filmes


10/05/16
Filmes para apaixonados por música

Quem gosta de música e cinema sabe como é uma delícia ver um filme musical. E por musical  não quero dizer do tipo Grease ou Hair Spray, mas sim filmes que falam sobre música, têm uma trilha sonora mara e falam sobre composição, instrumentos e a magia da música. Música, música, música!

Pensando nisso, separei  uma lista de filmes para apaixonados por música, que se não vão te fazer sair para montar uma banda, irão, no mínimo, te fazer ouvir música no talo ou partir para uma festa.

Os piratas do rock

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A trama gira em torno do protagonista Carl – lindo e bobo – que quer conhecer o seu pai e a única pista que sua mãe dá é que ele mora em um barco e é um radialista pirata de rock.

O filme se passa nos anos 60 na tradicional Inglaterra, década em que o rock ainda era mal visto. Além da rádio ser feita de rock and roll 24 horas por dias, cada locutor tem uma personalidade muito particular e toca, obviamente, seu estilo de música favorito. Além das piadas mixarem rock com verdadeiros costumes piratas, ver os protagonistas se entregando a cada música é divertidíssimo.

Estrelas: ***

Detroit Rock City

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Em 1978 quatro amigos adolescentes fanáticos por KISS fogem da escola e partem para Detroit, a cidade do rock, só para curtir um show da banda.

Piadas gratuitas e coisas nojentas que só adolescentes roqueiros conseguem fazer e falar (ou pelo menos os de filmes), transbordam no filme. A trilha sonora, além de muito KISS, é cheia de rock clássico farofa. Ótimo para ver com os amiguinhos comendo pizza e uma cerveja.

Estrelas: ***

E se Nada der Certo

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Gretta namora um cantor e compositor há muitos anos, até que ele consegue um contrato com uma gravadora e ambos se mudam da Inglaterra para os EUA. Quando o boy fica famoso, acaba a deixando e, sem mais nada a perder na vida, a moça resolve mostrar timidamente suas composições para Nova York, é assim que conhece o produtor Dan. Falido e sem fechar contrato com nenhum cantor bom há anos, ele vê muito potencial em Gretta e se encanta com seu talento e musicas sensíveis. É um filme docinho que vai te conquistar na 1ª cena.

Estrelas: ***

Empire Records

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Que climão grunge delícia é esse filme de 95! Com as musas da década, Liv Tyler, Renee Zellweger e Robin Tunney no elenco, o filme se passa em um dia de trabalho na loja de disco Empire Records, quando seus jovens vendedores descobrem que a loja vai ser comprada por uma rede sem graça e eles, junto com o gerente charmosão, vão tentar impedir. Ao longo do dia de trabalho, cada um dos jovens vão resolvendo seus conflitos, como Corey que quer deixar de ser a menina certinha, Debra que tentou se suicidar no dia anterior, A.J que quer se declarar para Corey…Enquanto isso muita música delícia na soundtrack que vai de AC/DC a The Cranberries.

Estrelas: **

Nick e Nora – Uma noite de amor e música

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O filme se passa em uma noite só e começa quando os dois apaixonados por música Nick (Michael Cera) e Nora (Kat Dennings) se conhecem em uma noite novaiorquina enquanto buscam- com seus respectivos amigos – por um show secreto de uma banda indie que gostam ( se não é o primeiro encontro perfeito eu não sei o que é). Enquanto partem na busca ao tesouro, o mais novo casal de amigos aproveita para curtir a night e… aprontar muita confusão (piadinha).

Estrelas: ****

Quase Famosos

Filmes para apaixonados por música

Apesar do título ser sobre uma banda que está quase alcançando o auge em pleno anos 70, o protagonista é o jovem jornalista William. Apaixonado por música desde criancinha, William foi criado por uma mãe rígida e protetora, mas que mesmo assim deixa o filho partir em uma turnê com uma banda para escrever uma matéria para a revista Rolling Stone. O que ele não esperava era se apaixonar por uma das groupies da banda e se perder em meio a bagunça que é o mundo da música. Filme obrigatório para quem ama o mundo da música e principalmente do rock.

Estrelas: *****

Letra e Música

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Alex é um ex integrante de um grupo pop muito famoso nos anos 80 que se encontra em decadência. Só as fãs de longa data frequentam o seu show e ele se apresenta apenas em eventos pequenos. Como um presente dos céus, uma cantora pop nova e famosa o convida para uma parceria musical e ele aceita de prontidão. O único problema é que Alex está enferrujado para compor músicas e sua salvação acaba sendo sua regadora de plantas, Sophie. O talento para rimas e escrita de Shophie a deixa encarregada da letra enquanto Alex compõe o ritmo.

A graça, além do casal fofo que os dois formam, é ver a criação da letra de uma música do começo ao fim.

Estrelas: ***

Alta Fidelidade

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Não tem como deixar de falar de música sem citar o fanático por música e vinis, Rob Gordon, personagem principal da adaptação do livro homônimo de Nick Horby para o cinema.

Rob é dono de uma loja de vinis à beira da falência que acaba de levar o pé na bunda da sua namorada. O acontecimento serve para ele dissecar cada um de seus relacionamentos anteriores, enquanto conversa com o telespectador sobre música, e como ela é importante para se avaliar alguém. Com um humor sarcástico, o filme discorre sobre relacionamentos e músicas junto com uma lista de referências da música pop. Impossível não gostar.

Estrelas: ****

Apenas Uma Vez

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Apesar de lindo e poético, não recomendo  para ser visto em domingos nublados e sozinha em casa.
O filme irlandês conta a história de um músico de rua que tem vergonha das suas próprias canções. Um dia ele conhece uma jovem carismática e encantadora mãe solteira que trabalha vendendo flores na rua. Ela gosta das músicas dele e logo ambos se aproximam e se encantam um pelo talento musical do outro. O romance melancólico se desenvolve enquanto ambos se conectam por meio da química musical.

O interessante desse filme é que os atores realmente cantam ( fizeram até turnê em conjunto tocando as músicas do filme), então nada de playback ou falsidade. Realmente um amor.

Estrelas: *****

Escola de Rock

School-of-RockOriginal

Esse filme vai se tornar um clássico da sessão da tarde para a próxima geração. E não é pra menos, levinha e divertida, a comédia é, pra mim, o melhor filme do Jack Black. Aqui ele interpreta um roqueiro old school que é expulso de sua banda por chamar atenção demais (e não de uma forma legal). Sem dinheiro e ameaçado de ser expulso do apartamento que divide com o amigo, ele resolve se passar por um professor substituto e é quando descobre que seus alunos tem um tremendo talento musical. Logo, ele resolve montar uma banda com as crianças para participar de um concurso.

Ver cada criancinha com sua personalidade engraçada e fofa descobrindo o rock é uma delicia e, de bônus, todos os atores mirins realmente são músicos.

Estrelas: *****

O Som do Coração

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August Rush é um garoto órfão que nasceu de uma noite de amor casual entre uma violinista e um guitarrista, ambos apaixonados por música. Com um ouvido e feeling musicais fora do normal o garoto foge do orfanato para encontrar seus pais por meio da música, e é nas ruas de Nova York que tem contato com todos os tipos de ritmos e instrumentos diferentes.  Além da jornada do garotinho, o filme acaba contando a história de seus jovens pais que, por algum motivo, nunca mais se encontraram depois daquela única noite de amorzinho.

Estrelas: ***

Adorável Professor

RichardDreyfus-pg-horizontal

Baseado em fatos reais, Adorável Professor é a biografia do professor de música Mr. Holland’s, um compositor de música clássica frustrado que é obrigado a dar aula de música no ensino médio para manter ele e sua esposa. Assim como qualquer aspirante a artista, Mr. Holland’s tenta conciliar as aulas de seus alunos sem talento com a composição, mas fica tudo mais difícil quando a esposa engravida. Conformado com o papel de professor, ele se envolve cada vez mais nas suas aulas ao longo dos anos  60 e 80 e acaba tocando cada aluno de uma forma diferente por meio da música. Prepare os lencinhos.

Estrelas: ****

Postado por Carina Silva

Veja também

10/05/16
Filmes para apaixonados por música

Quem gosta de música e cinema sabe como é uma delícia ver um filme musical. E por musical  não quero dizer do tipo Grease ou Hair Spray, mas sim filmes que falam sobre música, têm uma trilha sonora mara e falam sobre composição, instrumentos e a magia da música. Música, música, música!

Pensando nisso, separei  uma lista de filmes para apaixonados por música, que se não vão te fazer sair para montar uma banda, irão, no mínimo, te fazer ouvir música no talo ou partir para uma festa.

Os piratas do rock

boat_poster

A trama gira em torno do protagonista Carl – lindo e bobo – que quer conhecer o seu pai e a única pista que sua mãe dá é que ele mora em um barco e é um radialista pirata de rock.

O filme se passa nos anos 60 na tradicional Inglaterra, década em que o rock ainda era mal visto. Além da rádio ser feita de rock and roll 24 horas por dias, cada locutor tem uma personalidade muito particular e toca, obviamente, seu estilo de música favorito. Além das piadas mixarem rock com verdadeiros costumes piratas, ver os protagonistas se entregando a cada música é divertidíssimo.

Estrelas: ***

Detroit Rock City

kiss08

Em 1978 quatro amigos adolescentes fanáticos por KISS fogem da escola e partem para Detroit, a cidade do rock, só para curtir um show da banda.

Piadas gratuitas e coisas nojentas que só adolescentes roqueiros conseguem fazer e falar (ou pelo menos os de filmes), transbordam no filme. A trilha sonora, além de muito KISS, é cheia de rock clássico farofa. Ótimo para ver com os amiguinhos comendo pizza e uma cerveja.

Estrelas: ***

E se Nada der Certo

begina-thumb-800x560-142618

Gretta namora um cantor e compositor há muitos anos, até que ele consegue um contrato com uma gravadora e ambos se mudam da Inglaterra para os EUA. Quando o boy fica famoso, acaba a deixando e, sem mais nada a perder na vida, a moça resolve mostrar timidamente suas composições para Nova York, é assim que conhece o produtor Dan. Falido e sem fechar contrato com nenhum cantor bom há anos, ele vê muito potencial em Gretta e se encanta com seu talento e musicas sensíveis. É um filme docinho que vai te conquistar na 1ª cena.

Estrelas: ***

Empire Records

empire

Que climão grunge delícia é esse filme de 95! Com as musas da década, Liv Tyler, Renee Zellweger e Robin Tunney no elenco, o filme se passa em um dia de trabalho na loja de disco Empire Records, quando seus jovens vendedores descobrem que a loja vai ser comprada por uma rede sem graça e eles, junto com o gerente charmosão, vão tentar impedir. Ao longo do dia de trabalho, cada um dos jovens vão resolvendo seus conflitos, como Corey que quer deixar de ser a menina certinha, Debra que tentou se suicidar no dia anterior, A.J que quer se declarar para Corey…Enquanto isso muita música delícia na soundtrack que vai de AC/DC a The Cranberries.

Estrelas: **

Nick e Nora – Uma noite de amor e música

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O filme se passa em uma noite só e começa quando os dois apaixonados por música Nick (Michael Cera) e Nora (Kat Dennings) se conhecem em uma noite novaiorquina enquanto buscam- com seus respectivos amigos – por um show secreto de uma banda indie que gostam ( se não é o primeiro encontro perfeito eu não sei o que é). Enquanto partem na busca ao tesouro, o mais novo casal de amigos aproveita para curtir a night e… aprontar muita confusão (piadinha).

Estrelas: ****

Quase Famosos

Filmes para apaixonados por música

Apesar do título ser sobre uma banda que está quase alcançando o auge em pleno anos 70, o protagonista é o jovem jornalista William. Apaixonado por música desde criancinha, William foi criado por uma mãe rígida e protetora, mas que mesmo assim deixa o filho partir em uma turnê com uma banda para escrever uma matéria para a revista Rolling Stone. O que ele não esperava era se apaixonar por uma das groupies da banda e se perder em meio a bagunça que é o mundo da música. Filme obrigatório para quem ama o mundo da música e principalmente do rock.

Estrelas: *****

Letra e Música

letraemusic

Alex é um ex integrante de um grupo pop muito famoso nos anos 80 que se encontra em decadência. Só as fãs de longa data frequentam o seu show e ele se apresenta apenas em eventos pequenos. Como um presente dos céus, uma cantora pop nova e famosa o convida para uma parceria musical e ele aceita de prontidão. O único problema é que Alex está enferrujado para compor músicas e sua salvação acaba sendo sua regadora de plantas, Sophie. O talento para rimas e escrita de Shophie a deixa encarregada da letra enquanto Alex compõe o ritmo.

A graça, além do casal fofo que os dois formam, é ver a criação da letra de uma música do começo ao fim.

Estrelas: ***

Alta Fidelidade

altafidelidade

Não tem como deixar de falar de música sem citar o fanático por música e vinis, Rob Gordon, personagem principal da adaptação do livro homônimo de Nick Horby para o cinema.

Rob é dono de uma loja de vinis à beira da falência que acaba de levar o pé na bunda da sua namorada. O acontecimento serve para ele dissecar cada um de seus relacionamentos anteriores, enquanto conversa com o telespectador sobre música, e como ela é importante para se avaliar alguém. Com um humor sarcástico, o filme discorre sobre relacionamentos e músicas junto com uma lista de referências da música pop. Impossível não gostar.

Estrelas: ****

Apenas Uma Vez

Once_dica_de_filme_blog_to_her
Apesar de lindo e poético, não recomendo  para ser visto em domingos nublados e sozinha em casa.
O filme irlandês conta a história de um músico de rua que tem vergonha das suas próprias canções. Um dia ele conhece uma jovem carismática e encantadora mãe solteira que trabalha vendendo flores na rua. Ela gosta das músicas dele e logo ambos se aproximam e se encantam um pelo talento musical do outro. O romance melancólico se desenvolve enquanto ambos se conectam por meio da química musical.

O interessante desse filme é que os atores realmente cantam ( fizeram até turnê em conjunto tocando as músicas do filme), então nada de playback ou falsidade. Realmente um amor.

Estrelas: *****

Escola de Rock

School-of-RockOriginal

Esse filme vai se tornar um clássico da sessão da tarde para a próxima geração. E não é pra menos, levinha e divertida, a comédia é, pra mim, o melhor filme do Jack Black. Aqui ele interpreta um roqueiro old school que é expulso de sua banda por chamar atenção demais (e não de uma forma legal). Sem dinheiro e ameaçado de ser expulso do apartamento que divide com o amigo, ele resolve se passar por um professor substituto e é quando descobre que seus alunos tem um tremendo talento musical. Logo, ele resolve montar uma banda com as crianças para participar de um concurso.

Ver cada criancinha com sua personalidade engraçada e fofa descobrindo o rock é uma delicia e, de bônus, todos os atores mirins realmente são músicos.

Estrelas: *****

O Som do Coração

o-som-do-corac3a7ao

August Rush é um garoto órfão que nasceu de uma noite de amor casual entre uma violinista e um guitarrista, ambos apaixonados por música. Com um ouvido e feeling musicais fora do normal o garoto foge do orfanato para encontrar seus pais por meio da música, e é nas ruas de Nova York que tem contato com todos os tipos de ritmos e instrumentos diferentes.  Além da jornada do garotinho, o filme acaba contando a história de seus jovens pais que, por algum motivo, nunca mais se encontraram depois daquela única noite de amorzinho.

Estrelas: ***

Adorável Professor

RichardDreyfus-pg-horizontal

Baseado em fatos reais, Adorável Professor é a biografia do professor de música Mr. Holland’s, um compositor de música clássica frustrado que é obrigado a dar aula de música no ensino médio para manter ele e sua esposa. Assim como qualquer aspirante a artista, Mr. Holland’s tenta conciliar as aulas de seus alunos sem talento com a composição, mas fica tudo mais difícil quando a esposa engravida. Conformado com o papel de professor, ele se envolve cada vez mais nas suas aulas ao longo dos anos  60 e 80 e acaba tocando cada aluno de uma forma diferente por meio da música. Prepare os lencinhos.

Estrelas: ****

Postado por Carina Silva

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17/12/15
Star Wars o despertar da Força – nostalgia, girl power e surpresas

star-wars-o-despertar-da-forçaO novo Star Wars o despertar da Força é um tapa na cara dos defensores dos bons, e mais do que velhos, costumes.

Com dois protagonistas representantes das minorias de negros e mulheres, o filme que apresentou um clássico do cinema para a nova geração está carregado de girl power e zero  preconceito racial. Mesmo os produtores dizendo que essa não foi a intenção.

Porém, a questão que ficou na minha cabeça após sair da sala de cinema com a cara inchada de choro,  e acredito que na cabeça de outros fãs, é se o filme realmente se faz necessário como uma continuação desse clássico lindo.

Em “O despertar da força” a participação dos personagens da trilogia clássica foi, não só algo para agradar e  provocar nostalgia nos fãs de longa data, mas também uma bengala para os roteirista J.J. Abrams, Michael Arndt e Lawrence Kasdan, já  que o roteiro se mostrou previsível e uma reciclagem da trilogia antiga. Tudo isso faz refletir se essa realmente foi a intenção (fazer um filme de homenagem, como Jurassic World, por exemplo) ou se foi apenas a falta de capacidade de criar uma história sequência sem se apegar tanto ao roteiro dos filmes clássicos.

Além da jornada do herói seguida a risca novamente,  temos algumas extensões de personagens já criados, como o piloto Poe, cujo papel é ser charmoso e ter a desenvoltura marota de um Han Solo. Um R2D2 mais comunicativo e com mais personalidade está lá também  como BB8, mestre Yoda como a criaturinha pequena Maz, a figura paterna exercida por Obi Wan já fica nas mãos do, agora também velhinho, Han solo e finalmente Luke e Anakin (os rapazes do deserto, pobres e sem perspectiva de vida), como a poderosíssima Ray.

E chegamos a ela! Ray, a garota que salva o filme por ser independente, forte e não precisar, em nenhuma hora sequer, da ajuda de um homem. Ray é quem resgata seus amigos, Ray é quem luta e sabe pilotar. É bonitinha? É, mas não é só isso.

Por fim, o trio de amigos e protagonistas se completa com Finn, um personagem carismático que acredito que tenha faltado força, mas não carisma. As piadas hollywoodianas ficaram nas mãos do próprio e algumas funcionaram e outras não porque, meu deus, quantas piadas!

star wars

Como não poderia deixar de ser, lágrimas rolaram. O motivo pode variar, mas sem dúvida a saudade foi uma delas. Infelizmente para dar espaço ao novo, o velho tem que acabar e “O despertar da força” se despede do passado com gratidão, mas deixando um aperto no coração.

E agora, se não quiser saber absolutamente nada relacionado a história, pare de ler. NÃO contém spoilers.

É compreensível que não vamos mais ver o Star Wars de George Lucas, e que mesmo a velocidade e energia do filme tendo mudado para agradar além dos mais velhos os mais novos, J.J. Abrams se empolgou em algumas modificações. O novo assusta, mas em algumas coisas é melhor não mexer.

E vamos ao vilão, Kylo Ren,  fraco como personagem e apenas uma catarse para história – espero – Ren é mimado inseguro e vê em Darth Vader seu próprio Yoda. É um vilão que te faz odiá-lo pelos motivos errados (não como amamos odiar Darth Vader). Mas isso pode ser bom, afinal é uma diferença dos filmes antigos. Assim como a história tem que se aprofundar mais, Kylo Ren também, do contrário, pode passar batido.

Star-Wars-VII-The-Force-Awakens

Han Solo, Luke e Leia foram os principais responsáveis por provocar choros dos marmanjos na sala de cinema, mas seus destinos no filme chegam a estragar a imaginação dos fãs sobre o que aconteceu após o Episódio VI.

George Lucas passou o bastão da sua criação para a Disney, morremos de medo e o resultado foi um filme que, para funcionar, precisa da mente aberta de todo mundo para compreendermos que a franquia nunca mais terá o mesmo ar que teve.

O filme abre as portas e recebe de braços abertos os padawans e presenteia os mestres unindo o velho com o novo. O desafio será inovar e criar uma história e aventura tão cativantes e com mensagens profundas e significativas, como as anteriores, nos próximos filmes.

Postado por Carina Silva

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07/12/15
Comic Con Experience, eu fui

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E aí o Brasil tem uma Comic Con com direito a atrações internacionais do mesmo nível das atrações da tradicional Comic Con de San Diego e eu fui! Eu fui e vou contar pra vocês qual é que é a desse evento que surgiu nos EUA e teve a primeira edição aqui no Brasil em 2014 e de lá pra cá o número de estandes, atrações e público aumentou consideravelmente.

A  Comic Con (Expirience) é um evento para quem gosta de cultura pop  voltada para o lado geek (quadrinhos, mangas, animes, seriados – alguns nerds, outros nem tantos- e filmes – esses nerds mesmo). Em um resumo muito cru, é um evento com estandes de diversas marcas legais que vão desde roupas até decoração e quadrinistas vendendo  e autografando seus trabalhos até painéis com gente famosa  e “importante”. E é claro tem os queridos cosplays.

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O que foi bom:

  • A Comic Con disponibilizou para quem fosse de metrô, ônibus de graça até o local e logo na saída da catraca do metrô já tinham staffs indicando  pra onde você devia ir.
  • O lugar, apesar de grande, estava muito bem organizado, tudo dividido por letras para você se encontrar muito bem. Por exemplo: se perdeu? É só avisar o amigo que está na ala H ou G…etc.
  • Tinha um lugar específico para os cosplayers se arrumarem. Olha que fofo.
  • O chão não ficava sujo um minuto sequer. A toda hora se via funcionários limpando, secando, varrendo, sugando.
  • Todo mundo era super educado. Não tinha como ser diferente, nerds em seu habitat natural tendem a ficar mais felizes. Na praça de alimentação todo mundo dividia a mesa com estranhos, fiz amizades breves nas filas, troquei favores para bater foto de pessoas e elas de mim. Muito amigável e familiar.
  • Não gastei tanto dinheiro quanto pensei que ia gastar. Motivo:  ou comprava uma caneca de R$ 30,00 ou um boneco de R$ 500,00 e, acreditem, tinha muito mais boneco de R$ 500,00 do que caneca de R$ 30,00.
  • Tinha muita gente porém não o suficiente parar super lotar o lugar. Ano que vem a organização  pretende dobrar o tamanho e acho isso ótimo pois, sem dúvida, o público vai continuar crescendo e muito.

O que foi ruim:

  •  Teve fila para pegar o ônibus do metrô até a Expo São Paulo, fila para entrar com a credencial, para comer,  para ir ao banheiro e entrar nas lojas mais legais. Para se ter uma ideia, a loja do Star Wars e a Comix davam voltas. Mas, como não fui em nenhum painel, não vi muito problema em ficar nas filas.
  • O valor do ingresso – quase R$ 200,00 para os finais de semana – não inclui os Meet and Greet”,  ou seja, se você quer ver um ator e tirar foto com ele vai ter que pagar esse valor de novo apenas para fazer isso.
  • Os painéis são o grande problema. Eis uma coisa para quem não foi na Comic Con e pretende ir: ou você aproveita o evento ou fica na fila para ver o painel da celebrity que quer. O que acontece é que cada sala de painel tem uma lotação máxima, e quem viu o painel das 13h pode muito bem ficar na sala para ver o painel das 15h e além de já ter uma fila quilométrica para ver o painel das 15h, você ainda depende das pessoas que vão sair da sala para dar espaço às pessoas que ainda estão na fila.

Então aí vai a dica: se você quer ter a experiência completa de ver os painéis e ainda andar pelo evento, vai ter que por a mão no bolso e comprar ingresso para ir pelo menos em dois dias. Um para ver os painéis e outro para andar pelo evento.

  • Teve um grande tumulto – ao que li, pois não fui na sexta, 04 – no painel do Netflix (com os atores de Sense 8 e Jessica Jones). O público não ficou sentado e foi todo mundo até a grade causando um tumulto. O resultado foi acabar com o painel com apenas 10 minutos de duração e fazer o público do lado de fora pagar uma grana altíssima para tirar foto com os atores.
  • Tinha poucos quadrinistas (ao menos no dia em que eu fui, sábado 05). Por ser um evento que surgiu tradicionalmente com o foco em quadrinhos era a oportunidade do Brasil de apresentar seus talentos para o publico consumidor. Infelizmente, como tudo, os astros do evento acabaram sendo as celebridades dos filmes e séries americanas.
  • O lugar não tinha estrutura para receber chuva. No fundo da São Paulo Expo a água da chuva deu um jeito de entrar, alagar o chão e acabar com a energia do meio até o fim da São Paulo Expo.

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Sem dúvida para haver uma divisão justa de público que vai aos painéis, o evento ainda precisa ao menos triplicar o numero de convidados. Vamos esperar e ver, afinal, apesar de estar crescendo rápido, ninguém faz milagre.

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Por fim, minha percepção da Comic Con é que  ela  como o Starbucks. É caro pra caramba e você não sabe direito porque está lá, já que poderia tomar um cafezinho mais gostoso em outra cafeteria, mas estar em um lugar tão famoso com copinhos tão legais deixa a experiência muito mais mágica.

De fato, se você não for ver nenhum painel (porque não quer perder o evento sentado em uma fila), não estiver disposto a andar e nem tiver dinheiro para comprar um mangá que seja, o valor absurdo que vai pagar apenas pra entrar não vale. Mas se quiser ter uma experiência divertida – porque é sim muito divertido – sem dúvida, é uma delicinha.

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Postado por Carina Silva

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07/08/15
Séries dos anos 90 lado B

Existem duas séries dos anos 90 que todo mundo precisa conhecer, e, como são um pouco lado B e foram canceladas muito cedo, muita gente não conhece. O que é um pecado! Por isso, resolvi falar das minhas 2 preferidas – e quem sabe, mais para frente, falo das outras.

Freaks and Geeks:

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Exibida no finalzinho de 1999, a série se passava nos anos 80 (ponto!) e tinha como trama a vida dos nerds e esquisitos de uma escola do ensino médio. No elenco dos freaks temos atores bem conhecidos no auge da juventude e início de carreira: James Franco (que está a cara do Jeff Buckley <3), Jason Jordan (Marshall do How I Met Your Mother), Linda Cardellini (E.R e Scooby Doo), Seth Rogers (todos os filmes de comédia do mundo) e Busy Philipps (As Branquelas e Cougar Town).

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A história começa quando a avó de Lisa morre e ela passa a mudar os antigos hábitos. A certinha e “normal” descobre o grupo dos esquisitos e resolve andar com eles, porque afinal, era muito mais divertido ouvir rock n’ roll e fumar maconha. Lisa passa a ver as coisas com um olhar um pouco mais pessimista e abandona de vez sua vida de “nerd”.

giphy
Já o núcleo dos geeks tem como protagonista o irmão mais novo de Lisa e seus dois amigos também “perdedores”. O trio que está no primeiro ano do colegial tenta desesperadamente se adaptar, conhecer garotas e fugir dos bullies. Claro que Lisa também sofre para se adaptar ao grupo dos malvadinhos, afinal, ela não tem malícia.

giphy (1)
Por que é legal?
Além da trilha sonora ser demais, ver como Lisa passa da garotinha feliz para uma típica adolescente (revoltada, rebelde e melancólica) é bem legal. E, para equilibrar, os nerds fazem a gente dar boas risadas. A série, infelizmente, não vingou nos EUA. E, por isso, só tem 1 temporada de 18 episódios. Mas vale super a pena!

My so Called Life

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Triste saber que uma série foi cancelada por ser “profunda” demais. Mas é o caso de My so Called Life, série total grunge, de 1995 estrelada por Claire Danes (Angela) e Jared Leto (Jordan Catalano). Difícil fazer a série parecer tão boa como ela é só falando, mas posso dizer que retrata muito bem a adolescência sem ser de uma maneira idiota. Enquanto muitos seriados faziam adolescentes parecerem bobões melosos, a série conseguiu resgatar o “drama” que pensávamos nos nossos próprios anos dourados de uma maneira poética e, vez ou outra, triste.

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A história começa quando a protagonista Angela também resolve deixar de andar com sua amiga certinha, pinta o cabelo de vermelho e faz amizade com uma garota doidinha e o mais um garoto divertido, vide único gay da escola. Angela é inteligente e sempre desdobra situações que resultam em pensamentos sagazes.
Claro que nenhuma protagonista adolescente dramática seria uma protagonista adolescente dramática sem um amor não correspondido, é aí que entra o lindo  do Jared Leto.

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Ao contrário de Freaks and Geeks, essa série não tem muito humor. Alguns episódios são meio densos, então não assista quando estiver tendenciosa à lágrimas ou sentir uma saudade enorme da adolescência.

E como tudo o que é bom dura pouco, a série só tem 19 episódios. Snif…

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Postado por Carina Silva

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20/02/15
[Filme] Grandes Olhos

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O mais novo filme do queridíssimo Tim Burton vai lá para os anos 50 contar a história real da pintora Margaret Keane (Amy Adams). Uma jovem artista mãe solteira que sonha em ganhar a vida vendendo sua arte: quadros  de crianças com olhos grandes e expressivos.

Mesmo sendo fonte de um grande talento, Margaret é tímida, sem o mínimo jeito para vender o seu trabalho e tem medo de não aceitarem o fato de ser uma mulher artista. É então que ela se  casa com o pintor Walter Keane (Christoph Waltz) e ele, desenvolto, carismático e excelente vendedor, começa a ficar famoso pelos quadros da sua esposa.

O sucesso das imagens de crianças de olhos grandes começa a ser tanto, que a arte de Walter Keane (na verdade da Margaret), passa a ser uma espécie de Romero Britto da época (só que melhor, claro). Tendo seus quadros estampados em posters e em uma diversidade de produtos, Margaret começa a se incomodar com o sucesso do seu marido em nome do trabalho dela. Enquanto fica trancada em um quartinho pintando quadro após quadro para preencher a demanda, ela começa a procurar sua própria identidade e decide mudar seu estilo para poder, enfim, assinar sua própria arte.

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Mesmo os quadros sendo a cara de personagens do Tim Burton (teria sido esse o motivo que ele resolveu fazer o filme?), o filme colorido e fofo não tem muito daquele tom sombrio que a gente está acostumado a ver. É só pela fotografia caricata e um pouco exagerada  que a dá para encontrar o dedo do Tim ali. O que é bom. Mostra que o diretor sabe produzir coisas diferentes.

Com um enredo bem leve de início, a história começa a ficar pesada quando Margaret se torna escrava do seu marido e, sufocada pelo segredo, decide falar para o mundo: Walter nunca pintou nenhum daqueles quadros.

Amy Adams faz de Margaret uma pessoa frágil e carismática enquanto Christoph Waltz, deixa Walter um daqueles vilões impossíveis de odiar. Filme gostosinho!

Postado por Carina Silva

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27/01/15
Brinquedos fofos de Páscoa

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A Páscoa 2015 vai ser uma morte horrível para a vida financeira de quem adora colecionáveis de quadrinhos, cartoons, filmes e similares. Nerds, preparem os bolsos, pois as marcas de chocolate apelaram para conquistar os adultos que adoram esse tipo de produto.

Para começar a Lacta vem com os personagens principais do desenho nada infantil A Hora da Aventura. Ainda não sei se serão só o Finn e o Jake, ou se outros personagens como Marceline e a Princesa Caroço vão aparecer também. <3

Mais Brinquedos fofos de Páscoa, ops, quer dizer, colecionáveis! 😀

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E a Nestlè apelou e vai trazer canecas temáticas de Star Wars com, Stormtrooper e Darth Vader que já estão à venda a partir de 18 de fevereiro.

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A Cacau Show também investiu nos gadgets e vem com headphones da Liga da Justiça. Alguém me dá o da Mulher Maravilha pfvr? 😛

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Copinhos fofos da franquia Vingadores que são da Garoto, CADÊ O LOKI? <3

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Canecas Angry Birds vem nos ovos da Lacta, coisa mais linda gente!

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Quero ter merenda pra levar nessa lancheira da Hello Kitty também da Lacta.

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E também tem lancheira Monster High.

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Caixinha de som tão linda do Mickey nos ovos da Nestlè. <3

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E pro Homem Aranha não reclamar que é sempre deixado de lado, que é o mais pobrinho, a Lacta vai ter copo fofo dele também! \o/

Ainda não foram divulgados preços e data de lançamento de todos, então quem babou nos brinquedinhos, fica esperto para não perder!

Eu quero pelo menos a caneca do Darth, meu camarada, e os bonequinhos de Adventure Time.

Quais conquistaram os coraçõezinhos de vocês?

 

Postado por Helena Sá

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