feminismo


24/08/16
Nós deveríamos todos ser feministas

Eu me tornei fã da escritora Chimamanda Ngozi lá em 2010, quando a assisti pela primeira vez no TED Talk, com uma fala intitulada “O Perigo de uma única história”. A fala dela é maravilhosa, e nos faz refletir sobre as imposições culturais e estereótipos que limitam e pré-definem nosso conhecimento.

No entanto, foi a segunda palestra dela, que assisti alguns anos depois, que se tornou tão importante para mim. O discurso dela: claro, direto e tão didático, me fez compreender melhor sobre a importância da luta das mulheres. Em “Nós deveríamos todos ser feministas”, a autora desmistifica o termo feminista, ainda tão carregado negativamente, também conta sobre sua infância na Nigéria permeada por valores e tradições culturais machistas.

Nesse ponto, foi uma ruptura muito importante para mim, poder compreender o quanto a cultura pode ser machista e que não devemos ter medo de modificá-la. Nas aulas sobre Cultura, durante minha especialização, era sempre uma das questões levantadas: saber até que ponto era permitido intervir em tradições culturais. Para muitos estudiosos – antropólogos, principalmente – a tradição de um povo deve ser mantida a todo o custo.

Porém, diante de atrocidades cometidas contra mulheres no mundo todo em nome de uma tradição cultural, eu sempre me perguntei: até que ponto é permitido pensar assim? E foi por causa da Chimamanda que eu nunca mais hesitei quando ouço algo do tipo: “Ah, mas é cultural, né?! É como manda a tradição.” E logo respondo com as palavras dela mesmo:

sejamos todos feministas

“A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura. Se uma humanidade inteira de mulheres não faz parte da nossa cultura, então temos que mudar nossa cultura.”

 

Vale muito a pena assistir a palestra completa. Mas, também super indico que vocês leiam o livro “Sejamos todos feministas”, que é uma adaptação do discurso dela no TEDx Euston. É um livro curtinho, mas que a gente fica com vontade de anotar e decorar cada pensamento e ideia que ela apresenta. Ah, parte dessa fala dela também foi usada na música “Flawless” da Beyoncé.

Postado por Helena Sá

Veja também

20/12/16
Baixa auto estima ou preconceito?

gorda-a-ultima-na-fila-da-empatia

A gente passa a vida toda, desde crianças sendo socializado pra acreditar que somente um tipo de beleza existe, que esse padrão é a verdade absoluta, o bebê loirinho da propaganda de fraldas é o bebê bonito, a loira, alta e magra da capa da revista é a meta, é o ideal de beleza, mesmo que você seja morena e baixinha, ou negra, ou gorda, você é condicionada/o desde cedo a acreditar que a beleza tem uma forma e que você não cabe nela.

A medida que a gente vai crescendo cheio de inseguranças, medos, vergonha do próprio corpo e a autoestima lá no chão vão, nos moldando. Ou a gente se conforma se retrai, tenta se enquadrar o melhor possível ou a gente luta contra e percebe que não é bem assim. Quem escolhe a terceira opção se abre pra um novo mundo, começa a ver a beleza em si e nos outros sem precisar passar pelo filtro embelezador sem poros e afinador das redes sociais, da tv, das revistas…

Mas tem sim algumas pessoas que não superam, muitas vezes elas conseguem ver a beleza nos outros, mesmo que esses outros também não estejam dentro do padrão. Porém em si mesmas é sempre aquela velha e péssima autodepreciação.

No entanto amigas, essa pessoa aí de cima, ela tem salvação (me senti pastor de igreja), essa pessoa tá no caminho, pois ela já consegue enxergar a beleza atrás do muro da construção social, só falta agora construir dia a dia auto confiança, amor próprio, se conhecer melhor.

Esse aí é o caso de muita gente, mas há também outro tipo de pessoa massacrada pelos padrões, essa pessoa não consegue ver beleza em si e em qualquer outra pessoa que não atenda minimamente os padrões. O caminho para a construção da autoestima desse aí é muito mais complicado, pois ele além da falta de amor próprio e aceitação, ainda tem o preconceito pesando sobre os seus ombros. Esse aí mesmo que sem perceber e se baseando na tal “questão de gosto”, escolhe sempre gostar, admirar e apoiar o padrão.

A pessoa que está fora dos padrões e que ainda assim só consegue ver beleza no que a mídia e a sociedade mostram, essa pessoa coitada, está fadada a se achar o pior dos seres. E o mais triste é que tem muita gente nessa situação.

Tenho amigos e conhecidos que não se enquadram no padrão, até defendem abertamente ir contra ele, mas que não se aceitam, e na sua vida e seu trabalho sempre (mesmo que inconscientemente) só conseguem privilegiar e focar em pessoas e exemplos branquinhos, magrinhos…

Vejo muito isso no mundo da moda, lojas criadas por pessoas fora do padrão que nunca usaram um modelo gordo em suas publicidades, que nunca pegaram a foto de algum cliente gordo para estampar suas redes sociais.

Mas o que eu pretendo com esse post? Vocês que chegaram até aqui podem estar se perguntando e é simples: faça uma reflexão, pare e pense se você se encaixa no que descrevi acima.

Você está sempre deprimido porque não se acha bonito o suficiente? Você diz que vê beleza fora do padrão, mas só consegue gostar de pessoas no padrão? Você tem uma empresa ou marca e só contrata pessoas no padrão para trabalhar ou para representar sua marca? E mais, você só consegue ser fã de pessoas no padrão? E quando eu digo padrão é o de beleza, porque falar que é fã da Lady Gaga e do Marylin Manson e que isso é fora do padrão não conta, pois são pessoas brancas e magras, apenas estão vestidas de forma incomum.

Então, vamos rever nossos preconceitos? Vamos tentar olhar o mundo, a vida e as pessoas de forma diferente? Qual o sentindo da vida? O que estamos fazendo aqui? De onde viemos? Pra onde vamos? Ahahahahahaha

Brincadeira, é só deixar de ser babaca mesmo, ok? 😘

Postado por Helena Sá

Veja também

12/12/16
[Vlog] Tattoo Day das Mina

tattoo day

Vocês sabem que eu adoro quando rola alguma coisa diferente na minha cidade. Aqui não tem tanto movimento e vida cultural quanto SP ou Rio, então quando alguém traz iniciativas como o Tattoo Day das Mina, eu fico doida pra ir e pra mostrar pra vocês.

E pra variar não me arrependi, voltei de lá com várias amigas novas, duas tattoos e um vlog!

Apertem PLAY pra ver o quanto foi legal, é rapidinho! ♥

O Tattoo Day das Mina foi um Flash Day diferente, pois foi especial par mulheres, não entrou homem o que fez todas ficarem a vontade pra se tatuar e deixou o clima maravilhosamente leve.

tattoo day das mina

Cinco tatuadoras se reuniram pra fazer esse flash: Tatiane Ribas, Jessie Syon (que fez a minha tattoo encantada), Carol Vitter, Lorraine Pinheiro e Isadora Maríllia.

tattoo day das mina

 

Foi um dia super gostoso, diferente e especial, recomendo a todos e todas a irem no flash que as meninas vão organizar dia 18 de dezembro, (dessa vez homem também entra).

tattoo day das mina

tattoo day das mina

tattoo day das mina

As fotos são da Jaqueline Braga!

E aí, quem já foi num flash day só de minas? Foda demais, né non?

Postado por Helena Sá

Veja também

28/11/16
[Vlog] Tattoo Encantada

Tattoo-encantada

Isso mesmo, hoje vou contar e mostrar pra vocês, a história da Tattoo Encantada.

Era uma vez uma mina que na adolescência assistia Arquivo-X, já falei dela aqui, e que adorava tudo que se relacionasse a extraterrestres, e os casos estranhos que aconteciam na série…

O resto vocês conferem no vídeo, que ficou curtinho, mas mostrou a tattoo sendo feita no início ao fim, tá muito massa, aperta o PLAY:

Não vou contar a história toda porque só pelo vídeo e pela tatuagem vocês podem ter uma ideia. Mas uma coisa que é importante contar, o principal, a minha tatuadora foda, Jessie Syon arrasou ao transformar a inspiração que mandei pra ela, na junção da minha série preferida com meu animal fantástico de estimação, o Unicórnio.

tattoo encantada

Cheguei a falar por alto no vídeo que sempre quis mostrar mais sobre tatuagem e tatuadores aqui no blog. Mas eu queria que a primeira fosse sim uma mulher tatuadora, em um mercado que ainda é bastante machista, quero dar espaço e quero que vocês também conheçam e façam suas tattoos com tatuadoras, não apenas por serem mulheres, mas por serem tão profissionais quanto os tatuadores.

jessie syon

Quando não tava rachando de rir, tava fazendo careta te dor 😀

No caso da Jessie acho que nem preciso falar, pois o resultado da tattoo já é toda recomendação que ela precisa. Ficou incrível, perfeita, cada detalhe.

tatuadoras-jessie-syon

Essa foto foi assim que acabou de fazer, imagina quando ficar curadinha!

O desenho é da Jessie, eu mandei pra ela uma imagem de tattoo que achei no pinterest e ela fez a versão dela, e o unicórnio eu pedi pra colocar, porque na foto que eu mandei tinha uma vaca ali no meio. 😀

tattoo encantada

A Jessie usou duas técnicas principais na minha tattoo, que é a aquarela com todas essas cores formando um arco-íris. E o black work abstrato, que foi o estilo aplicado na nave, que eu amei! 💜

tattoo encantada

O tempo passou voando, apesar da dor, foi super leve o dia, a gente conversou, riu, Jessie e Thales zoaram das minhas caretas de dor… uma mina entende a outra, quando as minas são gordas então! Nem parecia que era a primeira ver que a gente se viu pessoalmente. 💜

tattoo encantada

Gente, to aqui escrevendo esse post, segunda-feira de manhã, a tatuagem em recuperação (fiz no sábado), e mesmo assim não canso de achar ela MARAVILHOSA!

Se eu recomendo a Jessie? Mas é claro! Manas, façam suas tattoos com mulheres e quem for de Juiz de Fora, corre na Jessie, porque é só amor e tattoos lindas! 💕

Contatos da Tatuadora Jessie Syon:
https://www.instagram.com/syonj/
https://www.facebook.com/jessy.syon
– whatsapp (32)988860859 Juiz de Fora – MG

Fotografia: Thales Alexandre

Postado por Helena Sá

Veja também

09/11/16
O que essa GORDA tá fazendo aqui?

o que essa gorda tá fazendo aqui

Pois é, essa é a pergunta (no caso, tentativa de ofensa), que eu mais tenho lido e ouvido direcionadas a minha pessoa ultimamente. Esse tipo de comentário acontece na internet, muitas vezes de forma aberta, por homens em sua maioria, (mulheres só pensam isso, não costumam falar).

Esse tipo de situação tem acontecido muito mais, pois tá tendo gorda em todo lugar (aceitem). Esses dias teve Ju Romano na Playboy, ela e a Flávia Durante na TNT, dentre outras que a Kalli mostrou aqui. E isso é maravilhoso, mas tem mostrado também o quanto as pessoas, principalmente homens, se incomodam com a representatividade de mulheres que não estão na mídia ou redes sociais para agradar a eles, não são mero enfeite e não estão no padrão que pra eles é aceitável.

Felizmente pra mim, meu trabalho tem me dado oportunidades de sair da bolha do empoderamento, além das pessoas maravilhosas que me acompanham aqui no blog e me enchem de amor nas redes sociais, agora eu tenho estado em lugares nunca antes visitados por mulheres gordas.

E por isso, tenho sofrido ataques, grosserias absurdas colocadas de forma super natural. Arrisco a dizer que o mesmo espanto que brancos apresentavam (ainda rola), quando os primeiros negros começaram a ser representados na mídia no século passado.

As pessoas (homens) comentam de forma surpresa e até mesmo espontânea “o que essa gorda tá fazendo aqui?” Pois para eles, é realmente espantoso o que está acontecendo. Sempre foram acostumados a ter a propaganda e a mídia voltada para satisfazê-los, isso ainda é regra, então quando uma marca, um canal ou quem quer que seja que tenha alguma visibilidade, dá espaço para uma gorda, é um choque! E a primeira coisa que lhes vem a cabeça sai na mesma hora:

o que essa gorda tá fazendo aqui

Esse foi um dos casos em que fui atacada em canal  youtube, mas semana passada uma marca de camisetas nerds postou uma foto minha, acredito que tenha sido a primeira mulher gorda que colocaram no perfil da loja no instagram. E o primeiro comentário que apareceu na minha foto foi: QUE PORRA É ESSA? – a marca apagou e acho que eles pensam que eu não vi. Mas eu vi, e desse comentário já imaginei a quantidade de inbox que eles receberam reclamando da minha presença ali.

o que essa gorda tá fazendo aqui - foto: Robson Leandro

Como eu disse, sempre recebi apenas amor, pois estou numa bolha de pessoas que gostam do meu trabalho, que se afeiçoaram a mim, concordam com o que eu defendo. E mesmo nos espaços que frequento, as pessoas podem até olhar torto, mas ninguém fala abertamente que eu não deveria estar ali. Então, mesmo sabendo que o mundo não é cor de rosa lá fora, ainda é chocante quando tenho que encarar essa realidade.

MAS, não é por isso que eu vou desistir, parar de fazer o que eu faço, parar de crescer e aparecer! E eu espero que as marcas que antes eram padrãozinho e agora estão mudando isso, continuem fazendo, que não se intimidem e não acatem as vontades de alguns mimadinhos que ainda pensam que mulher é enfeite pra agradar a punhetagem deles!

E minas lindas, não se deixem intimidar, continuem suas vidas, VAI TER GORDA EM TODO LUGAR SIM! E nós somos maravilhosas, e não to falando do clichê de beleza interior, to falando que a gente é destruidora de linda por fora mesmo! E isso irrita, autoestima na gente irrita quem sempre contou com a nossa insegurança.

“Afinal, o que essa GORDA tá fazendo aqui?” Meu amigo, nós tamos aqui pra afrontar, pra comandar essa PORRA toda, aceitem!

o que essa gorda tá fazendo aqui

Postado por Helena Sá

Veja também

24/08/16
Nós deveríamos todos ser feministas

Eu me tornei fã da escritora Chimamanda Ngozi lá em 2010, quando a assisti pela primeira vez no TED Talk, com uma fala intitulada “O Perigo de uma única história”. A fala dela é maravilhosa, e nos faz refletir sobre as imposições culturais e estereótipos que limitam e pré-definem nosso conhecimento.

No entanto, foi a segunda palestra dela, que assisti alguns anos depois, que se tornou tão importante para mim. O discurso dela: claro, direto e tão didático, me fez compreender melhor sobre a importância da luta das mulheres. Em “Nós deveríamos todos ser feministas”, a autora desmistifica o termo feminista, ainda tão carregado negativamente, também conta sobre sua infância na Nigéria permeada por valores e tradições culturais machistas.

Nesse ponto, foi uma ruptura muito importante para mim, poder compreender o quanto a cultura pode ser machista e que não devemos ter medo de modificá-la. Nas aulas sobre Cultura, durante minha especialização, era sempre uma das questões levantadas: saber até que ponto era permitido intervir em tradições culturais. Para muitos estudiosos – antropólogos, principalmente – a tradição de um povo deve ser mantida a todo o custo.

Porém, diante de atrocidades cometidas contra mulheres no mundo todo em nome de uma tradição cultural, eu sempre me perguntei: até que ponto é permitido pensar assim? E foi por causa da Chimamanda que eu nunca mais hesitei quando ouço algo do tipo: “Ah, mas é cultural, né?! É como manda a tradição.” E logo respondo com as palavras dela mesmo:

sejamos todos feministas

“A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura. Se uma humanidade inteira de mulheres não faz parte da nossa cultura, então temos que mudar nossa cultura.”

 

Vale muito a pena assistir a palestra completa. Mas, também super indico que vocês leiam o livro “Sejamos todos feministas”, que é uma adaptação do discurso dela no TEDx Euston. É um livro curtinho, mas que a gente fica com vontade de anotar e decorar cada pensamento e ideia que ela apresenta. Ah, parte dessa fala dela também foi usada na música “Flawless” da Beyoncé.

Postado por Ana Paula Nunes

Veja também

22/08/16
Saia midi e tênis

saia midi e tênis

Só tem dado look aqui no bloguinho, mas é porque comecei agosto viajando e hoje estou voltando de outra viagem, ambas para o Rio (aguardem o vlog). Por isso acaba que não dá tempo de escrever, gravar vídeos, mas look eu ainda tenho vários pra postar.

E como se precisasse de mais, sábado eu fiz esse look fofo aí de saia midi e tênis, que foi pra dar uma volta e lanchar junto com a minha mãe. Ela nunca levou jeito pra tirar fotos, sempre passei raiva quando pedia pra ela tirar alguma foto qualquer de mim, por isso não esperava muito dessas.

Mas a gente tava passando por esse grafite “Girl Gang“, que eu amo. Dai desde que vi pensei que eu tinha que fazer foto de look nessa locação, pois tudo a ver com o Garotas e comigo, né non?

girl gang look

E não é que as fotos que minha mãe fez ficaram fofas? Eu amei várias, foi até difícil escolher as que eu ia colocar no post. 💜

girl gang 11

Fora que eu tava tão fofinha, tava com preguiça de arrumar cabelo e me maquiar, então fui de rabinho de burro e só com um BB cream de leve no rosto. Achei que com isso fiquei com cara de criança, me achei super gracinha, pelo menos a Hebe diria isso de mim. 😅

look girl gang

E não é que apareceu um Zubat mala enquanto a gente fazia as fotos? 👾

girl gang 8

Mas do look ainda não falei nada. Porém, o que falar dessas peças antiguinhas, mas que ainda considero demais, aliás, amo!

A saia já apareceu aqui, e o cropped aqui, no bloguinho.

Amo essa combinação desse cropped, que eu fiz a partir de uma camiseta masculina, com a minha saia de carrossel e meu tênis pink. Mais uma vez é um visual todo combinadinho, que deu certo. Tem azul e rosa tanto na saia, quanto no cropped.

girl gang capa 2

Aliás, adoro usar cropped com saia de cintura alta e desse estilo rodada, ainda mais se for midi. E o tênis eu combinei ali porque acho que saia midi e tênis juntos são amor demais.

saia midi e tenis

Ah, e ainda tenho que mencionar os óculos que estão ali em harmonia, já que eles são em lilás, e ainda tem meus brinquinhos novos, super delicados, que também estão combinandinho com o look. 🌷

girl gang 10

Eu usei:

  • Cropped que foi camiseta, Renner (sessão masculina);
  • Saia midi, Chica Bolacha;
  • Tênis rosa, Adidas;
  • Óculos lilás, Rayban;
  • Brinquinhos, Forever 21.

girl gang 14

O que mais posso dizer desse look? Que amei o cenário, que saia com bolso é mais do que necessário, já que nem precisei de bolsa ao sair com esta. E que dá pra ser básica e colorida ao mesmo tempo.

O que vocês acharam?

Postado por Helena Sá

Veja também