empoderamento


29/04/15
Poster Empoderado da semana #5

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O Poster Empoderado da Semana, não poderia ser mais empoderador! Sempre que leio essa frase tenho a certeza de que é isso, somos seres em construção, sempre!

E cabe a cada um decidir quando, como e em que velocidade vai crescer. E esse crescimento não vem fácil, a gente aprende e muda errando, observando os erros dos outros, estudando, interagindo e principalmente no contato com as pessoas. A partir das nossas experiências, das pessoas que amamos, daquelas que nos fizeram bem, que fizeram mal, que nos prejudicaram… tudo isso vai se somando. A gente aprende a ser melhor em tudo, no trabalho, em casa, com os amigos. Aprendemos também que pessoas devemos manter na nossa vida, e de quais devemos nos afastar.

E isso tudo aí vai formando a pessoa especial que cada uma de nós é. E quando a gente olha para trás, para decisões que tomamos no passado, muitas vezes pensamos: “se fosse hoje, eu teria decidido muito melhor”. Isso é verdade, mas nós chegamos a esse nível de maturidade, exatamente porque erramos ou não fizemos a melhor escolha no passado. Por isso, não adianta só lamentar e desejar voltar no tempo, a melhor forma de lidar com nosso crescimento é colocando em prática agora, no presente.

Então, imprima esse poster (eu vou imprimir o meu), coloque num lugar bem a vista, para lembrar sempre o quão foda você é, o tanto que ainda vai melhorar e crescer nessa vida! 😉

Para fazer o download dos Posters empoderados para imprimir em ótima resolução, peço que vocês cliquem no botão abaixo para divulgar ou no facebook, ou no twitter, como vocês preferirem. Assim vocês ajudam a divulgar esse trabalho e me incentivam a sempre postar mais coisa novas aqui! ♥

Para fazer o download é bem simples:

  • Clique no botão acima “pay with a tweet or facebook“, vai abrir uma janela;
  • Daí você escolhe em qual rede social deseja compartilhar o post;
  • aí é só autorizar o aplicativo na rede social escolhida, clicar para tweetar ou compartilhar a mensagem;
  • e por último é só clicar no link para download que aparece na mesma janela. Automaticamente vai abrir uma aba com o poster em formato para download, nele você pode baixar para o seu computador ou escolher imprimir direto.

Gente, quero que vocês me mandem fotos quando colocarem os posters em algum cantinho de casa, do escritório ou qualquer lugar que der na telha de colocar! Vou postar no instagram e no facebook, heim! <3

Curtiram o poster lindo dessa semana?

Postado por Helena Sá

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27/07/16
Gorda, a última na fila da empatia

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Participo de alguns grupos de minas gordas, muitas maiores do que eu, e que sofrem muito mais com a Gordofobia do que eu.

O sofrimento dessas minas vai muito além da pressão estética, da pressão familiar e social para se enquadrar no padrão. Elas têm problemas de mobilidade, nenhum lugar está preparado para recebê-las, desde o cinema sem cadeiras para quem não cabe nas regulares, ao ônibus com a roleta estreita e os bancos também. No hospital não há equipamentos, macas ou cadeiras de rodas que comportem o corpo gordo, aquele acima do manequim 52 já começa a sentir isso na pele.

Além disso, é essa/esse gorda/gordo que vão sofrer com a agressão, e o ódio a gordos no seu nível mais destrutivo. As pessoas xingam na rua ou na internet, fazem piadas, e realmente acreditam que o gordo está numa escala inferior na sociedade tanto em beleza, quanto em inteligência e capacidade.

Isso tudo que eu falei foi duro de ler? Então saiba você, que chegou aqui e provavelmente é uma pessoa consciente, coerente, uma pessoa que está sempre nas redes sociais apoiando de alguma forma as lutas contra machismo, homofobia, racismo, transfobia. Você é uma fatia da sociedade que está mais evoluída, se compararmos você aos comentaristas de portal, ao pessoal no botequim e do salão do meu bairro, nossa, você é foda.

Agora me diga, na fila da sua empatia, aonde está a gorda? Falo gorda, pois meu público é em maioria feminino e por sermos mulheres sofremos mais com a Gordofobia que os homens. Mas o assunto aqui é sério.

E por que você está vindo com esse assunto agora, Helena?

Bom, que a sociedade em geral é gordofóbica, que a moda exclui gordos, tudo isso já contei aqui, já alertei até sobre marcas inclusivas, que abusam do marketing feminista, que não oferecem suas peças para o público gordo.

Mas e você pessoa evoluída, empática e problematizadora, já parou pra pensar se toda essa vontade de mudar o mundo, de lutar contra o preconceito, inclui os gordos?

Nessa vida dividida entre moda, blog, maquiagem, e feminismo (sim, eu misturo tudo isso). Direto me deparo com gente super moderna, desconstruída, evoluída, inovadora, inclusiva e diferentona. E posso afirmar que, em relação à machismo, homofobia, transfobia e racismo (esse nem tanto), está tudo resolvido na cabecinha desse pessoal. Mas nós gordas, é um susto pra eles quando a gente tem talento, entende de moda… A maioria quando me conhece, não dá nada por mim, quem é essa gorda? (É isso que a expressão na cara deles passa pra mim). Mas é só me adicionarem nas redes sociais, darem uma olhada aqui no blog, que vem correndo me elogiar, elogiar os looks, me falar que sou lacradora…

Ou seja, para eu ser levada a sério, para essas pessoas me perceberem com alguém inteligente, uma pessoa bonita e empoderada, eles têm que praticamente ver um currículo. Isso não acontece com as minas e manos magros que eles são apresentados, pois as tatuagens, roupinhas hipsters minimalistas somadas ao padrão, já precedem. Às vezes trata-se de um completo babaca, mas vem com o pack roupinha trend, padrão e tattoos, então já é show!

gorda, a última na fila da empatia

Mas eu rodei, rodei, e não cheguei ao motivo desse post. Que é dizer que tem feminista gordofóbica, gay gordofóbico, trans gordofóbica… a Kalli falou disso, de um caso que aconteceu esses dias e que vale a pena vocês irem conferir. Resumindo, uma mulher trans foi gordofóbica e quando questionada confirmou e atacou uma moça gorda que se disse ofendida com o comentário. Além disso, essa mulher trans é modelo e fez parte da campanha de uma marca inclusiva e genderless, que foi avisada das atitudes da moça e resolveu não se envolver. Leiam a treta toda no post da Kalli. E digo que é mais triste ainda ver a gordofobia saindo da boca de quem sofre muito com preconceito e opressão.

Contei tudo isso aqui, para provar que sim: a GORDA, é a última na fila da empatia, da SUA empatia, se é mesmo que ela está na sua listinha.

Porém, não fiz esse post para atacar, apesar de colocar o dedo na ferida, a intenção aqui é fazer o debate evoluir, é fazer você pensar. Pois você pode não ter expressado abertamente a sua Gordofobia, como a moça fez, mas já pensou. Você pode até mesmo não ter pensado dessa forma, mas já se omitiu ao ver um amigo ou amiga postar algum fat shaming.

Então, vamos mudar isso? Vamos começar a lembrar que o feminismo tem que incluir todo mundo, e digo mais, as negras e as gordas deveriam receber a maior empatia desse movimento, ter mais espaço e representatividade, e a gente não tinha que ter que dizer isso para quem supostamente é desconstruído e defensor dos oprimidos, não é mesmo?

Postado por Helena Sá

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18/07/16
GIRL POWER só para magras

GORDOFOBIA É A QUE ESTÁ MAIS NA MODA

De uns tempos para cá na internet brotaram pequenos, médios e grandes negócios voltados para o público feminino engajado, feminista, consciente. Isso é incrível, as marcas mais antigas estão se preocupando mais com representatividade, as novas já começam defendendo isso, como eu disse, é lindo.

Tenho visto muita marca criada por mulheres, minas produzindo pra minas, isso é demais, sempre procuro indicar aqui essas marcas, priorizar consumir delas pra mim, e consequentemente mostrar aqui nos looks do blog.

Mas mesmo com toda essa movimentação, nessa pequena revolução, as gordas ainda estão esquecidas. São poucas as marcas que se preocupam em produzir acima do tamanho 46. Existem sim marcas direcionadas ao público Plus Size. Mas o que acontece com as milhares de novas lojas produzindo e levantando a bandeira da inclusão, que não atendem as gordas? Sim, são a esmagadora maioria.

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Girl Power só para magras?

E será que podemos falar em inclusão quando deixamos uma minoria oprimida de fora? Será que você aí que abriu uma loja agora, ou que já está no mercado há mais tempo e que produz camisetas com frases empoderadas, feministas, mas não as faz acima do 46, você acha mesmo que pode se dizer uma marca inclusiva? Que atende a todos e todas?

Qual o sentido de vender uma camiseta escrito GIRL POWER, se na verdade você quis dizer SKINNY GIRL POWER (poder das garotas magras)?

Eu acredito que TODAS as marcas de roupa devam atender todo mundo, mas infelizmente não é essa a realidade e apesar de já ter melhorado muito, ainda somos marginalizadas quando se trata de moda. Mas o que eu quero apontar aqui nesse post, não são TODAS as marcas, mas TODAS aquelas que se dizem INCLUSIVAS, feministas…

Se você faz esse tipo de marketing, ganha com ele, o mínimo que deve fazer é não excluir. Ou então pare de vender camisetas dizendo fight like a girl, girl power, pussy é poder, dentre outras.

“A mas Helena, lá vem você com esse papo outra vez, existem nichos de mercado.”

Então quer dizer que por exemplo, se você atende ao mercado jovem, não pode ter roupa acima de 44, pois jovens são todos magros, é isso mesmo? Você está me dizendo então que não existem gordos em todas as segmentações? Ou será que você apenas não quer sua marca associada a imagem de gordos? Pensa bem.

Se for por aí meus amigos, vou ter que recolher a carteira de feminista, inclusiva, diferentona da sua marca, pois adivinha, você não traz nada de inovador, você não acrescenta nada, você só está dizendo para milhares de mulheres e garotas gordas, que elas nem o direito de ser incluídas por quem faz moda “inclusiva” têm, que elas estão mesmo totalmente erradas, já que até mesmo as tais marcas genderless, que atendem a todos, não querem vestir o corpo gordo.

De todas as fobias, a Gordofobia é a que está mais na moda. Entenderam?

Postado por Helena Sá

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04/07/16
Meia calça com tênis

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O frio tá aí e eu já vou para o meu segundo look do ano com meia calça, dessa vez meia calça com tênis, e ela é uma mais grossinha pra segurar o frio mesmo, mas sem deixar de estar com as pernocas de fora.

E esse look tá muito doido, cheio de informação, mistura, camadas. Sabe quando vc tá sem roupa pesada de inverno e tem que ir colocando várias peças pra poder se proteger do frio? Tá nesse sentimento esse look.

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Mas não achem que não foi pensado, que eu peguei peças descoordenadamente, na verdade, tá tudo combinadinho, viu? Tênis de treino Pink combinando com os spikes da jaqueta, batom e cabelo.

Essa camiseta do Bowie, eu já queria uma há muito tempo, anos, mas cadê de ter alguma que vestisse bem, servisse, e fosse massa? Pra variar, achei essa na sessão masculina, que salva vidas.

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Esse modelinho de saia com fenda na frente e listrada tá geral usando, eu queria ver como fica em mim e olha, não costumo mostrar tanta coxa assim normalmente, mas de meia calça me senti mais segura para usar, e vou manter o uso dela com meia, vamos ver no verão se mudo de ideia. 😀

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Sempre que faço esses looks mais coloridos, misturando estilos, eu me sinto muito Cyndi Lauper, muito anos 80, e eu amo muito tudo isso. Amo misturar um tênis esportivo, com meia calça de lã que remete muito a roupas de jazz e balé, camiseta com o ídolo de várias gerações, jaqueta jeans antiga com tachas, cabelo colorido, óculos de grau lilás, batom pink… Ufa, é muita informação, mas não é de um jeito ruim.

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Sei que a onda agora é ser básico, clean, tudo minimalista. Porém, como eu sempre repito, a gente segue a tendência que tem a ver com a nossa personalidade, estilo, que não limita nossa criatividade, e no meu caso,  é essa confusão, bagunça, que no final da certo. E o principal, é confortável.

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O que eu usei:

  • Camiseta Bowie, Renner (sessão masculina);
  • Saia fenda, Posthaus;
  • Tênis pink, Adidas;
  • Jaqueta com tachas, DIY aqui;
  • Meia-calça cinza, Trifil;
  • Óculos lilás, Rayban.

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Outra coisa legal de fazer esse tipo de combinação, é que trabalha a nossa criatividade, faz a gente variar e usar mais roupas que estão paradas no guarda roupas, com isso aproveitamos todo o potencial das nossas peças e definimos melhor o nosso estilo.

Mais alguém faz essas combinações loucas?

Créditos:

  • Fotografia: Mateus Aguiar;
  • Maquiagem e produção: por minha conta.
Postado por Helena Sá

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13/06/16
Técnica para secar e definir os cachos

Com esse frio todo que está fazendo nos últimos dias, lavar o cabelo pode ser uma tarefa nada fácil, principalmente, se você não tiver um secador para secá-los pós-lavagem. Bom, eu como uma típica cacheada sempre torci o nariz para o secador e demorei muito para ter um em casa. E nesses dias frios a solução sempre foi sair de manhã com cabeça molhada mesmo. Não era fácil, imaginem só quanta dor de garganta eu poderia ter evitado?

Hoje as cacheadas sabem que secar o cabelo com o difusor não causa danos e também não desmancham os cachos. Mas, eu confesso que só uso o meu quando realmente preciso, ainda prefiro o resultado da secagem natural dos fios. Porém, o meu apartamento aqui em Viçosa é muito frio e ficar com o cabelo molhado esperando ele secar não é está sendo fácil.

Por isso, tenho usado muito a técnica para secar e definir os cachos chamada Plopping ou Plunking, que ajuda a definir os cachos:

1. Finalizar o seu cabelo como de costume (quando faço a técnica prefiro usar sempre um gel depois do creme para pentear. No momento, estou usando o G-Gelatina da Capicilin)
2. Estender uma camiseta, ou qualquer outra peça de algodão, na sua cama.
3. Virar a cabeça para baixo (eu já finalizo meu cabelo assim porque me dá mais volume) e acomodar os cachos em cima da camiseta
4. Cobrir todo o cabelo com a camiseta como se fosse fazer uma touca ou um turbante e torça as pontas.

A imagem que eu encontrei deixa a explicação mais clara.

plopping

Deixe o tempo que você achar necessário, eu costumo deixar por volta de 1h 30 ou mais, e meus cabelos saem praticamente secos. Depois que tirar a camiseta, vale a pena dar aquela sacudida pra frente e para os lados para dar aquele volume feliz. Se você gostar de volume, claro. E pronto, cachos definidos e sem frizz.

P.S.: Se você ajeitar na hora que coloca os cachos sobre a camiseta eles não ficam amassados quando você retirá-la. Vai ser só sucesso e sem cabelo molhado na nuca nesse frio. 😉

Postado por Ana Paula Nunes

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17/05/16
Deixar o cabelo solto é revolução

cabelo solto

Para as garotas de transição, que sabem como é difícil não se render ao elástico e deixar o cabelo preso permanentemente. E principalmente, para as garotas que o cabelo na rua chama atenção, e que sabem que o cabelo solto é revolução, eu dedico essas palavras.

cabelo solto é revolução
As horas passam
Não tem mais definição
A insegurança vem, as nóias também
O frizz taí, não dá pra fingir
Você resiste, tenta insistir
Não prender também é resistência!
Onde você aprendeu que cabelo crespo é indecência?
Deixa assim.
Será que tão olhando pra mim?
Será que é rejeição?
Acho que não é aprovação.
Só hoje, mais um pouco.
E amanhã começa tudo de novo.
É diário, é rotina.
É um trabalho árduo pra manter a autoestima.

Postado por Ana Paula Nunes

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11/04/16
Sobreposições: dicas de uso para as gordas

No post sobre Armário Cápsula plus Size eu comentei que eu e muitas moças gordas gostam de usar bastante as sobreposições. Coletes, quimonos, cardigãs, camisas, boleros, camisetas, Blazers, jaquetas…

Tanto no verão, quanto no inverno, a gente usa muito, e não apenas para nos escondermos, simplesmente porque sobreposições dão um charme ao look, seja ele de uma gorda ou de uma magra, se a sobreposição for bem feita, fica lindo, traz estilo e atitude ao visual.

Mas tem também as mulheres gordas que ainda tem um pouco de receio de usar sobreposição por achar que vai aparentar ser mais gorda, maior, o que não acontece. E se acontecer, qual é o problema? Parecer maior não é ruim, vamos parar de pensar que magro, petit, pequeno é sempre bom e que grande é ruim para mulheres. 😉

sobreposições

Aprendi muito cedo a usar sobreposição, tenho queratose pilar, que deixa meus braços cobertos de bolinhas vermelhas, por isso sempre tive vergonha de mostrá-los, só usava camiseta quando estava bronzeada, pois aí as bolinhas ficavam camufladas.

Mas teve um lado bom nisso, pois acabei estimulando a minha criatividade ao combinar peças para sempre usar mangas.

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A sobreposição traz ainda a possibilidade de milhares de looks diferentes usando as peças de roupa que você já tem.

Um vestido vira uma saia combinado com uma camiseta, suéter ou camisa por cima. Uma camiseta sem mangas, ganha mangas coloridas com um bolero e coletes por cima. Não tem limites para sua imaginação quando você mistura peças que supostamente deveriam ser usadas de outra maneira, fica diferente, inusitado, e você ganha em visuais diferentes sem comprar mais nada.

gordas

Ah Helena, mas eu não tenho criatividade para isso, não sei misturar estampas, não sei o que cai bem com o que…

Gente, vai no armário, pega um vestido, depois começa a combinar com todas as camisas, camisetas, suéteres e afins que você tenha. Pronto! Você com certeza vai tirar daí algumas combinações que não imaginava serem tão legais. Agora é só ir aos poucos fazendo isso com todas as suas peças de roupa e acessórios também.

E aí, deu certo? Quero saber quem já faz sobreposição com pé nas costas e pode vir dar dicas pra gente nos comentários. E quem foi no guarda roupas e conseguiu fazer uma sobreposição legal, vem contar aqui! 😉

Postado por Helena Sá

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