferentes e lindas.

Fui a Mega Vale aqui de Juiz de Fora em busca da cor 100, que é um roxo mais azulado, mas chegando lá encontrei a cor 125 Líber, que também é um roxo lindo, só que com um fundo mais quente. Resolvi trazer, testar e contar para vocês o que eu achei.

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Lindão o efeito dele na boca, né? <3

O Batom Felicittá cor 125, como eu disse tem esse fundo mais quente do que o outro que eu queria, mas ainda sim, ele é um roxo com toque azulado também.

O acabamento mate é bem confortável, fácil de aplicar, macio, não é dos mates mais secos, sabe? No entanto, depois de aplicado fica com aparência opaca que a gente ama, mas sem ser secão demais, deu pra pegar a ideia? A pigmentação é ótima, super forte já na primeira passada!

Ele tem até um cheirinho doce, mas é bem mais fraco do que normalmente tem alguns batons nacionais, e além disso, não fica por muito tempo, não incomoda depois de aplicado. Quanto a duração ainda não sei dizer, pois passei apenas umas 2 horas com ele, que segurou bem nesse tempo.

Eu adorei a qualidade e a cor do batom 125, quem está a procura da cor da moda, mas não quer gastar muito ele é ideal. E não deixa a desejar aos mais caros. Lá na Mega Vale ele estava por menos de 9 reais e tem várias cores lá, tem na loja online da marca mais está quase 15 reais, oi? Então quem puder ir a uma loja física, vale muito mais a pena.

Ah, prometo que sempre que tiver uma cor diferente ou que todo mundo está desejando, vou tentar trazer uma opção mais barata e de boa qualidade para vocês, combinado?

Curtiram esse roxão? Vocês curtem cores fortes assim?

Postado por Helena Sá

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02/02/15
[Resenha] Não Sou Uma Dessas

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Quem assiste Girls sabe que a personagem principal, Hannah, é aspirante a escritora. O livro no qual ela vive trabalhando é nada mais do que a história da sua vida e experiência como uma jovem mulher da geração Y. E esse livro existe: Not That Kind Of Girl foi escrito pela própria Hannah. Ops. Lena Dunham.

A “confusão” é porque é quase impossível não comparar as duas. Uma vez que  Lena, além de interpretar Hannah, é a roteirista e diretora da série e usa muito da sua personalidade e vida na série.

Pode parecer um pouco de prepotência e egocentrismo, afinal, o que uma garota de vinte e poucos anos, criada em Nova Iorque, com pais artistas e uma trajetória acadêmica de dar inveja a qualquer “artista wanna be”, teria para falar de interessante? Pois é, eu também não sei. Só sei que Lena tem. E ela fala. Ô se fala.

Palavrões não são poupados, descrição de transas mal sucedidas, brigas e acontecimentos íntimos dos familiares, pensamentos vergonhos… Lena não poupa saliva e não tem, absolutamente nenhuma, vergonha na cara. Ela é o tipo de mulher que admiro. Daquelas que exalam tanta verdade e personalidade que acaba se saindo como ridícula para as socialites da vida.

Mas quem liga? Eu não. Eu quero ouvir histórias escrotas e relatos sobre TOC, estupro, sonhos, micos alheios e dissecações da vida.

Não vou dizer que Não Sou Uma Dessas não tem asneiras. Tem. Lena consegue ser sem noção e, às vezes, “pregar” um feminismo que carrega aspectos que eu não curto muito.

A prepotência dela me irritou às vezes (afinal, uma garota com a criação e oportunidades como as que ela teve, tinha que se tornar, no mínimo, o que é hoje). Isso porque, talvez, se Lena tivesse tido uma vida um pouco mais normal e não corresse tanto atrás de amizades e situações bizarras, o livro se tornaria mais verdadeiro, e não uma dramédia muito boa, mas que não engana, porque, no fim, a gente sabe que foi tudo friamente escrito e calculado.

 Meus trechos favoritos (não todos, porque alguns você tem que ler no livro mesmo):

“Não há nada mais corajoso para mim do que uma pessoa anunciar que sua história merece ser contata, sobretudo se essa pessoa é uma mulher. Por mais que tenhamos trabalhado muito por mais longe que tenhamos chegado, ainda existem muitas forças que conspiram para dizer às mulheres que nossas preocupações são fúteis, que nossas opiniões não são relevantes, que não dispomos do grau de seriedade  necessária para que nossas historias tenham importância. Que a escrita pessoal feminina não passa de um exercício de vaidade e que nos deveríamos apreciar esse novo mundo para mulheres, sentar e calar a boca.”

“Eu era trabalhadora. Merecia beijos. Merecia ser tratada como um pedaço de carne, mas também ser respeitada pela minha inteligência.”

“A Barbie é distorcida. Não tem problema brincar com ela, desde que você se lembre disso.”

“Nunca desejei ficar com mulheres; eu desejei ser essas mulheres.”

“Há dois tipos de mulheres em especial que despertam minha inveja. O primeiro é a exuberante, alegremente ocupada de manhã, à noite, capaz de desfrutar almoços em grupo, tirar férias espontâneas em Cartegena com as amigas e planejar chás de bebês para outras pessoas. As grandes questões existências não parecem afetá-la, e ela consegue limpar o forno sem pensar sequer uma vez: “ Para que fazer isso? Vai ficar sujo de novo de qualquer jeito, e depois vamos todos morrer. Por que eu simplesmente não enfio a cabeça?”

“A ambição é uma cosia curiosa: ela se infiltra quando menos se espera e te faz ir a diante mesmo que você prefira ficar parada.”

“A autoconfiança pode fazer qualquer coisa dar certo. Até mesmo sandálias com meias.”

“É horrível quando quem você odeia consegue coisas que você deseja.”

 “Penso bastante sobre o fato de que todos nós vamos morrer. Penso nisso nos momentos mais inoportunos.”

“E decidi que nunca sentiria inveja. Nunca seria vingativa. Nunca seria ameaçada pelo velho ou pelo novo. Vou desabrochar como uma flor todas as manhas. Vou fazer o meu trabalho.”

Postado por Carina Silva

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