feminismo


09/01/15
em: textos
Humor que faz a gente pensar

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Quem acompanha a página do facebook ou o instagram aqui do blog, já viu muitas dessas gracinhas que eu vou mostrar aqui hoje.

É que desde novembro do ano passado eu tenho postado mensagens que eu acredito, defendo e curto, a maioria eu mesma criei, outras foram inspiradas em fatos e coisas que vejo na vida e na internet. Já até fiz um post com algumas dessas mensagens, só que eram sobre o mito da vida saudável.

Hoje as mensagens são mais divertidas, com um tipo de humor que faz a gente pensar. É o tipo de humor que eu gosto, pois não ofende ninguém e vai contra falsas verdades pré estabelecidas, coisas que eu quero combater. E tem jeito melhor de combater estereótipos e preconceitos do que com bom humor?

Quem curtiu os banners pode curtir e compartilhar no seu perfil no facebook, é só clicar em cima da imagem, quem vai abrir direto na página pra vocês compartilharem. :)

Eu estou muito feliz com o resultado desse projeto de frases, tem tido uma grande adesão de vocês tanto no FB, quanto no instagram, é muito gratificante ver que muita gente compartilha das minhas ideias e vê a vida e o mundo dessa forma. E que além disso, quer melhorar as coisas, nem que seja rindo de si mesmo.

Curtiram a ideia? Tô aceitando dicas e novas ideias para frases legais, quem quiser ajudar é só comentar aqui no post e claro que vou marcar a pessoa que mandar, ok?

Postado por Ana Paula Nunes

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05/01/16
Qual é o pente que te penteia e meta para 2016

Semana passada eu, finalmente, visitei uma exposição super bacana que está acontecendo aqui em Juiz de Fora. Queria ir já há algumas semanas, mas misturou fim de férias e fim de ano e as semanas começaram a ficar bem mais corridas e acabava adiando.

A exposição de fotos chama “Qual é o pente que te penteia” e fica disponível no Espaço Cultural Correios (em Juiz de Fora) até dia de 16 de janeiro. Então, ainda dá tempo de você também conhecer! Corre!

Pelo nome e pela arte de divulgação (que está lindona) eu fiquei mega ansiosa pra visitar logo. Sim, o nome é o título de uma música antiga que você com certeza já cantarolou por aí, mas me diga, você já parou pra pensar o quão preconceituosa essa música é?

“Nega de cabelo duro,
qual é o pente que te penteia?”

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Pois é, tem tanta coisa que a gente reproduz e nem se dá ao trabalho de pensar sobre, não é? É aí que mora o perigo, bem aí que mora o preconceito também! Em uma aula sobre Ideologia, meu professor da Pós-Graduação em Mídia, Informação e Cultura da USP (um dos professores mais sensacionais que já pude ter) explicava que o grande lance da ideologia é isso, fazer com que reproduzamos discursos preconceituosos, machistas, homofóbicos sem questionar, ou sem ao menos hesitar.

No entanto, quando nos damos conta da existência disso, dessa consciência social que impregna a gente, por mais que um pensamento preconceituoso ou machista percorra nossa cabeça, a gente começa questionar. E desde então, eu me questiono sobre músicas, filmes, livros e ditados populares (esses são terríveis).

exposição
Certo, mas pra quê tudo isso? Bom, porque a exposição está linda. Todas 38 fotos de mulheres negras com seus cabelos crespos, com dreads, tranças, turbantes ou mesmo com black power são maravilhosas.

E enquanto eu admirava cada foto eu só conseguia pensar no quanto o padrão de beleza é excludente e sem maior sentido. Quem disse que a mulher negra não é linda? Que disse que ter tranças e dreads não pode ser maravilhoso?

Exposição2
Tem todo um contexto histórico e social nessa luta, mas vale lembrar a gente a aprende. A gente pode mudar discursos, podemos parar de reproduzir falas que colaboram com tudo isso.

Então, para 2016 ficam aí duas metas: visitar essa exposição maravilhosa e se questionar mais sobre todas essas falas prontas que temos em nossa cabeça, ok?

Postado por Ana Paula Nunes

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15/12/15
Você não precisa estar escovada para se sentir elegante

penteados

Para vocês se inspirarem e arrasarem no fim do ano, fiz uma seleção com alguns penteados lindos.

O fim do ano está aí, repleto de presentes e claro, festas, confraternizações e reuniões em família. É aquela época em que todo mundo quer estrear uma roupa nova, uma maquiagem trabalhada e também um penteado bacana. E se você é cacheada, eu aposto que chegou a pensar, em determinada fase da sua vida, que esse era o momento para fazer uma escova, não é mesmo?

Infelizmente, existe um fenômeno social que nos faz acreditar que cabelo crespo ou cacheado não é sinônimo de elegância e que não é aceito em eventos mais formais. Sempre que pensava em ir para formaturas ou mesmo casamentos eu me sentia na obrigação de fazer uma escova e alisar meu cabelo para ficar com uma cara de “arrumada”, sabe?! Caso eu não fizesse (muitas vezes eu não fiz) eu achava que não estava à altura de tantos penteados alisados e cheios de laquê. Aquela ideia de que  você precisa estar muito bem escovada para se sentir elegante.

Enfim, a sociedade cria padrões para serem seguidos e todo mundo está cansado de saber isso, não é? Mas, nossa, é muito mais difícil se desvencilhar das vozes que insistem em martelar em nossas cabeças depois de anos acreditando que os padrões impostos e expostos eram o ideal. É um exercício diário, sim! E abrange inúmeros aspectos de nossas vidas.

E estou aqui hoje para dizer: o seu penteado não precisa e não vai ser igual ao de garotas lisas! E nem por isso vai ser menos legal ou menos elegante. Vai ter frizz? Vai ter frizz! Vai ter ondas? Vai ter ondas! E você vai estar linda? Sim!
Eu sempre fui louca com trança, sempre achei muito bonito, mas meu cabelo sempre foi super cacheado, a trança não ficava igual ao dos cabelos longos das minhas amigas lisas. Assim como meu rabo de cavalo também não fica. Nunca ficou! Nunca vai ficar! Preciso sofrer com isso? Não, não preciso. Tem uma porção de penteados que ficam lindos em crespas e cacheadas. Eu, por exemplo, escolhi casar com o meu cabelo cacheado e nem por isso me senti menos “noiva”.

O grande lance dessa história toda é você se aceitar e se sentir bem com você mesma. Tentar vencer todos os dias os preconceitos enraizados em nossa mente e ser capaz de ser você mesma em qualquer dia, inclusive nas comemorações, festas e os grandes eventos que aparecerem. Afinal, por que teria que ser diferente, não é mesmo?

Postado por Ana Paula Nunes

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18/11/15
Passei boa parte da vida tentando mudar meu cabelo

Eu tenho 27 anos. Passei boa parte da vida tentando mudar meu cabelo, não aceitando o meu cabelo. Tentando transformá-lo, aos poucos, naquilo que eu achava que era mais bonito. Naquilo que a sociedade me mostrava que era mais bonito, através de novelas e revistas.

Fiz amaciamentos, relaxamentos e progressivas. Comecei aos 14 anos de idade, querendo aquilo que era o meu sonho na época, um cabelo liso e com as pontas levemente cacheadas. Não preciso dizer que não funcionava, né? O cabelo crescia e dois dedos de raiz cacheada eram suficientes para acabar com o sonho mês a mês.

Aos 17 anos, com o cabelo já bastante fragilizado, resolvi alisar de vez. Achei que a nova vida de estudante de jornalismo pedia um cabelo liso, mais próximo dos padrões televisivos. E por isso, resolvi fazer uma progressiva e um relaxamento juntos. O cabelo não ficou liso, ficou esticado, ressecado, e eu ainda precisava fazer escovas para ele ficar modelado.

cabelo com progressiva

Meu bota-fora pré mudança para Viçosa, onde fiz a faculdade.

Menos de seis meses foram suficientes para eu me arrepender e perceber que não queria mais aquilo. Já não me lembrava do meu cabelo natural, resolvi que o deixaria crescer e esperar toda a química sair. Passei pela transição sem saber o nome dela, não existiam grupos ou informações pela internet. Fiquei um ano com duas texturas no cabelo e vivendo com ele preso. Não foi fácil, claro, mas eu estava determinada a não voltar atrás.

Já com vários dedos de raiz cacheada, durante a transição

Já com vários dedos de raiz cacheada, durante a transição

Depois de um ano de transição fiz o meu primeiro big chop (cortei o cabelo para tirar a maior parte de química possível), que na época não foi tão grande assim porque meu cabelo já estava curto. Quando eu vi meus primeiros cachos surgirem depois disso, prometi a mim mesma que nunca mais faria nada para modificá-los. Eu os aceitei pra sempre naquele momento

Um ano depois do primeiro big chop

Um ano depois do primeiro big chop

E cá estou eu, nove anos depois disso tudo, feliz e aplaudindo de pé toda vez que vejo pessoas falando sobre deixar os cabelos naturais. Sei que transição é difícil, muuuito difícil. Mas, estudei, li e aprendi que cabelo pode ser muito mais que estética. Aceitar o seu cabelo pode ser um ato político. Por isso, toda vez que vejo uma mulher em transição na rua eu tenho vontade de dar um abraço e dizer: “Ó, vem cá! Você não tá sozinha, cara! Tô aqui, te dou força!” Como sei que isso não é possível, não dá pra abraçar todo mundo, me propus a abraçar virtualmente o máximo que conseguir.

atual

E já ia esquecendo de me apresentar: eu sou a Ana Paula, jornalista, mãe de dois gatos, e agora faço parte da equipe do Garotas Rosa Choque.

Postado por Ana Paula Nunes

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04/11/15
Agora é que são Elas

Aconteceu uma coisa muito inusitada e inesperada nesse feriado comigo. Quem acompanha as redes sociais do blog já tem uma ideia, pois eu avisei lá. Fui convidada pelo Márcio Valentim, do Canal do Valentim, para participar dentro do canal dele, da campanha Agora é que são Elas.

Assistam ao vídeo em HD, porque estou com uma maquiagem tão linda que parece que minha pele é de bebê ahahaha, e quem me acompanha no Snap (pinkshockgirl), sabe que tô sofrendo um ataque de espinhas assassinas! 😛

Foi tudo na correria, ele me chamou tipo 4 da tarde, 18:30 eu tava na casa dele gravando! 😀

Para explicar melhor essa Hashtag, segue o texto do Valentim:

Meus nobres amigos, vamos compartilhar essa ideia, por favor. Mostre que vocês têm a mente expandida e que vêem o mundo com outros olhos. Deixe seu like e compartilhe esse vídeo com quem você conhece. As mulheres merecem respeito! “Esse é um momento importante: mulheres estão perdendo direitos adquiridos com muita dificuldade. É cruel. Mulheres vêm relatando o que é ser mulher no Brasil hoje. E ser mulher no Brasil é perigoso. Contra essa crueldade e pra denunciar esse perigo, nós mulheres tomamos as ruas. E as redes. Muitos homens que têm acesso a meios de comunicação e espaços de fala garantidos – verdadeiramente emocionados diante desse momento e solidários nesse movimento de empoderamento – têm vontade de escrever sobre o tema. Do reconhecimento essa vontade em muitos homens, nasceu a provocação: e se todos os homens, ao invés de publicar textos sobre a importância de escutar, de fato reconhecessem a importância de escutar e cedessem, nessa semana, seus espaços para mulheres falarem? Hoje, como o importante é ouvir, eu e você leitor ouviremos. Com vocês, uma mulher. Dessa provocação surgiu, com a ajuda de muitxs e bons, a iniciativa #AgoraÉQueSãoElas: uma semana de mulheres ocupando os espaços masculinos de fala. Homens convidam mulheres para escrever no seu lugar e se colocam nesse lugar do ouvinte. Dando voz e vez a uma mulher. Reconhecendo a urgência da luta feminista por igualdade de gênero e o protagonismo feminino nesta luta. Podem adaptar isso para os muitos veículos: jornais, blogs, canais de Youtube, perfis. Temos uma infinidade de maneiras de multiplicar informação. Todas elas podem ser, nessa semana, ocupadas por mulheres. Muitos homens toparam e já cederam seu espaço nessa semana que começa para uma mulher, para as mulheres. Gregorio Duvivier, Marcelo Freixo, Jean Wyllys, Leo Sakamoto, Bruno Torturra, Ronaldo Lemos, Marcelo Paiva, João Paulo Cuenca, José Eduardo Agualusa, Marcus Faustini, Fred Coelho, Antonio Prata, Marco Aurelio Garcia, Juca Kfouri e outros. E queremos muitos mais com a gente. Queremos todxs juntos nessa onda. Pra que ela seja um tsunami. É pela vida das mulheres. “

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Tenho que agradecer demais a minha amiga linda, Lita, que foi comigo me apoiar na gravação. ♥

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Tinha que ter selfie tietando o Valentim, que é tão simpático e boa gente pessoalmente quanto no canal!

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Claro que tem look, com vestidinho que comprei na Havan outro dia, camisa masculina Armada e tênis cinza Kanui.

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Make leve, mas não podia faltar o batom vermelho pra falar de feminismo, não é!? 😉

Gracinhas de look e make a parte, o foda mesmo foi ter tido esse espaço pra falar de feminismo, coisa que eu já faço todos os dias no instagram e facebook, conversando com vocês, ou seja, nós já tiramos de letra, mas o legal nesse vídeo, é atingir quem não está acostumado a ouvir e ler sobre isso, é trazer mais gente para lutar ao nosso lado! Fiquei muito feliz e sou muito grata ao Valentim pelo espaço e pela coragem! \o/

Quero agora saber o que vocês acharam, quero comentários lá e aqui, quero joinha no youtube, pois tem muitos haters indo lá xingar e negativar o vídeo!

Postado por Helena Sá

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19/08/15
Eu não me vejo, e você?

Passei uma semana sem postar aqui, em pleno BEDA, e eu peço desculpa a vocês e a mim mesma, pois esses dias me deixei abater um pouco, me senti sem forças, acho que todos nós passamos por isso em algum momento da vida, é normal, a gente só não pode deixar isso fazer parte, ser uma constante e não apenas uma exceção. 😉

Não teve post aqui, mas uma coisa que eu não pude deixar de fazer por compromisso com vocês, foi deixar de postar as mensagens/frases, que posto todos os dias no Instagram e Facebook. Por mais que eu estivesse desmotivada, sei que as mensagens fazem muita diferença positiva no dia de vocês girls. Sei disso pelas mensagens que recebo no inbox da página, nos comentários, e até nos likes e compartilhamentos. Por isso, os “quotes” do Garotas não falharam.

Mas o motivo do meu desânimo momentâneo é também o motivo desse post. Semana passada recebi duas revistas em casa, uma local da minha cidade, e uma de uma marca de calçados de plástico que está lançando coleção nova.

Eu-não-me-vejo-e-você

Eu não me vejo, e você?

Folheei as revistas da primeira a última página, na primeira revista, não encontrei ninguém com manequim acima do 40, e não estou falando dos editoriais de moda, me refiro a matéria de street style, que supostamente foi feita nas ruas da cidade mostrando a diversidade de estilos. Mas de diversidade não tinha nada ali, eram pessoas brancas, magras, descoladinhas (odeio essa palavra), e só! Parecia que quem fez a matéria reuniu seu clubinho, pediu pra vestirem suas roupinhas mais hipsters e fotografou como moda de rua, e isso é qualquer coisa, menos moda de rua. Nas ruas você vê diferentes idades, corpos e etnias, vê classes sociais, vê estilos, ou seja, a rua ainda é democrática, mas a matéria foi higienista e isso é triste.

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Na segunda revista, a dos calçados de plástico, o foco são mulheres jovens, entre adolescentes a moças de uns 25 anos, imagino. E assustadoramente, para essa marca só existem moças dessa faixa etária brancas, magras e de preferência loiras naturais ou tingidas. E isso também é muito triste, pois é um produto popular, todo tipo de mulher dessa idade costuma consumir, e essas meninas, essas moças, não se veem ali, não acham que são bonitas ou dignas de estarem ali representadas. Fico triste de a essa altura de 2015, ainda termos que apontar esse tipo de preconceito na mídia e na publicidade.

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Isso se juntou a algumas outras decepções e me deixou pra baixo, desestimulada de blogar, de passar uma mensagem que aparentemente poucas pessoas querem ouvir. E que algumas das que ouvem, batem palminhas, acham bonitinho a gente falar de inclusão, mas na prática, nas suas vidas, no seu trabalho, nas suas marcas e mídias continuam perpetuando os mesmos padrões, preconceitos e estereótipos.

E esse tipo de coisa me atinge duplamente, pois me exclui como pessoa e mulher, e ainda por cima fecha portas para mim como blogueira e formadora de opinião.

Ah, mas Helena, tem muita marca plus size, tem revista especializada nisso, outro dia a Ju foi capa de revista. Sim gente, é verdade que algumas coisas estão acontecendo, algumas de nós estão sendo ouvidas e nos representando muito bem, mas são casos isolados. Esse tipo de mídia e publicidade que nos exclui é majoritária, e eu ainda vejo essas ações pontuais e isoladas como medida paliativa para manter vendas, não um real compromisso com a inclusão e quebra de padrões.

Muita gente pode vir falar para eu procurar e prestigiar quem nos inclui e deixar para lá quem não quer saber da gente. E sim, eu já prestigio, divulgo e consumo quem faz moda para mim, quem me enxerga como consumidora e como mulher inteligente e com estilo. Mas nem eu nem vocês podemos fechar os olhos para essa maioria esmagadora de falta de representatividade da mulher comum, da mulher gorda, da negra, da mais velha, da deficiente.

Enquanto eu puder eu vou meter o pé nessa porta, não querem nos deixar entrar, não querem nos ver, não querem nos contratar, nem nos ouvir. Mas vão sim ter que engolir, pois eu, nós, vamos descer goela abaixo, vamos pular o muro e vamos entrar. Me recuso a viver apenas no gueto, na zona de conforto que são as revistas, marcas e grupos plus size e feministas, elas são importantes sim, mas nossa voz tem que ir além, tem que chegar na menina que consome o sapato de plástico, na mulher que anda nas ruas.

É… parece que o desânimo passou, tô de volta e tombando tá mores?

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Postado por Helena Sá

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02/08/15
Links Empoderados da Semana #2

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E os Links empoderados da semana estão de volta! Hell yeah! \o/

O Garotas nesse mês de agosto vai participar do BEDA (blog every day in august), o nome já é autoexplicativo, mas amanhã farei um post contando melhor pra vocês. Por isso estou aproveitando para colocar todas as TAGS do blog em dia. Então esse mês vai ter muito poster empoderado, link, receita, moda, séries/cinema/literatura, maquiagem e tudo mais que a gente ama, mas que a falta de tempo me impede de publicar todos os dias. 😛

E vamos ao que interessa. Separei quatro posts em 4 blogs que acompanho e amo, e que essa semana mandaram muito bem com postagens lindas sobre feminismo, autoestima, aceitação e luta! Só tem texto lindo gente, vale o click e principalmente a leitura:

“Basta uma reunião de status – daquelas que acontecem toda semana para colocar os assuntos dos projetos em andamento – para se deparar com uma mulher sendo interrompida enquanto fala. Exagero? Não. De acordo com um artigo publicado nos Estados Unidos, homens e mulheres são mais propensos a interromper uma mulher do que com um homem.”

“Vocês podem estar pensando, mas o que tem de errado em ter parceiros? Não tem nada de errado nisso, errado está a parte que você consegue certa “fama” sendo gorda e se torna exemplo para outras mulheres, aí você decide emagrecer (ok, todo mundo pode), mas você usa a sua fama como mulher gorda para atrair parceiros para o seu emagrecimento e fica esfregando na cara das suas seguidoras que você está emagrecendo e elas também devem adotar seu estilo de vida “saudável”e principalmente comprar de seus parceiros.”

“O que Felipe Neto e todas essas pessoas tão preocupadas com a saúde das pessoas gordas precisam entender é bem simples: SAÚDE NÃO É UMA CONDIÇÃO PARA SER TRATADO COM RESPEITO.”

“Não pude deixar de lembrar deste vídeo que uma amigona minha me passou ontem, que mostra a frustração de um garotinho que teve a casa invadida por uma fiscal de geladeira que confiscou todas as suas comidas favoritas (ele inclusive partiu para o quintal para nunca mais voltar…)”

Ó, leiam tá?! Não só para me deixar feliz, que já é uma grande coisa, mas porque são mulheres lindas e inteligentes, que estão dizendo coisas lindas, inteligentes e apesar de simples, revolucionárias! 😉

Ah, e venham aqui me dizer o que acharam!

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Postado por Helena Sá

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