24/10/16
Rosa! Sem Preconceitos na Decoração

Quantas vezes ouvimos assim “ai você vai fazer isso rosa” “não está muito rosa não?”

Pois bem, hoje vamos conversar um pouco sobre decoração Rosa e dizer que:

VAI TER ROSA SIM!!
rosa na decoração

O rosa por muito tempo esteve adormecido quando o assunto era decoração e Design de Interiores, os projetistas e Designers sempre tiveram o pé atrás ao trabalhar essas tonalidades fora do que já se era corriqueiro utilizar.

decor rosa

Como uma das cores mais vistas esse ano não só na moda mas no Design de Produto e Interiores o Rosa e o Rosê tem aparecido e conquistado o coração não só das meninas mas de todos que querem ter o seu cantinho aconchegante e estiloso.

decor rosa

O rosa antes usado no quarto de menina para trazer delicadeza e romantismo hoje vem forte e presente em várias tonalidades, criando até mesmo um contraste com cores mais escuras e sóbrias.

Já que estamos falando de rosa, VAMOS USAR COM VONTADE!

rosa na decoração

Em muitos projetos temos visto a utilização do cobre e de tonalidades de madeira puxadas para o rosa, que configuram um espaço contemporâneo e equilibrado

rosa na decoração

O Rosa tem aparecido em peças de decoração e no design de vários produtos e embalagens mostrando a atenção do próprio mercado que identificou tal demanda.

rosa na decoração

Com um conceito Industrial, foi utilizada a cor para valorizar as texturas e manter uma coesão do espaço que integra uma área Gourmet com Sala de estar e Jantar.

rosa na decoração

Rosa na cozinha PODE e é muito bem vindo, as empresas que produzem revestimentos, papéis de paredes e tintas tem adequado seus produtos e serviços para todas as aplicações e tipos de ambientes podendo ser utilizados até em banheiros e lavabos

rosa na decoração

Usem rosa não só nos looks mas no Decor também ! 

Filipe LimaPostado por Filipe Lima

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21/10/16
The Get Down: único seriado possível em 2016

the get down

Ano passado quando assisti o teaser de The Get Down eu fiquei louca. UM SERIADO SOBRE DISCO MUSIC? BERRO, GRITO, TIRO, BOMBA. Fui nascida e criada escutando Earth, Fire and Wind, Aretha Franklin, Diana Ross (obrigada, pai!), sou apaixonada por todo o contexto que envolve a cultura disco: valorização da estética e musicalidade negra.

Fiquei mais ansiosa depois de saber que seria o diretor Braz Luhrmann contaria aquela história. Quando todo mundo achou que ninguém poderia contar a tragédia de Romeu e Julieta, Braz inovou ambientando a história de forma contemporânea, com muitas pistolas e perseguições de carros, mas mantendo a atmosfera apaixonada e política da peça. Quando hollywood achou que filmes musicais estavam ultrapassados e cansativos, Braz nos brindou com Moulin Rouge.

Então veio The Get Down e a minha surpresa: não é um seriado sobre disco music, vai além disso.

Lado A, Lado B

Os episódios são sempre introduzidos em forma de rap por Mr. Books que conta a sua história, dos amigos e amores, na Nova Iorque de 1977. Parece confuso no começo e nos primeiros você fica “que rap é esse?”, “quem é esse cara?”, “é anos 90 ou 70?”, “cadê o disco?”. Mas as personagens e suas histórias são apresentadas e tudo vai se encaixando como numa grande engrenagem. Ezequiel Figueiro (Justice Smith) é um dos adolescentes que conduz a história, ele perdeu os pais e vive com a tia materna no Bronx e, como todo adolescente, tem seus sonhos e aptidões (escrita e leitura), mas se sente inseguro e precisa da ajuda dos amigos para se tornar mais confiante. Contrapondo a história de Zeke, temos a determinada Mylene Cruz (Herizen Guardiola), uma garota criada por pais conservadores que sonha em ser a próxima Donna Summer. O ponto em comum desses dois, além de serem jovens negros/latino, é a música. Mylene sonha com Manhattan e uma vida melhor que lhe espera além das ruínas em chamas do Bronx, já Zeke através da sua rima e versos, começa a entender seu papel e importância na comunidade, tudo isso através da música.

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Mylene Cruz divando no coral da igreja

Caldeirão musical e cultura pop

Assim como a história é conduzia de forma não linear, aquele vai e vem entre passado e presente, a trilha sonora é mixada da mesma forma, amarrando perfeitamente ritmo da série. São versos em forma de rap misturando-se com vocal gospel e batida disco. A música latina com seu pandeiro meia lua e violões, misturando uns violinos nervosos. Uma base de piano com soul e vocais gospel. é a disco music em seu auge emprestando seus metais em corneta, trombones e tubas para a mixagem de underground dos DJ do hip-hop. é a galera de boca de sino, lame e óculos escuros de sandália plataforma curtindo a turma dançando aquilo que hoje chamamos de break.

Nada é delimitado e tudo é misturado, fazendo esse caldeirão cultural étnico se tornar muito verossímil. As referencias pop estão por todos os lugares: HQ’s da Marvel, Star Wars, Bruce Lee e os filmes de artes marciais.

E somado a isso temos como pano de fundo a cidade de Nova Iorque, que também desempenha seu papel como personagem. A decadência e alto índice de desemprego, corrida eleitoral para a prefeitura com candidatos brancos que precisam do voto da periferia negra e latina para vencer, ao mesmo tempo esses candidatos querem erradicar e promover uma higienização dos grafites e da cultura desses guetos.

The Get Down mostra como a indústria fonográfica é cruel e seu sexíssimo, tem feminismo e aquela sororidade praticada no dia a dia em cenas lindas, que a gente se emociona e quer sair abraçando as personagens. Tem sangue, muito sangue! Não existe aquela separação básica de bem vs. mal, em um episódio eu amava Shaolin Fantastic e no outro eu queria que ele explodisse.

Aliás, os personagens secundários roubam a cena mesmo. Shaolin Fantastic (Shameike Moore) é um deles, o grafiteiro metido a Bruce Lee que introduz Zeke ao mundo de The Get Down. Outro personagem interessante é Dizziee (Jaden Smith). Ele é todo artístico e tranquilo (a loca do signo que mora em mim diz que ele é de peixes), se mistura bem entre todas as vertentes de grafiteiros e por conhecer quase todo mundo, acaba em uma festa moderninha no SoHo e protagonizando umas das cenas MAIS LINDAS DO SERIADO.

A série estreou a sua primeira parte em agosto deste ano na Netflix, com um orçamento de 120 milhões (!!!), trilha sonora (disponível no Spotify) e edição impecável, a fotografia e paleta de cores retro com muito amarelo mostarda/marrom/vermelho/azul pastel é colírio para os olhos, os cabelos black power e as maquiagens com muito brilho e sombra azul, uma história coerente e cativante de adolescente descobrindo os seus talentos, tentando conquistar seu espaço.

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The Get Down Brothers

This aint no fairy tale.

“Isso não é um conto de fadas”, Zeke diz ao longo da trama. Será este o motivo das pessoas não falarem sobre The Get Down? Eu tenho um palpite… O grande público está desacostumadas com enredos de protagonistas negros e latinos. Stranger Things estreou um mês antes e ainda vejo as pessoas replicando memes e falando sobre. Até agora eu vi pouquíssimas pessoas assistindo The Get Down, o que é uma pena! E o único seriado possível em 2016. E uma aula de história e uma imersão e valorização da cultura negra e hip hop. Antes de ver a série, eu achava que não gostava e não entendia muito bem o hip hop. Hoje eu percebo em como essa vertente foi sendo a apropriada por outros movimentos musicais e pela moda. ao longo dos anos.

The Get Down faz esse resgate das raízes do hip hop mostrando como, onde e o porquê do seu nascimento e de como a música é um instrumento importante na vida daqueles adolescentes, fazendo expressar seus sentimentos, discurso político e de se afirmar como indivíduo.

Camila RochaPostado por Camila Rocha

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18/10/16
Camiseta com legging nem sempre dá um look sem graça

Camiseta com legging plus size

Tá começando uma nova fase de looks aqui no bloguinho, o Mateus, fotógrafo que fez todos os meus looks, que começou os looks aqui comigo, se mudou pra São Paulo. 💔

De vez em quando eu vou tentar ir lá visitar e fazer fotos lindas, e ele também vai vir sempre pra cá. A vida segue e pessoas mudam, crescem, desejo todo sucesso do mundo pro Mateus, que se transformou num amigo muito querido pra mim.

MAS, não tem bad que dure por aqui, pois agora vocês vão conhecer o trabalho do Thales, que é um menino super talentoso, que tá começando (ao contrário da Susana Vieira, eu tenho muita paciência com quem tá começando). Zuera, pois eu amo trazer aqui pro blog gente que cresce junto comigo, e o Thales veio pra isso, pra trazer uma visão nova diferente, pra aprender e pra ensinar. Por isso recebam bem ele por aqui, acompanhem ele no instagram e que comecem os trabalhos! 💜

Começou o calor, o verão mesmo oficialmente, só em dezembro, mas pra mim, ontem quando a primeira barata voadora adentrou minha janela, já considerei aberta a temporada mais sofrida do meu ano.

Mas nem por isso eu vou deixar de usar as roupas que eu gosto, no meu estilo. E nesse look eu já dou adeus as minhas sobreposições que eu tanto amo, e fiz uma combinação de  camiseta com legging, porém como sempre, não ficou nada básico.

Camiseta com legging

Combinei minha brusinha linda da None Clothing com essa legging que já apareceu aqui e que eu amo.

tenis metalizado anacapri

Aproveitei essa onda de sapatos metalizados com o meu tênis mais confortável da vida, esse é Anacapri, tava no último look e eu não consigo mais parar de usar.

none clothing

Além do tênis ser super confortável, o look todo acompanha, pois eu não curto usar nada que me incomode nunca, no verão menos ainda. E no calor qualquer coisa incomoda, as etiquetas pinicam mais, uma costura, um detalhe a mais… nossa, eu sofro.

Camiseta com legging

Então essas peças de tecido leve e confortável salvam muito.

no more sexual discrimination

Eu amei essa combinação do print de caveiras com a camiseta com estampa grande e localizada, achei que fechou demais.

Camiseta com legging

Eu usei:

  • Camiseta raglan, None Clothing;
  • Legging caveira, Marisa;
  • Tênis metalizado, Anacapri;
  • Óculos cateyes, 25 de março;
  • Batom azul metálico, Ricosti.

E aí, curtiram o look? E o Thales, tá aprovado? 😅

Créditos:

  • Fotografia: Thales Alexandre
  • Maquiagem, produção e styling: por minha conta.
Helena SáPostado por Helena Sá

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14/10/16
MilkShake de Ovomaltine

milkshake de ovomaltine

Há umas duas semanas tava a maior treta nas redes sociais entre Bobs e McDonalds, pois o último anunciou o milk shake de ovomaltine no cardápio, e esse sabor sempre foi especialidade do Bobs. A treta rendeu, outras lanchonetes entraram na zuera, foi uma batalha de memes, eu adoro esse tipo de marketing.

Mas o que eles não esperavam, o meu milkshake de ovomaltine é muito melhor do que o deles! 😅

É sério gente, é muito mais gostoso. Com certeza nem bobs nem McDonald’s nunca vão saber disso, quem sou eu na line of the bread, não é mesmo? Mas que é melhor é!

E sempre mostro essa delícia no snap e instagram, o povo pira e muita gente já me pediu receita, por isso resolvi dividir com o mundo minha receita super secreta, mais pedida da minha casa de MILK SHAKE DE OVOMALTIVE!

Assistam em HD, o vídeo é muito rápido, pouco mais de 2 minutinhos e você já vira PRO em milkshake. 😉

Gente, isso fica muito bom! Muito mais cremoso que os das lanchonetes, por conta do ovomaltine cremoso… hummm 🍦

Recomendo fortemente que vocês repitam essa receita em casa! ⚠️

Mas sem zuera agora, quem fizer me conta! E quem tiver alguma dica pra melhorar a receita que já é demais, manda aqui nos comentários! 😉💜

Helena SáPostado por Helena Sá

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11/10/16
Look Mangá Plus Size

look mangá plus size

Owm esse look, ele é tão fofo, gente, é um look mangá plus size! A brusinha é da coleção Sailor Moon da None Clothing, marca linda que eu amo, vou defender e você respeita. 😅

E não é só por conta da camiseta linda que meu look é mangá, me achei toda fofínea com meus brincos de My Little Poney da Brincos de Brincar, que apareceu no último look, e colete jeans com os #PatchesdoGarotas lindinhos colados. 💜

look mangá anime plus size

Essa saia da lollaboo já esteve em tantos looks do blog, e eu uso tanto na vida, que ela já sabe vir e voltar pra casa sozinha. Amo! 💕

Eu tô com um tênis lindo metalizado da Anacapri, mas pra meu desespero, as fotos de detalhes e até mesmo a bolsinha linda que compunha o look, apagaram da câmera, sofri bastante com isso. 😞

look anime plus size

Esse look pra mim é a prova de que dá pra misturar print, patches e brincão. Acho que o que interessa é os temas se comunicarem. É tudo muito divertido, dos brincos aos patches, a estampa da camiseta, até o cabelo entrou nessa onda.

look anime

A vida podia ser linda feito esse look, né non? 🌈

look mangá

Eu usei:

look mangá anime

Esse lookzíneo tá mesmo muito fofíneo, e sim, eu me visto desse jeito, não significa que sou imatura, que não sou uma pessoa responsável, nem outras bobagens que dizem por aí, significa apenas que eu tenho meu estilo próprio e não vou mudar pra atender expectativas sobre o que as pessoas pensam que eu deva vestir na minha idade ou com o meu corpo.

Okay? Ok! 😉

Helena SáPostado por Helena Sá

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07/10/16
em: Cabelos
Meu corte novo

Do You Wanna Touch Me

Tô sempre mudando a cor do cabelo, já passei por granny, rosa claro, rosa escuro, magenta, roxo, lilás… mas o corte não acompanhava a ousadia das cores, mas tem um motivo.

Faz por aí uns 2 anos que tento aqui na minha cidade alguém que fizesse um corte diferente que era muito o meu desejo, mas não sei porquê, nenhum cabeleireiro que eu fui foi capaz de me atender e o corte nem é tão radical assim, vejam:

corte novo

 

Pois então, sempre que mostrava essas fotos ou outras parecidas desse corte, as pessoas falavam: “Aim, mas você tem pouco cabelo, não dá pra fazer esse corte em você…” E eu sempre tinha que dizer: eu sei que não ficará exatamente igual, cada cabelo é de um jeito, na foto a moça tá de escova, babyliss e com algum produto pra dar volume, sei que se eu quiser esse efeito, tenho que fazer o mesmo… ou seja, explicar que não sou uma criança de 3 anos e entendo as diferenças entre os cabelos e tudo mais.

Daí quando decidi ir pra São Paulo, já me veio a ideia de ir a um salão mais alternativo, que as pessoas não tivessem preconceitos quanto a cortes e com habilidade pra fazer o corte independente do tipo ou quantidade de cabelo que eu tenho.

Marquei no Retro Hair, pois já tinha lido muito sobre ele nos blogs, todo mundo recomendando. Escolhi uma profissional mulher assim aleatoriamente, sem indicação de ninguém.

Cheguei lá e a Gabi, que me atendeu já veio falando do meu cabelo que é pouco… antes dela terminar dei meu texto de sempre aí de cima e ela mesmo que incrédula fez o corte, muito bem feito, do jeito que eu queria. Na hora de escovar ela já ia fazendo bem liso, eu pedi pra modelar na chapinha ou babyliss, pois eu não uso meu cabelo liso, adoro ondas ou cachos. Ela modelou, e na hora ficou legalzinho, saí de lá ainda sentindo a falta do cabelo, pois cortei bastante.

Mas depois que cheguei na casa do meu amigo, lavei e modelei eu mesma, gente, eu AMEI! Ficou lindo demais, olha só o resultado:

corte-novo

Eu tô achando super prático de arrumar esse cabelo batidinho na nuca, e adoro o efeito dele mais comprido na frente, esse corte é tudo que eu queria!

Agora é torcer pra encontrar alguém aqui na minha cidade que possa manter, pois pretendo ficar com esse estilo um bom tempo, quando eu ~garro~ amor, não largo.

Agora quero saber, o que as princesas acharam do meu corte novo?

Helena SáPostado por Helena Sá

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