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23/12/15
em: Looks, moda
Look de Natal para quem não foi uma boa menina

Então é Natal… ai ai

Um look de Natal de uma pessoa que nunca foi das maiores fãs do feriado, como seria? Bom, no meu caso o look perfeito tem Grinch! aaahhaahhaha

Quem conhece a história sabe que o Grinch é mal, amargo, detesta e quer estragar o Natal de todo mundo. Mas que no final amolece e é dominado pelo espírito natalino.

Bem, esse look e as comidas de Natal são o máximo de espírito natalino que consigo ter ahahaha

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A história dessa camisa não tem glamour nenhum, mas é massa, pois ela é uma camisa velha do meu irmão, que acabei pegando pra mim, pois né, é a minha cara! 😀

Misturei anos 90 e Natal e deu esse look usando mais uma vez a saia que eu mais amo! ♥

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Gente, o Mateus mandou todas as fotos com a mão na cabeça! SOS Juro que não fiz só essa pose, mas né, confio nas escolhas dele, ou não! 😀

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Tô apenas apaixonada no round glasses com lente rosé que o Closet Dona Onça mandou pra mim. To usando direto! E ainda combinei com a gargantilha choker que também é da marca, achei que casou lindo, me senti essas minas hipsters góticas suave do tumblr!

Aliás, a marca tem cada modelo de óculos maravilhoso e outros acessórios também! \o/

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Modelo de converse tradicional, que chamava All Star na década de 90 e que combinou com a camisa verde do Grinch, trazendo as cores do Natal. Junto com meu anel de laço lindo, que eu amo.

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Acho que to embrulhada pra presente já, quero saber pra quem o Papai Noel vai me dar! Muahahaahhahahaha

O que eu usei:

  • Camisa Grinch, do meu irmão;
  • Saia preta, Lollaboo;
  • Tênis vermelho, Converse;
  • Óculos espelhado round, Closet Dona Onça;
  • Gargantilha Choker, Ateliê Dona Onça;
  • Anel laço, Ebay.

Quem aí também se comportou mal esse ano e amou o look de Natal? 😈

Créditos:

 

Postado por Helena Sá

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27/07/16
Gorda, a última na fila da empatia

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Participo de alguns grupos de minas gordas, muitas maiores do que eu, e que sofrem muito mais com a Gordofobia do que eu.

O sofrimento dessas minas vai muito além da pressão estética, da pressão familiar e social para se enquadrar no padrão. Elas têm problemas de mobilidade, nenhum lugar está preparado para recebê-las, desde o cinema sem cadeiras para quem não cabe nas regulares, ao ônibus com a roleta estreita e os bancos também. No hospital não há equipamentos, macas ou cadeiras de rodas que comportem o corpo gordo, aquele acima do manequim 52 já começa a sentir isso na pele.

Além disso, é essa/esse gorda/gordo que vão sofrer com a agressão, e o ódio a gordos no seu nível mais destrutivo. As pessoas xingam na rua ou na internet, fazem piadas, e realmente acreditam que o gordo está numa escala inferior na sociedade tanto em beleza, quanto em inteligência e capacidade.

Isso tudo que eu falei foi duro de ler? Então saiba você, que chegou aqui e provavelmente é uma pessoa consciente, coerente, uma pessoa que está sempre nas redes sociais apoiando de alguma forma as lutas contra machismo, homofobia, racismo, transfobia. Você é uma fatia da sociedade que está mais evoluída, se compararmos você aos comentaristas de portal, ao pessoal no botequim e do salão do meu bairro, nossa, você é foda.

Agora me diga, na fila da sua empatia, aonde está a gorda? Falo gorda, pois meu público é em maioria feminino e por sermos mulheres sofremos mais com a Gordofobia que os homens. Mas o assunto aqui é sério.

E por que você está vindo com esse assunto agora, Helena?

Bom, que a sociedade em geral é gordofóbica, que a moda exclui gordos, tudo isso já contei aqui, já alertei até sobre marcas inclusivas, que abusam do marketing feminista, que não oferecem suas peças para o público gordo.

Mas e você pessoa evoluída, empática e problematizadora, já parou pra pensar se toda essa vontade de mudar o mundo, de lutar contra o preconceito, inclui os gordos?

Nessa vida dividida entre moda, blog, maquiagem, e feminismo (sim, eu misturo tudo isso). Direto me deparo com gente super moderna, desconstruída, evoluída, inovadora, inclusiva e diferentona. E posso afirmar que, em relação à machismo, homofobia, transfobia e racismo (esse nem tanto), está tudo resolvido na cabecinha desse pessoal. Mas nós gordas, é um susto pra eles quando a gente tem talento, entende de moda… A maioria quando me conhece, não dá nada por mim, quem é essa gorda? (É isso que a expressão na cara deles passa pra mim). Mas é só me adicionarem nas redes sociais, darem uma olhada aqui no blog, que vem correndo me elogiar, elogiar os looks, me falar que sou lacradora…

Ou seja, para eu ser levada a sério, para essas pessoas me perceberem com alguém inteligente, uma pessoa bonita e empoderada, eles têm que praticamente ver um currículo. Isso não acontece com as minas e manos magros que eles são apresentados, pois as tatuagens, roupinhas hipsters minimalistas somadas ao padrão, já precedem. Às vezes trata-se de um completo babaca, mas vem com o pack roupinha trend, padrão e tattoos, então já é show!

gorda, a última na fila da empatia

Mas eu rodei, rodei, e não cheguei ao motivo desse post. Que é dizer que tem feminista gordofóbica, gay gordofóbico, trans gordofóbica… a Kalli falou disso, de um caso que aconteceu esses dias e que vale a pena vocês irem conferir. Resumindo, uma mulher trans foi gordofóbica e quando questionada confirmou e atacou uma moça gorda que se disse ofendida com o comentário. Além disso, essa mulher trans é modelo e fez parte da campanha de uma marca inclusiva e genderless, que foi avisada das atitudes da moça e resolveu não se envolver. Leiam a treta toda no post da Kalli. E digo que é mais triste ainda ver a gordofobia saindo da boca de quem sofre muito com preconceito e opressão.

Contei tudo isso aqui, para provar que sim: a GORDA, é a última na fila da empatia, da SUA empatia, se é mesmo que ela está na sua listinha.

Porém, não fiz esse post para atacar, apesar de colocar o dedo na ferida, a intenção aqui é fazer o debate evoluir, é fazer você pensar. Pois você pode não ter expressado abertamente a sua Gordofobia, como a moça fez, mas já pensou. Você pode até mesmo não ter pensado dessa forma, mas já se omitiu ao ver um amigo ou amiga postar algum fat shaming.

Então, vamos mudar isso? Vamos começar a lembrar que o feminismo tem que incluir todo mundo, e digo mais, as negras e as gordas deveriam receber a maior empatia desse movimento, ter mais espaço e representatividade, e a gente não tinha que ter que dizer isso para quem supostamente é desconstruído e defensor dos oprimidos, não é mesmo?

Postado por Helena Sá

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18/07/16
GIRL POWER só para magras

GORDOFOBIA É A QUE ESTÁ MAIS NA MODA

De uns tempos para cá na internet brotaram pequenos, médios e grandes negócios voltados para o público feminino engajado, feminista, consciente. Isso é incrível, as marcas mais antigas estão se preocupando mais com representatividade, as novas já começam defendendo isso, como eu disse, é lindo.

Tenho visto muita marca criada por mulheres, minas produzindo pra minas, isso é demais, sempre procuro indicar aqui essas marcas, priorizar consumir delas pra mim, e consequentemente mostrar aqui nos looks do blog.

Mas mesmo com toda essa movimentação, nessa pequena revolução, as gordas ainda estão esquecidas. São poucas as marcas que se preocupam em produzir acima do tamanho 46. Existem sim marcas direcionadas ao público Plus Size. Mas o que acontece com as milhares de novas lojas produzindo e levantando a bandeira da inclusão, que não atendem as gordas? Sim, são a esmagadora maioria.

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Girl Power só para magras?

E será que podemos falar em inclusão quando deixamos uma minoria oprimida de fora? Será que você aí que abriu uma loja agora, ou que já está no mercado há mais tempo e que produz camisetas com frases empoderadas, feministas, mas não as faz acima do 46, você acha mesmo que pode se dizer uma marca inclusiva? Que atende a todos e todas?

Qual o sentido de vender uma camiseta escrito GIRL POWER, se na verdade você quis dizer SKINNY GIRL POWER (poder das garotas magras)?

Eu acredito que TODAS as marcas de roupa devam atender todo mundo, mas infelizmente não é essa a realidade e apesar de já ter melhorado muito, ainda somos marginalizadas quando se trata de moda. Mas o que eu quero apontar aqui nesse post, não são TODAS as marcas, mas TODAS aquelas que se dizem INCLUSIVAS, feministas…

Se você faz esse tipo de marketing, ganha com ele, o mínimo que deve fazer é não excluir. Ou então pare de vender camisetas dizendo fight like a girl, girl power, pussy é poder, dentre outras.

“A mas Helena, lá vem você com esse papo outra vez, existem nichos de mercado.”

Então quer dizer que por exemplo, se você atende ao mercado jovem, não pode ter roupa acima de 44, pois jovens são todos magros, é isso mesmo? Você está me dizendo então que não existem gordos em todas as segmentações? Ou será que você apenas não quer sua marca associada a imagem de gordos? Pensa bem.

Se for por aí meus amigos, vou ter que recolher a carteira de feminista, inclusiva, diferentona da sua marca, pois adivinha, você não traz nada de inovador, você não acrescenta nada, você só está dizendo para milhares de mulheres e garotas gordas, que elas nem o direito de ser incluídas por quem faz moda “inclusiva” têm, que elas estão mesmo totalmente erradas, já que até mesmo as tais marcas genderless, que atendem a todos, não querem vestir o corpo gordo.

De todas as fobias, a Gordofobia é a que está mais na moda. Entenderam?

Postado por Helena Sá

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11/07/16
Winter is coming ou Look inverno Plus Size

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O inverno oficialmente já chegou desde o dia 22 de junho, e antes disso boa parte do Brasil já estava sabendo que Winter is coming e tirando os casacos do armário. Mas esse look inverno plus size pedia um título assim para o post. Porque esse colete de pele fake me lembrou minha casa de coração em Game of Thrones, a Casa Stark.

Já tava mais do que na hora de usar esse colete, tenho desde o ano passado, mas só agora deu condição.

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Curti muito esses recortes dele e a modelagem. Achei muito cabana nas montanhas, sei lá, só falta agora meu lenhador barbudo e de camisa xadrez para acompanhar. 😀

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Escolhi usar esse sweater de musseline que tem uma transparência, pra dar uma ousadia ahahaha no look, não consigo falar/escrever ousadia sem rir, sou 100% ousada.

Detalhe dos óculos embaçados em todas as fotos ahshhahssh

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Escolhi um jeans bem dark blue, achei que combinou com a vibe inverno do colete.

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Mais uma vez, tem mix de estampas, aliás, não consigo me conter, misturar prints é meu dom. Nesse caso, print de raios do sweater e a estampa de borboletas do tênis, que está mais abaixo.

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Meu, o Mateus não me avisou que essa transparência tava tão transparente assim, SOS! Mas tá lindo, tá ÇEDUÇAUM!

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O que eu usei:

  • Colete de pele, Maria Filó para C&A;
  • Sweater de raios, Lollaboo;
  • Jeans escuro, Havan;
  • Strap bra, Trifil;
  • Óculos rosa, Vogue;
  • Tênis estampado, Arezzo.

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Tem muita cagação de regra de moda sobre gordas evitarem peças que dão volume, mais ainda se você tiver seios grandes. Perceberam que eu CAGUEI, pra isso? Pois é, e ainda estou fabulous, sorry, but not sorry! 😉

Estou falando nisso, pois a gente costuma se prender a regras que aparecem em revistas, até mesmo o pessoal de moda, que deveria ser mais criativo se prende a elas. E acaba sempre fazendo mais do mesmo, repetindo looks que todo mundo já fez, exatamente por não tentar algo diferente, por não quebrar regras. E se tem uma coisa que não rola nesse bloguinho aqui é cópia de look, ou ideias repetidas milhares de vezes por aí. Tenho levado isso pra vida, e espero que ajude a vocês a ousar mais também.

Créditos:

  • Fotografia: Mateus Aguiar;
  • Maquiagem e produção: por minha conta.
Postado por Helena Sá

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04/07/16
Meia calça com tênis

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O frio tá aí e eu já vou para o meu segundo look do ano com meia calça, dessa vez meia calça com tênis, e ela é uma mais grossinha pra segurar o frio mesmo, mas sem deixar de estar com as pernocas de fora.

E esse look tá muito doido, cheio de informação, mistura, camadas. Sabe quando vc tá sem roupa pesada de inverno e tem que ir colocando várias peças pra poder se proteger do frio? Tá nesse sentimento esse look.

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Mas não achem que não foi pensado, que eu peguei peças descoordenadamente, na verdade, tá tudo combinadinho, viu? Tênis de treino Pink combinando com os spikes da jaqueta, batom e cabelo.

Essa camiseta do Bowie, eu já queria uma há muito tempo, anos, mas cadê de ter alguma que vestisse bem, servisse, e fosse massa? Pra variar, achei essa na sessão masculina, que salva vidas.

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Esse modelinho de saia com fenda na frente e listrada tá geral usando, eu queria ver como fica em mim e olha, não costumo mostrar tanta coxa assim normalmente, mas de meia calça me senti mais segura para usar, e vou manter o uso dela com meia, vamos ver no verão se mudo de ideia. 😀

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Sempre que faço esses looks mais coloridos, misturando estilos, eu me sinto muito Cyndi Lauper, muito anos 80, e eu amo muito tudo isso. Amo misturar um tênis esportivo, com meia calça de lã que remete muito a roupas de jazz e balé, camiseta com o ídolo de várias gerações, jaqueta jeans antiga com tachas, cabelo colorido, óculos de grau lilás, batom pink… Ufa, é muita informação, mas não é de um jeito ruim.

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Sei que a onda agora é ser básico, clean, tudo minimalista. Porém, como eu sempre repito, a gente segue a tendência que tem a ver com a nossa personalidade, estilo, que não limita nossa criatividade, e no meu caso,  é essa confusão, bagunça, que no final da certo. E o principal, é confortável.

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O que eu usei:

  • Camiseta Bowie, Renner (sessão masculina);
  • Saia fenda, Posthaus;
  • Tênis pink, Adidas;
  • Jaqueta com tachas, DIY aqui;
  • Meia-calça cinza, Trifil;
  • Óculos lilás, Rayban.

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Outra coisa legal de fazer esse tipo de combinação, é que trabalha a nossa criatividade, faz a gente variar e usar mais roupas que estão paradas no guarda roupas, com isso aproveitamos todo o potencial das nossas peças e definimos melhor o nosso estilo.

Mais alguém faz essas combinações loucas?

Créditos:

  • Fotografia: Mateus Aguiar;
  • Maquiagem e produção: por minha conta.
Postado por Helena Sá

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24/06/16
Look noite Plus Size

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Desde que comecei a postar os looks aqui do blog, vão fazer 2 anos em julho, que eu sonhava com uma montação noturna. Tanto para poder  mostrar pra vocês como eu gosto de sair à noite, quanto pela lindeza das fotos noturnas do Mateus.

Daí que finalmente pudemos fazer, e eu to é boba com o GRITO que ficou o look, as fotos, a locação, tudo junto. Nem sei como elogiar mais o look noite Plus Size que vocês vão conferir agora.

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Meu estilo não muda muito do dia para noite, acho que só fico um pouco menos colorida, principalmente no inverno, esse lindo.

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Sintam só a Çensualidade da pessoa, com decote transparente mostrando o strap bra.

Tô me achando demais com esse look, esse vestido, quero uns 10 pra ter de reserva pro resto da vida. 😅

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Não usei nenhum acessório, deixei o look bem simples, pra dar destaque aos detalhes das peças. Transparência no vestido, strap do sutiã, e outros detalhes que vocês vão ver nas próximas fotos.

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Essa camisa xadrez maravilhosa é no modelo longline, que é mais comprida que uma camisa regular. E claro, essa é da sessão masculina, que já se tornou há anos a fonte principal do meu guarda roupas.

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Falei que esse look não precisa de acessório! Olha o meu creeper maravilhoso, tinha contado dele lá no snap (pinkshockgirl), mas agora é que dá pra ver o show que esse lindo dá.

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Amando demais cada foto, as luzes da cidade, o clima total London Calling, em plena Juiz de Fora. SOS!

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Detalhe do zíper na camisa e a lindeza da minha meia calça de bolinhas, que é super antiga e ainda me salva. 💜

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O que eu usei:

  • Camisa longline, Renner (sessão masculina);
  • Vestido preto, Posthaus;
  • Meia calça, antiga (lupo ou trifil);
  • Strap bra, trifil;
  • Creeper, Via Mia.

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Detalhe, fizemos essas fotos em plena segunda-feira, seis da tarde, hora do rush, na principal avenida aqui da minha cidade.

Vocês não sabem a delícia que é fotografar no canteiro central que divide a via e as pessoas nos ônibus e carros paradas no sinal te olhando e pensando, WTF?

Mas valeu a pena, porque eu to apaixonada no look que é lindo, simples e confortável, do jeitinho que eu gosto de sair, sem salto, sem nada apertado ou incomodando, mas ainda sim literalmente parando o trânsito! ☠

Gente, vocês também pensam muito no conforto pra sair à noite? Curtiram o look?

Créditos:

  • Fotografia: Mateus Aguiar;
  • Maquiagem e produção: por minha conta.
Postado por Helena Sá

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30/05/16
Dicas para versatilizar vestidos

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Todo vestido é uma saia em potencial, ou uma camiseta. É assim que eu penso quando olho para um dos meus no guarda roupas.

Comecei a pensar assim, pois a dificuldade de ter aquela saia ou aquela blusa no tamanho do meu manequim, sempre foi difícil, então quando por milagre eu conseguia um vestido legal, fazia dele saia também, e algumas vezes camiseta usado pra dentro de uma calça ou saia.

Por isso a grande dica para versatilizar vestidos é, nunca pense nele apenas como um vestido. 😉

Na primeira montagem aí em cima, vocês podem ver que esse meu vestido floral eu misturo com tudo, sobreponho camiseta ou camisa, faço mix de estampas… Adoro isso, pois a cada vez que eu uso, ele parece ser uma peça nova. E isso apesar dele não ser discreto, é um vestido marcante, mas mesmo assim, com as combinações, acaba ganhando outra vida misturado de várias formas.

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Olha aí outro vestido antigo meu, que sempre se renova com uma combinação diferente.

Esse tipo de truque é necessário se você quer explorar e usar suas roupas sem deixar de lado nada parado ali no canto do armário.

Sempre falo aqui de fazer o exercício de pegar uma peça, nesse caso o vestido, e ir colocando várias outras pra combinar, a partir daí você consegue decidir o que vai com o vestido e sabe que tem sei lá, 20 combinações com ele.

Para quem está querendo consumir menos, mas também não quer estar vestida sempre igual, versatilizar peças dessa forma é a grande sacada. Fora que é um exercício maravilhoso para a criatividade. Vejo muitas teorias de que se você parar de se preocupar com combinações de roupas e se vestir sempre igual (vide Mark Zuckerberg), vai ter mais tempo para outras coisas, para criar mais. Penso diferente, acho que todo exercício de criatividade é válido, o que você pensou em combinações de roupas é como uma corrida no parque, te deu preparo, treinou seu olhar, e você acaba aplicando isso em outras áreas da sua vida.

Outra dica importante: não deixe seus preconceitos de moda te limitarem, se você tem na cabeça que tal cor ou estampa não combinam, experimenta a combinação mesmo assim, você pode se surpreender.

Entao é isso, agora é colocar isso em prática, quando tiver um tempinho no final de semana ou mais tarde, dá uma olhada no guarda roupas. Qual peça poderia ser melhor aproveitada se eu não pensasse nela com uma só função?

Postado por Helena Sá

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