atitude


26/06/17
Corte novo: curtinho para cabelos cacheados

Alguns meses de sumiço e cá estou eu de volta, e com novidades: um corte novo! Depois do que fiz na Clínica dos Cachos e que contei tudo para vocês aqui, eu fiquei nove meses sem passar perto de uma tesoura.

Até que fiquei enjoada do corte assimétrico e já não estava mais acertando nas finalizações. Então, cortei com uma cabeleireira perto da casa dos meus pais, em Guarulhos mesmo. Ela fez várias camadas, como eu pedi, e também tirou o comprimento da frente, igualando com o restante do cabelo.

Dia que cortei

Dia que cortei

Passaram-se mais nove meses (nove meses é um período cabalístico para meu cabelo hahaha), e já não estava mais contente com a forma que os meus cachos estavam ficando. Além disso, estava com muitos fios novos nascendo (vou falar sobre isso em outro post ;-)) e os cachos estavam muito desiguais. Por isso, resolvi mais uma vez passar a tesoura. Porém, só resolvi isso porque depois de babar no cabelo de uma amiga. Pensa na felicidade quando descobri que quem fazia os cortes dela era a mãe – que é cabeleireira.

Marquei com a mãe da minha amiga e, a princípio, não tinha nada em mente. Pensava apenas em tirar as pontinhas e manter as camadas. Mas, tinha uma moça cacheada maravilhosa lá no salão enquanto eu esperava que super me inspirou em ousar. E o resultado é que pela primeira vez na vida estou com o cabelo curtinho e com a nuca de fora. O melhor de tudo: estou amando!

Deu aquele frio na barriga no começo, mas o retorno das pessoas foi tão positivo e eu me senti mais poderosa, confesso!

Sabe aquelas mulheres modernas que tem mil compromissos e o cabelo curto confere aquela liberdade? Tô me sentindo a própria. 😀

E se você já pensou em mudar assim, mas não tem coragem, eu digo: vai lá, cabelo cresce!

E para vocês, cacheadas que temem um curtinho moderno: se joga!

Postado por Ana Paula Nunes

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26/06/17
Corte novo: curtinho para cabelos cacheados

Alguns meses de sumiço e cá estou eu de volta, e com novidades: um corte novo! Depois do que fiz na Clínica dos Cachos e que contei tudo para vocês aqui, eu fiquei nove meses sem passar perto de uma tesoura.

Até que fiquei enjoada do corte assimétrico e já não estava mais acertando nas finalizações. Então, cortei com uma cabeleireira perto da casa dos meus pais, em Guarulhos mesmo. Ela fez várias camadas, como eu pedi, e também tirou o comprimento da frente, igualando com o restante do cabelo.

Dia que cortei

Dia que cortei

Passaram-se mais nove meses (nove meses é um período cabalístico para meu cabelo hahaha), e já não estava mais contente com a forma que os meus cachos estavam ficando. Além disso, estava com muitos fios novos nascendo (vou falar sobre isso em outro post ;-)) e os cachos estavam muito desiguais. Por isso, resolvi mais uma vez passar a tesoura. Porém, só resolvi isso porque depois de babar no cabelo de uma amiga. Pensa na felicidade quando descobri que quem fazia os cortes dela era a mãe – que é cabeleireira.

Marquei com a mãe da minha amiga e, a princípio, não tinha nada em mente. Pensava apenas em tirar as pontinhas e manter as camadas. Mas, tinha uma moça cacheada maravilhosa lá no salão enquanto eu esperava que super me inspirou em ousar. E o resultado é que pela primeira vez na vida estou com o cabelo curtinho e com a nuca de fora. O melhor de tudo: estou amando!

Deu aquele frio na barriga no começo, mas o retorno das pessoas foi tão positivo e eu me senti mais poderosa, confesso!

Sabe aquelas mulheres modernas que tem mil compromissos e o cabelo curto confere aquela liberdade? Tô me sentindo a própria. 😀

E se você já pensou em mudar assim, mas não tem coragem, eu digo: vai lá, cabelo cresce!

E para vocês, cacheadas que temem um curtinho moderno: se joga!

Postado por Ana Paula Nunes

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19/06/17
Se nada der certo…

se nada der certo

Eu já estava para gravar um vídeo e escrever aqui sobre o meu novo trabalho na marca Sou Dessas. Mas com a tal festa à fantasia de um colégio particular em que os alunos se fantasiaram de profissões que consideram como “dar errado” na vida, tive que adiantar esse post pra poder falar o que eu penso disso tudo.

Aperta o PLAY e assiste em HD! 🎈

No vídeo eu falo detalhes do meu trabalho como consultora/influenciadora (esse é o cargo na carteira de trabalho), da Sou Dessas. Esse é um trabalho que estou curtindo fazer, pois ele valoriza meu blog,, parte dele é produzir conteúdo para o Garotas, e isso é incrível. ⭐️

Falo também da minha formação acadêmica, do trabalho no blog… mas eu quero aqui reforçar uma coisa:

De fora a vida dos colegas, do vizinho, na maioria das vezes parece ser um mar de rosas, parece que tudo “deu certo”.

Mas nunca é o que parece, o clichê é verdade, a vida é complicada, não tem receita de bolo ou manual de instruções. Você pode seguir tudo que te disseram, ou pode seguir seus sonhos, nenhum dos dois caminhos é garantia de “sucesso” no final.

Porém, a gente também não tem como medir sucesso na vida, não é ter mais dinheiro, acho que dar certo na vida é fazer o que gosta, ser feliz assim, conseguir tempo pra ficar perto de quem a gente ama… são tantos os fatores e diferentes para cada um de nós, não dá mesmo pra mensurar.

A única coisa que dá pra concluir dessa história toda, é que se você acha que existem trabalhos inferiores, que dar certo na vida é só dinheiro e status, acho que você já está dando errado, não é? 😉

Postado por Helena Sá

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09/06/17
Ninguém quer te ouvir, e é pela sua aparência

Do You Wanna Touch Me

Se você for a palestras de coaching, esse estilo motivacional, sobre ser bem sucedido, popular, etc. Se ler livros estilo auto ajuda que tem o segredo do sucesso e outros trambiques, vai ouvir e ler sempre que a aparência, a imagem que você passa é imprescindível. A tal “boa aparência” é pré requisito. E isso normalmente significa seguir padrões, seja no estilo de roupas, corte de cabelo, maquiagem ou na forma física e na cor da pele, quando já caímos nos preconceitos.

Esse tal padrão tá em tudo mesmo, para as pessoas te ouvirem você tem que passar uma imagem bem sucedida, e ser gorda, ter cabelo colorido e tatuagens não combina nada com isso na maioria dos ambientes de trabalho e até mesmo sociais.

Me vejo em situações por muitas vezes, em que eu sei mais, tenho mais para ensinar, experiências para dividir, do que o cara branco, de terno e mais velho tem. Mas quem vai ser ouvido é ele. Eu saco mais de moda, de cosméticos e afins do que muitas das moças loiras e magras que estão nos mesmos eventos que eu. Mas porque eu não escolhi os artifícios padrão para me vestir, por não ter o peso certo, não sou ouvida, levada a sério. Mesmo quando eu tenho um blog com mais engajamento, um público, experiência, reconhecimento de grandes marcas com tudo isso, vejo nos olhos das pessoas o julgamento da aparência.

Estive essa semana presente em dois eventos, em um falei da empresa em que trabalho, no outro era uma mesa de restaurante conversando sobre viagens. Em ambos eu tinha argumentos, base, vivência e gente, eu falo bem em público, em ambos as pessoas não aparentaram interesse em me ouvir.

Na mesa do restaurante inclusive foi engraçado, pois um senhor disse que morou 9 meses em Lisboa e não conheceu nada da cidade, só ia trabalhar e dormir, nem sabe falar da cidade, poderia muito bem nem ter estado lá. E eu comento, morei dois anos em Lisboa, trabalhei para pagar meu mestrado lá, fazia uma jornada de oito horas no trampo e de quatro na faculdade diariamente, e mesmo assim conheci a cidade de cabo a rabo, viajei dentro do país e pela Europa, tinha muita vivência interessante pra dividir. Mas o tal senhor, mais velho (isso também conta), falando que só foi lá juntar dinheiro, aparentemente era mais interessante.

E eu posso citar outras diversas situações. A escola em que estudei a vida toda está veiculando publicidade com uma blogueira, obviamente chamaram uma moça nos padrões, ao invés da ex-aluna. E não é por falta de qualificação, sou advogada, especialista em direito internacional, turismóloga, tenho sete anos de experiência em influência, mídias sociais, produção de conteúdo… nada disso bate a aparência padrão. 👍🏻

O que a gente pode tirar de aprendizado disso tudo? Tem dois caminhos: você pode simplesmente começar a se enquadrar, atuar e se encaixar perfeitamente no que é confortável e cômodo para os olhos dos outros, ou você pode decidir que não vai julgar as pessoas assim e começar a quebrar esse círculo de atraso, preconceito e cafonice. Ouvir as pessoas, conhecer seu histórico e não apenas sua aparência.

E aí, qual caminho você vai tomar? Pra mim já não tem mais volta do meu. 😅

Postado por Helena Sá

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24/05/17
A cultura do interesse

Copiando quem não te serve a nenhum interesse, e prestigiando quem você acha que deve puxar o saco. E assim segue o bonde.

Outra que também tá nas mais pedidas do spotify: “Incrível o que você disse, mas vou esperar alguém mais influente falar”.

Eu gosto de chamar de Cultura do Interesse, que consiste em “colar” em quem tá em alta, em quem tem dinheiro, influência, fama… mas o grande erro de quem pratica isso, é acreditar que algumas pessoas não lhes servem, e outras tem mais valor. Ao invés de tratar todo mundo bem.

Isso sempre existiu, mas agora com as timelines das redes sociais, tá muito mais óbvio, jogado assim na nossa cara. As pessoas em sua maioria, passam o dia compartilhando, curtindo e comentando coisas que gente importante/influente/relevante posta, mesmo que seja banal,  mesmo que outras pessoas já tenham dito.

É aquela velha história, feminismo pela boca de mulher não tem muita graça, ainda mais mulher anônima. Gordofobia fica mais bonitinha denunciada por gente magra, racismo por gente branca. E mesmo quando a gente ouve quem realmente pode dizer, preferimos ignorar quem não tá em alta no rolê.

Como eu adoro uma contra corrente, adoro me aliar e enaltecer o trabalho que é novidade vindo da voz do novo e desconhecido. É só dar uma olhada em quem escolho pra me tatuar, pra me fotografar, desenhar ou escrever no blog. Alguns desses inclusive hoje em dia sobressaindo em sua área, mas quando vi primeiro, eram underdogs.

A cultura do interesse

E minha predileção pelos underdogs, outcasts, não é ato de bondade ou caridade. O frescor das novas ideias me atrai, é vantagem pra mim, e eu não consigo entender esse desespero por colar no  mainstream, fazer mais famoso quem já é.

Não digo que ignoro quem já escalou a montanha, a maioria tem motivos para estar lá, busco aprender observando. Mas eles não precisam mais de mim da mesma forma, e mais, eles não vão ser meus parceiros, mesmo que eu puxe o saco eternamente e um deles resolva me apadrinhar, não é pra eu crescer com eles, é pra me ter por perto e controlar minha subida.

Quando a gente dá valor pra quem começa junto com a gente, ou pra quem ainda é novo, esses são grandes possíveis parceiros pra crescer junto. Ninguém esquece quem primeiro te apoiou, se não for burro.

E por que tudo isso agora, Helena? Porque já tava passando da hora de falar pra muita gente acordar, entender que puxar saco de quem lhe interessa pode ser um caminho mais curto, mas não é o mais rico e criativo, não é inovador e além de antiético, é cafona.

Então, para de copiar quem tá na mesma batalha, para de ignorar o artista desconhecido e babar quem não tá nem aí pra você.

Crescer em comunidade ao invés de galgar uma escalada individual cheia de sapos engolidos e sacos puxados é muito mais legal. Nós estamos virando quase a segunda década do século 21, lacrar e tombar já não são as coisas mais importantes. Apoiar a sua gang, no nosso caso Girl gang, é o que vai nos fortalecer. 😉

A cultura do interesse

Postado por Helena Sá

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04/05/17
Incomodada ficava sua avó

Incomodada ficava sua avó

Pra quem não entendeu a referência do ➡️ título.

Um fenômeno que para alguns só acontece com uma mudança e paradigma: parar de usar/fazer/aceitar coisas que incomodam.

O incômodo pra muita gente é relativizado, é bobeira, melhor se incomodar um pouquinho do que mudar, mudar dá muito trabalho.

Mas acontece que incômodos são muitos, e somados, todos esses pequenos e irritantes acontecimentos, se transformam em uma vida sem jeito, sem lado. Quer ver como?

Um sutiã de aro, aquele arame cortando a pele o dia todo pra poder parecer que tem peito empinado, grande. Aquele salto, aquele bico fino no sapato pra ficar mais alta e elegante. A cinta massacrando o dia inteiro… eu posso passar o dia aqui listando coisas e situações em que a gente se coloca, porque mudar causa transtornos, é complicado, tem que se explicar pras pessoas.

E esse incômodo tolerável que a gente se coloca nele vai além de estética, você deixa passar o abuso de alguém pra evitar o desgaste do confronto, que pode ser único, mas você prefere passar várias vezes pela pequena chateação, do que bater de frente e ser o chato do rolê.

Daí que com os anos as coisas vão acumulando, é privação, incômodo e chateação uma em cima da outra, transborda alguma hora e pode gerar o dia de fúria, aquele em que você perde a razão, e sua reação é incompreendida. Ou então você guarda tanto que fica doente, vem a depressão e/ou ansiedade.

É muito tempo negando quem você é de verdade. Negando que você detesta sair pra balada, que você prefere passar o dia com seu cachorro à ir em uma calourada ou churrasco, uma vida inteira esticando a raiz do cabelo, fazendo a barba, dieta da moda, se depilando, não tendo tatuagem, não comendo o que gosta, usando roupa que detesta, mantendo amizades que você tolera por conveniência, rindo de piada sem graça pra manter o networking, fingindo que não ouviu a indireta pra não se indispor com parente… ufa, mais uma lista interminável.

E sempre pensando, quando eu tiver dinheiro não vou mais aturar isso, quando eu for independente, quando eu sair de casa, quando eu me mudar, quando eu trocar de emprego, quando eu emagrecer, quando eu for mais velho, quando eu casar… e a vida passa.

O que eu posso dizer sobre isso? CAI FORA! Tem diversas situações que a gente tolera porque faz parte de crescer, pra manter um trabalho, pra cuidar da saúde. Essas a gente muda com paciência, aos poucos. Mas tem várias outras coisas que a gente deixa passar por medo e preguiça da mudança.

Então o dever de casa de hoje é esse: questione, pois às vezes a gente nem sabe o que está nos incomodando, reflita, isso é bom pra mim? Faço por obrigação? Pra manter uma imagem? Pra agradar os outros?

Tá na hora de esquecer um pouco a conveniência, o cômodo que está pra lá de incômodo. E não é egoísmo isso não, faz parte de crescer e até mesmo de ser uma pessoa melhor pra quem nos cerca, por que ninguém é feliz com uma pequena pedrinha dentro do sapato.

Incomodada ficava a sua avó

Postado por Helena Sá

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02/05/17
Tatuagem de comida

Faz um tempão que não tem esse post com inspirações de tatuagem por aqui. E olha que eu tenho pastas e mais pastas de ideias para futuras tattoos, mas foi agora ao andar pelo Pinterest que notei uma tendência que também é vontade minha fazer: tatuagem de comida.

Parece estranho, mas não deveria ser, comida é o que nos mantém vivos, é nossa fonte de energia, é gostoso, é cultural, traz memórias afetivas… posso passar o dia listando motivos do porquê de comida ser uma boa ideia para tatuagens. Mas acho que o melhor é mostrar, pois encontrei umas bem legais, que inclusive eu faria fácil. 🖤

Tatuagem de comida

Tatuagem de comida

Frutas e legumes são coloridos, gostoso e lindos, quem adora comer e/ou cozinhar, com certeza vai adorar essas tatuagem. Se a gente ama desenhar flores por todo o corpo, por que não frutas? 🍎🍇🍉🥑

Tatuagem de comida

Comidinhas fofas que tem rostinho, uma coisa bem animação japonesa, curti.

Tatuagem de comida

Essas são super um dos estilos que a minha tatuadora preferida do 💜 Jessie Syon é especialista. 😍

Tatuagem de comida

Tatuagens de comida

Tatuagem de comida

Morri de amor por esse combo breakfast. 🍳🥓🍞☕️

Tatuagem de comida

Tattoo fotos

Trocadilhos fofos com donut e pizza. 🍩🍕

Tatuagem de comida

E comida também pode ser inspiradora, motivacional e divertida quando vem com uma frase engraçadinha junto.

Tatuagem de comida

Pra quem é chef, cozinheira ou apenas ama cozinhar…

Tatuagem de comida

Fechando com esse lámen que é lindo! 🍜

Tem ainda muitas outras lindas no tema, basta buscar no Pinterest, lá eu tenho uma pasta só com tatuagens pra me inspirar e para montar os posts, quem quiser me seguir lá é só clicar aqui. 😉

Eu adorei todas e já quero me inspirar em algumas para minhas próximas tatuagens. E vocês, curtiram? Fariam tattoos com o tema comida?

Postado por Helena Sá

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