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06/01/15
[Resenha] O Presente do Meu Grande Amor

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O Presente do Meu Grande Amor foi justamente o livro que precisava para entrar mais um pouco no clima das festas de fim de ano. É uma junção de doze contos super fofos de diversos atores autores americanos que, com exceção da Raibow Rowell ( autora de Eleanor & Park), não conhecia.

As histórias que se passam no  Natal e Ano Novo são perfeitos para quem adora o climinha de fim de ano, luzes, árvores com enfeites fofos e o sentimentalismo inevitável.

Como são doze histórias, acho muita coisa para contar aqui para vocês, então vou falar sobre meus dois favoritos:

o-presente-do-meu-grande-amorÉ um milagre de Yule, Charlie Brown” – Stephanie Perkins ( autora de “Anna e o Beijo Francês”)

Conta a história da jovem Marigold que saiu do ensino médio e quer se mudar o quanto antes da sua cidadezinha pacata para trabalhar com o que mais gosta: animação. Ela tem um canal no Youtube onde coloca suas criações e agora, para um papel importante da sua nova animação, precisa da voz do vendedor de pinheiros. Por esse motivo passou a ir mais vezes do que gostaria no lugar que vende as famosas árvores de Natal enquanto tenta juntar coragem para falar com o dono da voz magnífica, que não é nada feio, e pedir seu favor estranho.

Anjos na Neve” – Matt de La Peña

É um conto que não tem lá muito cenário de Natal, mas sei lá porque tem um climinha gostoso de festas. A história toda é narrada por um estudante universitário com descendência mexicana que está passando fome em um apartamento chique na véspera de Natal longe de sua família. Shy está cuidando da gata de um homem com dinheiro que esqueceu de fazer as compras do mês e o deixou só com algumas fatias de pão e iogurte.  Enquanto vigia a gata, toca violão, olha a neve do lado de fora e passa fome sozinho, uma garota bate na sua porta pedindo ajuda para consertar o encanamento do seu apartamento. Eles são as únicas pessoas que não saíram de Nova York e voltaram para seus lares.

O Presente do Meu Grande Amor tem conto para todos os tipos de gosto, quem adora um romance real, romances improváveis, casal de fantasma com vivo, gays, humana com duende e muito amor e amizade. É ótimo para ler no final do ano, mas isso não quer dizer que ler ao longo dele vá ser chato. É um Young adult delicinha e meigo. O lado ruim? Dá muita vontade de ver neve.

Um ótimo 2015 para todos e que venha mais livros, filmes, séries e coisas boas para falar!

Postado por Carina Silva

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01/08/15
[Resenha] Sushi – Marian Keyes

sushi“Existem outras coisas na vida além de ser a melhor.”

Sushi é genial. E talvez muita gente queira me bater por falar isso de um livro voltado para o público feminino e, consequentemente (e infelizmente) por isso considerado“fútil”. Mas não quero nem saber. Sushi é um ótimo livro!

Por que será que estou falando isso de um livro consideravelmente grande onde é narrada a vida de mulheres fazendo absolutamente nada? Bom, é aí que entra a genialidade. Marian Keyes consegue prender o leitor do início ao fim como quem prende um telespectador vendo o final de Avenida Brasil. Sinceramente não sei como essa mulher consegue tanto encher linguiça, por assim dizer. Escrever, escrever e escrever páginas e páginas sobre absolutamente nada. Adoro.

Mas como assim sobre nada, gente?

Bom, não é sobre nada. O livro da escritora irlandesa narra a vida de 3 mulheres com personalidades pouco parecidas que estão passando por uma fase de mudanças. Temos a versão mais nova de Miranda Priestly, Lisa, que é editora chefe de uma revista feminina em Londres. Mandona, trapaceira e uma chefe má, Lisa tem que mudar de vida quando ela é transferida para Dublin para iniciar uma nova revista feminina no país. Acontece que Dublin é chata, nada glamourosa e a equipe que é dada para ela é simplesmente péssima e inexperiente.

No meio da equipe de redação a contratada foi Ashling, aquele tipo de personagem que não tem como não gostar. Simpática e prestativa, Ashling só quer encontrar alguém que a ame (ok, clichê.). Por fim, temos a melhor amiga de Ashling, Clodagh. A amiga muito mais bonita que Ashling, casada com um ex de Ashling, que vive em uma casa linda e tem dois filhos lindos e seu marido continua lindo, mas está infeliz.

A narrativa se passa pelo ponto de vista de Lisa, comandando uma redação aos gritos, Ashling, tentando desesperadamente fazer tudo dar certo, e Clodagh tentando não matar os seus filhos.

E por que tudo isso é ótimo? Porque é engraçado. Sushi é um livro muito engraçado. Por isso, senhoras e senhores, sem essa de que é Chick lit, porque tenho certeza de que é um livro que faria os homens rirem também.

Se você já leu o famoso Melancia e não gostou (assim como eu, porque não acontece absolutamente NADA naquele livro), vai gostar de Sushi, tenho certeza. E se gostou de Melancia, vai amar Sushi. É uma leitura divertida, de narração bem feita e construída, com um vocabulário que não é pobre e tem qualidade.

Terminou de ler aquele livro pesado, triste e denso? Corre para ler Shushi e dar uma risadinhas.

“Tudo o que Ashling sabia era que quase nunca se sentia completa. Mesmo nos seus momentos de maior realização, algo permanecia eternamente ausente, lá no mais íntimo do seu ser. Como aquele pontinho semelhante a um orifício que fica no negro da tela quando a televisão é desligada a noite.”

beda

Postado por Carina Silva

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29/06/15
[Resenha] Sua voz dentro de mim

Sua voz dentro de mim

Quando tinha 22 anos, a roteirista inglesa Emma Forrest chegou em seu apartamento em Nova York e resolveu se matar. A tentativa, no entanto, foi falha. Emma sobreviveu e passou a frequentar um psiquiatra. O gentil e competente Dr. R. Profissional que, nas palavras da autora, salvou a sua vida.

Sua voz dentro de mim” é uma autobiografia da escritora/jornalista/roteirista Emma Forrest, lançada em 2013 pela editora Rocco, que narra especificamente sua relação com a instabilidade mental e principalmente com o psiquiatra que a ajudou nos momentos mais conturbados da sua vida jovem.

Emma começa contando como sua relação com o desejo de morte se iniciou quando ela era uma criança que via o quadro de Ofélia, afogada em meio as flores, e chorava comendo batatas chips. Logo assim, dá para perceber que nada, especificamente, gerou os problemas mentais que ela diz sofrer no livro de pouquíssimas páginas. Emma se corta, tem bulimia, e Mania ( quadro  oposto à depressão, se apresentando com euforia. Uma das fases do transtorno bipolar – fiz minha pesquisa, porque ela não explica isso no livro).

E então, logo aSUA_VOZ_DENTRO_DE_MIM_1363119997Bpós sua tentativa de suicídio, Emma abre sua mente acelerada e bem humorada pelas próximas páginas. Os detalhes das crises e pensamentos depressivos são escritos com muita leveza e senso de humor (superestimado nas críticas, devo dizer). Mas o que acaba deixando o livro interessante é própria vida interessante que Emma leva em meio a sua insegurança e relacionamentos ruins.

Provável filha de pais ricos, ela entrevista celebridades, frequenta casas de celebridades e aluga casas de celebridades. Temos, por exemplo, a participação especial de Heath Ledger na história e muitos outros famosos que ela não chega a falar o nome. Sem contar, claro, no famoso MC (Marido Cigano), ou, como todo mundo já sabe: Colin Farrel, um dos relacionamentos que mais a machucou.

Mas é legal  falar um pouquinho da pessoa que a inspirou a escrever “Sua voz dentro de mim”: Dr. R, se todos os psiquiatras fossem como ele, muitas pessoas não precisariam tomar medicamentos pela vida toda. Pela descrição de Emma, ele foi um homem que fez quase o papel de um psicólogo, a ouvindo e aconselhando de uma maneira humanizada. Claro que só Deus sabe o que ele anotava em seu bloquinho. Mas a relação especial que esse médico desenvolveu com Emma, e outros inúmeros pacientes, foi algo singular.

“Sua voz dentro de mim” é rápido e, antes de começar a ler, é bom ter em mente que o foco é a relação dela com o seu psiquiatra. Os pontos positivos da história são por Forrest ter conseguido falar sobre depressão e temas “mórbidos” de um jeito super leve e fácil de ler.

Foi o primeiro livro com um protagonista depressivo que não me transmitiu melancolia. Ou seja, se você tem medo de ficar triste com ele, não tenha! “Sua voz dentro de mim” nada mais é do que um meio que Emma Forrest teve de guardar a voz do salvador de sua vida dentro dela antes que ela desaparecesse.

Não foi o livro da minha vida, mas fiquei com vontade de ler alguns outros dela, afinal, ler sentimentos tão malucos expostos de uma maneira clara e sincera não é algo que lemos todo dia.

Postado por Carina Silva

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22/06/15
Batom líquido Koloss Irresistível

E cá estou com mais um batom líquido para mostrar para vocês e contar o que achei. \o/

No vídeo de lançamentos que entrou no canal semana passada, mostrei que a Koloss lançou uma linha de batons líquidos com 12 cores lindas.

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Eu escolhi uma das cores para trazer e testar, mas queria uma cor diferente de todas que eu tenho. Daí que o Batom líquido Koloss Irresistível acabou vindo pra casa. ♥

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Gostei muito da cor, da textura, da pigmentação, da uniformidade e do cheiro dele. Tudo ornou perfeitamente.

A embalagem é igual ao da Tracta e da Max Love (que ainda não testei), mas o produto em si é diferente.

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Apesar de ser denominado batom líquido, a textura é cremosa, diferente dos gringos da Lime Crime. Ele é fácil de aplicar, cobre perfeitamente e não mancha. Sinceramente, entre todos os batons chamados líquidos nacionais que eu testei, esse da Koloss foi o melhor.

O Irresistível tem uma cor que prega peça na gente, uma hora tá vermelho vivo, outras mais cereja, e ainda tende pro coral. Muito difícil de descrever e de fotografar, mas é lindo!

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Acredito que fique bem em todos os tons de pele, em mim que sou clara e com tom quente, deu um destaque legal, combinou bastante.

Encontrei a coleção toda na Mega Vale aqui em Juiz de Fora por R$22,40. Um pouco mais caro que os similares de outras marcas, mas como eu disse, foi o meu preferido em qualidade. 😉

Quero saber quem já usou, quem já testou várias marcas de batom líquido? Qual o preferido de vocês? E quais vocês querem que eu teste e compare?

Postado por Helena Sá

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12/06/15
Batom líquido Tracta na cor Moda

Obrigada…já não sei mais o que fazer… Meu maior desejo eh usar uma mini saia… Ir a Praia e ficar confortável com a pele..mas infelizmente…vivo procurando algo que ajude a mudar isso..acho que estou em depressão por ver um mundo cheio de mulheres bonitas com pele Lisa e eu com essa m…de problema…

Chegaram na Mega Vale essa semana 2 linhas de batons líquidos de marcas diferentes. No vídeo de lançamentos que entra no canal segunda, eu mostrei todas as cores.

Mas hoje quero mostrar para vocês o batom líquido Tracta na cor Moda, pois assim que vi, gamei! ♥

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A cor Moda faz parte de uma coleção com 7 cores, no vídeo de segunda tem todas. Mas o moda foi o que mais me chamou atenção, ele é um uva fechado e lindo!

Esse batom líquido não foge ao estilo de todos os outros já lançados no mercado nacional, tem textura um pouco mais líquida do que os que eu já testei e um aplicador peludinho, ao aplicar na pele vai secando até ficar sequinho e com a aparência mate.

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A outra linha que chegou na cidade é a da Koloss, e eu fiquei de cara que as embalagens são idênticas! Não sei se ambas são do mesmo fornecedor ou se houve cópia de uma marca para a outra. Quanto ao produto, achei diferenças entre eles, em breve tem resenha do batom líquido Koloss. 😉

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Por ser um pouco mais fluído que os batons líquidos que estamos acostumadas no Brasil, o Moda dá impressão de que vai manchar e não cobrir de forma uniforme os lábios. Mas é só impressão mesmo, ao aplicar é só não ficar passando e repassando o pincel, aplique uma camada, espere secar e aplique outra, vai ficar perfeito!

Ele tem um cheirinho doce, mas é muito leve e some rápido após aplicado e seco. Estava por R$19,90 cada, um preço que é muito bom, dentro da média de valor dos similares disponíveis no mercado.

Em resumo amei a cor, curti a qualidade do produto, achei o preço legal e aguardo lançamento de mais cores diferentes assim.

Quero saber o que vocês acharam da cor, que pra mim é super inverno e chique! Ah, alguém já usou?

Postado por Helena Sá

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02/06/15
em: Livros
[Resenha] Todos Nós Adorávamos Caubóis

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Duas moças que estão tentando resolver seu relacionamento, uma viagem de carro tendo como cenário o interior do sul brasileiro e uma autora brasileira e jovem. Resultado: claro que assim que soube da existência de “Todos Nós Adorávamos Caubóis” – Companhia das Letras – tive que botar na minha lista de livros desejados.

Cora e Julia estão vivendo seus vinte e poucos anos, uma morando em Paris e estudando moda após ter abandonado o jornalismo e outra morando no Canadá, quando a narradora – Cora – decide tirar do papel os planos de sair pelo sul do Brasil de carro e sem destino certo com Julia. A premissa da viagem, e da história, além de descobrir o que vai acontecer com duas jovens garotas andando de carro pelo interior, é descobrir o que vai sair dessa relação até então mal resolvida entre as duas.

Elas não se viam há aproximadamente 3 anos e antes disso, na época da faculdade, chegaram a ir de simples amigas para algo a mais.

Julia é uma moça moderna e descolada que não tem lá muita afeição por sua família muito menos por sua cidadezinha do interior sulista. Ela enxerga o modo que a família a trata como sendo uma substituta e que deve compensá-los de alguma forma. Isso provoca um distanciamento dos pais e do irmão mais velho, o que pode ser compreensível, afinal ninguém é obrigado a amar a família de paixão.

Já Cora pode parecer imatura e com grandes dificuldades de enfrentar os problemas. A viagem de carro com a amiga/ex caso representa o primeiro passo para ela aprender a resolver as coisas engavetadas. Além de ter armado a viagem para definir de uma vez por todas seu relacionamento com Julia – se serão amigas, namoradas, ou simples conhecidas – Cora tem que resolver o relacionamento com o pai. Pessoa que se distanciou dela após o divórcio com sua mãe, se casou com uma moça da idade dela e a chamou para ir de Paris ao Brasil acompanhar o nascimento do seu mais novo meio irmãozinho.

O problema é que Cora simplesmente não está afim desse drama. Para ela, resolver as coisas com Julia está no primeiro plano.

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O livro de 2013 da escritora Carol Bensimon narra especificamente o período onde as duas moças estão inseguras quanto à sua sexualidade e sentimentos. Para mim, ambas são imaturas principalmente pelo fato de fugirem dos confrontos com as respectivas famílias e também de evitar “the talk” sobre a relação delas. É justamente para isso que a viagem serviu: uma pausa na vida das duas para clarearem as ideias e os sentimentos.

Para quem gosta de uma leitura com boa ambientação, o livro vai agradar. Diversas vezes a narradora e protagonista para o ritmo da história para descrever em detalhes o quarto do hotel, por exemplo. Cora analisa suas sensações várias vezes e não evita em ir ao passado para apresentar melhor a história das duas.

Não sei se isso funcionou comigo. Apesar da narração cheia de flashbacks Julia e Cora ainda me pareceram apáticas, sem senso de humor e sem muitas camadas. Talvez tenha sido essa a intensão da Carol Bensimon.

Quem gosta de bastante diálogos pode ficar na vontade, o livro tem poucos. Mas recomendo para quem estiver afim de uma história com protagonistas homossexuais narrada de forma real. E por que eu falo real? Bom, nunca tinha lido um livro onde os protagonistas são um “casal” do mesmo sexo e achei bem interessante o jeito que a Carol descreve os sentimentos de atração física de Cora por Júlia de um jeito natural. Em nenhum momento ela exagera ou diminui. Simplesmente coloca o que é necessário, sem mimimi.

Apesar de bem curtinho, não é tão simples entrar no clima da narração do livro, por isso, “Todos Nós Adorávamos Caubóis” é bom para ler longe de barulhos e aproveitar as divagações de Cora e ambientação do interior do Sul com calma.

Postado por Carina Silva

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22/05/15
Óculos de madeira Ybirá

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Vocês notaram que o Garotas tá numa vibe de divulgar e fazer parcerias com marcas artesanais, incentivando a compra de produtos de quem faz? Pois então, hoje começo uma série de posts apresentando para vocês marcas especiais, com produtos lindos, feitos com muito cuidado e respeitando a natureza.

Descobri os óculos de madeira Ybirá na primeira edição do Mercado Aberto que eu fui, e já de cara fiquei encantada com a ideia, com a proposta, mas principalmente com a beleza e design dos óculos.

E sempre que eu mostro algo aqui no blog, é porque eu realmente curti, compraria ou comprei, fui bem atendida, concordo com a proposta do produto, e acho que tem tudo a ver comigo, com o blog e com vocês.

Claro que eu não errei em nada, pois quando mostrei os óculos aqui, todo mundo comentou e cobiçou um modelo Ybirá para chamar de seu. Por isso, hoje eu vou mostrar os óculos mais detalhadamente em vídeo e fotos. No vídeo ainda tem um dos sócios da marca contando como tudo começou!

Apertem o PLAY e assistam em HD, são 3 minutinhos para vocês se encantarem.

É muito modelo lindo e em cores e tipos de madeira que dão um estilo único aos óculos da Ybirá. ♥

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Eu escolhi um modelo de sol e um de grau. O de grau é esse aí em cima, o modelo se chama Oba e eu escolhi o tipo de madeira Marfim, que é o mais clarinho de todos. Em breve vou colocar lente e vocês vão cansar de me ver usando esse lindo aí.

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O meu escolhido de sol, na verdade me escolheu, pois foi amor à primeira vista pelo modelo Eça, que é um cateyes super diferente. Eu escolhi na madeira Imbuia que tem a tonalidade mais escura de todas, e a lente foi no marrom degradê.

Eu achei os óculos super confortáveis e leves. Vi no site e no facebook da marca, que eles podem ser molhados, pegar chuva ou suor sem problemas, porém não se deve deixá-los submersos para não danificar e tirar o brilho da madeira.

Na loja online dá para escolher entre 4 tipos de madeira e cinco tipos de lente para os óculos, e isso é demais, pois dá uma certa personalizada.

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É claro que eu já estreei o meu, e ainda junto com o cabelo novo, que já mudou de novo e em breve conto tudo sobre. 😉

Quero saber, quem já conhecia os óculos de madeira? Quem amou muito tudo isso como eu? E claro, me contem qual ou quais modelos foram os preferidos de vocês!

*Todas as fotos do post foram produzidas, feitas e editadas por mim. Quem quiser utilizá-las, deve dar os devidos créditos.

Postado por Helena Sá

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