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10/06/14
Coleção Isis Valverde out/inv

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Já teve Coleção Isis Valverde de verão e agora a Impala lançou a segunda, de outono\inverno. E assim como a primeira, essa também veio com cores lindas e super adequadas para a estação.

Vejam um trecho do release da marca:

Após o sucesso da primeira coleção Isis Valverde Impala, a atriz em parceria com a marca lança novas cores para o outono/inverno 2014.

Manuela, Estela, Eva, Glória, Diana, Alice, Catarina e Olívia são os nomes escolhidos para estender a homenagem à mulher brasileira. As cores acompanham as tendências da estação e refletem as diferentes personalidades e estilos da mulher moderna.

A coleção vai desde o tom mais rosado, considerado o novo neutro da estação, passando por cores mais intensas como vinho, verde oliva e o roxo. Os efeitos metalizados na cor azul e o fosco preto são as maiores apostas para o outono/inverno.

Chegou para mim também na embalagem quadrada, super caprichada, assim como a anterior.

Vamos ver os detalhes das cores!

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Manuela (fosco), Eva (High Gloss), Estela (High Gloss) e Olívia (High Gloss).

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Catarina (cremoso), Diana (metalizado), Glória (cremoso) e Alice (cremoso).

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Os esmaltes da Impala são mais ralinhos (isso é uma vantagem pra quando estão mais velhos), eu cobri bem no mostradores com 2 camadas, mas dependendo da quantidade de esmalte que você pega no pincel, será necessário 3 camadas para uma cobertura uniforme. Eles tem um cheirinho de fruta, mas não é forte e some com o tempo de aplicação.

O preço sugerido por vidrinho é R$4,50. E a previsão é de que estarão nas lojas ainda este mês.

Meus preferidos são Diana e Glória. Mas curti muito a coleção no geral, as cores como eu disse no início, são a cara do inverno e lindas.

Quais os preferidos de vocês?

Postado por Carina Silva

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20/02/15
[Filme] Grandes Olhos

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O mais novo filme do queridíssimo Tim Burton vai lá para os anos 50 contar a história real da pintora Margaret Keane (Amy Adams). Uma jovem artista mãe solteira que sonha em ganhar a vida vendendo sua arte: quadros  de crianças com olhos grandes e expressivos.

Mesmo sendo fonte de um grande talento, Margaret é tímida, sem o mínimo jeito para vender o seu trabalho e tem medo de não aceitarem o fato de ser uma mulher artista. É então que ela se  casa com o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) e ele, desenvolto, carismático e excelente vendedor, começa a ficar famoso pelos quadros da sua esposa.

O sucesso das imagens de crianças de olhos grandes começa a ser tanto, que a arte de Walter Keane (na verdade da Margaret), passa a ser uma espécie de Romero Britto da época (só que melhor, claro). Tendo seus quadros estampados em posters e em uma diversidade de produtos, Margaret começa a se incomodar com o sucesso do seu marido em nome do trabalho dela. Enquanto fica trancada em um quartinho pintando quadro após quadro para preencher a demanda, ela começa a procurar sua própria identidade e decide mudar seu estilo para poder, enfim, assinar sua própria arte.

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Mesmo os quadros sendo a cara de personagens do Tim Burton (teria sido esse o motivo que ele resolveu fazer o filme?), o filme colorido e fofo não tem muito daquele tom sombrio que a gente está acostumado a ver. É só pela fotografia caricata e um pouco exagerada  que a dá para encontrar o dedo do Tim ali. O que é bom. Mostra que o diretor sabe produzir coisas diferentes.

Com um enredo bem leve de início, a história começa a ficar pesada quando Margaret se torna escrava do seu marido e, sufocada pelo segredo, decide falar para o mundo: Walter nunca pintou nenhum daqueles quadros.

Amy Adams faz de Margaret uma pessoa frágil e carismática enquanto Christoph Waltz, deixa Walter um daqueles vilões impossíveis de odiar. Filme gostosinho!

Postado por Carina Silva

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18/02/15
Batom Felicittá cor 125

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A Felicittá Looks lançou uma linha de batons chamada UP, todos com acabamento mate e muitas cores diferentes e lindas.

Fui a Mega Vale aqui de Juiz de Fora em busca da cor 100, que é um roxo mais azulado, mas chegando lá encontrei a cor 125 Líber, que também é um roxo lindo, só que com um fundo mais quente. Resolvi trazer, testar e contar para vocês o que eu achei.

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Lindão o efeito dele na boca, né? <3

O Batom Felicittá cor 125, como eu disse tem esse fundo mais quente do que o outro que eu queria, mas ainda sim, ele é um roxo com toque azulado também.

O acabamento mate é bem confortável, fácil de aplicar, macio, não é dos mates mais secos, sabe? No entanto, depois de aplicado fica com aparência opaca que a gente ama, mas sem ser secão demais, deu pra pegar a ideia? A pigmentação é ótima, super forte já na primeira passada!

Ele tem até um cheirinho doce, mas é bem mais fraco do que normalmente tem alguns batons nacionais, e além disso, não fica por muito tempo, não incomoda depois de aplicado. Quanto a duração ainda não sei dizer, pois passei apenas umas 2 horas com ele, que segurou bem nesse tempo.

Eu adorei a qualidade e a cor do batom 125, quem está a procura da cor da moda, mas não quer gastar muito ele é ideal. E não deixa a desejar aos mais caros. Lá na Mega Vale ele estava por menos de 9 reais e tem várias cores lá, tem na loja online da marca mais está quase 15 reais, oi? Então quem puder ir a uma loja física, vale muito mais a pena.

Ah, prometo que sempre que tiver uma cor diferente ou que todo mundo está desejando, vou tentar trazer uma opção mais barata e de boa qualidade para vocês, combinado?

Curtiram esse roxão? Vocês curtem cores fortes assim?

Postado por Helena Sá

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02/02/15
[Resenha] Não Sou Uma Dessas

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Quem assiste Girls sabe que a personagem principal, Hannah, é aspirante a escritora. O livro no qual ela vive trabalhando é nada mais do que a história da sua vida e experiência como uma jovem mulher da geração Y. E esse livro existe: Not That Kind Of Girl foi escrito pela própria Hannah. Ops. Lena Dunham.

A “confusão” é porque é quase impossível não comparar as duas. Uma vez que  Lena, além de interpretar Hannah, é a roteirista e diretora da série e usa muito da sua personalidade e vida na série.

Pode parecer um pouco de prepotência e egocentrismo, afinal, o que uma garota de vinte e poucos anos, criada em Nova Iorque, com pais artistas e uma trajetória acadêmica de dar inveja a qualquer “artista wanna be”, teria para falar de interessante? Pois é, eu também não sei. Só sei que Lena tem. E ela fala. Ô se fala.

Palavrões não são poupados, descrição de transas mal sucedidas, brigas e acontecimentos íntimos dos familiares, pensamentos vergonhos… Lena não poupa saliva e não tem, absolutamente nenhuma, vergonha na cara. Ela é o tipo de mulher que admiro. Daquelas que exalam tanta verdade e personalidade que acaba se saindo como ridícula para as socialites da vida.

Mas quem liga? Eu não. Eu quero ouvir histórias escrotas e relatos sobre TOC, estupro, sonhos, micos alheios e dissecações da vida.

Não vou dizer que Não Sou Uma Dessas não tem asneiras. Tem. Lena consegue ser sem noção e, às vezes, “pregar” um feminismo que carrega aspectos que eu não curto muito.

A prepotência dela me irritou às vezes (afinal, uma garota com a criação e oportunidades como as que ela teve, tinha que se tornar, no mínimo, o que é hoje). Isso porque, talvez, se Lena tivesse tido uma vida um pouco mais normal e não corresse tanto atrás de amizades e situações bizarras, o livro se tornaria mais verdadeiro, e não uma dramédia muito boa, mas que não engana, porque, no fim, a gente sabe que foi tudo friamente escrito e calculado.

 Meus trechos favoritos (não todos, porque alguns você tem que ler no livro mesmo):

“Não há nada mais corajoso para mim do que uma pessoa anunciar que sua história merece ser contata, sobretudo se essa pessoa é uma mulher. Por mais que tenhamos trabalhado muito por mais longe que tenhamos chegado, ainda existem muitas forças que conspiram para dizer às mulheres que nossas preocupações são fúteis, que nossas opiniões não são relevantes, que não dispomos do grau de seriedade  necessária para que nossas historias tenham importância. Que a escrita pessoal feminina não passa de um exercício de vaidade e que nos deveríamos apreciar esse novo mundo para mulheres, sentar e calar a boca.”

“Eu era trabalhadora. Merecia beijos. Merecia ser tratada como um pedaço de carne, mas também ser respeitada pela minha inteligência.”

“A Barbie é distorcida. Não tem problema brincar com ela, desde que você se lembre disso.”

“Nunca desejei ficar com mulheres; eu desejei ser essas mulheres.”

“Há dois tipos de mulheres em especial que despertam minha inveja. O primeiro é a exuberante, alegremente ocupada de manhã, à noite, capaz de desfrutar almoços em grupo, tirar férias espontâneas em Cartegena com as amigas e planejar chás de bebês para outras pessoas. As grandes questões existências não parecem afetá-la, e ela consegue limpar o forno sem pensar sequer uma vez: “ Para que fazer isso? Vai ficar sujo de novo de qualquer jeito, e depois vamos todos morrer. Por que eu simplesmente não enfio a cabeça?”

“A ambição é uma cosia curiosa: ela se infiltra quando menos se espera e te faz ir a diante mesmo que você prefira ficar parada.”

“A autoconfiança pode fazer qualquer coisa dar certo. Até mesmo sandálias com meias.”

“É horrível quando quem você odeia consegue coisas que você deseja.”

 “Penso bastante sobre o fato de que todos nós vamos morrer. Penso nisso nos momentos mais inoportunos.”

“E decidi que nunca sentiria inveja. Nunca seria vingativa. Nunca seria ameaçada pelo velho ou pelo novo. Vou desabrochar como uma flor todas as manhas. Vou fazer o meu trabalho.”

Postado por Carina Silva

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14/01/15
Escova Pérolas de Caviar Widi Care

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Mês passado iniciei uma parceria linda aqui no blog, com o Salão Pinheiro’s Hair, que é aqui em Juiz de Fora. Só para vocês terem uma ideia, vão sempre rolar aqui dicas, vídeos, resenhas e muitas transformações doidas que gosto de fazer no meu cabelo. Tudo isso pois a equipe do Pinheiro’s topou entrar na onda das minhas mudanças e gostos diferentes nos cabelos.

Aguardem por um corte super legal que eu pretendo fazer no fim do mês e mais para frente tem mudança de cor também! #ansiosa

Mas hoje vou contar sobre a Escova Pérolas de Caviar Widi Care, que fiz com a Poliana lá no salão. Apesar dela ter o nome de escova, não é um produto alisante e também não possui formol.

A questão é que no verão é tenso de manter meus cabelos arrumadinhos, é muita umidade, a gente sua demais e nunca fica direitinho. Eu fazia escova ou chapinha em casa, passava 5 minutos na rua e tudo ia embora, por isso optei por fazer essa escova da Widi Care.

A Pérolas de Caviar apesar de diminuir bastante o volume dos cabelos e o frizz, não alisa completamente. Porém, eu prefiro assim, pois meus cabelos são muito finos e sensíveis, por isso prefiro tratamentos mais leves.

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Nessas imagens acima vocês podem ver meu cabelo seco e todo bagunçado (zero dignidade), depois da escova feita e com chapinha, e por último ele só no secador com ondas nas pontas.

Vocês podem notar que desbotou pouquíssimo do meu rosa, pois o shampoo inicial da linha é anti resíduos, que costuma retirar mesmo tonalizantes ou anilina (que é o meu caso).

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Na foto acima vocês podem ver o resultado dos cabelos quase 1 mês depois de fazer a escova, na foto eu estou com os cabelos secos naturalmente, sem secador. Não senti oleosidade a mais nos meus cabelos, nem qualquer tipo de dano. Mas como eu disse, a escova não é alisante, nos meus cabelos que são muito finos e maleáveis, ficou mais fácil de alisar e deixando preso em coque por um tempo, ele alisa ou ondula sozinho, dependendo da forma como é preso.

Quem quer:

  • os cabelos mais fáceis de cuidar no verão,
  • não quer agredi-los e quer um produto leve,
  • que não danifique os fios, eu super indico essa escova.

E claro, indico fortemente o Salão Pinheiro’s Hair, e não é só por ser parceiro aqui do blog, é porque fui super bem tratada e atendida lá, os profissionais são excelentes, você vê o produto que é usado no seu cabelo, é tudo explicadinho pra você, que tipo de tratamento está sendo feito, quais os componentes dos produtos. Fora o resultado que foi maravilhoso!

Para quem é de Juiz de Fora e região, o endereço do salão:

Santa Rita, 496 Centro
Juiz de Fora
(32) 3212-3895/3212-2813

Curtiram o resultado dos meus cabelos? Quem já usou essa escova, o que achou?

Postado por Helena Sá

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06/01/15
[Resenha] O Presente do Meu Grande Amor

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O Presente do Meu Grande Amor foi justamente o livro que precisava para entrar mais um pouco no clima das festas de fim de ano. É uma junção de doze contos super fofos de diversos atores autores americanos que, com exceção da Raibow Rowell ( autora de Eleanor & Park), não conhecia.

As histórias que se passam no  Natal e Ano Novo são perfeitos para quem adora o climinha de fim de ano, luzes, árvores com enfeites fofos e o sentimentalismo inevitável.

Como são doze histórias, acho muita coisa para contar aqui para vocês, então vou falar sobre meus dois favoritos:

o-presente-do-meu-grande-amorÉ um milagre de Yule, Charlie Brown” – Stephanie Perkins ( autora de “Anna e o Beijo Francês”)

Conta a história da jovem Marigold que saiu do ensino médio e quer se mudar o quanto antes da sua cidadezinha pacata para trabalhar com o que mais gosta: animação. Ela tem um canal no Youtube onde coloca suas criações e agora, para um papel importante da sua nova animação, precisa da voz do vendedor de pinheiros. Por esse motivo passou a ir mais vezes do que gostaria no lugar que vende as famosas árvores de Natal enquanto tenta juntar coragem para falar com o dono da voz magnífica, que não é nada feio, e pedir seu favor estranho.

Anjos na Neve” – Matt de La Peña

É um conto que não tem lá muito cenário de Natal, mas sei lá porque tem um climinha gostoso de festas. A história toda é narrada por um estudante universitário com descendência mexicana que está passando fome em um apartamento chique na véspera de Natal longe de sua família. Shy está cuidando da gata de um homem com dinheiro que esqueceu de fazer as compras do mês e o deixou só com algumas fatias de pão e iogurte.  Enquanto vigia a gata, toca violão, olha a neve do lado de fora e passa fome sozinho, uma garota bate na sua porta pedindo ajuda para consertar o encanamento do seu apartamento. Eles são as únicas pessoas que não saíram de Nova York e voltaram para seus lares.

O Presente do Meu Grande Amor tem conto para todos os tipos de gosto, quem adora um romance real, romances improváveis, casal de fantasma com vivo, gays, humana com duende e muito amor e amizade. É ótimo para ler no final do ano, mas isso não quer dizer que ler ao longo dele vá ser chato. É um Young adult delicinha e meigo. O lado ruim? Dá muita vontade de ver neve.

Um ótimo 2015 para todos e que venha mais livros, filmes, séries e coisas boas para falar!

Postado por Carina Silva

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29/11/14
[Filmes] Boyhood – Da Infância à Juventude

Não sei se Boyhood é um filme ótimo ou só okay. Mas, sem dúvida, é um filme que toda pessoa que tem um olhar mais sensível sobre a vida deve ver.

O filme dirigido por Richard Linklater, mesmo diretor dos clássicos Antes do Amanhecer, Antes do Pôr-do-sol e Antes da Meia Noite, nos toca não por ser uma grande produção (em termos de efeitos) mas sim pela simplicidade e principalmente por falar de algo que comove: a passagem do tempo e a vida. Sim, só a vida.

Talvez Linklater tenha um fetiche por falar da passagem do tempo, afinal, a sua trilogia mais famosa conta a história de mesmos personagens ao longo de 30 anos e o melhor: com os mesmos atores.  E é isso que é mágico em Boyhood, o uso do mesmo elenco ao longo de 12 anos. O diretor passou 12 anos rodando o filme em segredo com os mesmos atores.

boyhoodO roteiro não tem nada demais (espero que não me batam por dizer isso). Conta a história de Mason, um garoto criado por uma mãe solteira e sua vida da infância à juventude. Fim. Mas se é só isso, por que é tão interessante? Porque retrata a passagem do tempo verdadeira. Cada mudança na vida dos personagens fica mais e mais real enquanto as mudanças físicas e verdadeiras dos atores ajudam a tornar isso mais concreto.

O interessante é que o protagonista Mason não tem nada demais. Apesar de infância difícil, com um pai ausente e um padrasto alcoólatra, o garoto permanece passivo, com poucas falas e traços de personalidade até a metade do filme. Somente quando ele vai tomando corpo é que sua personalidade começa a aflorar, para nosso alívio.

Boyhood

Mesmo tendo o tempo como protagonista principal, Boyhood não é apelativo e saudoso, daqueles tipos de filme que usam a nostalgia como truque. O filme só faz chorar mesmo (se fizer chorar) nos últimos segundos. A “mensagem” não é a saudade, o olhar para trás, mas sim o agora. Os momentos da vida que passam e que, sem perceber, já estão no passado.

Poderia ter vinte minutos a menos? Poderia. Mas não deixa de ser uma experiência adorável.

Postado por Carina Silva

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