empoderamento


06/04/16
[TAG] Quando eu era TROUXA

tag quando eu era trouxa

O primeiro vídeo dessa nova fase do canal do Garotas no Youtube está no ar! \o/

E para começar de leve, criei uma TAG que eu achei muito legal responder e tenho certeza que pode dar em muito vídeo engraçado e legal tanto pra rir, quanto pra aprender com a trouxice alheia.

A TAG se chama Quando eu era TROUXA, mas isso não significa que eu nem vocês não sejamos ainda uns completos trouxas nessa vida. É só que a gente aprendeu um pouquinho com os papéis de trouxa que a gente fez, ou não! 😀

O vídeo tá aí com 6 papéis de trouxa que eu já fiz com maestria! Apertem o  PLAY.

Espero que as minha mancadas sirvam pra inspirar vocês a não fazer o mesmo, e se tão fazendo, que parem já!

Outra dica pra não ser trouxa é SE INSCREVER NO CANAL do blog, porque vai ter vídeo novo toda quarta-feira!

E aí gente, vocês tem coragem de me contar que moles já deram nessa vida quando eram trouxas?

Postado por Helena Sá

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09/11/16
O que essa GORDA tá fazendo aqui?

o que essa gorda tá fazendo aqui

Pois é, essa é a pergunta (no caso, tentativa de ofensa), que eu mais tenho lido e ouvido direcionadas a minha pessoa ultimamente. Esse tipo de comentário acontece na internet, muitas vezes de forma aberta, por homens em sua maioria, (mulheres só pensam isso, não costumam falar).

Esse tipo de situação tem acontecido muito mais, pois tá tendo gorda em todo lugar (aceitem). Esses dias teve Ju Romano na Playboy, ela e a Flávia Durante na TNT, dentre outras que a Kalli mostrou aqui. E isso é maravilhoso, mas tem mostrado também o quanto as pessoas, principalmente homens, se incomodam com a representatividade de mulheres que não estão na mídia ou redes sociais para agradar a eles, não são mero enfeite e não estão no padrão que pra eles é aceitável.

Felizmente pra mim, meu trabalho tem me dado oportunidades de sair da bolha do empoderamento, além das pessoas maravilhosas que me acompanham aqui no blog e me enchem de amor nas redes sociais, agora eu tenho estado em lugares nunca antes visitados por mulheres gordas.

E por isso, tenho sofrido ataques, grosserias absurdas colocadas de forma super natural. Arrisco a dizer que o mesmo espanto que brancos apresentavam (ainda rola), quando os primeiros negros começaram a ser representados na mídia no século passado.

As pessoas (homens) comentam de forma surpresa e até mesmo espontânea “o que essa gorda tá fazendo aqui?” Pois para eles, é realmente espantoso o que está acontecendo. Sempre foram acostumados a ter a propaganda e a mídia voltada para satisfazê-los, isso ainda é regra, então quando uma marca, um canal ou quem quer que seja que tenha alguma visibilidade, dá espaço para uma gorda, é um choque! E a primeira coisa que lhes vem a cabeça sai na mesma hora:

o que essa gorda tá fazendo aqui

Esse foi um dos casos em que fui atacada em canal  youtube, mas semana passada uma marca de camisetas nerds postou uma foto minha, acredito que tenha sido a primeira mulher gorda que colocaram no perfil da loja no instagram. E o primeiro comentário que apareceu na minha foto foi: QUE PORRA É ESSA? – a marca apagou e acho que eles pensam que eu não vi. Mas eu vi, e desse comentário já imaginei a quantidade de inbox que eles receberam reclamando da minha presença ali.

o que essa gorda tá fazendo aqui - foto: Robson Leandro

Como eu disse, sempre recebi apenas amor, pois estou numa bolha de pessoas que gostam do meu trabalho, que se afeiçoaram a mim, concordam com o que eu defendo. E mesmo nos espaços que frequento, as pessoas podem até olhar torto, mas ninguém fala abertamente que eu não deveria estar ali. Então, mesmo sabendo que o mundo não é cor de rosa lá fora, ainda é chocante quando tenho que encarar essa realidade.

MAS, não é por isso que eu vou desistir, parar de fazer o que eu faço, parar de crescer e aparecer! E eu espero que as marcas que antes eram padrãozinho e agora estão mudando isso, continuem fazendo, que não se intimidem e não acatem as vontades de alguns mimadinhos que ainda pensam que mulher é enfeite pra agradar a punhetagem deles!

E minas lindas, não se deixem intimidar, continuem suas vidas, VAI TER GORDA EM TODO LUGAR SIM! E nós somos maravilhosas, e não to falando do clichê de beleza interior, to falando que a gente é destruidora de linda por fora mesmo! E isso irrita, autoestima na gente irrita quem sempre contou com a nossa insegurança.

“Afinal, o que essa GORDA tá fazendo aqui?” Meu amigo, nós tamos aqui pra afrontar, pra comandar essa PORRA toda, aceitem!

o que essa gorda tá fazendo aqui

Postado por Helena Sá

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21/10/16
The Get Down: único seriado possível em 2016

the get down

Ano passado quando assisti o teaser de The Get Down eu fiquei louca. UM SERIADO SOBRE DISCO MUSIC? BERRO, GRITO, TIRO, BOMBA. Fui nascida e criada escutando Earth, Fire and Wind, Aretha Franklin, Diana Ross (obrigada, pai!), sou apaixonada por todo o contexto que envolve a cultura disco: valorização da estética e musicalidade negra.

Fiquei mais ansiosa depois de saber que seria o diretor Braz Luhrmann contaria aquela história. Quando todo mundo achou que ninguém poderia contar a tragédia de Romeu e Julieta, Braz inovou ambientando a história de forma contemporânea, com muitas pistolas e perseguições de carros, mas mantendo a atmosfera apaixonada e política da peça. Quando hollywood achou que filmes musicais estavam ultrapassados e cansativos, Braz nos brindou com Moulin Rouge.

Então veio The Get Down e a minha surpresa: não é um seriado sobre disco music, vai além disso.

Lado A, Lado B

Os episódios são sempre introduzidos em forma de rap por Mr. Books que conta a sua história, dos amigos e amores, na Nova Iorque de 1977. Parece confuso no começo e nos primeiros você fica “que rap é esse?”, “quem é esse cara?”, “é anos 90 ou 70?”, “cadê o disco?”. Mas as personagens e suas histórias são apresentadas e tudo vai se encaixando como numa grande engrenagem. Ezequiel Figueiro (Justice Smith) é um dos adolescentes que conduz a história, ele perdeu os pais e vive com a tia materna no Bronx e, como todo adolescente, tem seus sonhos e aptidões (escrita e leitura), mas se sente inseguro e precisa da ajuda dos amigos para se tornar mais confiante. Contrapondo a história de Zeke, temos a determinada Mylene Cruz (Herizen Guardiola), uma garota criada por pais conservadores que sonha em ser a próxima Donna Summer. O ponto em comum desses dois, além de serem jovens negros/latino, é a música. Mylene sonha com Manhattan e uma vida melhor que lhe espera além das ruínas em chamas do Bronx, já Zeke através da sua rima e versos, começa a entender seu papel e importância na comunidade, tudo isso através da música.

via GIPHY

Mylene Cruz divando no coral da igreja

Caldeirão musical e cultura pop

Assim como a história é conduzia de forma não linear, aquele vai e vem entre passado e presente, a trilha sonora é mixada da mesma forma, amarrando perfeitamente ritmo da série. São versos em forma de rap misturando-se com vocal gospel e batida disco. A música latina com seu pandeiro meia lua e violões, misturando uns violinos nervosos. Uma base de piano com soul e vocais gospel. é a disco music em seu auge emprestando seus metais em corneta, trombones e tubas para a mixagem de underground dos DJ do hip-hop. é a galera de boca de sino, lame e óculos escuros de sandália plataforma curtindo a turma dançando aquilo que hoje chamamos de break.

Nada é delimitado e tudo é misturado, fazendo esse caldeirão cultural étnico se tornar muito verossímil. As referencias pop estão por todos os lugares: HQ’s da Marvel, Star Wars, Bruce Lee e os filmes de artes marciais.

E somado a isso temos como pano de fundo a cidade de Nova Iorque, que também desempenha seu papel como personagem. A decadência e alto índice de desemprego, corrida eleitoral para a prefeitura com candidatos brancos que precisam do voto da periferia negra e latina para vencer, ao mesmo tempo esses candidatos querem erradicar e promover uma higienização dos grafites e da cultura desses guetos.

The Get Down mostra como a indústria fonográfica é cruel e seu sexíssimo, tem feminismo e aquela sororidade praticada no dia a dia em cenas lindas, que a gente se emociona e quer sair abraçando as personagens. Tem sangue, muito sangue! Não existe aquela separação básica de bem vs. mal, em um episódio eu amava Shaolin Fantastic e no outro eu queria que ele explodisse.

Aliás, os personagens secundários roubam a cena mesmo. Shaolin Fantastic (Shameike Moore) é um deles, o grafiteiro metido a Bruce Lee que introduz Zeke ao mundo de The Get Down. Outro personagem interessante é Dizziee (Jaden Smith). Ele é todo artístico e tranquilo (a loca do signo que mora em mim diz que ele é de peixes), se mistura bem entre todas as vertentes de grafiteiros e por conhecer quase todo mundo, acaba em uma festa moderninha no SoHo e protagonizando umas das cenas MAIS LINDAS DO SERIADO.

A série estreou a sua primeira parte em agosto deste ano na Netflix, com um orçamento de 120 milhões (!!!), trilha sonora (disponível no Spotify) e edição impecável, a fotografia e paleta de cores retro com muito amarelo mostarda/marrom/vermelho/azul pastel é colírio para os olhos, os cabelos black power e as maquiagens com muito brilho e sombra azul, uma história coerente e cativante de adolescente descobrindo os seus talentos, tentando conquistar seu espaço.

via GIPHY

The Get Down Brothers

This aint no fairy tale.

“Isso não é um conto de fadas”, Zeke diz ao longo da trama. Será este o motivo das pessoas não falarem sobre The Get Down? Eu tenho um palpite… O grande público está desacostumadas com enredos de protagonistas negros e latinos. Stranger Things estreou um mês antes e ainda vejo as pessoas replicando memes e falando sobre. Até agora eu vi pouquíssimas pessoas assistindo The Get Down, o que é uma pena! E o único seriado possível em 2016. E uma aula de história e uma imersão e valorização da cultura negra e hip hop. Antes de ver a série, eu achava que não gostava e não entendia muito bem o hip hop. Hoje eu percebo em como essa vertente foi sendo a apropriada por outros movimentos musicais e pela moda. ao longo dos anos.

The Get Down faz esse resgate das raízes do hip hop mostrando como, onde e o porquê do seu nascimento e de como a música é um instrumento importante na vida daqueles adolescentes, fazendo expressar seus sentimentos, discurso político e de se afirmar como indivíduo.

Postado por Camila Rocha

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30/09/16
São Paulo, Pop Plus e muito mais

são paulo

Fiquei 6 dias em São Paulo e foi só amor, quem segue o snap PINKSHOCKGIRL ou vê o stories do insta @garotasrosachoque, viu como foi massa meus dias na cidade.

Fui pra conhecer o Pop Plus, maior bazar de moda Plus Size do Brasil. Lá eu queria principalmente conhecer outras blogueiras, ver as modas, e uma surpresa pra mim: encontrar leitoras, algumas que já viraram amigas, outras que eu não esperava, mas que foram só carinho!

Foi lindo ter esse retorno, saber que as pessoas me conhecem pelo meu trabalho na internet, já tinha sido reconhecida no Rio, aqui mesmo em Juiz de Fora vez ou outra, mas o carinho que estou tendo nesses eventos de moda é sem igual. Então quem me encontrar seja onde for, não tenham medo dessa minha cara de brava, é só a cara mesmo, venham falar comigo! 💕

mercado-municipal

Mas voltando ao que teve de bom em São Paulo, eu fiz a turistinha meixmo, Mercado Municipal, 25 de março, Galeria do Rock, Liberdade, Masp, e outros pontos da Paulista… Comi muita coisa boa, a maioria o snap fez o favor de dar erro no memories e não vou conseguir mostrar aqui. Fiz foto de look na Vila Mariana, peguei um boy do tinder, enfim, tudo que uma turista que se preze tem que fazer na cidade que visita. 😅

pop plus sp

Olha só o amor que recebi, Mel do Relaxa aí fofa, que eu amo os looks dessa pessoa linda, e ainda me disse que é minha fã! Saiba que é mútuo, viu? 💜

Essa da foto abaixo é a Thalita Lemos, dona da loja de acessórios mais linda e criativa dessa internet, a Brincos de Brincar, to com o brinco de my little poney que ela criou nas fotos.

pop plus sp4

Na foto acima tá a Vanessa, que tem uma loja de roupas estilo retrô Chubbynup, o vestido que ela tá usando é de lá, a Cida essa maravilhosa que tem uma energia tão boa, mulher linda e alta da porra essa! E sim, nessa foto escura e embaçada (quase morri quando vi), está Ju Romano, que olha, me reconheceu, se eu me achei muito? 😂

pop plus sp3

Mais amor com a Mariana do Da rua pra lua, Rack do Histórias de Fogo, Camis linda ou a Criola Doida em pessoa, e Larissa que faz o maravilhoso Hashtag Bazar, no Rio. 💜💜💜

pop plus sp

Fernanda que começou como leitora do blog e blogueira que virou amiga, Dani, leitora que também é amiga, não tem jeito, vira tudo amiga! 💜

Ah, quem quiser saber detalhes de tudo que rolou em SP, desde comprinhas, passeios a boy do tinder, tem que seguir no snap PINKSHOCKGIRL ou ver o stories no insta @garotasrosachoque, Okaay?

Postado por Helena Sá

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24/08/16
Nós deveríamos todos ser feministas

Eu me tornei fã da escritora Chimamanda Ngozi lá em 2010, quando a assisti pela primeira vez no TED Talk, com uma fala intitulada “O Perigo de uma única história”. A fala dela é maravilhosa, e nos faz refletir sobre as imposições culturais e estereótipos que limitam e pré-definem nosso conhecimento.

No entanto, foi a segunda palestra dela, que assisti alguns anos depois, que se tornou tão importante para mim. O discurso dela: claro, direto e tão didático, me fez compreender melhor sobre a importância da luta das mulheres. Em “Nós deveríamos todos ser feministas”, a autora desmistifica o termo feminista, ainda tão carregado negativamente, também conta sobre sua infância na Nigéria permeada por valores e tradições culturais machistas.

Nesse ponto, foi uma ruptura muito importante para mim, poder compreender o quanto a cultura pode ser machista e que não devemos ter medo de modificá-la. Nas aulas sobre Cultura, durante minha especialização, era sempre uma das questões levantadas: saber até que ponto era permitido intervir em tradições culturais. Para muitos estudiosos – antropólogos, principalmente – a tradição de um povo deve ser mantida a todo o custo.

Porém, diante de atrocidades cometidas contra mulheres no mundo todo em nome de uma tradição cultural, eu sempre me perguntei: até que ponto é permitido pensar assim? E foi por causa da Chimamanda que eu nunca mais hesitei quando ouço algo do tipo: “Ah, mas é cultural, né?! É como manda a tradição.” E logo respondo com as palavras dela mesmo:

sejamos todos feministas

“A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura. Se uma humanidade inteira de mulheres não faz parte da nossa cultura, então temos que mudar nossa cultura.”

 

Vale muito a pena assistir a palestra completa. Mas, também super indico que vocês leiam o livro “Sejamos todos feministas”, que é uma adaptação do discurso dela no TEDx Euston. É um livro curtinho, mas que a gente fica com vontade de anotar e decorar cada pensamento e ideia que ela apresenta. Ah, parte dessa fala dela também foi usada na música “Flawless” da Beyoncé.

Postado por Ana Paula Nunes

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22/08/16
Saia midi e tênis

saia midi e tênis

Só tem dado look aqui no bloguinho, mas é porque comecei agosto viajando e hoje estou voltando de outra viagem, ambas para o Rio (aguardem o vlog). Por isso acaba que não dá tempo de escrever, gravar vídeos, mas look eu ainda tenho vários pra postar.

E como se precisasse de mais, sábado eu fiz esse look fofo aí de saia midi e tênis, que foi pra dar uma volta e lanchar junto com a minha mãe. Ela nunca levou jeito pra tirar fotos, sempre passei raiva quando pedia pra ela tirar alguma foto qualquer de mim, por isso não esperava muito dessas.

Mas a gente tava passando por esse grafite “Girl Gang“, que eu amo. Dai desde que vi pensei que eu tinha que fazer foto de look nessa locação, pois tudo a ver com o Garotas e comigo, né non?

girl gang look

E não é que as fotos que minha mãe fez ficaram fofas? Eu amei várias, foi até difícil escolher as que eu ia colocar no post. 💜

girl gang 11

Fora que eu tava tão fofinha, tava com preguiça de arrumar cabelo e me maquiar, então fui de rabinho de burro e só com um BB cream de leve no rosto. Achei que com isso fiquei com cara de criança, me achei super gracinha, pelo menos a Hebe diria isso de mim. 😅

look girl gang

E não é que apareceu um Zubat mala enquanto a gente fazia as fotos? 👾

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Mas do look ainda não falei nada. Porém, o que falar dessas peças antiguinhas, mas que ainda considero demais, aliás, amo!

A saia já apareceu aqui, e o cropped aqui, no bloguinho.

Amo essa combinação desse cropped, que eu fiz a partir de uma camiseta masculina, com a minha saia de carrossel e meu tênis pink. Mais uma vez é um visual todo combinadinho, que deu certo. Tem azul e rosa tanto na saia, quanto no cropped.

girl gang capa 2

Aliás, adoro usar cropped com saia de cintura alta e desse estilo rodada, ainda mais se for midi. E o tênis eu combinei ali porque acho que saia midi e tênis juntos são amor demais.

saia midi e tenis

Ah, e ainda tenho que mencionar os óculos que estão ali em harmonia, já que eles são em lilás, e ainda tem meus brinquinhos novos, super delicados, que também estão combinandinho com o look. 🌷

girl gang 10

Eu usei:

  • Cropped que foi camiseta, Renner (sessão masculina);
  • Saia midi, Chica Bolacha;
  • Tênis rosa, Adidas;
  • Óculos lilás, Rayban;
  • Brinquinhos, Forever 21.

girl gang 14

O que mais posso dizer desse look? Que amei o cenário, que saia com bolso é mais do que necessário, já que nem precisei de bolsa ao sair com esta. E que dá pra ser básica e colorida ao mesmo tempo.

O que vocês acharam?

Postado por Helena Sá

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15/08/16
50 tons de rosa

Resolvi chamar o look de hoje de 50 tons de rosa, e acho que nem preciso explicar por que, não é mesmo?

As peças e até os óculos estão em tons da minha cor preferida. Tem desde o rosa desbotado dos meus cabelos até um fúcsia lindo do meu tênis, que já apareceu no look passado e realmente eu não estou tirando mais dos pés.

Escolhi essa combinação para ir conhecer a Coleção Verão 2017 da Anacapri, nem ia fotografar, mas chegando lá animei e tinha a minha amiga Ca, que fez as fotos super legais.

50 tons de rosa

O que dizer dessa camiseta linda que eu conheço a pouco tempo, mas já considero pacas? Meu, a vontade é não tirar mais, outra vontade é comprar todas as estampas da Oh Querida!

A marca mandou uma camiseta e eu fui lá olhar as outras e não me aguentei, comprei essa daí.

look-ohquerida

A frase na camiseta é “Queria estar morta”, meme lindo da internes e totalmente Lana Del Rey, e nada a ver com as vibes dos Ursinhos Carinhosos. Por isso que amei tanto, e estou aqui explicando a piada da camiseta! 😆

Aviso a todas que amaram a camiseta, que a marca tem a grade de tamanhos do PP ao 6G, e isto é amplamente divulgado, você não precisa encomendar no tamanho maior ou menor, a Oh Querida realmente atende e com gosto as gordas. 💕

look-queria-estar-morta

Eu sabia que queria usar a camiseta e o tênis, o resto eu fui combinando na hora de sair aqui em casa, e acabou dando nesse look super rosa. E com a minha camisa de flanela xadrez queridinha que já apareceu em uns mil looks aqui do blog e que já anda sozinha, ela só podia ser de onde? Sim, da sessão masculina.

look-ursinhos carinhosos

Essa combinação de peças é a prova de que você pode sim combinar seu visual em tons da mesma cor sem ficar over. Pelo menos eu acho que não ficou nada over, vocês me digam o que acharam também. 😉

bolsa look 50 tons de rosa

Na pressa de fazer as fotos de look, esqueci de pegar a bolsa que eu estava, que também tinha detalhes cor de rosa, SOS! Tirei essa foto dela só para vocês terem uma ideia, mas eu só acho que combinou lindamente com o resto do look. 💜

Eu usei:

  • Camiseta, queria estar morta, Oh Querida!;
  • Camisa xadrez, Renner (sessão masculina);
  • Tênis fúcsia, Anacapri;
  • Jeans cintura alta, Havan;
  • Bolsa saco, Maria Filó para C&A.

Aproveito o post pra mostrar o que eu vi e achei lindo da coleção Verão 2017 da Anacapri:

verão anacapri

anacapri verao2017

Eu amei muito esse tênis de camurça caramelo, tem dele no preto também, mas meu coração é desse amorzinho.

anacapri 2017

coleção anacapri verão

50 tons de rosa

Me respondam já essa pergunta da foto acima e também o que acharam do look. 🌈

Postado por Helena Sá

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