01/02/17
Quotes do Garotas repaginados por Laila Alves

Laila alves designer

Pra quem ainda não sabe, há quase 3 anos posto diariamente cards nas redes sociais do blog. São quotes do garotas, muitos são citações de escritoras e escritores, estudiosos, pensadores, ou mulheres de qualquer área que tenham dito algo empoderador, que reforce a autoestima, que vá contra tudo de errado que é pré estabelecido na nossa sociedade. Outros eu mesma criei.

E mesmo não sendo designer, sempre criei a “arte”dos cards, que eu nunca considerei profissionais, claro, mas também não passava vergonha (eu acho).

Mas sempre quis ter alguém de talento e sensibilidade que pudesse fazer essa parceria comigo.

E eu escolhi o primeiro dia de fevereiro de 2017, pra contar essa novidade linda para vocês! 💜

Vou continuar a pensar, criar e pesquisar frases que valham a pena transmitir todos os dias pra vocês, mas agora elas serão expressadas lindamente pela arte de verdade da Laila Alves. 🌷

Laila Langhammer Alves ilustradora

A Laila é designer, ilustradora, militante e gorda, além de ser leitora do blog e uma mulher incrível que eu admiro. Muitas de vocês provavelmente conhecem o trabalho dela, mas mesmo assim vou deixar aqui alguns deles pra quem não conhece ainda. 🍭

Elevem por laila alves

Laila alves designer Laila langhammer Laila alves designer Laila alves quotes do garotas Rose quartz por laila alves Laila alves ilustration

Além disso, taí no início desse post o primeiro quote que ela repaginou, deu nova vida e que eu apenas amei! 😍

Se vale a pena seguir as redes da Laila? Por favor neam! 🙄

Helena SáPostado por Helena Sá

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25/01/17
Óculos tendência no Aliexpress

Oculos tendencia no aliexpress

Sempre que eu curto muito um modelo de óculos escuros, ele está na bela face de uma gringa, e quando finalmente chega ao Brasil, está em lojas que superfaturam o valor dos mesmos.

Normalmente o estilo de óculos que eu curto não são aqueles de grife caríssimos, eu gosto de designs diferentes, cores, lentes em vários tons…😎

E o lugar que tenho sempre encontrado todos os modelos que eu desejo é no Aliexpress. dá pra encontrar desde réplicas de modelos das grifes famosas até esses modelos super diferentes que eu curto demais.🕶

No inicio de novembro eu fiz um pedido de 3 pares, em dois vendedores diferentes, e ambos chegaram com 40 dias do pedido.

Óculos tendência aliexpress

O que mais me surpreendeu foi a qualidade do material dos óculos, muito bons, não é aquele tipo de acessório que é bonitinho só de longe, eles realmente fazem vista de perto, fiquei encantada. 💜

E o melhor, os preços, paguei em média 6 dólares por cada par com fréte grátis, não tive problemas de tributação, foram compras lindas! 😍

Nos dois modelos que escolhi tinha várias opções de cor da armação e das lentes.

Óculos aliexpress

O primeiro modelo que comprei em duas cores nunca vi pra vender no Brasil, e esse segundo da foto acima costuma ser vendido por aqui entre 100 a 150 reais mais frete. 🤑

Como eu não sou egoísta lá vão os links dos vendedores:

E foi super tranquilo de comprar, passaram o código de rastreio direitinho e tudo mais.

That’s it girls! Vocês se tiverem algum achadinho de Ali, Ebay ou qualquer compra gringa, por favor dividam aqui com gente. 😉💟

Helena SáPostado por Helena Sá

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19/01/17
Cada um tem seu Show de Truman

Show de truman

Eu to numa vibe super profunda, papos descontruídos e tal aqui no no blog, vocês perceberam? Esse início de ano eu tô um pouco mais lerda em realizar meus projetos, mas em compensação to totalmente reflexiva, daí penso essas coisas doidas, anoto e depois venho aqui contar pra vocês. Aha, lidem com isso.

Para quem não viu o filme, Show de Truman conta a história de um homem que foi criado em uma cidade fictícia, com família, amigos e tudo mais encenados. E sendo criado dessa forma, sempre acreditou que essa era a realidade e claro, aquela passou a ser sua vida real. Apenas depois dos 30 começou desconfiar e perceber que aquilo não era real, que a sua vida inteira era encenada, que o fizeram acreditar que ele era e tinha gostos de uma certa forma.

E por que estou afirmando que cada um de nós tem o seu próprio Show de Truman? Porque a partir do momento em que nascemos em uma família ou sem uma família, já estamos a partir disso sendo pré rotulados. Se você nasce mulher, se você é negro, se você nasce em uma família de classe média, se você é japonês. Tudo isso e outros pequenos detalhes, pré determinam muito do que vem a ser a sua vida.


Tudo isso aí em cima, e a forma com que as pessoas ao seu redor vão agir com você, vai te levar a se identificar com algumas coisas e não com outras.

Se você é mulher por exemplo, desde muito cedo vão construir pra você um cenário, que normalmente é cor de rosa, cheio de bonecas… se é menino tem carrinhos, bola, ferramentas… e por aí vai. isso tudo é bem óbvio, já cansamos de saber que existes estereótipos de gênero, raça, classe social, condição sexual. Você sempre será rotulado de alguma forma.

Isso por si só é muito ruim, limitante, dificulta o desenvolvimento além dessas cercas que são colocadas ao nosso redor.

Mas pra além disso, há sempre coisas que dizem da gente em especial, que nossa família, amigos, pessoas próximas dizem perceber na gente e que nos marcam, e as vezes definem nossas trajetórias.

Sempre disseram para um primo meu era lerdo, burrinho, que não ia dar em nada na vida, eu sempre pessoalmente achei esse primo engraçado e criativo, ele só apenas não ia bem na escola. Mas desde muito cedo foi-lhe dito que ele tinha limitações e por acaso ele se conformou com isso. Pois todos nós temos habilidades, temos algo que sabemos fazer bem, mas no momento em que desde criança ele foi desmotivado, ele encenou perfeitamente o seu Show de Truman pessoal. Torço pra que um dia, assim como o personagem, ele perceba que pode se livrar disso tudo.

No meu caso, eu sempre fui a gordinha, mesmo quando na verdade eu não era gorda, apenas não era magrinha como as outras crianças da minha família. Só fui perceber que eu não era gorda, quando entrei no ensino médio e vi várias meninas e meninos realmente gordos, vi que eles sofriam o mesmo bullying que eu sofria em família, e que na escola ninguém me associava a eles, ou me chamava de gorda. Ali eu percebi que a imagem que eu fazia de mim mesma estava completamente distorcida por influência da minha família. Isso gerou em mim até o início da vida adulta, vários problemas autoestima, e uma dificuldade enorme de perceber meu corpo, entendê-lo e conhecê-lo. Demorei muito tempo para me livrar do meu Show de Truman particular e ainda tenho que lutar todos os dias para não retroceder.

seu Show de truman particular

A maior “gordinha” que vocês respeitam, eu em duas fotos, numa criança e na outra adolescente.

Percebemos por esses exemplos que alguns rótulos nos aprisionam, nos fazem mal, que definir o que uma criança é ou deve ser normalmente não traz nenhum beneficio. Mas quando era criança, uma outra característica que era muito dita como minha era inteligência. Meus pais, meu avô e minhas tias-avós me diziam o tempo todo o quanto eu era inteligente, esperta, criativa. Isso me ajudou muito a ser muito confiante em relação a minha capacidade intelectual. Tinha certeza e ainda tenho, de que posso fazer o que eu quiser fazer no que se refere a usar minhas habilidades intelectuais.

Ponto para os rótulos, não é mesmo? Bem, em parte.

Meu pai também dizia o tempo todo que eu seria uma juíza, que eu falava bem, sempre que perguntavam o que eu seria quando crescesse, a resposta vinha da boca dele antes de eu pensar em responder: JUÍZA.

O que me levou a faculdade de direito, apesar de eu amar artes, amar desenhar, amar criar e escrever. Eu gostei muito de fazer a faculdade, já que eu gosto de aprender sobre quase tudo. Mas se era isso que eu queria fazer da minha vida? Não, não era.

Não culpo meu pai por isso, aliás, os pais fazem esse tipo de coisa sempre querendo nosso bem, nem imaginam que estão limitando seus filhos a seus próprios sonhos.

Mas faz a gente pensar quando percebemos que podemos ser muito mais, ou o oposto do que sempre nos disseram que deveríamos ser. A sensação de liberdade a partir daí é incrível, dá medo também. Mas digo por experiência, vale a pena sempre sair dessa cidade cenográfica, desse reality show. Seja indo morar em outra cidade ou país, fazendo um novo caminho pro trabalho, ouvindo uma banda diferente, seja nas mínimas ou nas grandes coisas, se liberte, se rebele. O mundo é tão grande, tem tantas coisas.

E sim, hoje em dia eu sou gorda, eu tenho o cabelo colorido, eu sou advogada, sou um pouco emburrada e mal humorada. Mas eu também sei ser engraçada, atenciosa, eu gosto de artes, eu amo moda, maquiagem, séries.

Enfim, nós somos muito mais do que disseram que seríamos, ou apenas diferentes daquele script que traçaram. E isso é muito bom.

Helena SáPostado por Helena Sá

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12/01/17
[Resenha] Wicked – Gregory Maguire

wicked livro

“As pessoas que se dizem más normalmente não são piores do que o resto de nós. É com as pessoas que dizem que são boas ou melhores do que o resto de nós que devemos nos preocupar.”           

Wicked me fez odiar o O Mágico de Oz, tanto o mágico em si quanto a população inteira a Terra de Oz. Então se você não quer acabar com sua linda visão da história de O Mágico de Oz, não leia Wicked.

É bom dizer que o livro de 95 não é uma história oficial, não foi o próprio Lyman Frank Baum quem escreveu. O autor da vez, Gregory Maguire, se apropriou da história original para dar uma visão mais ampliada sobre as vilãs de Oz, talvez porque ele ache que tudo é de uma forma por um motivo. E essa é justamente a essência do livro.

Wicked não tem nada de fofo e passa longe do clima “princesa Disney” da musical adaptação cinematográfica de O Mágico de Oz. O livro conta a história da famosa Bruxa Má do Oeste, Elfaba, começando desde o seu nascimento, passando pela adolescência – quando conheceu a futura inimiga Glinda e consolidou com ela certa amizade  –  e todo o caminho que ela  trilhou para, finalmente, chegar a ser odiada por todos.

Mas então o que será que fez Elfaba, uma moça boazinha, se transformar em uma bruxa tão temerosa? É aí que Wicked dá um tapa na sua cara. Maguire conseguiu mixar política, preconceito racial e magia em um único livro e que, por coincidência ou não, faz muito mais sentido quando se vive em um período histórico tão horrendo como o que estamos vivendo.

Logo que nasce, Elfaba já é rejeitada por seus pais por possuir uma cor de pele diferente. Pois é, se você não sabe, em OZ não há muitas criaturas verdes. Talvez justamente por crescer em volta de tanto julgamento e não só aparentar diferente, mas também pensar, ela cria uma personalidade forte e independente. Quando entra na Universidade de Giz, conhece a futura “bruxa do bem” Galinda – ou Glinda – e, mesmo depois de uma não ir muito com a cara da outra, rapidamente viram amigas.

Deixando as eventuais desavenças das duas amigas de lado e suas paquerinhas adolescentes, o narrador sempre dá um jeito de contar a situação política social que ocorre em OZ naquele momento: resumidamente os povos de Oz estão em conflito e o Mágico encontra uma solução para unir novamente a população: o ódio em comum. Esse ódio é direcionado para os Animais, que são animais, porém pensantes.

Seu discurso consiste em dizer que esses seres são apenas animais e, como tais, não devem conviver com todo mundo, mas sim viver em fazendas. São seres inferiores. Te lembra um certo discurso de um certo ditador? Pois é, ponto para Gregory Maguire!

Elfaba, sendo a girl power que pensa por si, logo  vê que isso está errado e começa a agir ao lado da resistência. Ou seja, entra para os “esquerdalhas” que lutam a favor dessa minoria (os Animais). Não é preciso dizer muito mais, mas já dá para imaginar como a personagem e sua irmã acabam virando as vilãs de Oz.

Não creio que Lyman F. Baum tenha criado as bruxas más pensando que eram, na verdade, mulheres fortes más compreendidas e com “má fama”.  Acho que elas nasceram em sua  mente simplesmente como vilãs. É por isso que Wicked estragou Oz para mim. Pois faz muito mais sentido uma mulher antipática, verde, que estudou magia e é contra o governo, se tornar uma vilã para a população (simplesmente porque essa imagem foi construída pela sociedade de Oz), do que ser uma Bruxa Má que mora no Oeste que é má apenas e exclusivamente por ser má. Compro muito mais a versão de Maguire do que a original. Afinal, na pior das hipóteses (tendo Elfaba sido uma militante de esquerda que lutou contra as absurdas leis impostas pelo Mágico ou não), ela era só uma bruxa que queria de volta os sapatos da irmã morta.

Recomendo Wicked se você não tiver uma relação íntima com O Mágico de Oz, afinal, pode quebrar o encanto e as chances de não gostar da descrição diferente e moderna que o autor faz de Oz são muito maiores. De resto, a escrita é muito bem feita, a tradução da ed. Leya ficou ótima e se faz um livro muito leve de ler e fácil de se  imaginar dentro. Vale a pena para quem gosta de fantasia e, principalmente, de conhecer o outro lado da moeda.

Carina SilvaPostado por Carina Silva

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09/01/17
Como surfar uma onda que não é a sua

Choro magro

Estava com dificuldades pra dar um título pra esse post, daí conversando com a Kalli outro dia, ela me disse sobre alguém que estava tentando se apropriar da vivência alheia: “Como surfar uma onda que não é a sua”.

E é basicamente isso, pessoas tentando trazer pra si holofotes se aproveitando e personalizando a vivência alheia. Se apropriar da história, da experiência, do estilo, das ideias de outras pessoas, clamando pra si através de diversos atos o que não viveu, e principalmente não sofreu.


Estamos passando por um momento atual de destaque e de empoderamento de lutas de minorias oprimidas. Os homossexuais, os negros, transsexuais, mulheres, gordos e outras minorias estão em voga. Mesmo com toda essa onda conservadora atual, essas lutas nunca tiveram tanta força.

Grandes marcas estão abrindo os olhos para essa parte da população como grande potencial de consumo, e colocando em suas campanhas mulheres fora do padrão de todas a formas. Influenciadores de nichos hora deixados à margem, agora estão tendo algum destaque.

Isso tudo chama muito a atenção e ajuda muito na autoestima dessas minorias, na representatividade delas. Mas traz também muitos aproveitadores, gente que antes era fitness, lifestyle perfeito, viagens e compras, agora é consciente, faz relatos de sua história de vida cheia de complexos, sua auto estima abalada… e tudo isso pasmem, sendo padrão e simplesmente querendo isso mesmo: SURFAR NUM CLOSE ERRADO.

E por que isso é ruim, qual o problema dessas pessoas aderirem a essas causas? O primeiro grande mal é o APAGAMENTO, das pessoas e das vivências REAIS. Além disso, aderir não é a palavra certa, já que fazendo isso esses oportunistas não apoiam causas, simplesmente se apropriam do lugar de fala e por serem já indivíduos privilegiados dentro de uma sociedade padronizada. E absurdamente, essas pessoas conseguem ter mais voz, mais atenção e credibilidade do que o grupo que realmente precisa desse lugar.

E por que agora eu resolvi abordar isso aqui? Porque isso tem crescido mais e mais, pessoas oportunistas que querem se destacar de alguma forma, a qualquer custo, não interessa como, estão cada vez mais se apropriando e ocupando destaque e oportunidades que não lhes cabem.

É homem falando de feminismo, magro se dizendo sofredor de gordofobia, até branco de cabelo cacheado se identificando como negro já vi por aí.

E isso realmente funciona, pois eles são a versão maquiada e editada da realidade. É muito mais bonitinho ouvir sobre opressão, auto estima, e luta de carinhas e corpinhos padraozinho, de pele rosada e cabelo loirinho.

E pra quem é esse recado afinal? Vale a pena apelar a consciência de seres humanos que fazem esse tipo de fraude? Claro que não, estou aqui falando para quem se sente diretamente atingido e afetado por esse apagamento.

Reajam, confrontem, digam lá no textão da branca/branco magra(o) que sofre opressão pra ela se situar, pra não vir querer surfar sua onda, pois na hora de ser subjugada e humilhada por sua aparência, cor ou orientação, ela não estava lá.

E você que tá aí fazendo essa presepada toda, montando esse circo e atuando vivendo o personagem do momento. A gente te saca, ok? Não pense que tá colando não. 😉

O mar é pra todo mundo, mas não mata os peixinhos, ok?

Helena SáPostado por Helena Sá

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02/01/17
Minha NÃO lista de metas para 2017

Lista de não metas

Finalmente 2017, muita gente postando suas metas, tem textão de metas do facebook, no instagram, tem vídeo de metas do youtube… e eu falando de uma NÃO lista de metas para 2017! WTF?!

As metas não variam muito, as pessoas tem uma lista quase que inflexível de coisas que acreditam que se fizerem, será a chave pra felicidade.

Então sempre tem o desejo de ser mais organizado, perder peso, ser mais saudável, mais tranquilo, produzir mais, viajar mais, ler mais, consumir menos… e sim, algumas dessas metas são realmente interessantes. Mas será que se impor metas no inicio de um novo ciclo te ajuda em alguma coisa? 🤔

É uma dúvida honesta minha, pra mim nunca funcionou, estabelecer metas sempre foi uma forma de me frustrar por não conseguir cumpri-las. As coisas pra mim funcionam melhor, eu cumpro mais coisas que eu deixo que instintivamente meu corpo e minha mente meio que concordarem em fazer.

Então sem pressão, no dia que tem que ser, rola. Pra mim é assim. Não tem Marie Kondo que me faça virar uma mestre na organização se eu não estiver com vontade. ⭐️

VONTADE, essa é uma palavra chave pra mim.

Não costumo me forçar a fazer nada, mesmo coisas que no futuro possam me fazer algum bem. A vida já nos força a fazer muita coisa, então acredito que gente não precisa impor mais nada, nos obrigarmos, nos pressionarmos dessa maneira. 💜

Essa é uma filosofia de vida minha, não acredito que dê pra forçar nada que não sejamos. Não dá pra ser good vibes deboísta só porque foi uma meta pro ano. Mudar hábitos, é difícil, mudar uma personalidade então é insano, talvez com uma lobotomia funcione. 😅

Com isso eu quero dizer que as pessoas não mudam, que eu não quero melhorar ou crescer? Não é isso, eu, você, nós, somos seres em constante transformação, isso é óbvio, o que parece não ser pra muita gente, é que não dá pra forçar isso. Bater metas é coisa mais chata do mundo, qualquer um que trabalha ou já trabalhou em empresas que nos impõem e pressionam por metas irreais, sabe disso.

Pra que trazer pra nossa vida algo que a gente detesta? Algo artificial, forçado, enfiado goela abaixo?

Não metas para 2017

 

Desejo pra 2017 algo que já vem acontecendo na minha vida desde o início de 2014. Um crescimento pessoal, uma evolução absurda, incrível, mas totalmente natural, no meu tempo.

Ou seja, em 2017 eu quero trabalhar mais no que eu amo, estar mais com os amigos que tenho feio nesses últimos 3 anos, tentar inspirar mais e mais mulheres, falar do que acho que está errado, lutar pelo que acredito ser certo. Não são metas, pois já está tudo isso acontecendo, eu não vou acordar amanhã e cumprir tudo, é um desenvolvimento e um amadurecimento lindos, que não consigo forçar.

Aliás, dá pra ver de longe quando algo é forçado, copiado de algum lugar, algo que você se impôs porque todo mundo tá fazendo, ou porque você quer parecer tão legal e cheio de planos como seus coleguinhas.

Metas para 2017

Cada um de nós funciona de uma forma, e o seu manual de instruções não vem de fábrica, cabe a você mesmo descobrir e traçar seu caminho meio que já contando com várias mudanças no percurso. 😉🌷

Helena SáPostado por Helena Sá

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