resenha


08/04/15
[Resenha] Um Mais Um

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Um mais Um foi o primeiro livro que li da Jojo Moyes, autora de Como eu era antes de você, e a premissa dele me pareceu interessante: um livro sobre viagem na estrada. Mas, ao contrário do que se espera de histórias de viagens, esse não tem jovens aloucados, sexo, drogas e rock n’ roll, e sim uma família que precisa muito enfrentar seus monstros para permanecer unida e forte.

Jess é uma mãe solteira no início dos 30 anos que foi deixada pelo marido. O motivo? O indivíduo “pai de família” alegou estar sob muita pressão e entrando em forte depressão, por isso , decide largar os dois filhos a mercê e voltar para a casa da mãe.

Para sustentar sua filha Tanzie que está no ensino fundamental e o enteado Nicky (filho do relacionamento anterior do seu super/ex marido), Jess trabalha como faxineira de casas ricas da cidade de manhã, e a noite é garçonete em um pub. É angustiante ler como ela se vira com o dinheiro, adiando o pagamento das contas até cortarem a energia como aviso, contando o dinheiro para fazer as compras da semana e tendo que fazer as próprias roupas da filha. Além de tudo isso, Nicky sofre um bullying violento na escola, passa o dia inteiro trancado no quarto jogando no computador e só consegue dormir se fumar maconha.

Uma das casas caras que Jess limpa pertence a Ed. Um homem adulto recém divorciado, dono de uma empresa de tecnologia que desenvolve softwares. Ex-geek na escola e na faculdade, Ed abriu uma firma com o melhor amigo e passou a levar uma vida de rei. Longe da família, cheio de grana e prestes a lançar um programa que elevaria suas finanças ainda mais, ele reencontra uma antiga paquera da faculdade e a convida para sair.

Seria a vingança dos nerds, afinal, agora ele era um homem rico e a moça mais popular da faculdade está sob os seus pés louca para transar com ele. Só que depois que isso acontece, a belíssima moçoila não larga dele e todo aquele encanto de mulher segura, intocável e perfeita começa a se esvanecer quando ela conta da separação sofrida que teve que passar, sua depressão e dívidas.

Querendo dar o fora na mulher e sem saber como, Ed resolve contar a ela da incrível empreitada que sua empresa está prestes a lançar e sugere que ela invista nas ações. É quando as coisas reviram e ele cai em uma roubada. Com o grande lucro que a moça ganha, os acionistas acusam Ed de uso de informações privilegiadas e ele é processado sob o risco de ser preso.

O mundo de Jess e Ed se cruzam quando, além de ela limpar sua casa, Tanzie recebe a proposta de estudar em uma escola para gênios. Mas, mesmo com uma bolsa de 90%, a escola é muito cara. Jess sendo uma mulher forte e positiva, encontra um jeito: inscrever sua filha em uma olimpíada de matemática para ganhar o prêmio em dinheiro e conseguir pagar a escola.

Jess, Tanzie, Nicky e seu enorme cachorro de estimação Norman partem para a estrada, e mesmo antes de colocar o pé na tábua o carro quebra. Ed, que está a caminho da casa de seus pais para avisar do processo que iria sofrer, resolve ajudar a família.

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A força de Jess é surpreendente. Não sei como sobreviveria se estivesse no lugar dela. É uma daquelas personagem  que, não importa o que aconteça, sempre vai dar um sorriso e falar “tudo vai ficar bem”. Ela acredita fielmente em algo que também acredito, coisas boas acontecem para pessoas boas e “trate os outros como você gostaria de ser tratado”. Porém , como a vida não é sempre justa, a personagem começa a perder a força em alguns momentos. Isso é a abertura para sua aproximação com Ed, o homem que achava repugnante.

O que me incomodou um pouco no início do relacionamento dos dois foi o fato de que Ed era alguém para salvar Jess: a mãe pobre, que não sabia como ajudar o enteado problemático e a filha desajeitada, casa com um homem rico que ocupa o lugar do pai irresponsável e a salva de uma vida ruim. Mas, para minha surpresa, as coisas não acontecem exatamente dessa maneira. É então que o nome do livro faz sentido. “Um mais Um”. É justamente a soma dos dois que faz as coisas darem certo. Jess salva Ed na área em que ele precisava ser salvo, nos relacionamentos com a família e a insegurança, enquanto ele não deixa ela derrubar a peteca.

Assim como a maioria dos livros de viagem, Um mais Um mostra que, no final de tudo, não importa o destino e sim o trajeto.

Com uma narração clara, mas não pobre, é um livro leve que consegue fugir dos clichês, unindo personagens diferentes e cativantes.

Postado por Helena Sá

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15/09/15
Batom Líquido Vamp Dailus

Essa semana encontrei aqui na minha cidade os novos batons líquidos da Dailus, dentre as novas 5 cores, já na foto de divulgação, fiquei doida no Marshmallow e no Vamp, por isso não resisti quando encontrei os dois na loja Paris Rio por 17,95 cada.

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Hoje vou mostrar o Vamp, que é um roxo com fundo bem azul, dependendo da luz dá pra confundir com azul mesmo.

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A cor é maravilhosa, mas diferente do fru fru (outra cor que eu tenho), ele parece ter uma fórmula mais seca, que craquela e não tem cobertura uniforme, difícil de aplicar, é daquele tipo de batom que retira a primeira camada quando você tenta aplicar a segunda (mesmo depois de seco).

Fiz as fotos somente passando o Vamp, sem lápis ou outro artifício para melhorar o acabamento, mas no dia a dia para aproveitar melhor esse batom, sugiro a aplicação de um lápis labial da mesma cor ou de cor parecida antes, para evitar manchas e craquelado.

Amei a cor, mas fiquei decepcionada com o acabamento e cobertura, vou continuar usando com os truques que falei acima, porém esperava muito mais. Ainda não testei o marshmallow para saber se a qualidade é a mesma, espero que não.

Alguém mais teve esses problema com o batom líquido Vamp Dailus, ou com outras cores?

Postado por Helena Sá

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01/09/15
[Resenha] A Solidão dos Números Primos

asl“Mattia tinha estudado que entre os números primos existem alguns ainda mais especiais. Os matemáticos os chamam de primos gêmeos: são casais de números primos que estão lado a lado, ou melhor, quase vizinhos, porque entre eles sempre há um número par, que os impede de tocar-se verdadeiramente. Mattia achava que ele e Alice eram assim, dois primos gêmeos sós e perdidos, próximos, mas não o bastante para se tocar de verdade”.

Lançado em 2009, A Solidão dos Números Primos é a prova de que um físico pode simplesmente ter um coração de humanas. Ou seja, além de ser demais em exatas, o italiano Paolo Giorda conseguiu estrear com o pé direito no mundo da literatura com esse livro. Com um olhar sensível e personagens extremamente bem construídos, A Solidão dos Números Primos é de longe um dos meus livros favoritos.

Alice é uma adolescente de 16 anos anoréxica, com uma perna defeituosa e sem amigas. Mattia é um garoto que se automutila, não se relaciona com ninguém e carrega um terrível segredo que acarretou em uma depressão profunda ao longo da sua vida: quando criança, Mattia foi até uma festa de aniversário com sua irmã gêmea Michaela, que tinha problemas mentais e com medo da irmã ter surtos e ele acabar passando vergonha entre os amigos, o garoto resolve deixá-la em um parque, mas ao retornar da festa, Michaela simplesmente desapareceu.

A história segue uma linha do tempo tradicional, com a infância, adolescência e a vida adulta dos protagonistas. Com uma narração detalhada de cenários e sensações, o leitor acompanha as descobertas sexuais, fugas, problemas familiares, traumas e sofrimento dos dois.

Assim como os números primos, Alice e Mattia são únicos e isolados. Mas de alguma forma se completam. Eles sabem que cada um está preso no seu próprio abismo de solidão e, talvez, seja exatamente por isso que se atraem.

Alice tenta desesperadamente se adaptar ao mundo e, pela perna defeituosa, se sente imperfeita o tempo inteiro, por isso acaba desenvolvendo, junto com uma insegurança absurda, uma obsessão pela beleza e um corpo perfeito que nunca teria. Já Mattia recusa qualquer tentativa de interação, ao se mutilar se pune por ser o culpado do desaparecimento da irmã, se fechando no seu casulo onde seu mundo é os cálculos, porque números é a única coisa que ele compreende.

O livro rendeu um filme italiano, com uma trilha sonora composta por Mike Patton (muito boa, aliás!). Porém, não chega nem perto da beleza do livro. Mesmo apesar da escolha dos atores que interpretam os protagonistas adolescentes tendo sido ótima, o filme não ficou bom. Então passem longe.

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Imagem do filme de 2010. Com os protagonistas adolescentes.

O que é impressionante no livro é, sem dúvida, a construção dos personagens. Giordano conseguiu criar pessoas tão reais que são o que são por certos motivos. E ao mostrar esses motivos para o leitor, consegue passar a sensação de compreensão. É literalmente aquela frase que aparece no Facebook sempre: “Seja gentil, porque cada pessoa que você encontra tem sua grande luta para travar.

É um drama lindo que vai fazer você se sentir mais completo e humano ao terminar.

Postado por Carina Silva

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07/08/15
Séries dos anos 90 lado B

Existem duas séries dos anos 90 que todo mundo precisa conhecer, e, como são um pouco lado B e foram canceladas muito cedo, muita gente não conhece. O que é um pecado! Por isso, resolvi falar das minhas 2 preferidas – e quem sabe, mais para frente, falo das outras.

Freaks and Geeks:

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Exibida no finalzinho de 1999, a série se passava nos anos 80 (ponto!) e tinha como trama a vida dos nerds e esquisitos de uma escola do ensino médio. No elenco dos freaks temos atores bem conhecidos no auge da juventude e início de carreira: James Franco (que está a cara do Jeff Buckley <3), Jason Jordan (Marshall do How I Met Your Mother), Linda Cardellini (E.R e Scooby Doo), Seth Rogers (todos os filmes de comédia do mundo) e Busy Philipps (As Branquelas e Cougar Town).

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A história começa quando a avó de Lisa morre e ela passa a mudar os antigos hábitos. A certinha e “normal” descobre o grupo dos esquisitos e resolve andar com eles, porque afinal, era muito mais divertido ouvir rock n’ roll e fumar maconha. Lisa passa a ver as coisas com um olhar um pouco mais pessimista e abandona de vez sua vida de “nerd”.

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Já o núcleo dos geeks tem como protagonista o irmão mais novo de Lisa e seus dois amigos também “perdedores”. O trio que está no primeiro ano do colegial tenta desesperadamente se adaptar, conhecer garotas e fugir dos bullies. Claro que Lisa também sofre para se adaptar ao grupo dos malvadinhos, afinal, ela não tem malícia.

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Por que é legal?
Além da trilha sonora ser demais, ver como Lisa passa da garotinha feliz para uma típica adolescente (revoltada, rebelde e melancólica) é bem legal. E, para equilibrar, os nerds fazem a gente dar boas risadas. A série, infelizmente, não vingou nos EUA. E, por isso, só tem 1 temporada de 18 episódios. Mas vale super a pena!

My so Called Life

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Triste saber que uma série foi cancelada por ser “profunda” demais. Mas é o caso de My so Called Life, série total grunge, de 1995 estrelada por Claire Danes (Angela) e Jared Leto (Jordan Catalano). Difícil fazer a série parecer tão boa como ela é só falando, mas posso dizer que retrata muito bem a adolescência sem ser de uma maneira idiota. Enquanto muitos seriados faziam adolescentes parecerem bobões melosos, a série conseguiu resgatar o “drama” que pensávamos nos nossos próprios anos dourados de uma maneira poética e, vez ou outra, triste.

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A história começa quando a protagonista Angela também resolve deixar de andar com sua amiga certinha, pinta o cabelo de vermelho e faz amizade com uma garota doidinha e o mais um garoto divertido, vide único gay da escola. Angela é inteligente e sempre desdobra situações que resultam em pensamentos sagazes.
Claro que nenhuma protagonista adolescente dramática seria uma protagonista adolescente dramática sem um amor não correspondido, é aí que entra o lindo  do Jared Leto.

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Ao contrário de Freaks and Geeks, essa série não tem muito humor. Alguns episódios são meio densos, então não assista quando estiver tendenciosa à lágrimas ou sentir uma saudade enorme da adolescência.

E como tudo o que é bom dura pouco, a série só tem 19 episódios. Snif…

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Postado por Carina Silva

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01/08/15
[Resenha] Sushi – Marian Keyes

sushi“Existem outras coisas na vida além de ser a melhor.”

Sushi é genial. E talvez muita gente queira me bater por falar isso de um livro voltado para o público feminino e, consequentemente (e infelizmente) por isso considerado“fútil”. Mas não quero nem saber. Sushi é um ótimo livro!

Por que será que estou falando isso de um livro consideravelmente grande onde é narrada a vida de mulheres fazendo absolutamente nada? Bom, é aí que entra a genialidade. Marian Keyes consegue prender o leitor do início ao fim como quem prende um telespectador vendo o final de Avenida Brasil. Sinceramente não sei como essa mulher consegue tanto encher linguiça, por assim dizer. Escrever, escrever e escrever páginas e páginas sobre absolutamente nada. Adoro.

Mas como assim sobre nada, gente?

Bom, não é sobre nada. O livro da escritora irlandesa narra a vida de 3 mulheres com personalidades pouco parecidas que estão passando por uma fase de mudanças. Temos a versão mais nova de Miranda Priestly, Lisa, que é editora chefe de uma revista feminina em Londres. Mandona, trapaceira e uma chefe má, Lisa tem que mudar de vida quando ela é transferida para Dublin para iniciar uma nova revista feminina no país. Acontece que Dublin é chata, nada glamourosa e a equipe que é dada para ela é simplesmente péssima e inexperiente.

No meio da equipe de redação a contratada foi Ashling, aquele tipo de personagem que não tem como não gostar. Simpática e prestativa, Ashling só quer encontrar alguém que a ame (ok, clichê.). Por fim, temos a melhor amiga de Ashling, Clodagh. A amiga muito mais bonita que Ashling, casada com um ex de Ashling, que vive em uma casa linda e tem dois filhos lindos e seu marido continua lindo, mas está infeliz.

A narrativa se passa pelo ponto de vista de Lisa, comandando uma redação aos gritos, Ashling, tentando desesperadamente fazer tudo dar certo, e Clodagh tentando não matar os seus filhos.

E por que tudo isso é ótimo? Porque é engraçado. Sushi é um livro muito engraçado. Por isso, senhoras e senhores, sem essa de que é Chick lit, porque tenho certeza de que é um livro que faria os homens rirem também.

Se você já leu o famoso Melancia e não gostou (assim como eu, porque não acontece absolutamente NADA naquele livro), vai gostar de Sushi, tenho certeza. E se gostou de Melancia, vai amar Sushi. É uma leitura divertida, de narração bem feita e construída, com um vocabulário que não é pobre e tem qualidade.

Terminou de ler aquele livro pesado, triste e denso? Corre para ler Shushi e dar uma risadinhas.

“Tudo o que Ashling sabia era que quase nunca se sentia completa. Mesmo nos seus momentos de maior realização, algo permanecia eternamente ausente, lá no mais íntimo do seu ser. Como aquele pontinho semelhante a um orifício que fica no negro da tela quando a televisão é desligada a noite.”

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Postado por Carina Silva

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29/06/15
[Resenha] Sua voz dentro de mim

Sua voz dentro de mim

Quando tinha 22 anos, a roteirista inglesa Emma Forrest chegou em seu apartamento em Nova York e resolveu se matar. A tentativa, no entanto, foi falha. Emma sobreviveu e passou a frequentar um psiquiatra. O gentil e competente Dr. R. Profissional que, nas palavras da autora, salvou a sua vida.

Sua voz dentro de mim” é uma autobiografia da escritora/jornalista/roteirista Emma Forrest, lançada em 2013 pela editora Rocco, que narra especificamente sua relação com a instabilidade mental e principalmente com o psiquiatra que a ajudou nos momentos mais conturbados da sua vida jovem.

Emma começa contando como sua relação com o desejo de morte se iniciou quando ela era uma criança que via o quadro de Ofélia, afogada em meio as flores, e chorava comendo batatas chips. Logo assim, dá para perceber que nada, especificamente, gerou os problemas mentais que ela diz sofrer no livro de pouquíssimas páginas. Emma se corta, tem bulimia, e Mania ( quadro  oposto à depressão, se apresentando com euforia. Uma das fases do transtorno bipolar – fiz minha pesquisa, porque ela não explica isso no livro).

E então, logo aSUA_VOZ_DENTRO_DE_MIM_1363119997Bpós sua tentativa de suicídio, Emma abre sua mente acelerada e bem humorada pelas próximas páginas. Os detalhes das crises e pensamentos depressivos são escritos com muita leveza e senso de humor (superestimado nas críticas, devo dizer). Mas o que acaba deixando o livro interessante é própria vida interessante que Emma leva em meio a sua insegurança e relacionamentos ruins.

Provável filha de pais ricos, ela entrevista celebridades, frequenta casas de celebridades e aluga casas de celebridades. Temos, por exemplo, a participação especial de Heath Ledger na história e muitos outros famosos que ela não chega a falar o nome. Sem contar, claro, no famoso MC (Marido Cigano), ou, como todo mundo já sabe: Colin Farrel, um dos relacionamentos que mais a machucou.

Mas é legal  falar um pouquinho da pessoa que a inspirou a escrever “Sua voz dentro de mim”: Dr. R, se todos os psiquiatras fossem como ele, muitas pessoas não precisariam tomar medicamentos pela vida toda. Pela descrição de Emma, ele foi um homem que fez quase o papel de um psicólogo, a ouvindo e aconselhando de uma maneira humanizada. Claro que só Deus sabe o que ele anotava em seu bloquinho. Mas a relação especial que esse médico desenvolveu com Emma, e outros inúmeros pacientes, foi algo singular.

“Sua voz dentro de mim” é rápido e, antes de começar a ler, é bom ter em mente que o foco é a relação dela com o seu psiquiatra. Os pontos positivos da história são por Forrest ter conseguido falar sobre depressão e temas “mórbidos” de um jeito super leve e fácil de ler.

Foi o primeiro livro com um protagonista depressivo que não me transmitiu melancolia. Ou seja, se você tem medo de ficar triste com ele, não tenha! “Sua voz dentro de mim” nada mais é do que um meio que Emma Forrest teve de guardar a voz do salvador de sua vida dentro dela antes que ela desaparecesse.

Não foi o livro da minha vida, mas fiquei com vontade de ler alguns outros dela, afinal, ler sentimentos tão malucos expostos de uma maneira clara e sincera não é algo que lemos todo dia.

Postado por Carina Silva

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22/06/15
Batom líquido Koloss Irresistível

E cá estou com mais um batom líquido para mostrar para vocês e contar o que achei. \o/

No vídeo de lançamentos que entrou no canal semana passada, mostrei que a Koloss lançou uma linha de batons líquidos com 12 cores lindas.

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Eu escolhi uma das cores para trazer e testar, mas queria uma cor diferente de todas que eu tenho. Daí que o Batom líquido Koloss Irresistível acabou vindo pra casa. ♥

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Gostei muito da cor, da textura, da pigmentação, da uniformidade e do cheiro dele. Tudo ornou perfeitamente.

A embalagem é igual ao da Tracta e da Max Love (que ainda não testei), mas o produto em si é diferente.

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Apesar de ser denominado batom líquido, a textura é cremosa, diferente dos gringos da Lime Crime. Ele é fácil de aplicar, cobre perfeitamente e não mancha. Sinceramente, entre todos os batons chamados líquidos nacionais que eu testei, esse da Koloss foi o melhor.

O Irresistível tem uma cor que prega peça na gente, uma hora tá vermelho vivo, outras mais cereja, e ainda tende pro coral. Muito difícil de descrever e de fotografar, mas é lindo!

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Acredito que fique bem em todos os tons de pele, em mim que sou clara e com tom quente, deu um destaque legal, combinou bastante.

Encontrei a coleção toda na Mega Vale aqui em Juiz de Fora por R$22,40. Um pouco mais caro que os similares de outras marcas, mas como eu disse, foi o meu preferido em qualidade. 😉

Quero saber quem já usou, quem já testou várias marcas de batom líquido? Qual o preferido de vocês? E quais vocês querem que eu teste e compare?

Postado por Helena Sá

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