empoderamento


15/08/17
Repetindo roupa like a PRO
repetindo roupa

A brusinha é a mesma, mas os cabelos…

Já teve um tempo em que muita gente achava que nunca repetir roupa era chique, algumas pessoas ainda pensam assim, normalmente são pessoas numa realidade diferente da minha e da grande maioria, porque pra mim, repetir roupa é vencer na vida! 😅

E tem vários motivos pra eu pensar assim, que vão desde consumir menos à ser mais criativa. Mas o importante é que prova pra você mesma que a compra daquela peça de roupa foi um bom investimento, que realmente você comprou algo de que gosta e quer usar sempre. 🌟

jeans destroyer plus size3

Por isso não tenho o menor problema em repetir várias vezes peças nos looks aqui do bloguinho, porque eles são um reflexo da minha forma de vestir no dia a dia, e na vida real, repetir roupa é meu lifestyle. 😉

E repetir roupa não significa estar vestida da mesma forma sempre, na verdade você acaba transformando aquela roupa numa peça versátil do seu guarda-roupa. Descobre que dá pra criar looks diferentes e lindos com ela. 💜

Maior blog Juiz de fora

É o caso do sweater do mural aí em cima, eu uso muito, já o tenho há uns três anos e é uma peça clássica, que não me cansa nunca, aliás, que é tendência esse ano. Nos quatro looks acima eu to usando o sweater, em cada um de forma diferente, combinado com jeans em diferentes lavagens, com sobreposição, de saia…

Essa peça que eu sempre repito, me poupou dinheiro esse ano, quando todo mundo tava comprando peças transparentes de tule, super tendência nesse inverno, eu apenas peguei minha peça coringa no armário e botei pra jogo.

E dá pra fazer isso com qualquer peça de roupa, ela não precisa ser lisa, discreta ou clássica de um modo geral. Ela apenas tem que ter a ver com o seu estilo, pois aí ela sempre vai ser o seu clássico.

Esse post sobre repetir roupa vai rolar por aqui de vez em quando, pra provar que usar 200x uma brusinha é chique demais! 😍

Viu como repetir roupa é chique, criativo e uma super tendência?

Postado por Helena Sá

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15/08/17
Repetindo roupa like a PRO
repetindo roupa

A brusinha é a mesma, mas os cabelos…

Já teve um tempo em que muita gente achava que nunca repetir roupa era chique, algumas pessoas ainda pensam assim, normalmente são pessoas numa realidade diferente da minha e da grande maioria, porque pra mim, repetir roupa é vencer na vida! 😅

E tem vários motivos pra eu pensar assim, que vão desde consumir menos à ser mais criativa. Mas o importante é que prova pra você mesma que a compra daquela peça de roupa foi um bom investimento, que realmente você comprou algo de que gosta e quer usar sempre. 🌟

jeans destroyer plus size3

Por isso não tenho o menor problema em repetir várias vezes peças nos looks aqui do bloguinho, porque eles são um reflexo da minha forma de vestir no dia a dia, e na vida real, repetir roupa é meu lifestyle. 😉

E repetir roupa não significa estar vestida da mesma forma sempre, na verdade você acaba transformando aquela roupa numa peça versátil do seu guarda-roupa. Descobre que dá pra criar looks diferentes e lindos com ela. 💜

Maior blog Juiz de fora

É o caso do sweater do mural aí em cima, eu uso muito, já o tenho há uns três anos e é uma peça clássica, que não me cansa nunca, aliás, que é tendência esse ano. Nos quatro looks acima eu to usando o sweater, em cada um de forma diferente, combinado com jeans em diferentes lavagens, com sobreposição, de saia…

Essa peça que eu sempre repito, me poupou dinheiro esse ano, quando todo mundo tava comprando peças transparentes de tule, super tendência nesse inverno, eu apenas peguei minha peça coringa no armário e botei pra jogo.

E dá pra fazer isso com qualquer peça de roupa, ela não precisa ser lisa, discreta ou clássica de um modo geral. Ela apenas tem que ter a ver com o seu estilo, pois aí ela sempre vai ser o seu clássico.

Esse post sobre repetir roupa vai rolar por aqui de vez em quando, pra provar que usar 200x uma brusinha é chique demais! 😍

Viu como repetir roupa é chique, criativo e uma super tendência?

Postado por Helena Sá

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11/08/17
Look candy color plus size

look candy color plus size

Sabe quando você vê aquelas senhoras estilosas e coloridas, e pensa: “Quando eu tiver essa idade vou ser assim!”?

Então, eu já sou assim antes de ser uma senhorinha. 😅😅😅

E esse look candy color plus size tá aí pra provar isso. É o tipo de visual que eu amo, colorido, diferente, com acessórios criativos e sem seguir regras além da intuição e do estilo pessoal. 💜

just believe

Sobre segurar um look, é isso aí mesmo, é assim que se faz. Ele tem que combinar com você, tem que fechar com sua atitude, personalidade e estilo. Caso contrário, vai parecer apenas que você se fantasiou.

E a gente nota na hora a diferença entre quem usa o que realmente gosta e tem a ver com seu estilo, e a pessoa que vestiu tudo que viu/leu que era tendência, ou quis copiar o estilo alheio e não deu certo. #ficaadica 😉

just believe

Vocês podem achar meu discurso um pouco arrogante, já que eu falo com segurança que tudo que eu uso combina comigo, que eu seguro os meus looks bem plena. Mas não é arrogância, é apenas auto conhecimento, passei a entender e diferenciar o que eu realmente gosto e combina comigo, do que é tendência e está todo mundo usando.

just believe

Quando você aprende a diferenciar isso, aplica na sua vida, consome menos e de forma certeira, evita ter roupa parada no guarda roupas, e está sempre bem vestida. 🌈

É  caso dessa saia metalizada, eu amo tudo que brilha, combina comigo, adoro o comprimento e a modelagem também, então, pelo menos numa dessas eu quis investir. E ela já esteve em look aqui.

just believe

Essa jaqueta é muito antiga, eu mesma customizei com tachas. E por ser uma peça clássica que combina comigo, ela acaba sendo atemporal e coringa no meu guarda-roupa. 🌟

just believe

A bolsa é meu novo crush, eu vi no instagram e corri na loja online pra comprar, mas não tinha. Daí passeando no shopping, e PÁ! Lá estava essa linda me esperando. Ela é rosa algodão doce, tem spikes é um coração de pelúcia! Ou seja, ela é perfeita ela 😅

just believe

A minha obsessão por meias com prints divertidos continua, essa tem tubaroezinhos. 🦈🦈🦈

look candy colors plus size

Essa foto, que maravilhosas! Amei demais tudo nela e vou defendê-la! 🌸🌸🌸

just believe

Eu usei:

  • Saia metalizada, Riachuelo;
  • Camiseta unicórnios, Renner;
  • Bolsa rosa, Renner;
  • Meia tubarões, Forever21;
  • Flatform, Via Mia;
  • Óculos rosé, Aliexpress.

just believe 10

E é isso gente, você pode não gostar, pode não combinar com você, mas se você entende que as pessoas são únicas, aprende a apreciar o estilo dos outros sem criticar ou copiar. Viva e deixe viver, use o que te faz bem e deixa as pessoa! 😅😉

Concordam com esse singelo post? 🦄

Postado por Helena Sá

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07/08/17
Coleção Rebel da Chica Bolacha

coleçao rebel chica bolacha

Interrompemos a programação para contar que a Coleção mais Rocker do ano entra HOJE no site da Chica Bolacha! 😍

Quem acompanha o bloguinho já viu alguns looks por aqui em que eu tô todinha de Chica, que é uma marca que eu nem amo pouco, né. 😅

Todas as coleções vem sempre com um estilo que eu curto, na maioria das vezes da vontade de ter todas as peças, pois são todas sempre muito exclusivas, criativas, modernas… tudo que eu adoro em moda chega primeiro na Chica. 💜

E dessa vez a marca não desapontou, a Coleção Rebel vem com vestidos, blusas, jeans e acessórios num streetstyle que a gente vê nas revistas e blogs gringos, uma moda que te veste bem aqui ou em Madri, por exemplo.

E tudo isso sempre misturando música e cultura pop de um jeitinho que é só amor e atitude. 🌟

Saca só algumas peças que eu consegui trazer pra vocês em primeira mão. 😉

chica bolacha

Aquela tee da banda do ❤️ já com cara de personalizada, com decote e tudo. Camiseta transparente, com renda e poá, um item que é desejo desde que bati os olhos! 😍

chica bolacha

Olha esses vestchydenhos pra ser rocker com estilo. 🚀

chica bolacha

O que é essa bandana Sisterhood? Ela é meu crush dessa coleção. 🌸

Além da coleção ser linda, ela vem pra marcar uma nova fase da loja online da Chica, que vai misturar as coleções itens de lifestyle em parceria com marcas como Adidas, Levis Plus e até câmeras Instax da Fuji.

chica bolacha

Os acessórios fecham lindamente com a coleção Rebel. 💜

VESTIDO POA

E eu TINHA que fechar o post com esse vestido de poá perfeito que não só as rockers e trevosas vão amar, ele com certeza tá no coração de muita gente de todos os estilos, tô errada? 🤔

Outro babado é que a loja Chico (moda masculina que eu uso fácil), também lança hoje coleção nova com grade maior que vai do P ao 6G. 😱😱😱

Quem quiser conferir todos os detalhes de perto e garantir alguma peça linda dessas, corre na loja online da Chica. 😉

Agora me digam se essa coleção não pisou do P ao 5G, do começo ao fim? 💜

Fotografia: Isaías Mattos / Modelo: Isadora Fantin / Beauty: Carolina Eleguida

Postado por Helena Sá

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19/06/17
Se nada der certo…

se nada der certo

Eu já estava para gravar um vídeo e escrever aqui sobre o meu novo trabalho na marca Sou Dessas. Mas com a tal festa à fantasia de um colégio particular em que os alunos se fantasiaram de profissões que consideram como “dar errado” na vida, tive que adiantar esse post pra poder falar o que eu penso disso tudo.

Aperta o PLAY e assiste em HD! 🎈

No vídeo eu falo detalhes do meu trabalho como consultora/influenciadora (esse é o cargo na carteira de trabalho), da Sou Dessas. Esse é um trabalho que estou curtindo fazer, pois ele valoriza meu blog,, parte dele é produzir conteúdo para o Garotas, e isso é incrível. ⭐️

Falo também da minha formação acadêmica, do trabalho no blog… mas eu quero aqui reforçar uma coisa:

De fora a vida dos colegas, do vizinho, na maioria das vezes parece ser um mar de rosas, parece que tudo “deu certo”.

Mas nunca é o que parece, o clichê é verdade, a vida é complicada, não tem receita de bolo ou manual de instruções. Você pode seguir tudo que te disseram, ou pode seguir seus sonhos, nenhum dos dois caminhos é garantia de “sucesso” no final.

Porém, a gente também não tem como medir sucesso na vida, não é ter mais dinheiro, acho que dar certo na vida é fazer o que gosta, ser feliz assim, conseguir tempo pra ficar perto de quem a gente ama… são tantos os fatores e diferentes para cada um de nós, não dá mesmo pra mensurar.

A única coisa que dá pra concluir dessa história toda, é que se você acha que existem trabalhos inferiores, que dar certo na vida é só dinheiro e status, acho que você já está dando errado, não é? 😉

Postado por Helena Sá

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09/06/17
Ninguém quer te ouvir, e é pela sua aparência

Do You Wanna Touch Me

Se você for a palestras de coaching, esse estilo motivacional, sobre ser bem sucedido, popular, etc. Se ler livros estilo auto ajuda que tem o segredo do sucesso e outros trambiques, vai ouvir e ler sempre que a aparência, a imagem que você passa é imprescindível. A tal “boa aparência” é pré requisito. E isso normalmente significa seguir padrões, seja no estilo de roupas, corte de cabelo, maquiagem ou na forma física e na cor da pele, quando já caímos nos preconceitos.

Esse tal padrão tá em tudo mesmo, para as pessoas te ouvirem você tem que passar uma imagem bem sucedida, e ser gorda, ter cabelo colorido e tatuagens não combina nada com isso na maioria dos ambientes de trabalho e até mesmo sociais.

Me vejo em situações por muitas vezes, em que eu sei mais, tenho mais para ensinar, experiências para dividir, do que o cara branco, de terno e mais velho tem. Mas quem vai ser ouvido é ele. Eu saco mais de moda, de cosméticos e afins do que muitas das moças loiras e magras que estão nos mesmos eventos que eu. Mas porque eu não escolhi os artifícios padrão para me vestir, por não ter o peso certo, não sou ouvida, levada a sério. Mesmo quando eu tenho um blog com mais engajamento, um público, experiência, reconhecimento de grandes marcas com tudo isso, vejo nos olhos das pessoas o julgamento da aparência.

Estive essa semana presente em dois eventos, em um falei da empresa em que trabalho, no outro era uma mesa de restaurante conversando sobre viagens. Em ambos eu tinha argumentos, base, vivência e gente, eu falo bem em público, em ambos as pessoas não aparentaram interesse em me ouvir.

Na mesa do restaurante inclusive foi engraçado, pois um senhor disse que morou 9 meses em Lisboa e não conheceu nada da cidade, só ia trabalhar e dormir, nem sabe falar da cidade, poderia muito bem nem ter estado lá. E eu comento, morei dois anos em Lisboa, trabalhei para pagar meu mestrado lá, fazia uma jornada de oito horas no trampo e de quatro na faculdade diariamente, e mesmo assim conheci a cidade de cabo a rabo, viajei dentro do país e pela Europa, tinha muita vivência interessante pra dividir. Mas o tal senhor, mais velho (isso também conta), falando que só foi lá juntar dinheiro, aparentemente era mais interessante.

E eu posso citar outras diversas situações. A escola em que estudei a vida toda está veiculando publicidade com uma blogueira, obviamente chamaram uma moça nos padrões, ao invés da ex-aluna. E não é por falta de qualificação, sou advogada, especialista em direito internacional, turismóloga, tenho sete anos de experiência em influência, mídias sociais, produção de conteúdo… nada disso bate a aparência padrão. 👍🏻

O que a gente pode tirar de aprendizado disso tudo? Tem dois caminhos: você pode simplesmente começar a se enquadrar, atuar e se encaixar perfeitamente no que é confortável e cômodo para os olhos dos outros, ou você pode decidir que não vai julgar as pessoas assim e começar a quebrar esse círculo de atraso, preconceito e cafonice. Ouvir as pessoas, conhecer seu histórico e não apenas sua aparência.

E aí, qual caminho você vai tomar? Pra mim já não tem mais volta do meu. 😅

Postado por Helena Sá

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24/05/17
A cultura do interesse

Copiando quem não te serve a nenhum interesse, e prestigiando quem você acha que deve puxar o saco. E assim segue o bonde.

Outra que também tá nas mais pedidas do spotify: “Incrível o que você disse, mas vou esperar alguém mais influente falar”.

Eu gosto de chamar de Cultura do Interesse, que consiste em “colar” em quem tá em alta, em quem tem dinheiro, influência, fama… mas o grande erro de quem pratica isso, é acreditar que algumas pessoas não lhes servem, e outras tem mais valor. Ao invés de tratar todo mundo bem.

Isso sempre existiu, mas agora com as timelines das redes sociais, tá muito mais óbvio, jogado assim na nossa cara. As pessoas em sua maioria, passam o dia compartilhando, curtindo e comentando coisas que gente importante/influente/relevante posta, mesmo que seja banal,  mesmo que outras pessoas já tenham dito.

É aquela velha história, feminismo pela boca de mulher não tem muita graça, ainda mais mulher anônima. Gordofobia fica mais bonitinha denunciada por gente magra, racismo por gente branca. E mesmo quando a gente ouve quem realmente pode dizer, preferimos ignorar quem não tá em alta no rolê.

Como eu adoro uma contra corrente, adoro me aliar e enaltecer o trabalho que é novidade vindo da voz do novo e desconhecido. É só dar uma olhada em quem escolho pra me tatuar, pra me fotografar, desenhar ou escrever no blog. Alguns desses inclusive hoje em dia sobressaindo em sua área, mas quando vi primeiro, eram underdogs.

A cultura do interesse

E minha predileção pelos underdogs, outcasts, não é ato de bondade ou caridade. O frescor das novas ideias me atrai, é vantagem pra mim, e eu não consigo entender esse desespero por colar no  mainstream, fazer mais famoso quem já é.

Não digo que ignoro quem já escalou a montanha, a maioria tem motivos para estar lá, busco aprender observando. Mas eles não precisam mais de mim da mesma forma, e mais, eles não vão ser meus parceiros, mesmo que eu puxe o saco eternamente e um deles resolva me apadrinhar, não é pra eu crescer com eles, é pra me ter por perto e controlar minha subida.

Quando a gente dá valor pra quem começa junto com a gente, ou pra quem ainda é novo, esses são grandes possíveis parceiros pra crescer junto. Ninguém esquece quem primeiro te apoiou, se não for burro.

E por que tudo isso agora, Helena? Porque já tava passando da hora de falar pra muita gente acordar, entender que puxar saco de quem lhe interessa pode ser um caminho mais curto, mas não é o mais rico e criativo, não é inovador e além de antiético, é cafona.

Então, para de copiar quem tá na mesma batalha, para de ignorar o artista desconhecido e babar quem não tá nem aí pra você.

Crescer em comunidade ao invés de galgar uma escalada individual cheia de sapos engolidos e sacos puxados é muito mais legal. Nós estamos virando quase a segunda década do século 21, lacrar e tombar já não são as coisas mais importantes. Apoiar a sua gang, no nosso caso Girl gang, é o que vai nos fortalecer. 😉

A cultura do interesse

Postado por Helena Sá

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