02/05/17
Tatuagem de comida

Faz um tempão que não tem esse post com inspirações de tatuagem por aqui. E olha que eu tenho pastas e mais pastas de ideias para futuras tattoos, mas foi agora ao andar pelo Pinterest que notei uma tendência que também é vontade minha fazer: tatuagem de comida.

Parece estranho, mas não deveria ser, comida é o que nos mantém vivos, é nossa fonte de energia, é gostoso, é cultural, traz memórias afetivas… posso passar o dia listando motivos do porquê de comida ser uma boa ideia para tatuagens. Mas acho que o melhor é mostrar, pois encontrei umas bem legais, que inclusive eu faria fácil. 🖤

Tatuagem de comida

Tatuagem de comida

Frutas e legumes são coloridos, gostoso e lindos, quem adora comer e/ou cozinhar, com certeza vai adorar essas tatuagem. Se a gente ama desenhar flores por todo o corpo, por que não frutas? 🍎🍇🍉🥑

Tatuagem de comida

Comidinhas fofas que tem rostinho, uma coisa bem animação japonesa, curti.

Tatuagem de comida

Essas são super um dos estilos que a minha tatuadora preferida do 💜 Jessie Syon é especialista. 😍

Tatuagem de comida

Tatuagens de comida

Tatuagem de comida

Morri de amor por esse combo breakfast. 🍳🥓🍞☕️

Tatuagem de comida

Tattoo fotos

Trocadilhos fofos com donut e pizza. 🍩🍕

Tatuagem de comida

E comida também pode ser inspiradora, motivacional e divertida quando vem com uma frase engraçadinha junto.

Tatuagem de comida

Pra quem é chef, cozinheira ou apenas ama cozinhar…

Tatuagem de comida

Fechando com esse lámen que é lindo! 🍜

Tem ainda muitas outras lindas no tema, basta buscar no Pinterest, lá eu tenho uma pasta só com tatuagens pra me inspirar e para montar os posts, quem quiser me seguir lá é só clicar aqui. 😉

Eu adorei todas e já quero me inspirar em algumas para minhas próximas tatuagens. E vocês, curtiram? Fariam tattoos com o tema comida?

Helena SáPostado por Helena Sá

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26/04/17
Como eu passei a gostar de comer em público

Sim, comer em público é uma batalha pra muita gente, principalmente mulheres. Nós somos constantemente cobradas por nossa aparência, e o maior medo de muitas mulheres é engordar.

E com isso, gorda ou magra, a gente tá sempre justificando o que come, sempre dizendo que se alimenta bem, que o doce foi só daquela vez. Então muita gente pra evitar dar essas explicações, simplesmente evita comer na presença de outras pessoas.

No caso de pessoas gordas piora, pois não interessa o que você tenha no prato, seja uma salada ou uma feijoada, vai ter sempre alguém pra julgar e fazer comentários críticos.

“Isso mesmo, tem que comer uma saladinha pra emagrecer.” (a pessoa assume que você não gosta de salada, tá comendo porque é gordo.)

“É por isso que não emagrece!” (Tá todo mundo numa pizzaria, tá todo mundo comendo a mesma coisa, e só você é o glutão do rolê.)

E isso pode piorar muito se você está por exemplo numa praça de alimentação, pois corre o risco de pessoas estranhas opinarem sobre o seu prato e o seu corpo, rirem e te apontarem.

Parece futilidade, e é se olharmos de fora, mas vem desse terror de engordar  e de comer perto das pessoas, os distúrbios alimentares, como bulimia, anorexia e até mesmo a compulsão.

E o medo de comer em público está muito ligado a compulsão, pois faz com que a pessoa procure aproveitar toda e qualquer oportunidade em que esteja sozinha para comer. Assim, não precisa se alimentar na frente díz outros.

Por isso tudo, é uma vitória pra mim comer em público e fazer isso me sentindo muito bem, sem medo do julgamento alheio. Por isso também, que eu adoro postar as minhas receitas no instagram. Já passei por muitos traumas relacionados à pessoas próximas me humilhando na hora de comer, em casa dentro da minha família e com um ex namorado abusivo.

Certa vez eu estava em uma brigaderia muito conhecida na minha cidade, pedi minha bebida preferida de lá, que vinha num copo alto desses de milkshake, com chantili em cima e uma bolinha de brigadeiro no topo. Era o final de um dia cheio, cansativo, e eu estava feliz por encontrar com esse namorado e podermos sentar, conversar e comer algo gostoso. Mas na hora que a bebida chegou na mesa e eu dei o primeiro gole, ele se levantou e foi embora. Nunca senti tanta vergonha em público na vida. Depois quando saí da loja ele estava me esperando na esquina e me disse que era nojento e vergonhoso pra ele estar perto de mim, gorda e ainda por cima sem noção de comer uma coisa daquelas na frente de todo mundo.

Foi um dos episódios mais traumáticos que já passei, mas serviu pra me alertar de que o que mais me fazia mal não eram meus hábitos alimentares, e sim o medo, a vergonha, a humilhação e o preconceito das pessoas ao meu redor. Aquilo era destrutivo e eu não iria mais suportar isso, eu não iria mais comer escondido, eu não iria mais justificar um doce ou um pedaço de pizza e principalmente, ninguém mais iria falar assim comigo sem levar um voadora na nuca.

A minha libertação começou aí, depois desse dia não demorou muito pro namoro terminar, eu demorei a perceber o quão abusivo era, e não só por episódios como este. Cheguei a ficar mal com o término, a querer voltar, mas a liberdade e o amor próprio logo gritaram nos meus ouvidos e eu me livrei.

Desde então, nem mãe, nem irmão, nem tia chata e muito menos namorado, ousam falar comigo sobre  o que estou comendo ou não, nenhum fiscal de prato me derruba mais.

E se você que está lendo isso ainda não se libertou, saiba que eu estou aqui torcendo por você. Um dia, pode ser hoje até, a força vem e você não tolera mais ser humilhada por nada. Você vai aprender que ser gorda não é vergonha, que mulher comendo não é feio, que a sua vida e o seu corpo não são da conta de ninguém.

E essa é a história de como passei a gostar de comer em público, se você ainda não chegou nesse dia, tudo bem, mas não demora a chegar, porque aqui a vista é mais bonita, e a vida é mais leve e simples.

Como eu passei a gostar de comer em público

Helena SáPostado por Helena Sá

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18/04/17
Por que associamos interesses ditos como femininos à futilidade

A gente sempre relaciona automaticamente futilidade com interesses ditos femininos, como moda, maquiagem, decoração… é o que primeiro nos vem a cabeça quando a palavra fútil  surge em alguma conversa. Mas será que isso é verdade?

Gostar de moda, de se maquiar, de ter uma casa bem decorada, torna você uma pessoa fútil? Vocês já se perguntaram por que as afinidades e atividades associadas a masculinidade e que muitas vezes tem um objetivo puramente recreativo, nunca são relacionadas a futilidade? Se você gosta de assistir de futebol, de acompanhar fórmula1, MMA, fazer churrascos, dificilmente será rotulado de fútil por isso.

Mas quando uma atividade é considerada feminina, ela sempre é vista como débil, boba, supérflua, mesmo quando a pessoa é profissional dessas áreas, faz disso uma profissão, as pessoas rotulam como algo superficial.

É muito claro para mim que atribuir determinados gostos e escolhas as mulheres e dizer que essas determinações são fúteis, é mais um dos rótulos que nos são colocados ao nascermos mulheres, vem com a obrigação de performar feminilidade. Eu entendo isso e entendo que não devemos nos restringir a esses interesses considerados femininos. Sou a primeira a dizer sempre todos os dias que podemos tudo.

Mas e se a gente gostar de moda, maquiagem, decoração, jardinagem e culinária? Somos fúteis, rasas, superficiais, por isso?

Recebo muita desaprovação explícita ou velada das pessoas por ter um blog que também fala de moda, por ser maquiadora. Já chegaram a me dizer que não faz sentido eu ser feminista e falar disso em um mesmo espaço em que falo de tendências de moda. Será mesmo que as duas coisas não combinam, sou proibida de ter esses gostos “femininos” porque luto todos os dias por igualdade para as mulheres? Fica aí o questionamento. 🤔

“A história única cria estereótipos, e o problema com os estereótipos não é que eles sejam falsos, mas que eles são incompletos. Eles fazem uma história se tornar a única história. “
– Chimamanda Ngozi Adichie

Por muito tempo mulheres tentam se desassociar dos estereótipos de gênero, do rosa, das princesas, para tentarem conseguir respeito para sua capacidade, inteligência e habilidades. Já passei por essa fase de renegar tudo que é dito como feminino, pois ao ser linkada a essas coisas, me vincularia a banalidade. Como se por eu gostar de usar batom e esmalte, não sou capaz de entender de ciências, política e outros temas da vida em sociedade.

Comecei a mudar isso quando compreendi que negar gostos e atribuir a eles valor menor de importância na sociedade apenas por estarem relacionados a feminilidade, era me aprisionar a mais um novo padrão, era concordar com toda a baboseira que dizem sobre mulheres serem fúteis.

A partir daí comecei a perceber que minhas afinidades e gostos não poderiam ser rotulados e vinculados a gênero das coisas. Nem eu nem ninguém, temos preferências estritamente dentro do gênero que nos foi atribuído. E gostar de de rosa não me faz inferior a outras mulheres que não gostam, e que essas preferências pessoais não ditam por si só nosso caráter, inteligência ou capacidades.

O problema com o gênero é que prescreve como devemos ser ao invés de reconhecer como somos. Imagine o quanto mais felizes seríamos, quão mais livres seriam nossos verdadeiros eus individuais, se não tivéssemos o peso das expectativas de gênero. “
– Chimamanda Ngozi Adichie, nós devemos todos ser feministas

BRAAAACK! Esse é o som de mais uma corrente sendo quebrada! (Desculpem a onomatopéia)

Mas é lindo quando nos vemos tão seguras e livres a ponto de não precisar negar nada, nem mesmo que adoramos cor de rosa, arco-íris e unicórnios. 💕🌈🦄

Helena SáPostado por Helena Sá

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10/04/17
6 séries incríveis com protagonistas fora do padrão

6 séries incríveis com protagonistas fora do padrão

Não foi difícil pra mim reunir essa lista, pois eu assisto muitas séries. Mas se você acompanha só o que tá no topo da publicidade, o que é mais falado nos jornais, portais e blogs sobre entretenimento, provavelmente fica difícil listar boas séries no mercado atual que saiam do lugar comum.

Normalmente até mesmo séries que falam de temas tipicamente conhecidos por quem não se encaixa nos padrões, como bullying, são estreladas por atores meticulosamente padronizados, dentro da concepção de beleza que nos é ensinada todos os dias. Como é o caso de 13 Reasons Why, se você olhar do prisma de quem realmente sofreu ou sofre bullying, você não percebe ali características dessas pessoas na aparência de nenhum dos atores escalados.

Mas isso é muito típico das produções Norte Americanas. Você só consegue enxergar algo fora da curva, quando os próprios atores, escritores, produzem seus shows, como é o caso de Girls estrelado, dirigido e produzido por Lena Dunham, uma mulher que apesar de branca, está longe dos padrões da TV e cinema norte americanos.

Por isso resolvi fazer essa seleção com 6 séries incríveis com protagonistas fora do padrão. E eu mencionei especialmente protagonistas, porque é comum sim ver personagens foda dos padrões em filmes e séries, porém, o comum é que sejam papéis muleta, cheios de estereótipos e meramente servindo como contra peso na trama. 👍

Essas séries que cito abaixo tem o diferencial além do protagonista fora do padrão, elas têm pessoas que nos fazem sentir identificação, é a beleza da representatividade acontecendo.

Chewing gum

Vamos começar pela despretenciosa Chewing Gum, protagonizada por uma mulher negra, mas não é a mulher negra clareada (whitewashing) que vemos muitas vezes.

A protagonista, que também escreve a série, é incrível pois ela não atende nada do que é exigido de mulheres negras na mídia. Ela não tem um cabelo lacrador, não performa sensualidade e nem tem traços delicados que são imputados ao padrão de mulher negra considerada bonita. E isso assusta em um primeiro momento, principalmente se você está esperando alguma versão da Beyonce. 💣

Mas a medida que você entra no mundo da Tracey, se encanta e se diverte com ela e com as situações em que ela se coloca. Outra coisa massa da série é o par romântico principal da protagonista, um rapaz branco que atende aos padrões perfeitamente. Isso é raro de ser representado em séries ou cinema. A série é uma produção britânica e está em sua segunda temporada na Netflix.

Please like me

Please Like Me eu já indiquei aqui há uns quatro anos, quando a série foi lançada, hoje em dia muita gente descobriu o show por ela tratar de homossexualidade e outros temas importantes como depressão e suicídio de uma forma delicada e simples. 💕

Mas além de ser uma série engraçada, sensível e inteligente, ela conta com um protagonista que apesar de branco e magro, não está nos padrões, principalmente dentro da comunidade gay, que ainda se depara com muito preconceito estético. Josh é um rapaz comum, não tem nenhum apelo de sex simbol, e é um gay afeminado, apesar de na série ele só se revelar em idade adulta, assistindo a gente percebe nele o que muitas pessoas ainda rejeitam mesmo entre os gays. Isso tudo torna Josh, um protagonista muito fora do comum. A série é uma produção Australiana e possui quatro temporadas e já encerrou.

Happy Valley

Pra mim Happy Valley é uma das séries que mais revolucionam em termos de protagonismo fora dos padrões, pois tem em uma mulher acima dos 50 anos, com um corpo fora dos padrões no papel principal e não para nisso. 💪🏻

Ela é uma policial super badass, que se fosse interpretada pelo Clint Eastwood não seria tão fodona. É incrível como policial, avó, irmã e mãe. Lida com tudo isso e com muita coisa pesada em sua vida e nela eu vi muitas mulheres da vida real. Essa série mostra que mulheres não tem nada de fracas, que não temos a data de validade que nos impõem quando ficamos mais velhas e que podemos fazer tudo.

A série é uma produção britânica e já foi encerrada e possui duas temporadas.

My mad fat diary

Ah, essa série! Ela já é o amorzinho de muita gente, também já rolou resenha dela aqui no blog. My Mad Fat Diary tem uma protagonista gorda na adolescência, que é uma fase cruel por si só, sendo gorda, acreditem, é massacrante.

A série é incrível em vários aspectos, ela prende a gente não apenas por identificação com a Rae, qualquer pessoa que assistiu a série se encanta e isso prova que as pessoas querem e estão preparadas pra ver mais gente como a gente na TV e cinema. A série é uma produção britânica e já encerrou com três temporadas. 🌈

Master of none

Master of None, uma série sobre a vida de um jovem bem sucedido profissionalmente, na casa dos 30 anos, vivendo em NY. Tudo de mais clichê se não fosse a estrela da série um indiano, franzino, com voz que parece um remix de música pop. 😋

O ator que estrela a série já brilhou muito em Parks & Recreation, Aziz Ansari, e ele já é engraçado e  talentoso por si só, nessa série que consegue abordar temas como racismo e sexismo de uma forma leve, envolta no cotidiano dos personagens, ele brilha ainda mais. A série tá entrando na sua segunda temporada na Netflix.

Grace & Frankie

E pra fechar essa lista com estilo, temos que falar de Grace & Frankie, uma série com protagonistas acima dos 70 anos. Duas mulheres que foram casadas a vida toda, tem filhos e netos, que se veem aos 70 sozinhas ao descobrirem que os maridos são gays e mais, mantinham um caso há mais de 40 anos.

A partir daí elas têm que recomeçar várias coisas na vida, isso sofrendo o preconceito com a idade, romances, família e até masturbação femininas na terceira idade. São temas pouco tratados na mídia, nos filmes e séries. E tudo é abordado de forma delicada, engraçada e inteligente, tudo do ponto de vista delas. A série já está em sua terceira temporada na Netflix.

É isso, séries incríveis ficam ainda mais cativantes quando a gente se identifica com os personagens. E todas essas que indiquei me fazem sentir assim. Espero que vocês assistam e curtam. 😉

Quem aí já viu uma ou umas dessas séries? Concordam comigo?

Helena SáPostado por Helena Sá

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03/04/17
Por que eu parei de fazer as sobrancelhas

Nem sei se esse título é atrativo para um post, pois afinal, por que eu parei de fazer minhas sobrancelhas não é uma dúvida de interesse geral, acho que nem minha mãe iria querer saber.

Mas o que me fez acreditar que seria um bom tema para contar e discutir aqui com vocês? Bem, pra começar, todas as mulheres que começaram cedo à fazer sobrancelhas no salão ou em casa mesmo, já tiveram esse aglomerado de pelos que dá expressão ao rosto, deformado e desmatado por alguém. Ou já fez caca 💩 sozinha mesmo.

Também já passou por várias tendências de estilo das sobrancelhas, já achou que eram finas demais, ou que tinha muito pelo ali, que uma limpeza era necessária. A gente chega até a se sentir mais leve, com a cara limpa, o olhar mais aberto ao fazer as sobrancelhas. Assim como depilar, dá uma sensação de alívio, de faxina. E eu ainda gosto disso, da mesma forma que gosto também de não ter nisso mais uma obrigação estética imposta a nós mulheres. Vejam bem, o motivo principal da minha decisão não é feminista em si.

É por que então, fia? Bom, toda vez que vou a designer de sobrancelhas (esse nome já diz alguma coisa). Tenho que lutar pra não sair de lá com a mesma sobrancelha reta, traçada na régua, quadrada e super marcada, que é feita em todo mundo.

Mais uma vez a padronização aparece aqui, como meu terror, meu inimigo número um sim, é o padrão.

E o padrão impresso no meu rosto é ainda mais assustador pra mim, o olhar, o conjunto dos olhos, cílios, sobrancelha  são a parte mais expressiva do rosto de uma pessoa, e sobrancelhas em larga escala feitas quase em uma linha de produção, são o oposto de expressão, de atitude  estilo e personalidade. Ou seja, tudo que eu prezo pra mim como pessoa singular.

Por que eu parei de fazer as sobrancelhas

O ANTES dessa imagem acima, pra mim é muito mais bonito. O que vocês acham?

Por isso, as idas a designer pararam há alguns meses, antes disso já havia deixado minhas visitas cada vez mais esporádicas. E a decisão final veio no momento em que percebi que ao ver os antes e depois da maioria das sobrancelhas que aparecem nas propagandas desse serviço, eu em 90% dos casos, gostei mais das sobrancelhas no ANTES.

Sobrancelha marcada

Isso me fez pensar no tanto de moças que eu vejo na internet e na rua e acabo confundindo todas, pois a sobrancelha, o contorno, os lábios artificialmente carnudos, todo esse conjunto tem camuflado tudo que eu mais curto nas pessoas, que é a diversidade.

Brancas, negras, gordas, altas e baixas, todas com a mesma cara, aquele mesmo desenho quase geométrico acima dos olhos. Se tivessem saído da linha de montagem de uma boneca Barbie, não seriam tão padronizadas.

Se eu estou aqui propondo a revolução da queima das pinças, assim como já houve a do sutiã? Não, por favor, assim como pra mim sutiã é bom (tenho seios grandes), pra muitas pessoas o design de sobrancelhas é mais que útil, é necessário. Há pessoas sem pelos ali, ou com quase nada, ou grandes falhas, que se sentem bem fazendo. E eu só tenho a dizer pra essas mulheres, go girls!

Se eu estou aqui contando meus motivos, não é pra dizer que quem faz design de sobrancelhas é feia e boba, mas sim pra mostrar outros caminhos, que mais uma vez, o padrão não é o melhor pra todo mundo, que temos escolhas. 😉

A minha foi deixar minhas sobrancelhas mais livres, de vez em quando faço a famosa limpeza ao redor, força do hábito. Mas na boa, não sinto a menor falta de fazer, é menos um gasto e mais uma forma de liberdade, mesmo que nos pequenos detalhes, que encontrei pra mim. 💕

Helena SáPostado por Helena Sá

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27/03/17
Pincéis mágicos de maquiagem

Eu tô nesse rolê de blog e maquiagem desde que isso tudo aqui era mato. Há uns sete anos as opções de pincel de maquiagem era restrita e cara, só maquiadores profissionais pensavam em ter um kit completo em casa.

Hoje em dia as coisas mudaram e melhoraram muito. Tem pincel nacional bom e acessível, tem pincel caro, tem colorido, tem de todos os jeitos. E o que mais tem me encantado são pincéis com design e cores temáticas e diferentes.

Eu tenho pincéis Sigma e Coastal Scents ainda funcionais, eles são realmente bons porque já foram lavados milhares de vezes e estão como novos. Mas andei dando uma volta no Pinterest e encontrei tantos modelos novos lindos e diferentes, que a vontade de renovar meu kit tá dando comichão.

Por isso fiz essa seleção com os pincéis mais lindos que encontrei, inclusive todos no Aliexpress.

Pincéis de unicórnio

Esse modelo com cabo que imita chifres de unicórnio é muito maravilhoso. Tem em várias cores e tem um preço bem amigo. 🦄

Pincel Harry potter

Quem é daquele fã de Harry Potter que tem tudo temático dos livros e filmes, esse kit de olhos tá perfeito. 🦉

Pincéis mágicos

Esse modelo flat muito bom pra contorno e iluminação, com esse rabo de peixe tá me fazendo sofrer de amor. E indecisão também, porque não sei qual deles escolher. 🐟

Pincel sereia

 

Tinha que ter um kit com rabo de sereia furta cor? Sim! Muito essencial pra vida uma coisa dessas. 🐚💜

Pincéis mágicos

Mas o que eu to querendo realmente investir é nesse kit com pincéis escovinha. Desde que começaram a pipocar esses modelos na internet, que eu tava curiosa pra usar. É um modelo anatômico específico pra uso pessoal, pois fica incômodo pra maquiagem profissional. Agora que vi esse modelo com essa cor maravilhosa, animei a encomendar o meu. 🌈💕

Como eu disse, eles todos estão no Aliexpress, deixei link Grifado no texto, é só clicar.

Alguém me fala se eu tô sozinha no amor? E quem tiver mais modelos lindos na wish list, por favor me conta! 😉

 

Helena SáPostado por Helena Sá

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