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09/10/14
Delineador Zuzulinho QDB

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Quando inaugurou a Quem disse, Berenice? aqui de Juiz de Fora, recebi da marca o Delineador Zuzulinho (que nome). Mas desde então ele esteve guardadinho a espera da sua vez nas resenhas. Aliás, estou mega atrasada com resenhas de produtos que recebi. #shame

Mas daí essa noite eu sem sono, comecei a brincar de delineados com esse delineador, e olha a arte que eu aprontei:

delineador-zuzulinho

Não venham zoar a sobrancelha sem fazer, tem espelho aqui em casa! 😀

Resolvi aproveitar a cor super viva dele para brincar um pouco com as linhas do delineado. Apesar de parecer super chamativo, como meus olhos são encapsulados, quase só se vê a pontinha do delineado, para aparecer bem assim nas fotos, eu tenho que levantar bem a sobrancelha.

O Zuzulinho (não vou me acostumar com esse nome), é líquido, mas seca rápido e não é do tipo que faz bagunça. Ele não carimbou, mas isso a gente só confere mesmo num dia de muito calor. Achei a cobertura média, tive que esperar secar e reaplicar para uniformizar a aplicação. A duração e fixação me pareceram ótimas, fiz o teste na mão e ainda não saiu, estou desde ontem com o produto na mão, já lavei e passei a mão algumas vezes, ele desbotou bem pouco.

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A embalagem e o aplicador são do tipo já clássico de delineadores líquidos, que funciona muito bem. Ainda existem outras 6 cores nessa linha, o zuzulinho é um azul klein muito bonito.

Conferi no site da marca e eles tá por R$21,90 o preço cheio, mas vi e  tem promoção por R$15,33, é só colocar na sacola para o desconto entrar. Ele vem com 2,5ml.

Eu costumo ousar mais nas cores do batom e ser mais clássica nos olhos, mas vou me arriscar e fazer uma make com ele, aguardem!

Alguém já testou esse delineador? E quero saber quem curte maquiagem colorida assim.

Postado por Helena Sá

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12/06/15
Batom líquido Tracta na cor Moda

Obrigada…já não sei mais o que fazer… Meu maior desejo eh usar uma mini saia… Ir a Praia e ficar confortável com a pele..mas infelizmente…vivo procurando algo que ajude a mudar isso..acho que estou em depressão por ver um mundo cheio de mulheres bonitas com pele Lisa e eu com essa m…de problema…

Chegaram na Mega Vale essa semana 2 linhas de batons líquidos de marcas diferentes. No vídeo de lançamentos que entra no canal segunda, eu mostrei todas as cores.

Mas hoje quero mostrar para vocês o batom líquido Tracta na cor Moda, pois assim que vi, gamei! ♥

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A cor Moda faz parte de uma coleção com 7 cores, no vídeo de segunda tem todas. Mas o moda foi o que mais me chamou atenção, ele é um uva fechado e lindo!

Esse batom líquido não foge ao estilo de todos os outros já lançados no mercado nacional, tem textura um pouco mais líquida do que os que eu já testei e um aplicador peludinho, ao aplicar na pele vai secando até ficar sequinho e com a aparência mate.

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A outra linha que chegou na cidade é a da Koloss, e eu fiquei de cara que as embalagens são idênticas! Não sei se ambas são do mesmo fornecedor ou se houve cópia de uma marca para a outra. Quanto ao produto, achei diferenças entre eles, em breve tem resenha do batom líquido Koloss. 😉

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Por ser um pouco mais fluído que os batons líquidos que estamos acostumadas no Brasil, o Moda dá impressão de que vai manchar e não cobrir de forma uniforme os lábios. Mas é só impressão mesmo, ao aplicar é só não ficar passando e repassando o pincel, aplique uma camada, espere secar e aplique outra, vai ficar perfeito!

Ele tem um cheirinho doce, mas é muito leve e some rápido após aplicado e seco. Estava por R$19,90 cada, um preço que é muito bom, dentro da média de valor dos similares disponíveis no mercado.

Em resumo amei a cor, curti a qualidade do produto, achei o preço legal e aguardo lançamento de mais cores diferentes assim.

Quero saber o que vocês acharam da cor, que pra mim é super inverno e chique! Ah, alguém já usou?

Postado por Helena Sá

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02/06/15
em: Livros
[Resenha] Todos Nós Adorávamos Caubóis

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Duas moças que estão tentando resolver seu relacionamento, uma viagem de carro tendo como cenário o interior do sul brasileiro e uma autora brasileira e jovem. Resultado: claro que assim que soube da existência de “Todos Nós Adorávamos Caubóis” – Companhia das Letras – tive que botar na minha lista de livros desejados.

Cora e Julia estão vivendo seus vinte e poucos anos, uma morando em Paris e estudando moda após ter abandonado o jornalismo e outra morando no Canadá, quando a narradora – Cora – decide tirar do papel os planos de sair pelo sul do Brasil de carro e sem destino certo com Julia. A premissa da viagem, e da história, além de descobrir o que vai acontecer com duas jovens garotas andando de carro pelo interior, é descobrir o que vai sair dessa relação até então mal resolvida entre as duas.

Elas não se viam há aproximadamente 3 anos e antes disso, na época da faculdade, chegaram a ir de simples amigas para algo a mais.

Julia é uma moça moderna e descolada que não tem lá muita afeição por sua família muito menos por sua cidadezinha do interior sulista. Ela enxerga o modo que a família a trata como sendo uma substituta e que deve compensá-los de alguma forma. Isso provoca um distanciamento dos pais e do irmão mais velho, o que pode ser compreensível, afinal ninguém é obrigado a amar a família de paixão.

Já Cora pode parecer imatura e com grandes dificuldades de enfrentar os problemas. A viagem de carro com a amiga/ex caso representa o primeiro passo para ela aprender a resolver as coisas engavetadas. Além de ter armado a viagem para definir de uma vez por todas seu relacionamento com Julia – se serão amigas, namoradas, ou simples conhecidas – Cora tem que resolver o relacionamento com o pai. Pessoa que se distanciou dela após o divórcio com sua mãe, se casou com uma moça da idade dela e a chamou para ir de Paris ao Brasil acompanhar o nascimento do seu mais novo meio irmãozinho.

O problema é que Cora simplesmente não está afim desse drama. Para ela, resolver as coisas com Julia está no primeiro plano.

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O livro de 2013 da escritora Carol Bensimon narra especificamente o período onde as duas moças estão inseguras quanto à sua sexualidade e sentimentos. Para mim, ambas são imaturas principalmente pelo fato de fugirem dos confrontos com as respectivas famílias e também de evitar “the talk” sobre a relação delas. É justamente para isso que a viagem serviu: uma pausa na vida das duas para clarearem as ideias e os sentimentos.

Para quem gosta de uma leitura com boa ambientação, o livro vai agradar. Diversas vezes a narradora e protagonista para o ritmo da história para descrever em detalhes o quarto do hotel, por exemplo. Cora analisa suas sensações várias vezes e não evita em ir ao passado para apresentar melhor a história das duas.

Não sei se isso funcionou comigo. Apesar da narração cheia de flashbacks Julia e Cora ainda me pareceram apáticas, sem senso de humor e sem muitas camadas. Talvez tenha sido essa a intensão da Carol Bensimon.

Quem gosta de bastante diálogos pode ficar na vontade, o livro tem poucos. Mas recomendo para quem estiver afim de uma história com protagonistas homossexuais narrada de forma real. E por que eu falo real? Bom, nunca tinha lido um livro onde os protagonistas são um “casal” do mesmo sexo e achei bem interessante o jeito que a Carol descreve os sentimentos de atração física de Cora por Júlia de um jeito natural. Em nenhum momento ela exagera ou diminui. Simplesmente coloca o que é necessário, sem mimimi.

Apesar de bem curtinho, não é tão simples entrar no clima da narração do livro, por isso, “Todos Nós Adorávamos Caubóis” é bom para ler longe de barulhos e aproveitar as divagações de Cora e ambientação do interior do Sul com calma.

Postado por Carina Silva

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22/05/15
Óculos de madeira Ybirá

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Vocês notaram que o Garotas tá numa vibe de divulgar e fazer parcerias com marcas artesanais, incentivando a compra de produtos de quem faz? Pois então, hoje começo uma série de posts apresentando para vocês marcas especiais, com produtos lindos, feitos com muito cuidado e respeitando a natureza.

Descobri os óculos de madeira Ybirá na primeira edição do Mercado Aberto que eu fui, e já de cara fiquei encantada com a ideia, com a proposta, mas principalmente com a beleza e design dos óculos.

E sempre que eu mostro algo aqui no blog, é porque eu realmente curti, compraria ou comprei, fui bem atendida, concordo com a proposta do produto, e acho que tem tudo a ver comigo, com o blog e com vocês.

Claro que eu não errei em nada, pois quando mostrei os óculos aqui, todo mundo comentou e cobiçou um modelo Ybirá para chamar de seu. Por isso, hoje eu vou mostrar os óculos mais detalhadamente em vídeo e fotos. No vídeo ainda tem um dos sócios da marca contando como tudo começou!

Apertem o PLAY e assistam em HD, são 3 minutinhos para vocês se encantarem.

É muito modelo lindo e em cores e tipos de madeira que dão um estilo único aos óculos da Ybirá. ♥

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Eu escolhi um modelo de sol e um de grau. O de grau é esse aí em cima, o modelo se chama Oba e eu escolhi o tipo de madeira Marfim, que é o mais clarinho de todos. Em breve vou colocar lente e vocês vão cansar de me ver usando esse lindo aí.

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O meu escolhido de sol, na verdade me escolheu, pois foi amor à primeira vista pelo modelo Eça, que é um cateyes super diferente. Eu escolhi na madeira Imbuia que tem a tonalidade mais escura de todas, e a lente foi no marrom degradê.

Eu achei os óculos super confortáveis e leves. Vi no site e no facebook da marca, que eles podem ser molhados, pegar chuva ou suor sem problemas, porém não se deve deixá-los submersos para não danificar e tirar o brilho da madeira.

Na loja online dá para escolher entre 4 tipos de madeira e cinco tipos de lente para os óculos, e isso é demais, pois dá uma certa personalizada.

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É claro que eu já estreei o meu, e ainda junto com o cabelo novo, que já mudou de novo e em breve conto tudo sobre. 😉

Quero saber, quem já conhecia os óculos de madeira? Quem amou muito tudo isso como eu? E claro, me contem qual ou quais modelos foram os preferidos de vocês!

*Todas as fotos do post foram produzidas, feitas e editadas por mim. Quem quiser utilizá-las, deve dar os devidos créditos.

Postado por Helena Sá

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08/04/15
[Resenha] Um Mais Um

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Um mais Um foi o primeiro livro que li da Jojo Moyes, autora de Como eu era antes de você, e a premissa dele me pareceu interessante: um livro sobre viagem na estrada. Mas, ao contrário do que se espera de histórias de viagens, esse não tem jovens aloucados, sexo, drogas e rock n’ roll, e sim uma família que precisa muito enfrentar seus monstros para permanecer unida e forte.

Jess é uma mãe solteira no início dos 30 anos que foi deixada pelo marido. O motivo? O indivíduo “pai de família” alegou estar sob muita pressão e entrando em forte depressão, por isso , decide largar os dois filhos a mercê e voltar para a casa da mãe.

Para sustentar sua filha Tanzie que está no ensino fundamental e o enteado Nicky (filho do relacionamento anterior do seu super/ex marido), Jess trabalha como faxineira de casas ricas da cidade de manhã, e a noite é garçonete em um pub. É angustiante ler como ela se vira com o dinheiro, adiando o pagamento das contas até cortarem a energia como aviso, contando o dinheiro para fazer as compras da semana e tendo que fazer as próprias roupas da filha. Além de tudo isso, Nicky sofre um bullying violento na escola, passa o dia inteiro trancado no quarto jogando no computador e só consegue dormir se fumar maconha.

Uma das casas caras que Jess limpa pertence a Ed. Um homem adulto recém divorciado, dono de uma empresa de tecnologia que desenvolve softwares. Ex-geek na escola e na faculdade, Ed abriu uma firma com o melhor amigo e passou a levar uma vida de rei. Longe da família, cheio de grana e prestes a lançar um programa que elevaria suas finanças ainda mais, ele reencontra uma antiga paquera da faculdade e a convida para sair.

Seria a vingança dos nerds, afinal, agora ele era um homem rico e a moça mais popular da faculdade está sob os seus pés louca para transar com ele. Só que depois que isso acontece, a belíssima moçoila não larga dele e todo aquele encanto de mulher segura, intocável e perfeita começa a se esvanecer quando ela conta da separação sofrida que teve que passar, sua depressão e dívidas.

Querendo dar o fora na mulher e sem saber como, Ed resolve contar a ela da incrível empreitada que sua empresa está prestes a lançar e sugere que ela invista nas ações. É quando as coisas reviram e ele cai em uma roubada. Com o grande lucro que a moça ganha, os acionistas acusam Ed de uso de informações privilegiadas e ele é processado sob o risco de ser preso.

O mundo de Jess e Ed se cruzam quando, além de ela limpar sua casa, Tanzie recebe a proposta de estudar em uma escola para gênios. Mas, mesmo com uma bolsa de 90%, a escola é muito cara. Jess sendo uma mulher forte e positiva, encontra um jeito: inscrever sua filha em uma olimpíada de matemática para ganhar o prêmio em dinheiro e conseguir pagar a escola.

Jess, Tanzie, Nicky e seu enorme cachorro de estimação Norman partem para a estrada, e mesmo antes de colocar o pé na tábua o carro quebra. Ed, que está a caminho da casa de seus pais para avisar do processo que iria sofrer, resolve ajudar a família.

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A força de Jess é surpreendente. Não sei como sobreviveria se estivesse no lugar dela. É uma daquelas personagem  que, não importa o que aconteça, sempre vai dar um sorriso e falar “tudo vai ficar bem”. Ela acredita fielmente em algo que também acredito, coisas boas acontecem para pessoas boas e “trate os outros como você gostaria de ser tratado”. Porém , como a vida não é sempre justa, a personagem começa a perder a força em alguns momentos. Isso é a abertura para sua aproximação com Ed, o homem que achava repugnante.

O que me incomodou um pouco no início do relacionamento dos dois foi o fato de que Ed era alguém para salvar Jess: a mãe pobre, que não sabia como ajudar o enteado problemático e a filha desajeitada, casa com um homem rico que ocupa o lugar do pai irresponsável e a salva de uma vida ruim. Mas, para minha surpresa, as coisas não acontecem exatamente dessa maneira. É então que o nome do livro faz sentido. “Um mais Um”. É justamente a soma dos dois que faz as coisas darem certo. Jess salva Ed na área em que ele precisava ser salvo, nos relacionamentos com a família e a insegurança, enquanto ele não deixa ela derrubar a peteca.

Assim como a maioria dos livros de viagem, Um mais Um mostra que, no final de tudo, não importa o destino e sim o trajeto.

Com uma narração clara, mas não pobre, é um livro leve que consegue fugir dos clichês, unindo personagens diferentes e cativantes.

Postado por Carina Silva

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09/03/15
Unhas de Veludo You Care

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Existe coisa mais chique que essas unhas de veludo You Care? As unhas possuem essa textura lindona de veludinho na parte de cima e embaixo são lisinhas para aderir direitinho à nossas. Um luxo!

Elas chegaram há pouco tempo na Mega Vale aqui em Juiz de Fora, em várias cores, como preto, cinza, rosa e vinho e custam R$ 17,95 cada caixinha. Um preço um pouquinho salgado, eu sei. Mas acredito que vale a pena o custo benefício, já que as unhas podem ser reutilizadas se você tiver cuidado.

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Cada caixinha vem com 12 tamanhos e 24 unidades de unhas, além de uma cola, um manual e um aplicador.

Uma coisa que curti bastante é o fato de que as unhas de veludo dessa marca não tem aquele tamanho absurdo super longo (que pode ser bem legal em alguns casos, mas no mundo real não é a coisa mais funcional que existe, né?), excluindo a necessidade de ficar horas e horas lixando cada uma para ter aquela aparência mais natural. Até porque, acredito que a lixa pode danificar o veludo, e isso não seria legal.

Como ainda só usei para testar como ficam nos dedinhos, ainda não sei se elas duram muito tempo sem descolar, só posso garantir que o efeito é bem bacana e pelo visto vale a pena investir!

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Eu já estou louca para usar as minhas, mas estou esperando uma ocasião especial.

E vocês, já conheciam o produto? Curtiram a ideia de sair por aí com unhas divônicas de veludo?

Postado por Helena Sá

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20/02/15
[Filme] Grandes Olhos

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O mais novo filme do queridíssimo Tim Burton vai lá para os anos 50 contar a história real da pintora Margaret Keane (Amy Adams). Uma jovem artista mãe solteira que sonha em ganhar a vida vendendo sua arte: quadros  de crianças com olhos grandes e expressivos.

Mesmo sendo fonte de um grande talento, Margaret é tímida, sem o mínimo jeito para vender o seu trabalho e tem medo de não aceitarem o fato de ser uma mulher artista. É então que ela se  casa com o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) e ele, desenvolto, carismático e excelente vendedor, começa a ficar famoso pelos quadros da sua esposa.

O sucesso das imagens de crianças de olhos grandes começa a ser tanto, que a arte de Walter Keane (na verdade da Margaret), passa a ser uma espécie de Romero Britto da época (só que melhor, claro). Tendo seus quadros estampados em posters e em uma diversidade de produtos, Margaret começa a se incomodar com o sucesso do seu marido em nome do trabalho dela. Enquanto fica trancada em um quartinho pintando quadro após quadro para preencher a demanda, ela começa a procurar sua própria identidade e decide mudar seu estilo para poder, enfim, assinar sua própria arte.

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Mesmo os quadros sendo a cara de personagens do Tim Burton (teria sido esse o motivo que ele resolveu fazer o filme?), o filme colorido e fofo não tem muito daquele tom sombrio que a gente está acostumado a ver. É só pela fotografia caricata e um pouco exagerada  que a dá para encontrar o dedo do Tim ali. O que é bom. Mostra que o diretor sabe produzir coisas diferentes.

Com um enredo bem leve de início, a história começa a ficar pesada quando Margaret se torna escrava do seu marido e, sufocada pelo segredo, decide falar para o mundo: Walter nunca pintou nenhum daqueles quadros.

Amy Adams faz de Margaret uma pessoa frágil e carismática enquanto Christoph Waltz, deixa Walter um daqueles vilões impossíveis de odiar. Filme gostosinho!

Postado por Carina Silva

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